Dica de Saúde: Por Trás De Um “Simples” Exercício

A prancha é um dos exercícios que eu mais gosto, por mais que ele dê vontade de morrer durante a execução.

Por isso mesmo adorei essa figura, que mostra tudo que é trabalhado durante.

Maravilhoso.

prancha

A pergunta que resta é: faltou algum músculo?

E o “simples” tem que ser entre aspas mesmos, porque ele é osso!

Volto mais tarde | Ao som de Joss Stone – The Right Time |

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 Anos do Forgiven Not Forgotten

Vejam a lerdeza da garota: quando pensei que o Forgiven Not Forgotten completaria 18 anos em 2013, fui atrás da data de lançamento do mesmo e anotei que teria sido em dezembro de 1995.

Pois bem, foi em 26 de setembro. Perdi a data de um dos meus álbuns favoritos na vida, como mostrei nos posts:

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 1

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 2 

Triste.

Mas como me recuso a deixar passar, aqui está, quase com um mês de atraso.

Forgiven_Not_Forgotten

Como escrevi na “Parte 2”, esse é o meu disco favorito do The Corrs, mesmo não sendo aquele que considero o melhor (isso fica a cargo do Talk On Corners).

Como acontece com várias bandas, o de estreia é mais cru, com menos firulas. E isso me encanta.

A abertura com Erin Shore seguida de Forgiven Not Forgotten é incrível, seguida de Heaven Knows, que sempre esteve entre as minhas favoritas da banda, principalmente pelo solo de bateria no início. Someday e Secret Life têm essas mesmas características, de serem mais viscerais.

Não tenho como não ressaltar que o Forgiven Not Forgotten é fortemente marcado pelas instrumentais, que tanto caracterizam a banda. Nesses momentos, eles mostram como certamente não são apenas rostos bonitos.

Deixo Toss The Feathers como amostra e como homenagem à primogênita, que ama.

Outro ponto lindo do disco é que duas das baladas mais lindas deles estão ali: Runaway e Closer.

O lado ruim é que duas músicas que eu não gosto nem um pouco estão nele: Leave Me Alone e The Right Time.

Mas não tem problema: ele ainda continua como meu amorzão.

That’s it.

Parabéns ao Corrs pela maioridade do primogênito.

Volto mais tarde.

Ao som de The Corrs – Forgiven Not Forgotten.

Tirinha do Dia: Chico Bento e o Português

Em homenagem ao profissional mais importante do mundo….pelo seu dia.

chico-bento-professora

Adoro o Chico.

Volto mais tarde | Ao som de The Corrs – The Right Time |

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No Meu iPod: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 2

Então, recapitulando:

Aos que não sabem, decidi criar uma nova série de posts chamada Uma Música Por Álbum, totalmente inspirado no Tenho Mais Discos Que Amigos. A ideia é passar rapidamente por discografia de bandas que gosto, destacando as músicas que mais gosto.

É pra ser divertido…Veremos.

A primeira que escolhi foi o The Corrs e, exclusivamente para eles, fiz um post introdutório como vocês podem ver aqui.

Este post também é dedicado aos queridos Stefan, Karla e Giandro.

Uma coisa que esses irmãos irlandeses não podem reclamar de mim é de download ilegal. Tudo 100% original. Inclusive, com direito a repetições.
Uma coisa que esses irmãos irlandeses não podem reclamar de mim é de download ilegal. Tudo 100% original. Inclusive, com direito a repetições. Minha coleção, meu acervo.

Forgiven, Not Forgotten, 1995.

Forgiven_Not_Forgotten

Forgiven, Not Forgotten é o álbum de estreia da banda. Será, eternamente, o meu mais querido. Mesmo não sendo o melhor*.

*Desnecessário dizer que é na minha opinião, né?

A mistura da música celta com pop/rock, no qual a Sharon Corr dá shows no violino, é incrível. Alguns clássicos da banda estão ali, como a canção que dá nome ao disco, além da maravilhosa Runaway, The Right Time (que eu não gosto), Love to Love You, além das instrumentais Toss The Feathers e Erin Shore.

Por mais contraditório que possa parecer, mesmo sendo a Sharon a minha favorita na banda, a música que eu mais gosto do disco é aquela na qual a pessoa deixa de demonstrar seu talento no violino para fazê-lo no piano: Closer. Amo horrores, é linda demais!

Talk On Corners, 1997

O segundo disco é o melhor de todos. Absolutamente sensacional desde o primeiro momento até o último. E é o que tem a minha música favorita deles.

 The_Corrs_-_Talk_On_Corners

Canções sensacionais estão ali como Queen of Hollywood, a perfeita Only When I Sleep, o maravilhoso cover de Dreams, do Fleetwood Mac e de Little Wing, do Jimi Hendrix.

Mas aquela que é o “amor da minha vida” não foi lançada como single, não ficou famosa e é mais que perfeita: No Good For Me.

In Blue, 2000

A minha relação com esse álbum mudou com o passar dos anos. Pouco antes do lançamento dele que eu conheci a banda e estava totalmente fascinada por todo o lado celta deles. E o In Blue é pop, né? Então, de cara fui muito relutante, principalmente com músicas como Breathless e Irresistible. A Sharon tinha dado uma largada no violino o que não me agradava nem um pouco.

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Mesmo sendo um disco mais pop, ele é triste visto que foi profundamente marcado pela morte da mãe deles. No More Cry e At Your Side são totalmente sobre isso. Ao mesmo tempo, é a época em que eles estão mais bonitos.

Hoje, eu gosto mais dele que antes e acho que tem músicas muito boas. Radio, All In A Day, Say, Rain são algumas das excelentes. Give It All Up é a pior música da história da banda…horrível.

Em compensação, a que a segue é a minha favorita do álbum: Hurt Before. Belíssima!

Borrowed Heaven, 2004.

borrowed heaven

Eu tive uma predisposição imediata a gostar desse disco, já que foi na turnê dele que eu realizei meu sonho e vi a banda ao vivo! Ainda assim, mais pop que os dois primeiros, um pouco menos que o In Blue.
Mesmo tendo músicas que eu não curto, como a Borrowed Heaven, Angel e Time Enough For Tears, ele tem outras que eu adoro, como: Hide Away, Goodbye, Even If e Confidence For Quiet.

Mas a mais lindona de todas é Long Night! A Sharon mandou bem demais, tanto na letra quanto no violino. Muito linda.

E está nele a minha instrumental favorita, a incrível Silver Strand. Maravilhosa até pedir para parar.

Não são só rostinhos bonitos, né?

Home, 2005.

É curioso: passei a gostar da banda principalmente por toda a influência da música celta misturada ao pop/rock. Os dois últimos discos citados eram mais pop que deveriam, para o meu gosto. Aí, quando a banda se volta totalmente para a Irlanda e faz um disco que é quase 100% celta, com covers de músicas tradicionais…..bom, é de todos o que eu menos ouço. Vai entender.

CorrsHome

É um álbum muito belo e o cover deles de My Lagan Love é o mais belo que já ouvi. E olha que tem um bocado de gente grande que também já tocou a música como The Cranberries, Van Morrison, The Chieftains.

Tem outras muito boas como Old Town, Spancill Hill e Dimming of the Day. Sem contar que é no Home que a Andrea finalmente canta em gaélico, nas músicas Buachaill Ón Éirne e Bríd Óg Ní Mháille. Amei.

Não há muito o que dizer, apenas ouço pouco.

Bom, é isso.

A banda está parada, sem perspectiva de voltar.

Os quatro já têm uns 3000000 filhos, a Andrea lançou dois discos solo (um foi comentado aqui no blog). A Sharon também já lançou dois, ela que parece ter desabrochado na sua carreira fora da banda. Seus solos são muito melhores que o da irmã mais nova e famosa.

A moça estará em São Paulo nos dias 17 e 20 de outubro e meu coração está em frangalhos por não poder ir a nenhum deles. Triste, mas é a vida.

PS: Karla, dá um abraço nela por mim!

Espero logo comentar sobre o belo The Same Sun, que é o motivo dos shows por aqui.

Importante ressaltar que só comentei os discos de estúdio, mas a banda tem seus Best Of e excelentes discos ao vivo, entre eles aquele que é um dos melhores acústicos da história da MTV. Increíble!

Abaixo, a belíssima versão de Runaway, com direito ao adorável erro da Caroline e a seguida zuação imposta pelos irmãos. Como não adorar? Tem jeito não!!

Mesmo com a Sharon voando solta, eu realmente espero que um dia eles voltem. Saudade bateu de com força com esses posts.

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