Café & TV: Séries de TV, “Making a Murderer”

Uai, e não é que tem post novo por aqui??

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Sobrou um tempo para escrever e eu estava me corroendo por não postar sobre Making a Murderer.

Mas o mais irônico é que não dá para escrever muito sobre essa série/documentário da Netflix sem entregar o jogo.

Então, tá.

O mais importante é: assistam! É incrível!

Essa produção da Netflix é uma das coisas mais impressionantes que vi nos últimos tempos.

O que vou colocar abaixo aparece no primeiro dos dez episódios, então não tem problema, né?

Steven Avery é um cara que foi acusado por um crime que não cometeu e passou 18 anos na prisão por isso. Ao sair, é acusado de outro crime.

As coisas que são relatadas, o processo jurídico, a investigação….tudo impressiona e causa muita comoção.

Não dá para assistir passivamente.

Aqui está o trailer (não consegui com legenda em português…)

Ao final, fica todo o amor do mundo pra Netflix e a repulsa pelo que as operadoras estão fazendo no Brasil, como pode ser lido aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Maroon 5 – Infatuation |

Café & TV: Séries de TV, “Orange Is The New Black”

Quando escrevi sobre Veep aqui no words of leisure, falei sobre um comentário geral que tem sido feito nos últimos tempos, sobre como estamos vivendo uma era de ouro na televisão mundial.

A quantidade de séries de extrema qualidade que estão sendo feitas é, verdadeirmente, de impressionar.

Por exemplo, a própria VeepHouse of Cards, Mad Men, Game of Thrones, The Americans, The Good Wife, True Detective, a já encerrada Breaking Bad, entre outras.

Também está nessa lista: Orange Is The New Black (OITNB, para facilitar a vida)

Indubitavelmente, uma das séries mais corajosas que já se foi feita por aí!

Orange-Is-The-New-Black-Poster-Wallpaper  Continuar lendo “Café & TV: Séries de TV, “Orange Is The New Black””

Café & TV: Séries, “The Voice” – 7ª Temporada

Para começar esse texto, aviso: a 7ª temporada do The Voice americano foi a primeira que assisti na vida.

The Voice

Não tenho as outras temporadas como base de comparação.

Não tenho as versões brasileiras, britânicas, como base de comparação.

Não tenho outros programas de caça talento, do tipo musical, como base de comparação.

Quem acompanha o words of leisure já deve imaginar qual o motivo que me fez assistir a essa temporada, especificamente.

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Café & TV: As 100 Melhores Séries da História, segundo jornalistas brasileiros!

Gostei de ver a lista feita por uma renca de jornalistas brasileiros para a Revista Mundo Estranho, com aquelas que seriam as 100 melhores séries da história.

Independente de concordar ou não.

Fonte: Ligado em Série
Fonte: Ligado em Série

Como foi escrito pelo pessoal do Ligado em Série:

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 anos do início de Desperate Housewives

2014: o ano em que quase nenhum dos Hoje…Algum Tempo Atrás foi postado no dia certo.

Impressionante.

Ontem…10 anos atrás…foi ao ar o episódio piloto de Desperate Housewives, uma das minhas séries favoritas na vida.

TERI HATCHER, MARCIA CROSS, FELICITY HUFFMAN, EVA LONGORIA, NICOLLETTE SHERIDAN

Tudo o que eu pensava sobre ela, ainda na época que era transmitida, foi escrito aquit: Séries de TV: Desperate Housewives.

Basicamente, nada mudou.

Esse post rendeu um convite para escrever sobre a última temporada dela, no Canal de Séries, algo que me fez muito feliz naquele momento (tirando o fato que acabei não escrevendo sobre o derradeiro episódio por conta de uma viagem, algo que lamento até hoje). Os posts podem ser visto aqui.

Desperate Housewives marcou época! As atrizes, os textos, a mistura de drama/suspense/humor. Aquilo ali foi brilhante, brilhante.

Claro que teve seus altos e baixos. Algumas temporadas não foram tão boas quanto as outras (tipo a segunda, a sexta…). Mas outras foram históricas, principalmente a primeira. O que foi feito ali, uma série protagonizada por atrizes acima dos seus 40 anos de idade, seus índices de audiência. Tudo sensacional.

Também a quarta e a última foram incríveis! As três são as minhas favoritas.

Eu não fui a única, obviamente, que achou que a série merecia destaque nessa data tão significativa:

10 Years Later, The First Season Of ‘Desperate Housewives’ Is Still A Television Touchstone

Desperate Housewives: Who was nearly cast in Wisteria Lane?

Happy 10th Anniversary, Desperate Housewives

Desperate Housewives: What do the cast look like 10 years on?

Abaixo, a promo do primeiro episódio.

E, abaixo, o do último.

E, como não poderia deixar de ser, a saudosa abertura:

Saudades demais.

Volto mais tarde | Ao som de Fernanda Takai – Insensatez |

Café & TV: Séries de TV, “Downton Abbey”

Hoje, Downton Abbey retorna, já na sua quinta temporada.

Exatamente ontem, eu consegui ficar em dia. Finalmente!

Downton-Abbey-

A melhor descrição que vi dela?

“A melhor Abbey, desde Abbey Road” (Entertainment Weekly)

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 30 anos de Chaves e Chapolin no Brasil

Foi ontem, mas só fiquei sabendo hoje:

No dia 24 de agosto de 1984, ia ao ar a primeira exibição de Chaves e Chapolin no Brasil!

chaves chapolin

 

Na minha opinião, e quem acompanha o words of leisure sabe, os dois programas estão entre as coisas mais brilhantes da televisão mundial.

Algo que vou colocar meus filhos e netos para ver.

Simplesmente, incríveis.

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Para comemorar a data, a Saraiva fez um especial: DEZ episódios de ‘Chaves’ que renderiam filmes no cinema.

Entre eles está, obviamente, o histórico episódio da ida a Acapulco.

1. VAMOS TODOS A ACAPULCO

Nesse episódio especial, todo o elenco da série aparece em um hotel de Acapulco, litoral do México. Tudo começa quando Chiquinha (María Antonieta de las Nieves) compra um limpador de objetos de prata e ganha um cupom para concorrer a uma viagem. O seu bilhete é sorteado e ela embarca com o pai, Seu Madruga (Ramón Valdés), para a cidade. Logo em seguida, todos os moradores da vila decidem ir para o mesmo lugar. “O episódio é bacana, pois o elenco é visto em um cenário diferente. Parece que o roteiro foi escrito para ser um filme de aventura com toques de comédia, pois os personagens conquistam a viagem, passam por altos e baixos por lá e terminam confraternizando na praia”, explica Rogério Pio de Souza Junior, submaster do blog Vizinhança do Chaves.

Outro, sensacional, foi este aqui:

10. A CASA DA BRUXA
Um dos episódios preferidos dos fãs do seriado é esse em que Quico, Chiquinha e Chaves dão uma de corajosos e finalmente abrem a porta da casa de Dona Clotilde para mostrar o que existe lá dentro. Com elementos de suspense e terror, o roteiro dá asas ao imaginário infantil e mostra que as aparências enganam. “A imaginação é capaz de nos levar a lugares inimagináveis. O clima criado durante as cenas dentro da casa da Dona Clotilde é bem parecido com o dos filmes de castelos e casarões fantasmas”, afirma Rogério.

Também vale a pena ler o texto Há 30 anos, Chaves e Chapolin estreavam no Brasil, feito pelo blog Vizinhança do Chaves.

Que fiquem ad eternum  no ar.

Fica aqui essa singela homenagem.

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Café & TV: Séries de TV, “Scandal”

A Shonda Rhimes é, hoje, uma das roteiristas mais prestigiadas nos EUA. A mulher criou, entre outras, as séries Grey’s Anatomy, Private Practice e Scandal.

Euzinha, claro, assisto (ou assisti, no caso de Private Practice), todas.

Mas demorei para ver Scandal e o motivo era bem simples.

COLUMBUS SHORT, JOSHUA MALINA, KATIE LOWES, GUILLERMO DIAZ, DARBY STANCHFIELD, KERRY WASHINGTON, JEFF PERRY, BELLAMY YOUNG, TONY GOLDWYN

Grey’s Anatomy, por anos, foi excelente. Mas já tem anos que não é mais a mesma. Não parei de assistir porque não largo séries, mas seria bem passível de ser abandonada. Ainda mais agora, com a saída da maravilhosa Sandra Oh.

Private Practice eu assisti do início ao fim. E fui a única que conheço que fez isso. Fiz mais por simpatia a alguns dos atores, como a Kate Walsh, e por algumas histórias que me mantinham presa à série. Mas ela nunca foi amada de verdade.

Foi justamente por estar cambaleando com as outras, que eu demorei para começar a ver Scandal.

SCOTT FOLEY, COLUMBUS SHORT, JOSHUA MALINA, BELLAMY YOUNG, GUILLERMO DIAZ, DARBY STANCHFIELD, JEFF PERRY, TONY GOLDWYN, KATIE LOWES, KERRY WASHINGTON

Mas decidi ver pelos seguintes motivos:

  • Os repetidos elogios que via na internet e o sucesso que ela estava fazendo.
  • Kerri Washington, linda.

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  • O Tony Goldwyn, claro! Esse homem de Presidente dos Estados Unidos….

Tony Goldwyn

 

Aos que não sabem, a série conta a história de Olivia Pope (Kerri) e sua empresa de gestão de crises, a Pope & Associates. 

O que eu acho muito legal nela é pensar em todos os podres que envolvem o poder, como fazer a gestão de escândalos, etc. Tem boas histórias paralelas, mas o brilho está na principal, claro. Ela é muito bem amarrada e intrigante.

Sem contar que é muito bacana ver Scandal e House of Cards* ao mesmo tempo, já que na primeira o presidente é republicano e, na segunda, democrata. Mais uma amostra que são apenas lados diferentes de uma mesma moeda.

Ela tem aquele lado de patriotismo que pode afastar muita gente. Eu não ligo, apesar de não amar. Não é a minha série favorita, mas eu gosto. Por isso, escrevo e recomendo. Mas não com todas as minhas forças.

Antes que eu me esqueça #1: sim, tem muito sexo na série.

Antes que eu me esqueça #2: A partir da segunda temporada, o Scott Foley entra para o elenco. E ele está um espetáculo!
Ah, o meu eterno amor por Felicity!!

SCOTT FOLEY

Dá tempo de começar assistir antes que ela volte para a quarta temporada, já que a primeira e a terceira foram curtas.

Abaixo, o trailer da primeira.

*- House of Cards é absurdamente melhor que Scandal. Só para constar.

Fica a dica.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 Anos Do Final de F.R.I.E.N.D.S.!

Aqui está mais um atestado de velhice no words of leisure, afinal, dói no coração pensar que há exatos 10 anos atrás ia ao ar o último episódio de F.R.I.E.N.D.S., nos EUA.

Bom, no dia de ontem. Novamente, perdi a data certa.

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F.R.I.E.N.D.S. não é a minha sitcom favorita. Este posto pertence, inquestionavelmente, a Seinfeld. Mas é a segunda!

Alguns dias atrás eu estava assistindo um episódio com a primogênita… Pela milésima vez… E nós duas riamos como se fosse a primeira vez! Sei que milhões de pessoas por aí se identificam com isso.

É absurda a capacidade que a série tem de aparecer nas nossas vidas em momentos mundanos do nosso cotidiano. E tão comum acontecer algo e, então, pensar: ” igual aconteceu com o Chandler naquele episódio X”.

Alguém postou ontem no Facebook: “queria saber mais de Relações Internacionais que sei de F.R.I.E.N.D.S.!“. #muitofato

F.R.I.E.N.D.S. foi sensacional, acabou no momento certo e com um episódio final irretocável. E que ainda contou com a minha música favorita do Pearl Jam! Incrível!

Hoje, das 10000000 séries que assisto, apenas uma é de humor. FRIENDS e Seinfeld fazem falta…

Por isso continuo a assistir seus episódios, como se fosse a primeira vez…

Abaixo, a última cena…

E abaixo, a última vez que o elenco recebeu os aplausos da plateia. Por mais ridículo que seja, 10 anos depois, chorei igual quando vi o último episódio.

Fica a saudade. E a vontade de mais um “último episódio”…

Volto mais tarde | Ao som de Pearl Jam – Yellow Ledbetter |

Café & TV: Séries de TV, “The Newsroom”

Eu via alguns amigos comentarem sobre The Newsroom pelo Facebook, mas sempre deixava para depois.

Até um dia que estava fuçando o Now, da NET, vi que ela ali estava e resolvi assistir.

The Newsroom

A série protagonizada pelo Jeff Daniels (ele mesmo, de Débi e Lóide) traz a tona a discussão em torno de uma das profissões que mais se tem falado nos últimos tempos: o jornalismo.

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Café & TV: Séries de TV, “House of Cards”

Um grande amigo (que coisa boa na vida, poder chamar uma pessoa que já foi meu chefe de grande amigo) insistiu, por um bom tempo, que deveria assistir House of Cards o mais rápido possível.

A quantidade de programas que assisto me fez postergar a ação por um tempo, mas na última semana de 2013 eu comecei, como pôde ser visto no post Minha Retro 2013: As Minhas Séries de TV.

A única certeza que tenho é que se tivesse começado a ver antes, ela teria entrado muito bem posicionada na minha lista.

Simplesmente, pelo fato de House of Cards ser uma das séries mais bem feitas que já vi. Sensacional é o mínimo que posso escrever sobre ela.

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Cenários e fotografia impecáveis! Roteiro: idem.

O Netflix tem se mostrado um grande produtor de séries, hein?

E o elenco?? Honestamente, um dos melhores que já vi na vida. Todos são, no mínimo, excelentes.

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Confesso que conhecia mais a Robin Wright por ser a ex-esposa do Sean Penn que pelo seu trabalho como atriz. E a mulher é incrível.

Já sobre o Kevin Spacey, honestamente, palavras faltam. O homem está fenomenal como Francis Underwood.

Suas interações com a câmera são lindas demais.

Personagem esse que, já nas primeiras cenas, vê seu prometido cargo de Secretário de Estado entregue a outra pessoa. Está até no trailer de divulgação.

As tramas que surgem após isso mostram todo o lado de conchavo, manipulação e corrupção em torno da política. No caso, a americana. Mas….

E o melhor (ou seria “pior”) de tudo isso? A gente torce, completamente, pelo Deputado Underwood. Independente do quão sujo ele seja.

Acho que a última vez que me vi recomendando uma série com tanta vontade foi quando The Good Wife começou.

Pois bem, faço o mesmo com House of Cards, mas com muito mais vigor.

Como mencionado acima, a série é transmitida exclusivamente pelo Netflix. A primeira temporada teve 13 episódios e a segunda começará no próximo dia 14.

O trailer desta já me deixou com aquele horror de pensar que ainda faltam alguns dias para ver a sequência. Que não posso ver agora.

E a terceira já está confirmada!

Assistam, assistam, assistam!

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Minha Retro 2013: As Minhas Séries de TV

Quem me conhece sabe que eu sou louca com Séries de TV.

Elas já foram responsáveis por vários posts aqui no words of leisure, mas essa é a primeira vez que faço uma lista com o meu ranking.

Cada uma delas tem seu próprio tempo, época em que passam, etc. Então, tentei hierarquizar o ímpeto que sinto para ver cada episódio novo.

Do “tenho que ver imediatamente” até o “quando não tiver episódios novos das outras, assisto essa”.

Não foi fácil, mas ficou assim:

PS: Só comecei a ver House of Cards na última semana de 2013. Por isso, não entrou.

11 Girls (para ver o post sobre a série clique aqui)

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Existe um fato na minha vida: eu não largo série.

Definitivamente.

Mas a segunda temporada de Girls me irritou demais. Ainda assim continuei, mas longe, longe, de ser uma prioridade.

10 Grey’s Anatomy

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Assisto Grey’s desde o início, são 10 anos na labuta. Já tentei largar, mas não consigo. Shonda Rhimes não deixa! Agora que a Sandra Oh anunciou que a atual temporada é a sua última, espero que a série acabe. Para eu me ver livre do vício. Já deu, foi bom enquanto durou.

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Quando comecei a assistir, a temporada já tinha acabado. Então, fui encaixando com as outras. Série excelente, que vi no Now, da NET. Este que, ao bem querer, coloca e tira as séries. Ponto fraquíssimo do sistema da operadora, que tinha tudo para ser muito bom.

08 The Big Bang Theory (para ver o post sobre a série clique aqui)

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Por ser a única sitcom que acompanho, Big Bang Theory serve demais para assistir quando o sono já está mais avançado, mas não o suficiente para dormir imediatamente. Tem muitos altos e baixos, mas como eu não largo uma série….a 7a temporada melhorou bem, eu acho.

07 Revenge (para ver o post sobre a série clique aqui)

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Achei a primeira temporada de Revenge sensacional! A segunda, horrorosa. Mas o final desta foi tão bom que fui um pouco mais empolgada para a terceira. Esta melhorou horrores, com um final de décimo episódio sensacional. Veremos como continuará.

06 Mad Men (para ver o post sobre a série clique aqui)

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Com certeza, uma das melhores séries da história da TV. Ainda assim, nunca consigo ver em dia. A quinta temporada foi excelente. A sexta começou lenta, mas subiu demais o nível no decorrer.

Sem contar que tem uma das melhores aberturas de todos os tempos.

05 Scandal

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Shonda Rhimes é foda, né? Tenho demais a sensação de que ela deixou Grey’s Anatomy nas mãos de seus colaboradores e tem se dedicado muito mais a Scandal. Que começou bacaninha na curta primeira temporada, mas teve uma segunda maravilhosa.

Que final de segunda temporada foi aquele? Típico de Shonda Rhimes.

Ainda não estou em dia com a terceira, mas ela tem passado bem na frente de outras. Espero escrever sobre, logo.

04 Homeland

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Outra que eu tenho procrastinado para escrever.

Começou maravilhosamente bem na primeira temporada, caiu bem na segunda, e voltou matando na terceira.

Sem contar que tem a Claire Danes, né? #MinhaVidaDeCaoForever

03 The Americans (para ver o post sobre a série clique aqui)

THE AMERICANS

Série fodástica! Incompreensível não ter entrado nas principais listas de premiações internacionais. Não vejo a hora de voltar, em fevereiro.

E no mesmo espírito de Homeland, #FelicityForever

02 The Good Wife (para ver o post sobre a série clique aqui)

O excelente elenco da série

Essa daí está entre as minhas prioridades desde sua primeira temporada, mesmo com seus momentos “menos maravilhosos”, como na terceira temporada.

A atual (quinta) está esplendorosa, incrível. Texto, elenco, histórias. Good Wife continua mandando muito bem.

01 Parenthood (para ver o post sobre a série clique aqui)

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Parenthood entrou na minha vida como quem não quer nada.

Era a nova série da Lauren Graham, a eterna Lorelai Gilmore e eu quis ver.

Fui ficando, fui ficando…..fui me encantando.

E aí veio a 4a temporada que, na minha opinião, foi uma das melhores temporadas que já vi na minha vida, independente de qual seja a série. Uma das coisas mais lindas, emocionantes e delicadas que vi na vida.

Hoje, a série é prioridade absoluta. Tanto que acabei o ano de 2013 correndo atrás para ficar em dia com todas as outras. Menos ela. Menos Parenthood.

Que agora eu assisto tanto a quinta, quanto a segunda temporada, com primogênita e genitora.

Pois bem, é isso. Veremos como elas estarão ano que vem? Qual será a prioridade dada a House of Cards? Quero começar a ver Masters of Sex Orange is The New Black. Mas e o tempo?

E vocês? Quais séries têm assistido? Comentem, comentem!

Volto mais tarde | Ao som de Madonna. (Várias músicas!!) |

Café & TV: Séries de TV, “The Americans”

Finalmente fiquei em dia com uma das séries que mais chamou a minha atenção nos últimos tempos: The Americans.

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Para quem não sabe, conta a história de infiltrados russos nos EUA na década de 80, em plena Guerra Fria.

Um grande motivo já me deixava predisposta a ver a série com o coração mais aberto que o normal:

Keri Russell.

Afinal, séries começam e séries terminam. Mas Felicity permanece.

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Por toda a minha formação profissional, é desnecessário dizer que todo o lado da História me fascina.

Mas eu não me considero uma expert em União Soviética, ainda mais na KGB, para dizer se situações X, Y ou Z são incorretas, inverídicas, etc.

Então, ao final das contas, eu me apego a uma questão que eu acho absolutamente sensacional do programa:

Como que ele conseguiu, devido principalmente ao distanciamento histórico, fazer com que americanos torcessem para os russos. Porque é isso que acontece, desde o primeiro episódio: uma torcida inequívoca aos espiões soviéticos contra os americanos, estes principalmente na figura do FBI.

Outros pontos super favoráveis à série?

  • Excelentes atores – a Keri me fez esquecer a Felicity, o que é algo bem significativo;
  • A química entre ela e o Matthew Rhys é maravilhosa;
  • Figurino, representação de época, impecável;
  • Os disfarces merecem um bullet próprio.
  • Roteiro sensacional. Tanto para a todo o suspense em torno da questão URSS x EUA, mas para os dramas pessoais;

Sim, como em 99,9% das séries políticas/de suspense, ela tem momentos sacados. Eu nem ligo.

THE AMERICANS

Super ultra mega recomendo.

A primeira temporada tem apenas 13 episódios e a segunda começará apenas em Janeiro de 2014. Então, há tempo para ver e ficar em dia.

Abaixo, tralier!

Muito, muito boa!

Volto mais tarde | Ao som de The Beatles – Old Brown Shoe |

Café & TV: Séries de TV, “Parenthood”. Parte 3

Sim, já foram dois posts aqui no blog dedicados exclusivamente a Parenthood.

Review – Séries de TV: “Parenthood”

Review – Séries de TV: “Parenthood”, parte 2 

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Acontece que hoje o GNT começa a exibir a série, desde seu primeiro episódio.

E eu recomendo ao extremo àquelas pessoas que querem assistir a algo que é, simplesmente, belo.

Muito belo.

Como falei antes, sua quarta temporada foi uma das lindas que eu já vi na televisão.

E olhem que eu assisto muita coisa, viu?

Para ver o hotsite feito pelo canal, cliquem na figura.

Volto mais tarde | Ao som de Julie Delpy – Lame Love |

Café & TV: Séries de TV, “The Big Bang Theory”

Eu comecei a assistir The Big Bang Theory no início da segunda temporada e, com tantas repetições, claro que fiquei em dia rápido.

Acompanho desde então.

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Mas tenho seriamente revisto a minha posição.

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Café & TV: Séries de TV, “Parenthood”. Parte 2

Em setembro, eu escrevi sobre Parenthood.

(para ver, clique aqui)

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Sobre a dificuldade inicial que tive e como essa foi sobreposta.

Naquele momento, faltava pouco para começar a quarta temporada.

E é exatamente por conta dela que escrevo essa “parte 2”.

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Café & TV: Séries de TV, “Revenge”

Não dei a menor bola para Revenge quando estreou. Não me chamou atenção, mesmo tendo atores que eu conhecia.

Mas em um movimento não muito comum aqui em casa, meu pai começou a assistir sozinho, sem ter a primogênita ou eu juntas dele, como costuma ser.

Aí, ele começou a falar bem, vi outras reviews a respeito. Sem contar o Diários da Dilma, feito pela revista Piauí, que apelidou o programa como a “Avenida Brasil dos Hamptons”. Eu ri.

Em novembro do ano passado eu decidi ver um episódio. E não é que em pouco tempo, já estava em dia e pra lá de viciada?

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Café & TV: Séries de TV, “Girls”

Comecei a assistir Girls, série de HBO, há pouco tempo e dei um gás para ficar em dia com a segunda temporada, que começará agora em Janeiro.

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Pessoas que têm gostos os quais eu confio me recomendaram.

Sem contar os diversos elogios vindos de sites que eu acompanho, que me fizeram assistir a série.

Mas isso não significa que não tenho as minhas dificuldades em torno dela.

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Café & TV: Séries de TV, “Parenthood”

Algum tempo atrás, não lembro ao certo quando, eu estava precisando de uma série nova na minha vida e decidi assistir Parenthood, principalmente por causa da Lauren Graham, atriz de um dos meus programas favoritos na vida, Gilmore Girls.

Mas algumas coisas estavam muito erradas ali:

A Lauren não era a Lorelai! Sua filha não era a Rory e seus pais não eram o Richard e a Emily!

O personagem do Peter Krause, que eu conhecia de outros shows, não me agradou de cara.

Sem contar que os primeiros episódios tinham uma mania insuportável de sempre terminarem de forma feliz: a família jantando junta, ou jogando futebol americano, sobrepondo as dificuldades em nome dessa grande instituição.

Aí vocês devem se perguntar:

“Ok, após essa introdução, você ainda está recomendando essa série, Viviane? Por quê?”

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