Café & TV: Séries de TV, “Making a Murderer”

Uai, e não é que tem post novo por aqui??

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Sobrou um tempo para escrever e eu estava me corroendo por não postar sobre Making a Murderer.

Mas o mais irônico é que não dá para escrever muito sobre essa série/documentário da Netflix sem entregar o jogo.

Então, tá.

O mais importante é: assistam! É incrível!

Essa produção da Netflix é uma das coisas mais impressionantes que vi nos últimos tempos.

O que vou colocar abaixo aparece no primeiro dos dez episódios, então não tem problema, né?

Steven Avery é um cara que foi acusado por um crime que não cometeu e passou 18 anos na prisão por isso. Ao sair, é acusado de outro crime.

As coisas que são relatadas, o processo jurídico, a investigação….tudo impressiona e causa muita comoção.

Não dá para assistir passivamente.

Aqui está o trailer (não consegui com legenda em português…)

Ao final, fica todo o amor do mundo pra Netflix e a repulsa pelo que as operadoras estão fazendo no Brasil, como pode ser lido aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Maroon 5 – Infatuation |

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Café & TV: O começo do fim de Mad Men, última parte

Então, hoje teremos o início do fim de Mad Men.

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Para finalizar a semana de homenagens a essa série espetacular, a sua abertura.

Lindíssima.

Uma das melhores de todos os tempos.

Simbora aproveitar o que nos resta…

Volto mais tarde | Ao som de Mad Men Opening Credits |

Café & TV: Lições de emprego, por Peggy Olson

Amanhã irá ao ar o primeiro episódio, da última temporada de Mad Men.

Na minha opinião, não há dúvidas que uma das personagens mais interessantes nessa jornada toda é a Peggy Olson, muito bem interpretada pela Elisabeth Moss.

Pensar em como a personagem começou, insegura e querendo agradar a todos, até ser bem sucedida como é “hoje”, é bem legal.

O LA.Times fez uma lista, como 11 lições de trabalho a serem aprendidas com ela.

Entre elas.

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E essa!

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A-DO-RO.

Para ver as outras, basta clicar nas figuras acima. Qualquer uma delas.

Volto mais tarde | Ao som de Os Mutantes – Panis et Circenses |

Café & TV: O nosso board de Mad Men, no Pinterest!

Inspirado no post de ontem, Os 35 Melhores Looks de Mad Men, surgiu este aqui. Após ver as fotos daquelas mulheres lindas, com roupas incríveis, fomos correndo à melhor fonte de inspiração dos tempos atuais: o Pinterest!

São tantas imagens lindas e produções incríveis, que não aguentamos: criamos um board exclusivamente para série!

Entre elas…

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Para acompanhar o Pinterest do blog, para ver essas e outras lindas imagens, basta clicar em quaisquer das figuras acima.

Volto mais tarde | Ao som de No Doubt – Easy |

Café & TV: Os 35 melhores looks de Mad Men

No terceiro post da semana, em homenagem ao começo do fim de Mad Men, vem um tema que aparece como “quase” unanimidade quando se trata da série: as roupas, maquiagem…a composição visual dos personagens.

Na minha opinião, nisso ela é irretocável.

A sensação que dá é que se Mad Men fosse o mundo, não existiria gente feia por aqui. Porque até os que não são bonitos, ficam tão bem vestidos*…

A InStyle fez uma lista com os 35 melhores looks que apareceram nesses anos.

Eu acho uma lista difícil demais de fazer, porque acho que só em um episódio já aparecem 35 composições impressionantes.

 Entre elas, está essa aqui:

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AMC

 

Sem contar que a lista figura apenas as moças da série. Apesar de serem os delas os mais impressionantes, os homens também aparecem com cada roupa…

Acho que vale a pena dar uma conferida.

Nem que seja para lamentar não ter nascido naquela época…. Ou não ser rica…

Para tanto, basta clicar na figura acima.

*: claro que estou exagerando, né?

Volto mais tarde | Ao som de R.E.M. – Pop Song 89 |

 

Café & TV: O início do fim de Mad Men (p. 02)

Continuando a semana de homenagens ao início do fim de Mad Men, fica o link para as 23 coisas que você provalmente não sabe sobre a série, de acordo com o elenco e o criador.

Feita pelo BuzzFeed.

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Fonte: BuzzFeed

Particularmente, gostei da explicação para o famoso caminhar da Joan

2. And Joan’s signature walk originated because of Hendricks’ struggle to move in her constricting dress.

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AMC/BuzzFeed

“It was that dress that sort of created the Joan walk, because it was literally just me trying to get from one side of the room to the other,” she said with a laugh.

Para ver as outras, basta clicar em qualquer uma das figuras acima.

Volto mais tarde | Ao som de The Beatles – Tomorrow Never Knows |

Café & TV: O início do fim de Mad Men (p. 01)

A partir de hoje, o words of leisure prestará homenagens ao começo do fim de uma das melhores séries da história, Mad Men (que já foi temas de post, como você poderá ver aqui). No próximo domingo, começará a segunda parte da sua última temporada.

Então, ao longo da semana eu espero conseguir fazer posts referentes à ela.

Abaixo, um guia de como fazer uma festa para assistir a série.

Postado pelo perfil dela no Instagram.

Muito legal.

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Agora, nos resta apreciar o que vem por aí…

Volto mais tarde | Ao som de Garbage – Special |

Dica de Leitura: “A estúpida estratégia de dublagem do Canal Sony”, por Bruno Carvalho

O Bruno Carvalho, do querido Ligado em Série, publicou o texto A estúpida estratégia de dublagem do Canal Sony, que faço questão de recomendar por aqui.

Retirado do post do Ligado em Série
Retirado do post do Ligado em Série

Essa não é a primeira vez que me posiciono contra a decisão de canais de TV, como vocês podem ver aqui e aqui.

Não tenho o menor problema que a dublagem seja uma opção.

Começo a ter um problema quando ela passa a ser a primeira opção. Mas, ainda assim, se o áudio original e a legenda estiverem ali de fácil acesso, ok.

Entretanto, agora que estão colocando a dublagem como primeira e, o pior, única opção para assistirmos séries e filmes, aí eu passo a ter problemas demais. Principalmente porque paga-se para ter esses canais.

Não consigo mesmo entender essa estratégia.

Cada vez mais, os canais de TV estão perdendo espaço. Tanto para a Netflix, por exemplo, quanto para os downloads ilegais.

Aí, como decidem encarar a questão? Afastando ainda mais o público!

Um dia, liguei a TV no Sony e passava uma propaganda de Grey’s Anatomy, dublada, que doía na alma assistir.

Em outro momento, passava Revenge, também dublada. Ao tentar mudar, só tinha o áudio original, mas sem legendas.

Se a exibição estivesse acontecendo apenas para mim, não teria problema. Mas sei muito bem que essa minha condição, de ser apta a ver um programa em inglês, sem legendas, é algo restrito a uma parcela muito pequena da população brasileira.

E, como falei acima, essa população que quer ver TV com o áudio original e legendas está pagando pelo serviço.

Um absurdo!

Sempre gostei demais do Sony. Sem contar que quem acompanha o words of leisure sabe muito bem o tanto que gosto de ver séries de TV.

Mas assim, fica difícil.

Leiam o texto do Ligado em Série. Basta clicar na figura lá em cima, ou aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Nina Persson – The Grand Destruction Game |

Café & TV: Presidente da Netflix diz que pretende lançar 20 séries por ano

Cacilda, acabo de ler o post do Série Maníacos, Presidente da Netflix diz que pretende lançar 20 séries por ano!

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Fica a pergunta:

Como terei vida, assim??

Para ler a notícia, clique na figura acima.

Volto mais tarde | Ao som de Garbage – Space Can Come Through Anyone |

Café & TV: Séries, “The Voice” – 7ª Temporada

Para começar esse texto, aviso: a 7ª temporada do The Voice americano foi a primeira que assisti na vida.

The Voice

Não tenho as outras temporadas como base de comparação.

Não tenho as versões brasileiras, britânicas, como base de comparação.

Não tenho outros programas de caça talento, do tipo musical, como base de comparação.

Quem acompanha o words of leisure já deve imaginar qual o motivo que me fez assistir a essa temporada, especificamente.

Continuar lendo “Café & TV: Séries, “The Voice” – 7ª Temporada”

R.I.P.: Edward Herrmann

2014 foi “mestre” em tirar pessoas queridas, hein?

E aos 49 do segundo tempo, levou Edward Herrmann.

Fãs de Gilmore Girls, como eu, lamentam muito.

Mesmo não conseguindo escrever antes, deixo o registro.

Que descanse em paz.

The Christmas Pageant still

Matérias a respeito.

Edward Herrmann, Gilmore Girls Patriarch, Dead at Age 71

Lauren Graham Remembers Gilmore Dad Edward Herrmann: ‘He Lit Up Any Room He Entered’

Gilmore Girls Matriarch Kelly Bishop ‘Sad, Stunned’ By Death of TV Hubby Edward Herrmann

Amei essa:

Remembering Edward Herrmann: Gilmore Girls Creator Recalls the ‘Audition’ That Changed Everything

Volto mais tarde | Ao som de Carole King – Where You Lead |

Café & TV: As 100 Melhores Séries da História, segundo jornalistas brasileiros!

Gostei de ver a lista feita por uma renca de jornalistas brasileiros para a Revista Mundo Estranho, com aquelas que seriam as 100 melhores séries da história.

Independente de concordar ou não.

Fonte: Ligado em Série
Fonte: Ligado em Série

Como foi escrito pelo pessoal do Ligado em Série:

Continuar lendo “Café & TV: As 100 Melhores Séries da História, segundo jornalistas brasileiros!”

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 anos do início de Desperate Housewives

2014: o ano em que quase nenhum dos Hoje…Algum Tempo Atrás foi postado no dia certo.

Impressionante.

Ontem…10 anos atrás…foi ao ar o episódio piloto de Desperate Housewives, uma das minhas séries favoritas na vida.

TERI HATCHER, MARCIA CROSS, FELICITY HUFFMAN, EVA LONGORIA, NICOLLETTE SHERIDAN

Tudo o que eu pensava sobre ela, ainda na época que era transmitida, foi escrito aquit: Séries de TV: Desperate Housewives.

Basicamente, nada mudou.

Esse post rendeu um convite para escrever sobre a última temporada dela, no Canal de Séries, algo que me fez muito feliz naquele momento (tirando o fato que acabei não escrevendo sobre o derradeiro episódio por conta de uma viagem, algo que lamento até hoje). Os posts podem ser visto aqui.

Desperate Housewives marcou época! As atrizes, os textos, a mistura de drama/suspense/humor. Aquilo ali foi brilhante, brilhante.

Claro que teve seus altos e baixos. Algumas temporadas não foram tão boas quanto as outras (tipo a segunda, a sexta…). Mas outras foram históricas, principalmente a primeira. O que foi feito ali, uma série protagonizada por atrizes acima dos seus 40 anos de idade, seus índices de audiência. Tudo sensacional.

Também a quarta e a última foram incríveis! As três são as minhas favoritas.

Eu não fui a única, obviamente, que achou que a série merecia destaque nessa data tão significativa:

10 Years Later, The First Season Of ‘Desperate Housewives’ Is Still A Television Touchstone

Desperate Housewives: Who was nearly cast in Wisteria Lane?

Happy 10th Anniversary, Desperate Housewives

Desperate Housewives: What do the cast look like 10 years on?

Abaixo, a promo do primeiro episódio.

E, abaixo, o do último.

E, como não poderia deixar de ser, a saudosa abertura:

Saudades demais.

Volto mais tarde | Ao som de Fernanda Takai – Insensatez |

Vídeo da Semana…Passada: Rachel, Monica e Phoebe juntas

Ok, todo mundo já deve ter visto esse vídeo, mas eu não ligo. Queria ter feito esse post durante a semana passada, mas não consegui.

Como fã de FRIENDS, não poderia deixar de registrar aqui no blog a paródia feita pelo Jimmy Kimmel, como parte das comemorações pelos 20 anos do início da série.

Ele conseguiu reunir a Jennifer Aniston (Rachel), a Courtney Cox (Monica) e a Lisa Kudrow (Phoebe), para interpretar uma cena em que todo mundo, basicamente, quer transar com ele.

friends reunion

Fiquei sabendo depois que aquilo que seria a “má vontade” delas é porque esse povo acredita que uma reunião especial da série não funcionaria.

Será?

Ponto alto #1: Ver as três juntas.

Ponto alto #2: A Lisa já entrar rindo, igual ela fazia na série.

Ponto baixo: O rosto da Courtney, né? Gente, ela era tão linda…

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Flowers in the Window |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 30 anos de Chaves e Chapolin no Brasil

Foi ontem, mas só fiquei sabendo hoje:

No dia 24 de agosto de 1984, ia ao ar a primeira exibição de Chaves e Chapolin no Brasil!

chaves chapolin

 

Na minha opinião, e quem acompanha o words of leisure sabe, os dois programas estão entre as coisas mais brilhantes da televisão mundial.

Algo que vou colocar meus filhos e netos para ver.

Simplesmente, incríveis.

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Para comemorar a data, a Saraiva fez um especial: DEZ episódios de ‘Chaves’ que renderiam filmes no cinema.

Entre eles está, obviamente, o histórico episódio da ida a Acapulco.

1. VAMOS TODOS A ACAPULCO

Nesse episódio especial, todo o elenco da série aparece em um hotel de Acapulco, litoral do México. Tudo começa quando Chiquinha (María Antonieta de las Nieves) compra um limpador de objetos de prata e ganha um cupom para concorrer a uma viagem. O seu bilhete é sorteado e ela embarca com o pai, Seu Madruga (Ramón Valdés), para a cidade. Logo em seguida, todos os moradores da vila decidem ir para o mesmo lugar. “O episódio é bacana, pois o elenco é visto em um cenário diferente. Parece que o roteiro foi escrito para ser um filme de aventura com toques de comédia, pois os personagens conquistam a viagem, passam por altos e baixos por lá e terminam confraternizando na praia”, explica Rogério Pio de Souza Junior, submaster do blog Vizinhança do Chaves.

Outro, sensacional, foi este aqui:

10. A CASA DA BRUXA
Um dos episódios preferidos dos fãs do seriado é esse em que Quico, Chiquinha e Chaves dão uma de corajosos e finalmente abrem a porta da casa de Dona Clotilde para mostrar o que existe lá dentro. Com elementos de suspense e terror, o roteiro dá asas ao imaginário infantil e mostra que as aparências enganam. “A imaginação é capaz de nos levar a lugares inimagináveis. O clima criado durante as cenas dentro da casa da Dona Clotilde é bem parecido com o dos filmes de castelos e casarões fantasmas”, afirma Rogério.

Também vale a pena ler o texto Há 30 anos, Chaves e Chapolin estreavam no Brasil, feito pelo blog Vizinhança do Chaves.

Que fiquem ad eternum  no ar.

Fica aqui essa singela homenagem.

Volto mais tarde | Ao som de Joss Stone – I Had a Dream |

Hoje…Algum Tempo Atrás: 20 Anos Sem Mussum

Só vi hoje que o dia de ontem foi marcado pelos 20 anos sem Antônio Carlos Bernardes Gomes.

Ou “Mumu da Mangueira”.

Ou Mussum.

E vi essa figura abaixo.

Sensacional.

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Ri demais.

Assim como ri muito com ele nos Trapalhões.

Coloco o link para o texto que o Felipe Moura Brasil fez, “Mussum forévis” e o Brasil que não existe mais. 

Dedé Santana: “Eu falei, ‘Renato, por que a gente não põe um afrodescendente?’, hoje é afrodescendente, né? No meu tempo eu falei: ‘por que a gente não bota um negão com a gente?”

O Brasil, de fato, era um tantinho melhor – mais maduro e menos melindroso, cínico, hipócrita – quando a praga do politicamente correto não tinha transformado piadas caricaturais em ofensa.

Sim, o Brasil já foi muito mais legal.

Volto mais tarde | Ao som de She & Him – Me And You |