Café & TV: Filmes, “Chef”

Já falei algumas vezes, aqui no words of leisure, que tenho fé que o NOW e a Netflix darão uma salvada na minha vida cinematográfica. Tem funcionado razoavelmente bem, visto que minhas idas ao cinema estavam sendo rebaixadas ao nulo.

Algumas semanas atrás, estávamos aqui em casa e queríamos ver um filme tranquilo. Eis que apareceu o Chef na nossa frente e cumpriu sua função.

Chef-Poster

Continuar lendo “Café & TV: Filmes, “Chef””

Café & TV: Filme, “Garota Exemplar”

Eu vi muitos comentários positivos sobre Garota Exemplar, quando estava sendo exibido nos cinemas e à época do Oscar.

Como sempre, deixei passar e só fui ver no último final de semana.

Uma palavra, aqui auto-censurada, resumiria tudo:

gone-girl-poster

Continuar lendo “Café & TV: Filme, “Garota Exemplar””

Café & TV: Filme, “Mesmo Se Nada Der Certo”

Nunca antes na história do words of leisure eu fui ver um Oscar vendo três filmes que concorriam a alguma estatueta.

Os outros dois, Whiplash e O Grande Hotel Budapeste, mandaram muito bem. Mesmo Se Nada Der Certo concorreu com Melhor Canção e não ganhou.

beginagain01

Sem problemas, o filme é recomendável, independente disso.

Continuar lendo “Café & TV: Filme, “Mesmo Se Nada Der Certo””

Retrospectiva 2014 wol: Os posts mais acessados

2014 foi um ano que não consegui fazer tantos posts quanto gostaria, por motivos diversos. Poucos comentários sobre álbuns, poucos TED Talks, poucos Hoje…Algum Tempo Atrás e por aí vai.

C’est la vie.

Com isso, as Tirinhas do Dia, Frases do Dia, Músicas do Dia acabaram ficando mais em evidência. Veremos como será 2015.

Pois bem, deixando o lamento de lado, coloco abaixo os posts mais acessados em 2014, que foram escritos neste ano.

5. Frase do Dia: Robin Williams e a Pior Coisa da Vida

5Robbie-Vida

Continuar lendo “Retrospectiva 2014 wol: Os posts mais acessados”

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do Pulp Fiction

Foi na semana passada, dia 10 de setembro, mas eu só vi ontem, então…

Há 20 anos atrás, era lançado Pulp Fiction.

Um dos primeiros do Quentin Tarantino e um dos únicos que eu assisti inteiro.

1994-pulp-fiction-poster2

Sim, personas, eu não tenho estômago para ver os filmes dele.

Um tanto de gente fala que eu sou besta por isso, mas é a verdade….pressão cai horrores!

E ainda bem que vi o Pulp Fiction! Não somente por ser excelente, mas a trilha sonora é inacreditável! Amo demais!

O que dizer do Urge Overkill, com a sua: Girl…..tan dan tan tan….You’ll Be A Woman….. Soon!

Sensacional!!

Eu não sou cinéfila, então me sinto totalmente incapaz de escrever algo mais aprofundado sobre o filme.

Só falo que ele é incrível, incrível, incrível…E que a Uma Thurman tava phodona.

Para ler resenha, veja a do Move That Jukebox, aqui.

Parabéns ao filme, vindo daquele monstruoso 1994.

Volto mais tarde | Ao som de Urge Overkill – Girl, You’ll Be A Woman Soon |

Dicas de Filmes: 50 Filmes Para Assistir Na Netflix

Eu sou assinante do Netflix e, justamente por isso, concordo plenamente com o parágrafo inicial da reportagem do Zero Hora, com os 50 filmes que você tem que assistir na Netflix:

É conhecida uma piada que diz que o assinante do Netflix passa mais tempo escolhendo o filme a que vai assistir do que, de fato, o assistindo. Isso porque o catálogo do serviço de streaming é gigante e a organização dos títulos no site ou nos aplicativos não é das melhores.

#fato

Por essas e outras que eu fiz o post aqui no blog recomendando o UpFlix. aplicativo que avisa quais são os filmes que entram na lista do serviço.

E, justamente nessa mesma toada, que sugiro uma lida na reportagem do Zero Hora. Há filmes ali que eu não sabia que estavam disponíveis.

francesha

E tem também o Frances Ha, que já foi recomendado aqui no blog, como pode ser visto ao clicar na foto acima.

Já para ler a matéria do Zero Hora, basta clicar aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Suede – High Rising  |

Café & TV: Filme, “Amante a Domicílio”

Em um daqueles raros momentos da minha vida, fui ao cinema com a Primogênita para assistir Amante a Domicílio (Fading Gigolo) .

AmanteDomicilio

Filme escrito e dirigido pelo John Turturro, que conseguiu a proeza de ter Woody Allen como ator em um filme que não é seu, passado na mais que amada Nova Iorque.

Conta a história de Fioravante (o próprio Turturro), homem comum, florista, que é convencido pelo amigo Murray (Allen) a fazer um programa com sua dermatologista. Nada menos que Sharon Stone, que está linda, óbvio!

De um caso para profissão, a história é engraçada e sensível ao mesmo tempo, principalmente no que toca o papel da Vanessa Paradis, como viúva de um rabino, judeu ortodoxo.

Ela é linda, né? Sim, tenho vontade de colocar um aparelho nos dentes dela, mas como ela não quer….Fazer o quê? Que fique assim. Para completar o rol de mulheres que acabam com a autoestima, tem a Sofía Vergara também, tá?

Filme muito divertido, que lembra em alguns momentos os próprios filmes do Woody Allen, mas sem ser cópia. As piadas que lidam com o estereótipos da prostituição, negros e judeus, são ótimas.

Assim como a trilha sonora.

E tem NYC, né? Coração aperta de saudade…

Vale a pena. Gostei bem.

Abaixo, o trailler.

Volto mais tarde | Ao som de Fiona Apple – Criminal |

Café & TV: Cinema, “O Mordomo da Casa Branca”

Ainda não consegui chegar a uma conclusão, em relação ao Netflix (no que diz respeito a filmes, obviamente). Ou:

  • Ele salvará a minha vida e eu, finalmente, passarei a ver aqueles que gostaria;
  • Ele acabará com ela, já que praticamente não irei mais às salas de cinema.

Quando souber a resposta, avisarei aqui.

O fato é que, assim como em todos os anos, eu comecei 2014 com a intenção de ver mais filmes e, com isso, decidi ver O Mordomo da Casa Branca que já está lá disponível.

mordomocasabranca

Não é curto, são mais de duas horas. Que por ser baseada em uma história real, conseguiu me prender bem.

Ver o crescimento do personagem paralelamente à História dos EUA foi muito interessante. São relatados ai: o movimento de direitos civis, a morte do JFK, os Passageiros da Liberdade, KKK, a Guerra do Vietnã,  Martin Luther King, os Panteras Negras, entre outros.

Algumas cenas são impressionantes, como a da resistência dos negros para serem servidos junto aos brancos em uma lanchonete, em contraposição aos jantares presidenciais na Casa Branca.

Forest Whitaker está impecável e a Oprah Winfrey me surpreendeu muito como atriz, já que eu nunca vi A Cor Púrpura. Excelente.

E o elenco, em geral, todo muito bom também.

Só o final que achei um pouco sem graça.

Não é do tipo “imperdível” mas é bom.

Abaixo, o trailer:

Volto mais tarde | Ao som de The Knack – My Sharona |

Café & TV: Filme, “Frances Ha”

Frances-Ha-Poster

Um único motivo me levou a assistir Frances Ha, na Netflix: o fato dele ter estado em várias listas dos “melhores filmes de 2013”.

Seja em sites que gosto, ou em listas de amigos que respeito muito, no Facebook.

E assim, como quem não quer nada e sem ter ideia sobre o que se tratava, assisti àquele que foi sim, um dos meus filmes favoritos de 2013.
Mas, no meu caso, há um grande problema de referência, né? Assisti a pouquíssimos. Ainda assim, foi um dos que mais gostei.

Um filme de uma simplicidade adorável, com ótimos diálogos e uma trilha sonora sensacional.

Conta a história da Frances, sua amizade com Sophie e os relacionamentos em uma grande cidade, no caso, a amada Nova Iorque. Greta Gerwig, atriz principal e roteirista, conseguiu me cativar na sua luta em ser recém formada mas sem grana para tocar seus projetos. A menina é ótima!

Como não sou crítica de cinema, pararei por aqui porque não consigo seguir em frente sem “entregar o ouro”.
Mas vale muito a pena ver.
Adorável.

Abaixo, o trailer. Animem-se, com ele.

Volto mais tarde | Ao som de No Doubt – One More Summer |

Dica de Leitura: Mais Um Pouco Sobre o Antes da Meia-Noite

Eu já discordei veementemente do Pablo Villaça quando o assunto é política, no Facebook.

Como cansei, optei por ficar apenas com suas críticas de cinema.

Fiz bem, porque o texto que ele escreveu sobre o amado Antes da Meia-Noite ficou muito, muito bom!

before-midnight

Construído a partir de longos planos que permitem que os diálogos fluam com uma naturalidade que nos aproxima de seus personagens (uma abordagem já presente nos filmes anteriores), Antes da Meia-Noite se beneficia do envelhecimento/amadurecimento do casal de atores: agora um homem com abundantes linhas de expressão e a voz enrouquecida pela idade e pelo cigarro, Ethan Hawke surge como um homem que ainda exibe a jovialidade do passado, mas contrabalançada agora pelo peso do tempo, ao passo que Julie Delpy, com rugas e alguns quilos a mais (que ela exibe com o conforto que a autoconfiança proporciona), parece ainda mais linda como mulher do que era como garota. Assim, se antes discutiam sobre o futuro, suas ambições, receios e sonhos, Jesse e Celine passam a se concentrar nos equívocos do passado e nos problemas do presente, referindo-se ao futuro apenas como um hipotético cenário no qual se encontrariam no velório do parceiro.

E aí reside a genialidade de Antes da Meia-Noite: seria fácil construir um terceiro capítulo romantizado que atuasse como clímax dos encontros anteriormente adiados, mas optar por trazer Jesse e Celine já num contexto de casal amadurecido é algo que oferece um olhar adequado e natural sobre a experiência de um amor consumado. Ora, se antes os jovens se conheciam e reconheciam, desta vez se possuem com uma familiaridade que apenas a convivência traz, substituindo a idealização do passado por um conforto óbvio diante um do outro – e também por uma irritação subjacente perfeitamente compreensível. Por outro lado, se antes podiam apenas tentar adivinhar o que se passava na mente um do outro, agora Jesse e Celine possuem PhD em Celine e Jesse, respectivamente, conhecendo-se bem o bastante para se tornarem fatais em uma discussão por saberem exatamente onde acertar, que ferida espremer e que memória azeda do passado recuperar no momento propício.

Para ler o texto completo, clique na figura.

Volto mais tarde | Ao som de Sharon Corr – No Frontiers |

 

Café & TV: Filme, “Antes da Meia Noite”

Não foram poucas as vezes que eu falei sobre Antes do Amanhecer/ do Pôr-do-Sol/ da Meia Noite, aqui no words of leisure.

Isso porque a sequência de filmes estrelada pelo Ethan Hawke e a Julie Delpy já está há muito tempo entre as coisas que mais amo no cinema.

PS: Sei que tem muita gente que não gosta dos filmes, pelo excesso de diálogos. Eu, como eterna fã de Gilmore Girls, nunca vi nisso um problema…

antesdameianoite_2

Continuar lendo “Café & TV: Filme, “Antes da Meia Noite””

Café & TV: Filme, “As Sessões”

Quando eu escrevi sobre Quando me Apaixono, deixei claro o tanto que gosto da Helen Hunt, a eterna Jamie Buchman de Mad About You.

Foi com o mesmo espírito que fui assistir As Sessões, no qual sua atuação a levou a concorrer ao Oscar de Melhor Atriz.

As-Sessões-poster-nacional

E, mais uma vez, a moça não me decepcionou.

Continuar lendo “Café & TV: Filme, “As Sessões””

Coluna da Primogênita: Review – Django Livre

Sei que o tema da minha coluna aqui é viagens e dicas de lugares, porém como a nossa querida autora do blog tem contra-indicações médicas (decretadas por mim! Rá!) de assistir filmes com excesso de violência, ela é privada do deleite de assistir um Tarantino! E como o words of leisure sempre teve o compromisso com um conteúdo atual e interessante, eu me senti na obrigação de fazer um post sobre Django Livre (Django Unchained). Confesso que estou um pouco tensa, já que passo longe de ser uma expert em cinema, portanto, falarei apenas as minhas impressões.


Há um grupo de diretores que, independentemente da fase ou do tipo de filme que estão fazendo, me levam ao cinema logo na primeira semana da estreia. Dentre eles, cito Woody Allen, Almodóvar e Quentin Tarantino. Esses caras, mesmo quando fazem um filme considerado fraco na sua filmografia, na minha opinião, são, em geral, muito superiores ao que se vê por aí!

E quando o Tarantino lança um filme, que a crítica especializada diz ser o seu auge, aí, eu estou no cinema na sexta-feira de estreia. Já começo dizendo que, não concordo, não acho Django melhor que seus outros filmes! É ótimo, com todos os elementos que fazem o Quentin o gênio que é! Mas, Django não me deixou completamente extasiada como quando assisti a Pulp Fiction. Tudo bem, tenho que dar um desconto, Pulp Fiction foi o primeiro Tarantino que vi, então não tem como comparar essa sensação de quando algo fantástico ocorre pela primeira vez! A beleza, a violência quase surreal de tão estética de Kill Bill, com toda sua energia, não são tão intensas em Django. Mas ainda assim, as imagens do interior americano e o clima western desta última produção são de tirar o fôlego! A releitura da história, a partir da imaginação do diretor, também não é uma novidade. Em Bastardos Inglórios, a caça aos nazistas por um grupo de judeus foi um delírio vingativo e controverso criado por Tarantino. Agora, o tema é a escravidão e o herói é um negro, libertado da condição de escravo e que se torna um caçador de recompensas. Mais uma vez, um tema doloroso, abordado de forma imaginativa e por vezes, hilária, o que dá a típica polêmica aos seus filmes! E o delírio é tanto que achei o filme um pouco longo!

Dito isso, Django Livre é excelente! Interpretações inspiradas, com destaque para Leonardo di Caprio, Samuel L. Jackson e claro, Cristopher Waltz! Apesar deste último merecer todos os prêmios, visto o ator sensacional que é, acho que o Di Caprio tem que ser homenageado de alguma forma (#prontofalei!), sua atuação está muito boa! Os diálogos impagáveis,o humor negro característico, a trilha sonora sempre muito bem selecionada fazem com que este seja um ótimo motivo para sair de casa e ir ao cinema! Vale assistir na telona!!

Elenco Django Livre. Faltou o ótimo Samuel L. Jackson!

E se mesmo com tudo isso, você ainda precise de um incentivo adicional, segue o trailer abaixo e a informação que Django Livre já ganhou 19 prêmios dentre eles, 2 Globos de Ouro – melhor ator coadjuvante para Cristopher Waltz e melhor roteiro. Concorre ao Oscar nas mesmas categorias, além de melhor filme e outras categorias técnicas!

Ou seja, caso você não tenha nenhuma contra-indicação para filmes com nível de violência maior, sugiro muito assistir!

Café & TV: Filme, “Histórias Cruzadas”

Histórias Cruzadas foi o filme de estreia no Telecine na semana passada e eu decidi assistir.

historiascruzadas

Sendo mais correta, Primogênita praticamente me forçou, afinal, eu tenho a irresistível necessidade de dizer imediatamente “não” a todas as propostas que ela me faz.

Mas ainda bem que me forçou.

Continuar lendo “Café & TV: Filme, “Histórias Cruzadas””

Café & TV: Filme, “Amor a Toda Prova”

Uns dois finais de semana atrás, Primogênita entrou no meu quarto e perguntou:

– “Vamos ver um filme?”

A minha resposta óbvia:

– “Não”.

Ela disse:

– “É com a Julianne Moore”.

Tenho um princípio que é: eu assisto todos os filmes da Julianne Moore.

Mas ainda assim, respondi:

– “Mais tarde?!”

Aí, ela deu a cartada final:

– “Tem o Ryan Gosling também”

– “Já estou ligando o DVD”.

Continuar lendo “Café & TV: Filme, “Amor a Toda Prova””

Café & TV: Filme, “Apenas Uma Noite”

Ontem, após trânsito e chuva, fui ao cinema ver Apenas Uma Noite. Não quis esperar até segunda para escrever a respeito porque, ao menos aqui em BH, ele está com poucas sessões.

E como eu acho que vale muito a pena…

 

  Continuar lendo “Café & TV: Filme, “Apenas Uma Noite””

Café & TV: Filmes, “Um Lugar Qualquer”

Há quem não goste dos filmes da Sofia Coppola, por terem um ritmo pra lá de peculiar.

Para não dizer “lento”.

A mim, me agrada. Afinal, não tenho pressa.

Eu gostei bastante de Virgens Suicidas e Encontros e Desencontros. Ainda estou procrastinando em relação ao Maria Antonieta.

E adorei Um Lugar Qualquer. Exceto pelo final mas, ainda assim, recomendo.

Essa cena, no filme, é linda!

Continuar lendo “Café & TV: Filmes, “Um Lugar Qualquer””