Retrospectiva 2014: Os melhores covers, pelo 1001 covers!

Meus amigos do 1001 covers para ouvir antes de morrer fizeram uma retrospectiva de 2014, com os melhores covers nacionais e internacionais feitos no ano que se findou.

Sensacional, o trabalho deles.

internacional parte1

Teve a parte 2, claro.

internacional parte2

E a lista dos artistas nacionais.

nacional1

Isso tudo é mais uma prova de como eu e o ano de 2014 não nos demos bem.

Ao menos, tenho o pessoal do 1001 covers para me salvar da ignorância musical que me encontrei nos últimos 12 meses.

Para acessar cada lista, basta clicar nas respectivas figuras.

Persiolino, Cris, Alê e outros: parabéns demais!

Volto mais tarde | Ao som de The National – Karen |

Redes Sociais: Por Um Melhor Uso do LinkedIn

Alguns dias atrás, eu estava conversando com um amigo sobre o LinkedIn.

Ele tem conta nesta rede social, mas seu perfil não está atualizado e mal abre para ver o que tem lá. Seu argumento é que médico, as vagas de emprego que aparecem por lá não são interessantes para ele e, por isso, não tem vontade de ficar olhando.

Claro que, ao ouvir isso tudo, a minha reação foi tentar mostrar a ele como está perdendo a melhor rede social que existe, que está longe de ser útil apenas pelas vagas de trabalho. Independentemente de qual seja a sua profissão.

E foi isso que me inspirou a escrever esse post, para ir além dos Infográficos que já postei sobre ela.

Argumentarei sobre como o LinkedIn é super ultra mega bacana.

linkedin

Sobre as vagas de emprego (não tem como não falar sobre elas):

Continuar lendo “Redes Sociais: Por Um Melhor Uso do LinkedIn”

Infográfico: O Faturamento Das Empresas De Tecnologia Por Segundo

Esse eu vi no Link do Estadão.

E é de cair o queixo.

O site World Pay Zinc fez um levantamento de quanto as empresas de tecnologia faturam por segundo, baseado nos relatórios trimestrais enviados por elas aos seus acionistas.

Google? US$ 658

Samsung? US$ 1540

Apple? US$ 1997

8-seconds

Impressionante.

Só nascendo de novo, mesmo….

Volto mais tarde | Ao som de The National – Guest Room |

 

Música do Dia: The National – I Should Live In Salt

Música linda.

The_National

Don’t make me read your mind
You should know me better than that
It takes me too much time
You should know me better than that
You’re not that much like me
You should know me better than that
We have different enemies
You should know me better than that
I should leave it alone but you’re not right
I should leave it alone but you’re not right

Volto mais tarde | Ao som de The National – I Should Live In Salt |

No iPod: Os 50 Músicos Mais Gostosos Do Rock Alternativo

O pessoal do BuzzFeed fez uma lista com os 50 músicos mais gostosos do rock alternativo.

Mas como o Tenho Mais Discos Que Amigos colocou fotos melhores e a visualização é mais bacana, colocarei o link deles para que vocês possam ver quais foram os rapazes escolhidos.

Assim como 99% das listas que existem no mundo, concordo com alguns, discordo de outros.

Matt Berninger, do The National. Concordo bem.
Matt Berninger, do The National. Concordo bem.

Mas o que me impressionou é a renca que eu nem conhecia.

Eita, que tá difícil.

Para ver os outros 49 moços, para além do Matt, clique na foto.

Volto mais tarde | Ao som de Pete Yorn & Scarlett Johansson – Clean |

 

Música: Indústria fonográfica cresce pela primeira vez desde 1999

Saiu no excelente Gizmodo:

Indústria fonográfica cresce pela primeira vez desde 1999

“A receita global com venda de músicas cresceu 0,3% e chegou a US$ 16,5 bilhões em 2012. É a primeira vez que ela cresce desde 1999. Foi neste ano que, como você se lembra, o Napster e o compartilhamento de arquivos deixou a indústria de joelhos.”

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Eu ajudei?

O meu cartão de crédito confirma.

Volto mais tarde.

Ao som de The National – England

Esportes: Ninguém Caminha Sozinho

Há quem não acredite na capacidade do esporte de mudar qualquer coisa.

Desde ontem, estou encantada com a atitude do Everton, grande rival do Liverpool, de honrar as 96 vítimas da tragédia de Hillsborough.

Ainda mais após ver o vídeo completo.

Concordo com o que tem sido falado por aí: um dos grandes momentos da história da modalidade.

Inclusive, coloco o link para o texto “Ninguém caminha sozinho”, lindamente escrito por Bruno Bonsanti (e de onde eu tirei o título do meu post, como vocês devem ter percebido).

“Nesta segunda-feira, aconteceu a homenagem mais tocante. A rivalidade entre Everton e Liverpool é uma das maiores da Inglaterra, mas isso não impediu o clube azul de mandar seus gandulas utilizarem uma camisa com o número 96 nas costas. Nem de entrar em campo para enfrentar o Newcastle com dois mascotes, um com o uniforme do Liverpool e o número 6, e outro com o do Everton e o número 9. Os nomes de todos os mortos foram passados no telão, ao som da balada “He ain’t heavy, he’s my brother”, antecedendo a mensagem final, Merseyside United. Das cenas mais emocionantes que o futebol pode produzir’. Não gosto de comparar países e culturas diferentes, mas há certos princípios que deveriam ser consenso em qualquer lugar. Um deles é a força da união. Enquanto neste país abençoado por Deus e bonito por natureza misturam rivalidade com inimizade, os clubes ingleses se juntaram para fundar a Premier League, motivados por Hillsborough, e revolucionaram entre outras coisas, os estádios do país. A competição tornou-se a mais lucrativa do mundo. Por aqui, não há união nem para vender direitos autorais a um jogo de video-game.”

Volto mais tarde | Ao som de The National – Lucky You |

Na Minha Estante: Leandro Narloch, “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”

Minha atenção foi fisgada por esse livro desde que fiquei sabendo dele, no ano passado. Duas palavras me atraíam fortemente: politicamente incorreto. Adoro.

Mas foi neste ano, em um happy hour com colegas de trabalho, após uma discussão visceral entre alguns dos participantes que a decisão da compra ficou inadiável.

Minha mão e meu livro…

Sim, eu sou mais uma das pessoas que acham que o mundo é infinitamente mais interessante pelas perguntas que nos faz do que pelas respostas que nos apresenta.

E o Leandro Narloch conseguiu me trazer questionamentos em todos os capítulos do livros (alguns mais que outros, óbvio), e já virei fã do rapaz simplesmente por isso.

Ao ler o Guia eu tinha ânsias de estudar a História do meu País toda de novo.

Aliás, essa era uma das únicas disciplinas que eu gostava na escola, mas ainda assim, me incomodava o fato de que antes mesmo de entrar na faculdade de Relações Internacionais, eu sabia muito mais da História mundial que a do Brasil.

Esta é mal dada, né? E olha que eu frequentei um dos melhores colégios de Belo Horizonte.

De todos, o capítulo que mais me impressionou foi, sem dúvidas, o relacionado à Guerra do Paraguai.

Leandro afirma: “Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles  estudiosos, e sim uma provocação“.

Ele me provocou por completo, pois, se tudo aquilo que afirma for o mais próximo do que verdadeiramente aconteceu, deveremos todos queimar os livros que nos deram para estudar, afinal, a discrepância é gigante.

Outros capítulos que eu gostei muito foram EscritoresSambaImpério.

Leandro Narloch conseguiu me deixar nervosa, aflita, instigada.

Devorei o livro rapidinho.

Recomendo.

Aos que gostam de ser provocados, claro.

Volto mais tarde | Ao som de The National – Racing Like Pro |

Carnaval: Escola de Hoje….Estação Primeira das Emoções Baratas

Sigo eu na minha folia desgovernada. Liderada pela Estação Primeira das Emoções Baratas.

Eu que fiz, no Instant 110

Mestre-sala: Big Brother & the Holding Company.

Porta bandeira: Janis Joplin.

Volto mais tarde | Ao som de The National – Brainy |

Música do Dia: The National – Conversation 16

Conheci o The National apenas no ano passado. Desde então, o apreço só aumenta.

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Pra quem não conhece, fica a dica! Vale a pena!

I think the kids are in trouble
i do not know what all the troubles are for
give them ice for their fevers
you’re the only thing i ever want anymore
we’ll live on coffee and flowers
try not to wonder what the weather will be
i figured out what we’re missing
tell you miserable things after you are asleep

 

Volto mais tarde | Ao som de The National – Conversation 16 |

 

RSA: Joseph Nye e o Futuro do Poder

O site RSA (que é muito bacana) publicou um vídeo no qual Joseph Nye, velho conhecido dos profissionais ou estudantes de Relações Internacionais, fala sobre o futuro do poder.

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Fonte: RSA.org

Caso tenham algum problema de acessar o vídeo, é só clicar aqui.

E aí, concordam ou não?

Volto mais tarde | Ao som de The National – Pay For Me |