Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 30 Anos do Tetris

Visto que a imprensa inteira já está falando dos 70 anos do Dia D, optei então por prestar uma singela homenagem aos 30 anos da criação de um dos jogos mais sensacionais de todos os tempos: o Tetris.

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Eu costumo abrir para jogar quando estou realmente sem nada pra fazer, porque ele tem uma capacidade absurda de me tirar horas do meu dia.

Gostei demais da explicação mostrada pelo O Globo, dos motivos do vício no jogo:

“Trata-se de um game puro: não traz nenhum benefício, nada se aprende com ele, e não há qualquer consequência física ou social decorrente do ato de jogá-lo. É quase completamente inútil, mas mesmo assim nos faz voltar a jogar para mais e mais da mesma experiência”, explica.

Stafford designa o Tetris como um “farmatrônico”, ou seja, um conteúdo eletrônico com todas as propriedades de alteração da mente que uma droga possui. Ele equipara o sentimento que temos ao jogar Tetris à mesma sensação que temos ao coçar um prurido, e explica que é justamente isso que mantém até hoje a popularidade do jogo.

Sensacional esse jogo soviético. Sensacional.

Matérias a respeito do aniversário:

Tetris comemora 30 anos

Tetris Still Taunts: The Game’s Legacy 30 Years Later

Tetris at 30: An Interview with the Historic Puzzle Game’s Creator

Muito, muito bom. Parabéns ao Alexey Pajitnov pela criação.

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Café & TV: Séries de TV, “The Americans”

Finalmente fiquei em dia com uma das séries que mais chamou a minha atenção nos últimos tempos: The Americans.

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Para quem não sabe, conta a história de infiltrados russos nos EUA na década de 80, em plena Guerra Fria.

Um grande motivo já me deixava predisposta a ver a série com o coração mais aberto que o normal:

Keri Russell.

Afinal, séries começam e séries terminam. Mas Felicity permanece.

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Por toda a minha formação profissional, é desnecessário dizer que todo o lado da História me fascina.

Mas eu não me considero uma expert em União Soviética, ainda mais na KGB, para dizer se situações X, Y ou Z são incorretas, inverídicas, etc.

Então, ao final das contas, eu me apego a uma questão que eu acho absolutamente sensacional do programa:

Como que ele conseguiu, devido principalmente ao distanciamento histórico, fazer com que americanos torcessem para os russos. Porque é isso que acontece, desde o primeiro episódio: uma torcida inequívoca aos espiões soviéticos contra os americanos, estes principalmente na figura do FBI.

Outros pontos super favoráveis à série?

  • Excelentes atores – a Keri me fez esquecer a Felicity, o que é algo bem significativo;
  • A química entre ela e o Matthew Rhys é maravilhosa;
  • Figurino, representação de época, impecável;
  • Os disfarces merecem um bullet próprio.
  • Roteiro sensacional. Tanto para a todo o suspense em torno da questão URSS x EUA, mas para os dramas pessoais;

Sim, como em 99,9% das séries políticas/de suspense, ela tem momentos sacados. Eu nem ligo.

THE AMERICANS

Super ultra mega recomendo.

A primeira temporada tem apenas 13 episódios e a segunda começará apenas em Janeiro de 2014. Então, há tempo para ver e ficar em dia.

Abaixo, tralier!

Muito, muito boa!

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