Infográfico: O tamanho verdadeiro da África

O post da Economist é de 2010, eu o vi há um tempo, mas acabei me esquecendo dele.

Para voltar à época de escola e lembrar-se da Projeção de Mercator, seus méritos e suas distorções.

Pois bem, o mapa abaixo foi feito para mostrar o verdadeiro tamanho do continente africano.

Tipo, impressionante.com

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Para ler mais a respeito, basta clciar na figura acima.

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Tirinha do Dia: Diplomacia x Engenharia

Muito bom.

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KAL’s cartoon. The Economist.

Original aqui.

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Dica de Leitura: Português Para Os Perplexos

Inspirado em alguns textos como o guia Understanding the British e com direito a citação ao francês que listou curiosidades sobre o Brasil, o Johnson (blog da Economist) fez o post Portuguese for the perplexed.

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A ideia é simples:

O que o brasileiro fala/ o que o estrangeiro escuta/ o que realmente significa.

What Brazilians say: Yes (Sim)
What foreigners hear: Yes
What Brazilians mean: Anything from yes through perhaps to no

What Brazilians say: I’m going to tell you something/ Let me tell you something/ It’s the following/ Just look and you’ll see (Vou te falar uma coisa/ Deixa te falar uma coisa/ É o seguinte/ Olha só pra você ver)
What foreigners hear (especially after many repetitions): He thinks I’m totally inattentive or perhaps mentally deficient
What Brazilians mean: Ahem (it’s just a verbal throat-clear)

Muito bom!

Para ver as outras, clique no nome do post lá em cima.

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Dica de Leitura: Até Que Ponto Vale a Pena Fazer Um Doutorado?

Quando li o texto da Economist The disposable academic, pensei:

“O pessoal só pode ter entrado na minha cabeça antes de ter colocado a questão em pauta”.

Mesmo sendo um texto de 2010.

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Antes que venham com “mas Viviane, no Brasil….”.

Não, o texto não é sobre o Brasil.

In most countries a PhD is a basic requirement for a career in academia. It is an introduction to the world of independent research—a kind of intellectual masterpiece, created by an apprentice in close collaboration with a supervisor. The requirements to complete one vary enormously between countries, universities and even subjects. Some students will first have to spend two years working on a master’s degree or diploma. Some will receive a stipend; others will pay their own way. Some PhDs involve only research, some require classes and examinations and some require the student to teach undergraduates. A thesis can be dozens of pages in mathematics, or many hundreds in history. As a result, newly minted PhDs can be as young as their early 20s or world-weary forty-somethings.

One thing many PhD students have in common is dissatisfaction. Some describe their work as “slave labour”. Seven-day weeks, ten-hour days, low pay and uncertain prospects are widespread. You know you are a graduate student, goes one quip, when your office is better decorated than your home and you have a favourite flavour of instant noodle. “It isn’t graduate school itself that is discouraging,” says one student, who confesses to rather enjoying the hunt for free pizza. “What’s discouraging is realising the end point has been yanked out of reach.”

Vale a leitura.

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Empreendedorismo: Belo Horizonte na Economist

Semana passada, a conceituada revista Economist (quem acompanha o blog sabe o tanto que eu gosto) fez uma reportagem super ultra mega legal sobre o San Pedro Valley, região de Belo Horizonte aonde se encontram quase 50 startups de tecnologia.

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Esse é um assunto que eu amo cada vez mais e deu um baita orgulho ver o bairro que eu conheço tão bem sendo tão prestigiado.

Para ler o texto, em inglês, clique em:
Start-ups in Brazil: Samba in the valley

Uma dessas startups, Beved, já foi tema de post aqui no words of leisure:

Empreendedorismo: Vocês já conhecem o Beved?

Coloco também dois links em português, de matérias feitas por aqui:

Empreendedores movimentam San Pedro Valley, em Belo Horizonte

BH é tech

Très cool.

Para entrar no site da San Pedro Valley, com seu Google Maps super legal, clique aqui.

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Brasil: O País e o Empreendedorismo, Parte 2

Em que estágio está a inovação no nosso país?

De acordo com a The Economist, “inovação no Brasil é sinônimo de “tropicalização”, ou seja, “a prática de financiar startups que pegam um modelo de negócios estabelecido e o adaptam a um mercado emergente”. Para a revista, é o que a atual “inundação” de fundos de “venture capital” (capital semente) do Vale do Silício busca por aqui.”.

Fonte: Blog do Nelson Sá

O texto supracitado eu tirei do post Inovação no Brasil, por enquanto, é sinônimo de “tropicalização”, de adaptação, de clone, feito pelo Nelson de Sá.

Está na hora de passos mais ambiciosos serem dados.

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