Dica de Leitura: “Bye-bye, Brasil”, por Suzana Herculano-Houzel

Suzana Herculano-Houzel é uma das cientistas mais brilhantes que o Brasil tem.

De verdade.

De ser reconhecida internacionalmente como uma das pessoas que pode mudar o rumo de sua área de atuação.

E ela foi embora. Foi para os Estados Unidos, para ter condições de desenvolver sua pesquisa.

O texto que escreveu para a Revista piauí é sensacional.

E, ao mesmo tempo, triste.

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Fonte: Revista piaui. Ilustracao: Roberto Negreiros_2016

Enquanto o Brasil continuar acreditando que não há espaço para a meritocracia, o País jamais irá pra frente.

Cito:

No Brasil, contudo, como pesquisadores são tipicamente contratados como professores universitários, valem as leis do funcionalismo público e seu esquema rígido de remuneração. Não importa o quanto um cientista produza, o quanto se esforce, quanto financiamento ou reconhecimento público traga para a universidade – o salário será sempre o mesmo dos colegas que fazem o mínimo necessário para não chamar a atenção. Ou seja, o sistema na academia brasileira de salários prefixados, garantidos por toda a carreira, com promoções por tempo de serviço, e não por mérito, é o pior possível quando se reconhece a importância da recompensa proporcional ao esforço para manter trabalhadores motivados. A associação de docentes da minha universidade luta ferrenhamente para manter tal isonomia; “meritocracia”, nesses círculos, é palavrão.

Que ela seja verdadeiramente feliz por lá. Poderá, assim, contribuir muito mais para o Brasil.

Para ler o texto completo, clique na figura ali em cima.

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Dica de Leitura: “Velocidade Máxima”, por Helena Gayer

Li recentemente o texto Velocidade Máxima, publicado na edição de dezembro da Piauí e escrito pela Helena Gayer.

Por Anton Marrast. Fonte: Revista Piauí
Por Anton Marrast. Fonte: Revista Piauí

A chamada me atraiu: “Os surtos e as sucessivas internações de uma jovem bipolar”.

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Dica de Leitura: “Minha tia Chus”

Muito tempo que não coloco uma Dica de Leitura por aqui, né? Na realidade, quem acompanha o words of leisure deve ter percebido que tenho tido dificuldade de postar sobre qualquer coisa.

Mas, volto em grande estilo.

O texto “Minha tia Chus”, publicado pela Revista piauí e escrito por Nacho Carretero, é extremamente tocante.

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Fonte: Revista Piauí

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Dica de Leitura: A Destruição do Harlem

Mais uma dica de leitura vinda da Revista piauí.

Penso que qualquer pessoa que é apaixonada por Nova Iorque não deveria deixar de ler.

Tampouco aqueles que gostam de ler sobre movimentos sociais, sobre o movimento negro nos EUA.

O texto do Gabriel Pasquini é excelente.

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Cito:

Um conjunto intrincado de circunstâncias históricas permitiu que o desejo fosse realizado. O Harlem – o nome é uma homenagem à cidade de Haarlem, a 20 quilômetros de Amsterdã – foi fundado no século XVII pelos holandeses, dos quais não sobrou vestígio algum além de duas ruas diagonais que sobreviveram ao retilíneo retraçado de Manhattan da primeira metade do século XIX. Nessa época, o bairro abrigava gente endinheirada ou visitantes de fim de semana, com iatismo, campos de polo e outras amenities. Sua zona leste depois receberia, sucessivamente, imigrantes pobres – irlandeses, judeus, italianos e porto-riquenhos. No Centro se estabeleceriam os judeus do norte da Europa, sobretudo da Alemanha, com algum dinheiro, o que explica o boomde construções entre o final do século XIX e início do XX. Mas quando o boom se revelou mera bolha imobiliária, porque as sinagogas já não conseguiam reunir o quórum mínimo de dez judeus homens para continuar funcionando, os investidores entraram em pânico. Um agente imobiliário negro, Philip Payton Jr., sugeriu que se alugassem ou vendessem as moradias para os negros que fugiam em massa do terror branco do Sul; eles até pagariam mais do que os brancos.

Para ler o restante, basta clicar na figura acima.

Como todo texto da Piauí, ele é grande.

Vale a pena.

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Dica de Leitura: Roger Angell, “Eu, Um Velho”

Recomendo, e muito, a leitura do texto “Eu, Um Velho“, escrito por Roger Angell e publicado na Revista Piauí.

Recomendo a qualquer pessoa que tenha contato mínimo com qualquer pessoa idosa.

Seja um vizinho, parente, amigo… Sei lá.

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Eu tenho esse contato. Que está longe de ser mínimo, com a minha amada avó. Principalmente.

O texto me tocou muitíssimo, ao me fazer tentar colocar um pouco na pele delo autor. Na pele da minha avó. E na minha, daqui algumas décadas.

Cito o trecho que mais me marcou.

Nós, os matusaléns – mas, afinal, que espécie de criatura é essa, algo entre uma árvore e uma enguia? –, nós, os mais velhos, aprendemos um ou dois truques, entre os quais o da invisibilidade. Estou conversando com amigos de confiança – velhos amigos, ainda que na verdade não tão velhos assim: estão na faixa dos 60 – e, enquanto matamos o vinho, discutimos um assunto sério, como o aquecimento global em Nyack ou o travestimento de Virginia Woolf. Aproveito uma pausa e falo alguma coisa. Eles me olham com cortesia e então retomam a conversa exatamente no ponto em que haviam parado. Como assim? Com licença? Não acabei de dizer algo? Por acaso deixei a sala? Ou tive o que os neurologistas chamam de AIT – Acidente Isquêmico Transitório? Não era minha intenção dominar a conversa, mas algum tipo de reação cairia bem. Não nessa noite, porém. (Há conhecidas minhas que começaram a notar isso depois dos 50.) Quando menciono o fenômeno a alguém na minha faixa etária, recebo acenos de cabeça e sorrisos de confirmação. É verdade, passamos a ser invisíveis. Estimados, respeitados e até amados, mas não mais interessantes a ponto de valer a pena prestar atenção em nós. Você já teve a sua vez, tio; agora é a nossa.

Como de costume na Piauí, o texto não é exatamente curto. Não é dos mais longos, mas…

Vale muito a pena. Mesmo. De verdade.

Basta clicar na figura acima para acessá-lo.

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Na Minha Estante: Fernanda Torres, “Fim”

Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar um recado à Revista Piauí: se for uma estratégia, a de colocar capítulo de livros na seção de Ficção para atrair as pessoas a comprarem os benditos, afirmo que ela funciona!

E muito!

Em dezembro do ano passado, fiz o post Dica de Leitura: Fernanda Torres, “Álvaro” porque realmente gostei muito do texto. Inicialmente, não tinha planos imediatos de comprar o livro “Fim“, porque ganhei alguns no meu aniversário (amo ser presenteada com livros). Mas um dia, estava em uma livraria, avistei o dito cujo e não deu outra:

Cá estou eu, a comentá-lo.

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal

Por ser um livro escrito pela Fernanda Torres, inicialmente, eu tinha impressão que a narradora ali era a Vani.

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Dica de Leitura: Ricardo Lísias, “O Tom Certo”

O Ricardo Lísias já foi tema de vários posts aqui no words of leisure, né?

Eu realmente gosto da escrita do moço, como vocês podem ver aqui.

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Fonte: Revista piauí

Então, cá estou eu para recomendar mais uma leitura. Desta vez, o texto é “O Tom Certo“, publicado na edição 79 da revista piauí.

Cito:

Eu e o Orlando nascemos no mesmo dia: 7 de julho de 1975. Não sei, porém, se foi por causa da data do nosso aniversário que entramos um ano antes na 1ª série. Não tínhamos noção, mas estávamos adiantados. Aprendemos a ler antes de completar 7 anos. A sala era pequena e os alunos demonstravam mais ou menos o mesmo nível.

Não me lembro de quase nada. O Orlando tinha uma lancheira maior que a minha e gostava de correr na hora do recreio. Eu detestava, mas de vez em quando ia atrás dele. A gente evitava o banheiro do pátio porque a loira morava na última portinha. O do corredor não tinha fantasma, embora eu também não gostasse de usá-lo. Meu amigo era mais corajoso.

Muito bom, vale a pena ler.

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Dica de Leitura: Fernanda Torres, “Álvaro”

Gosto demais dos textos de ficção que são publicados na Revista piauí.

Demais, mesmo.

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O da última edição foi escrito pela Fernanda Torres e é o capítulo de abertura do seu livro.

Fiquei instigada para ler o resto.

Cito um trecho:

Morte lenta ao luso infame que inventou a calçada portuguesa. Maldito dom Manuel i e sua corja de tenentes Eusébios. Quadrados de pedregulho irregular socados à mão. À mão! É claro que ia soltar, ninguém reparou que ia soltar? Branco, preto, branco, preto, as ondas do mar de Copacabana. De que me servem as ondas do mar de Copacabana? Me deem chão liso, sem protuberâncias calcárias. Mosaico estúpido. Mania de mosaico. Joga concreto em cima e aplaina. Buraco, cratera, pedra solta, bueiro-bomba. Depois dos 70, a vida se transforma numa interminável corrida de obstáculos.

A queda é a maior ameaça para o idoso. “Idoso”, palavra odienta. Pior, só “terceira idade”. A queda separa a velhice da senilidade extrema. O tombo destrói a cadeia que liga a cabeça aos pés. Adeus, corpo. Em casa, vou de corrimão em corrimão, tateio móveis e paredes, e tomo banho sentado. Da poltrona para a janela, da janela para a cama, da cama para a poltrona, da poltrona para a janela.

Olha aí, outra vez, a pedrinha traiçoeira atrás de me pegar. Um dia eu caio, hoje não.

Para ler o restante, basta clicar na figura acima.

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Na Minha Estante: Ricardo Lísias, “O Céu Dos Suicidas”

O Ricardo Lísias já foi “alvo” de quatro posts aqui no words of leisure:

Dicas de Leituras: Divórcio (o meu favorito, entre esses)

Dicas de Leitura: A Corrida

Dicas de Leituras: Carta ao Governador

Review – Livros: Granta e “Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros”

Foi justamente a leitura de todos esses que me fez, na minha última visita à São Paulo, sair da incrível Livraria Cultura com O Céu dos Suicidas nas mãos. Afinal, já era fã do cara por conta da Revista piauí.

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Na Minha Estante: Granta, “Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros”

Quando fiquei sabendo do lançamento da edição da Granta e “Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros” fiquei super animada para ler (como falei aqui).

Tinha dois autores como foco principal: o primeiro era um dos alvos do meu amor platônico, João Paulo Cuenca. Ele já foi tema de dois posts: A Última Madrugada, O único final feliz para uma história de amor é um acidente.

O outro era o Ricardo Lísias, que já teve três posts: Divórcio, A Corrida e Carta ao Governador.

A minha Granta!
A minha Granta!

Mas sabia eu as belas surpresas que me esperavam ao ler a revista.

Continuar lendo “Na Minha Estante: Granta, “Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros””

Dica de Leitura: A Década Perdida

Como uma fã de tecnologia (algo que foi plenamente escancarado nessa semana) recomendo bem a longa reportagem feita pela Revista Piauí, sobre a Microsoft.

Fonte: Revista Piauí

 A década perdida.

Ser cool, moderno – é o que deseja o consumidor de tecnologia. Prova número 1: hoje o iPhone gera mais receitas do que a Microsoft inteira.

É sério. Um único produto da Apple, algo que não existia cinco anos atrás, tem mais vendas hoje do que tudo o que a Microsoft tem para oferecer. Vende mais que Windows, Office, Xbox, Bing, Windows Phone e todos os outros produtos que a Microsoft criou desde 1975. No trimestre que terminou em 31 de mar-ço de 2012, o iPhone teve vendas de 22,7 bilhões de dólares, e a Microsoft Corporation, de 17,4 bilhões.

Muito interessante.

Clique na figura acima para ler a reportagem completa.

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Dica de Leitura: Carta ao Governador

Por um tempo, como compradora e depois como assinante da Revista Piauí, eu sempre fui de abri-la e começar a ler as publicações aleatoriamente.

Até me deparar com o primeiro texto do Ricardo Lísias, Divórcio. Quando saiu A Corrida veio a certeza de que tenho que ter os livros dele.

Fonte: Revista Piauí

Quando eu recebi a última edição aqui em casa, e vi o nome dele na capa, não tive dúvidas e fui ler Carta ao Governador de cara. Li o índice, que é algo que eu nunca faço.

Sim, Ricardo Lísias conseguiu um feito: mudar meu padrão obsessivo de leitura. Mesmo quando este é aleatório.

Não é a toa que ele foi escolhido pela revista inglesa Granta como um dos melhores jovens autores brasileiros que merecem destaque. O cidadão é maravilhoso.

Bom, clique no link para ler o ótimo Carta ao Governador.

Ah, eu continuo precisando dos livros dele.

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Dica de Leitura: Se Eu Fosse Mais Disciplinado, Poderia Ter Sido Músico

O texto “Uma sociedade de perdedores” levou a uma boa discussão, principalmente no Facebook, e a muitos compartilhamentos.

Fonte: Revista piauí

O talentosíssimo Guerrinha colocou, nos comentários, um trecho da entrevista dada pelo Clint Eastwood para a Esquire, que está no mesmo sentido do primeiro texto.

Coloco aqui o link para a Revista piauí, já que ali ele está em português. Inclusive, cito:

“Vivemos numa geração meio mariquinha, todo mundo diz: “Vamos lidar psicologicamente com isso?” Naquela época, você simplesmente sentava o pau e resolvia na porrada. Mesmo que o cara fosse mais velho e fortão, pelo menos você era respeitado por encarar a briga, e te deixavam em paz.

Não sei se dá para dizer exatamente quando começou essa geração mariquinha. Talvez tenha sido quando as pessoas começaram a se perguntar sobre o sentido da vida.”

Para ler Se eu fosse mais disciplinado, poderia ter sido músico, clique aqui.

Valeu, Guerrinha!

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Dica de Leitura: Renato Terra, “O Social da Rede”

Como uma entusiasta da Internet e das mídias sociais, adorei o texto O Social da Rede, escrito pelo Renato Terra e publicado na piauí passada.

Fonte: Revista piauí

Antes que me torrem: não, a carapuça não serviu. Não em todos os momentos.

Cito um trecho:

Como vocês já devem ter visto em meus perfis pessoais, sou ator, jornalista, cineasta, blogueiro e diretor de arte de uma agência de propaganda. Minha vida, aliás, é um Facebook aberto. Uso aplicativos para informar meus seguidores onde estou, quantas colheres de açúcar coloco no café e quanto tempo falta para cortar as unhas do pé novamente. Todo mês, transmito o banho do meu pug ao vivo. Ontem mesmo, abri uma discussão para decidir se colocava roupa branca ou escura na máquina de lavar. Cento e setenta e nove pessoas comentaram.

Para ler o resto, clique na figura acima.

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Dica de Leitura: Vanessa Barbara, “O Louco de Palestra”

Ontem, fui a uma palestra muito boa. Mas não tem como: odas as vezes que chega o momento do debate, eu me lembro do “O louco de palestra”.

Fonte: Revista piauí

O Louco de Palestra é, simplesmente, um dos melhores textos ever!

Exageros à parte, o que a Vanessa Barbara escreveu é sensacional! Não é novo, muitos já devem ter visto, mas para os que não leram, por favor, o façam logo!

Cito:

O louco de palestra é o sujeito que, durante uma conferência, levanta a mão para perguntar algo absolutamente aleatório. Ou para fazer uma observação longa e sem sentido sobre qualquer coisa que lhe venha à mente. É a alegria dos assistentes enfastiados e o pesadelo dos oradores, que passam o evento inteiro aguardando sua inevitável manifestação, como se dispostos a enfrentar a própria Morte.

Para ler o texto completo, clique na figura acima.

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Dica de Leitura: Nuno Ramos, “Depois do 4 x 0”

Recomendo, demais, a leitura do texto “Depois do 4 x 0”, do Nuno Ramos, publicado na última edição da Revista piauí.

Fonte: Revista piauí

“Parece claro que o futebol brasileiro vive duas crises simultâneas. A primeira é não haver hoje uma safra especial de jogadores. Acho os seis meses de bola verdadeira que Ganso jogou pouco para criar tamanha expectativa; acho que Pato decepcionou; Damião ainda não se firmou; faltam-nos volantes com saída de bola; a interminável escola de zagueiros excepcionais que mantivemos desde 1994 parece estar se esgotando – estamos, talvez, à exceção de Neymar, num momento semelhante ao da Copa de 90, o pior conjunto de jogadores brasileiros que vi jogar (Romário foi à Copa, mas jogou apenas meio tempo). segunda crise me parece uma crise de interpretação, de cultura futebolística propriamente. A meu ver, isso vem piorando cada vez mais e necessitaria de um choque de autocrítica, tipo um congresso de filólogos esmiuçando o próprio saber em Caxangá, para se chegar a algum lugar.”

Para ler o restante, clique aqui.

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Dica de Leitura: Ricardo Lísias, “A Corrida”

No mês de novembro, eu fiz um post em que recomendava a leitura do maravilhoso texto “Divórcio”, do Ricardo Lísias, na Revista piauí.

Fonte: Revista piauí

Pois bem, o mesmo autor publicou mais um texto, na edição de fevereiro, chamado “A corrida”.

Também muito bom!

Na primeira semana, não dormi. De vez em quando, chegava àquele estado de sonolência em que vivem as pessoas muito ansiosas. No terceiro dia, eu me vi morto. Enxerguei meu corpo deitado e percebi que não respirava mais. A morte é uma condição que a gente vive acordado.

O segundo faz referências ao primeiro e, então, é melhor ler na ordem.

Link para Divórcio.
Link para A Corrida.

Tenho que comprar o livro dele.

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wol: Sobre o words of leisure

Já tinha um bom tempo que eu pensava em criar um blog. Alguns amigos me sugeriam fazer isso e sequer sabiam que era algo que eu já considerava.

Então, ao me tornar, cada vez mais, leitora assídua de veículos como a revista piauí, o The Huffington Post, a The New Yorker, essa ideia passou a ganhar forma.

Porém, questões surgiam, como: qual seria o foco do blog? Somente Relações Internacionais? Política? Isso não me agradava muito visto que, apesar de ser Analista Internacional e ser apaixonada por isso, outros temas também me interessam, e muito.

Arte: Bruno Teixeira

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