Infográfico: Personalidades e Carreiras

Não me lembro aonde vi o Infográfico abaixo.

Ao ver seu conteúdo, pensei: “não sei”.

Escolha de carreira já é algo tão difícil e complexo.

Ver a questão “resumida” em um infográfico me deixa com pé atrás.

Mas não deixa de ser válido dar uma olhada…

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O que vocês acham?

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Where You Stand |

Minha Retro 2013: Meus 10 Discos Mais Queridos de 2013

Como é sofrido fazer um post com retrospectiva de discos!!

Um dos maiores arrependimentos que tive com o words of leisure, no ano passado, foi não ter feito a minha lista com os meus álbuns favoritos de 2012.

2013 não foi um ano com vários discos que me viciaram horrores, como aconteceu no ano anterior, com o Push and Shove, do No Doubt, o Battle Born, do The Killers, ou o Strangeland, do Keane.

PS: pronto, acabei de resumir o que teria sido o post jamais escrito :-)

Tampouco foi um ano que escrevi tantas Review de Álbuns quanto gostaria, mas é a vida.

Então, aqui está a minha lista de 2013, com os meus 10 mais queridos. Com muito atraso, mas saiu.

E por que mais queridos? Não seriam eles os melhores? Não sei, talvez não. Mas foram os que mais gostei.

Sei que muitos discordarão de tudo, mas, who cares?

10: Franz Ferdinand – Right Thoughts, Right Words, Right Action

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O Franz continua sendo uma das minhas bandas do coração. Sem contar que os caras sabem fazer vídeos como poucos!

Eu gostei do Right Thoughts, Right Words, Right Action, mas não grudou tanto quanto os anteriores.

Ainda assim, entrou na minha lista.

09: Justin Timberlake – The 20/20 Experience (1 e 2)

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É! O Justin Timberlake me surpreendeu bastante com seus discos ano passado. Eu gostava de uma ou outra música dos álbuns anteriores, mas o 20/20 Experience realmente ganhou muitos pontos comigo. Muito, muito bem feito. Os dois.

O menino é muito bom. E pronto.

Ah, gostei mais do primeiro que do segundo.

08: Billie Joe Armstrong and Norah Jones – Foreverly 

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Esse disco me surpreendeu muito mais pela presença do Billie Joe que pela Norah Jones, obviamente. Jamais poderia imaginar o líder do Green Day fazendo algo do tipo.

Mas como são boas as surpresas positivas, né? O disco é uma delícia só, do início ao fim.

07: Suede – Bloodsports (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Os fãs do Suede em muito esperaram material novo da banda. Ele veio de forma a não deixar ninguém triste.

Bom, ao menos eu não consigo pensar que alguém possa ter ficado insatisfeito com o Bloodsports, que é excelente!

It Starts And Ends With You é ótima!

06: Sharon Corr – The Same Sun (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Esse é um dos discos que mais justifica o motivo do post considerar os “discos mais queridos”. Não apareceu em nenhuma lista que eu tenha visto, mas foi muito bem recebido pela minha pessoa. Já falei aqui e aqui sobre a importância que o The Corrs tem na minha vida e como a Sharon Corr sempre foi a minha favorita na banda. Seu segundo disco solo ficou muito gostoso de ouvir.

Talvez, se tivesse sido feito por outra pessoa, uma que não me importasse tanto, não teria entrado na minha lista. Mas não é o caso. O carinho que sinto pela cantora + um ótimo disco colocou o The Same Sun aqui.

05: Arcade Fire – Reflektor

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Eu gosto bem de Arcade Fire, mas não me considero uma fã de carteirinha.

Ainda assim, o Reflektor é bem legal, fluiu super fácil.

04: Stereophonics – Graffiti On The Train (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Graffiti On The Train foi um alento no meu amor pelo Stereophonics. Sou muito fã dos primeiros discos deles, mas os três anteriores ao Graffiti não me encantaram tanto. Então, o lançado ano passado me fez voltar a ficar encantada pela banda do País de Gales. Muito, muito bom, mesmo.

03: Arctic Monkeys – AM

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AM é, na minha opinião, o melhor disco do Arctic Monkeys, disparado. Excelente, maravilhoso. Talvez, de fato, o melhor do ano!

Mas como ficou só na terceira posição aqui no words of leisure? Porque só tive acesso a ele no dia 30 de dezembro de 2013. Simples assim.

Incrível, incrível.

Do I Wanna Know é perfeita.

Discásso.

02: Travis – Where You Stand (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Sim, eu acho o AM um melhor álbum que o Where You Stand. Mas como já falei algumas vezes, essa não é uma lista de melhores discos, e sim, dos meus mais queridos.

E o WYS remete a um momento absolutamente especial na minha vida: ter visto o Travis e o Blur no Planeta Terra. Momento que foi relatado aqui e aqui.

O significado que ele ganhou o colocou tão bem colocado no meu ranking.

01: Julieta Venegas – Los Momentos (para ver o post relacionado, clique aqui)

Julieta-Venegas-Los-Momentos

Aí está a prova mais clara que esse é um post de discos queridos. Eu só vi o Los Momentos bem classificado, em 2013, em listas voltadas ao mercado latino.

Eu já era muito fã dessa mexicana antes do lançamento dele. Quando saiu, eu tive um pequeno estranhamento inicial, porque ele tem um toque eletrônico inesperado.

Mas foi só ouvir mais, ir ao show dela aqui em BH, que o amor virou absoluto. Algumas músicas têm letras tão tristes que chegam a doer, como Los Momentos e Verte Otra Vez.

Muito, muito belo! Indubitavelmente, meu disco favorito de 2013. Disparado.

Linda demais essa mexicana!

Bom é isso.

Volto mais tarde | Ao som de tudo isso que vocês leram acima. |

Retro 2013: As 60 Melhores e Piores Capas De Discos, Pelo TMDQA

Como falei ontem, a partir de agora serão vários posts, com as listas de melhores e piores do ano.

Duas bem legais foram feitos pelo mais-legal-ainda Tenho Mais Discos que Amigos.

As 60 melhores capas de discos de 2013

Tem coisa bem bacana ali, como essa do The National. Linda, né?

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Ou então, a do Travis e seu Where You Stand, comentado aqui no words of leisure.

Travis_Where_You_Stand_album_cover

Para acessar o post, basta clicar nas capas.

Em compensação, uma lista de horrores vem com As 50 piores capas de discos de 2013. E olhem que tem artistas que eu gosto muito, ali. Mas mandaram mal, mesmo. Cliquem aqui para ver.

Volto mais tarde | Ao som de Franz Ferdinand – No You Girls |

Música: Planeta Terra – O Festival e o Travis

Como falei em outras ocasiões aqui no words of leisure que mesmo sendo alucinada com música e shows, nunca fui ligada a festivais.
Mas isso teve que ser deixado de lado quando o Planeta Terra anunciou uma das bandas mais importantes da minha vida como atração principal: o Blur.
Só que esse foi um momento tão especial, tão marcante, que receberá um post a parte.

Fonte: Planeta Terra
Fonte: Planeta Terra

Este será dividido em duas partes.

Sobre a organização:

  • Como não tenho nenhum histórico com o festival, não posso comparar como era antes, no Playcenter. Mas gostei demais do Campo de Marte. Com um público de 27 mil pessoas, o aeroporto comportou a todos de uma forma muito agradável. A distância entre os palcos estava ótima para aqueles que queriam transitar entre eles (não era o meu caso) e tinha um bom espaço para aqueles que queriam fazer outras coisas enquanto esperavam as bandas que queriam ver (o meu caso). Sem contar que o som estava excelente.
  • Foi a primeira vez na vida que eu comprei ingresso para fazer retirada no local. Estava meio tensa em relação a isso, pensando em confusões com filas e horários. De fato, ocorreu problema: o sistema caiu e os ingressos não estavam sendo impressos. Não sei como foi na hora que aconteceu (se foi antes da bilheteria abrir ou não), só sei que quando cheguei o problema “tinha sido resolvido”, já que o protocolo de compra foi suficiente para entrar. Poderia ter sido um caos. Não foi.
  • As filas para comprar comes e bebes estavam grandes. Talvez possam colocar mais caixas? Mas nada que tenha atrapalhado o meu humor.
  • Show/Festival sem ter que usar banheiro químico foi tudo de bom.
  • A pontualidade deve ser exaltada. Impecável. Poder chegar e ir embora de metrô, também!

Sobre os shows: não vi nada que tocou antes do Travis. Já os outros…

  1. O pouco que ouvi do The Roots, gostei demais! Os caras são excelentes, mesmo não sendo o hip hop algo que eu entenda muito. Música de muita qualidade.
  2. Juro que cheguei ao Terra sem saber quem era a Lana Del Rey. Conclusão pós show? A moça é linda. E continuarei sem saber quem ela é. Voz fraca de dar dó. (Fãs da moça, não me matem. É só a minha opinião…)
  3. O Beck é daqueles músicos incríveis, né? Do tipo “genial”. Banda excelente, músicas idem. Mas eu vi pouco, porque estava na pilha para o Blur. Só que do pouco que vi: sensacional!

Agora, o Travis! Ah, o Travis!

(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)
(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

Eu iria ao Planeta Terra somente pelo Blur. Ver o Travis foi daqueles brindes mais que incríveis, sabe? Quase tão bom quanto o produto principal.
A banda tem uma energia maravilhosa nos seus álbuns, que fica ainda mais intensa ao vivo. A combinação de um incrível pôr do sol com aquelas músicas deliciosas que eles escrevem tornou toda a atmosfera deliciosa.
Uma das coisas mais legais era olhar para o palco e ver que os caras estavam felizes, sorridentes, curtindo aquele momento.
Não posso reclamar de nada do setlist, mesmo eles não tocando algumas músicas que eu gosto demais.
Driftwood deixou meus olhos cheios de água.
Flowers in the Window foi fofíssima, com os quatro tocando juntos, em versão acústica.
Where We Stand, com o Fran Healy junto ao pessoal, foi sensacional!

Foto: Renan Facciolo.
Foto: Renan Facciolo.

Show lindo, lindo, lindo!
Saí ainda mais fã do que era!

Quem não conhece o Travis, favor clicar no nome deles na lista de Tags (marcações) abaixo, para ver todos os posts que já fiz dos escoceses. Vale a pena demais!

Abaixo, o setlist lindão.

Fonte: Página do Planeta Terra no Facebook
Fonte: Página do Planeta Terra no Facebook

 

Volto mais tarde.
Com a parte 2, dedicada ao Blur.

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Where You Stand |

No Meu iPod: Travis, “Where You Stand”

Daqui um mês, exatamente, verei essa banda lindona ao vivo!

Eita, emoção!

Travis_Where_You_Stand_album_cover

Where You Stand foi lançado esse ano e é uma delícia, algo bem típico da banda.

Continue Lendo “No Meu iPod: Travis, “Where You Stand””

Música: 20 discos que você deveria ouvir em Agosto

Saiu a lista de Agosto feita pelo delicioso Tenho Mais Discos que Amigos.

Duas das bandas que eu mais gosto na vida estão ali.

Uma delas?

TRAVIS

Where You Stand

travis-where-you-stand-capa

Os escoceses do Travis estão de volta com seu primeiro disco de estúdio desde 2008, chamado Where You Stand.

O álbum foi produzido pelo próprio líder da banda, Fran Healy, e diversos formatos diferentes do trabalho estão sendo programados, como CD, DVD e vinil de 180 gramas com código de download para as faixas em formato digital.

Data de lançamento: 19 de Agosto
Gravadora: Red Telephone Box

A outra?

Bom, acho que quem acessa o words of leisure com alguma frequência não terá dificuldade de saber qual é.

Para ver a lista completa, clique aqui.

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Música do Dia: Travis – Where You Stand

Amei demais da música nova do Travis.

Travis - Where You Stand

E que vontade de dar um abraço no Fran Healy depois desse vídeo!

Bom, depois de um banho, né?

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