No Meu iPod: Sharon Corr, “The Same Sun”

Recentemente, fiz dois posts em homenagem ao Corrs e a importância da banda na minha vida:

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 1

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 2 

Neles, eu disse como dentre os quatro irmãos, o meu favorito sempre foi o segundo na linha de sucessão dos senhores Gerry e Jean Corr, a mais velha entre as moças: Sharon Corr.

Sempre achei a mais talentosa de todos, com o maior tino musical.

Ela tocará hoje, em São Paulo, com ingressos esgotados. E eu não verei. Nem no dia 20, com direito a gravação de DVD. Este, acho que ainda tem ingressos disponíveis, mas posso estar errada.

Só não fico deprimida porque meu motivo de não ir é muito bom!

Espero que ela entenda esse sucesso de vendas aqui, além do carinho dos fãs, como sinal para voltar, logo!

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Dentro do grupo, ficava como vocal de apoio à irmã caçula e eu gostava disso, que sua voz mais grave era um perfeito apoio a mais aguda, da Andrea. Sem contar que isso a permitia focar naqueles momentos em que ela é absolutamente incrível: o violino. Tipo aqui, de olhos fechados…

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No Meu iPod: Stereophonics, “Graffiti on the Train”

Stereophonics é uma daquelas bandas que eu adoro, mesmo não gostando de algumas coisas que já fizeram. Mas, como tem outras que eu simplesmente amo, ela acaba ficando na lista das bandas que eu mais gosto, na vida.

Sem contar que o Kelly Jones tem uma das melhores vozes do rock, na minha opinião.

Graffiti on the Train marca um ótimo momento do grupo, após um Keep Calm And Carry On, que não me encantou.

É um disco que me parece mais triste, com temas como arrependimento, últimas chances, nostalgia e separação. Acho que muito como reflexo da morte do saudoso Stuart Cable.

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O álbum começa bem demais, com as ótimas We Share The Same Sun, a música que dá nome ao disco, Indian Summer e Take Me.

Depois, o álbum dá uma animada com Catacomb que, por mais estranho que possa parecer, não é das que mais gostei. Não achei ruim, mas é o momento que o álbum dá uma caída pra mim. O mesmo vale para Roll the DiceViolins and TambourinesIn a Moment (essas eu gosto um pouco mais).

Been Caught Cheating é outra que entra na minha lista de favoritas do disco.

Basicamente: gostei mais das baladas que das mais rock.

Ao final das contas, Graffiti on the Train é um ótimo disco, que vale demais a audição.

Volto mais tarde | Ao som de Stereophonics – Graffiti on the Train |

 

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 anos do “(What’s The Story) Morning Glory?”

Coisa mais linda pensar que um dos álbuns mais importantes da década de 90 completa 18 anos hoje!

Um dos mais importantes na história da música….e da minha vida.

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Música do Dia: Dido – Don’t Leave Home

Minha música favorita, do álbum aniversariante do dia.

Música forte, sobre vício.

Dido - Don't Leave Home

Como um fantasma não precisa de uma chave
Sua melhor amiga eu vim a ser
Por favor não pense em se levantar para mim
Você não precisa nem mesmo falar
ou
Eu cheguei quando você estava fraco
Eu te farei mais fraco, como uma criança
Agora todo seu amor você dá para mim
Quando seu coração é tudo que preciso
E se você estiver com frio, eu vou te manter quente
E se você estiver para baixo, apenas aguente
Pois eu serei sua segurança
Mas que tem gente que vê o título (Não deixe o lar), acha bonito e usa em casamento.
#burricedosinfernos
Volto mais tarde | Ao som de Dido – Don’t Leave Home |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 Anos do “Life for Rent”, da Dido

A Dido já foi Música do Dia algumas vezes aqui no words of leisure.

Sendo que nas poucas vezes em 2013 que eu escrevi Resenha de Álbuns, uma foi sobre o Girl Who Got Away.

Em um mundo em que várias pessoas deixaram de ouvir a moça, eu continuo firme e forte. Não somente por gostar da voz dela e suas músicas, mas por tudo o que os seus primeiros álbuns foram.

O segundo, Life for Rent, completa 10 anos hoje.

Dido - 2003 - Life For Rent - Frontal

O primeirão, No Angel, estorou no mundo inteiro com músicas como Thank You, Hunter e Here With Me.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 Anos do The Great Escape, do Blur

Se hoje é comemorada a maioridade do The Great Escape, isso significa que eu celebro a minha maioridade musical…

Afinal, esse disco, juntamente com o (What’s The Story) Morning Glory, do Oasis, representa, pra mim, a época em que eu passei a gostar de bandas “por conta própria” e não mais exclusivamente por influência dos meus pais ou da primogênita.

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Um dos álbuns mais importantes de um dos movimentos musicais mais sensacionais de todos os tempos, o Britpop. Também simboliza uma das rivalidades mais insanas da época, entre o Blur e os irmãos Gallagher.

Pessoalmente?

Eu me lembro horrores de ver Country House e achar aquilo simplesmente sensacional. E de ter a certeza que casaria com o Damon :-)

The Great Escape tem uma das minhas músicas favoritas na vida, The Universal, e eu mal posso acreditar que verei essas pessoas daqui alguns meses.

Amo o álbum do início ao fim e não poderia deixar essa data tão importante para mim passar em branco…

18 anos! Cacilda…

PS: Post dedicado às pessoas maravilhosas que conheci graças a essa banda…

Volto mais tarde | Ao som de Blur – The Universal |

No Meu iPod: Julieta Venegas, “Los Momentos”

Em 2013, eu tenho falhado sistematicamente ao falar sobre os discos lançados nesse ano, né?

Foram pouquíssimos posts, enquanto a pilha do que poderia ter sido escrito só aumenta.

(Sem contar que não fiz, neste ano, a lista com os meus favoritos de 2012. Shame on me!)

Espero, nesses quatro meses que faltam, que eu consiga me redimir um pouco.

E começarei com aquele que tem sido o meu queridinho até agora.

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Não, eu não estou falando que em um ano que teve, por exemplo, David Bowie e seu The Next Day, o Los Momentos seja o melhor disco, tecnicamente.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: A Maioridade do Jagged Little Pill

Um dos álbuns mais marcantes da década de 90 chega a maioridade hoje.

Teve um grande impacto na minha pessoa. Minha e em um bocado de gente.

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Jagged Little Pill é, sem nenhuma dúvida, uma das maiores provas que um chifre pode se revertido em algo muito bom.

Entre os seus momentos de raiva, frustração, tristeza, a Alanis Morissette nos brindou com esse que é um dos melhores discos da década de 90. Sem a menor dúvida.

Maravilhoso do início ao fim.

Um dos meus favoritos para ouvir quando eu estou com raiva.

Ano passado, consegui ver a moça ao vivo. Mais calma, casada e com filho. Mas o vigor continua lá.

Muito legal pensar que 18 anos atrás ele chegava ao mundo.

Para ficar e nunca mais sair…

Volto mais tarde | Ao som de Alanis Morissette – You Learn |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 25 Anos do Stay on These Roads

Há exatos 25 anos atrás, o lindo do a-ha lançava o seu terceiro álbum de estúdio, o Stay on These Roads.

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Eu adoro a música dos anos 80 e o a-ha é, com certeza, uma das minhas bandas favoritas.

E de todos os álbuns lançados pela banda, o Stay on These Roads é o que tem o maior número de músicas que eu gosto muito.

The Blood That Moves the Body, Touchy!, You Are the One, Stay on These Roads, The Living Daylightse por aí vai…

O tracklisting é excelente:

  • Stay on These Roads
  • The Blood That Moves the Body
  • Touchy!
  • This Alone Is Love
  • Hurry Home
  • The Living Daylights
  • There’s Never a Forever Thing
  • Out of Blue Comes Green
  • You Are the One
  • You’ll End up Crying

Muito bom.

Parabéns à banda.

Volto mais tarde | Ao som de a-ha – Stay on These Roads  |

No Meu iPod: Suede, “Bloodsports”

No dia 17.02.2011, em um dos primeiros Música do Dia, eu escrevi sobre The Wild Ones, do Suede.

Lá, mencionei o retorno da banda e o tanto que torcia por um disco novo deles.

Que alegria ter a vontade realizada, com o Bloodsports.

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No Meu iPod: Dido, “Girl Who Got Away”

Uma das grandes críticas que a Dido tem sofrido nos seus últimos álbuns é que eles são “mais do mesmo”. Que não há muita variação.

Dido Girl Who Got Away

Eu não exatamente discordo da crítica. Mas ainda assim: gosto tanto dela!

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No Meu iPod: Eels, “Wonderful, Glorious”

Eels é uma banda que eu descobri devido as minhas séries de tv, queridas, como Parenthood, que já colocou o pessoal em sua trilha sonora.

Aí, quando vi que o Tenho Mais Discos Que Amigos listou o Wonderful, Glorious como um dos discos que deveria ter ouvido em fevereiro, decidi correr atrás e conhecer um álbum da banda.

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E que bom que o fiz.

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No Meu iPod: Joss Stone, “The Soul Sessions Vol.2”

Ano passado, a Joss Stone fez show aqui em BH.

Eu, sem grana, só pude lamentar a minha ausência. Que só aumentou ao ouvir relatos de amigos que compareceram e adoraram.

Na época, decidi não escutar o álbum que ela estava divulgando na turnê, a fim de diminuir o lamento.

A única coisa certa que fiz.

Joss Stone The Soul Sessions Vol.2

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No iPod: Os Melhores Álbuns Internacionais Pelo Na Mira do Groove

Enquanto eu não consigo fazer a minha lista com os meus álbuns favoritos do ano passado, vou colocando as dos outros.

A do Na Mira do Groove, por exemplo, com os discos internacionais de 2012.

Na Mira do Groove
Na Mira do Groove

O triste, pra mim, é pensar que a correria do dia-a-dia acaba me impedindo de ouvir muita coisa, muitos dos álbuns que ali estão.

Mas vou continuar tentando.

Assim como vou tentar postar a minha lista essa semana. Mas meio que truco.

Volto mais tarde | Ao som de R.E.M. – Sweetness Follows |

No iPod: Os Melhores Discos Internacionais pelo TMDQA

Fim de ano, época de listas com os melhores do ano, né?

O querido Tenho Mais Discos que Amigos elaborou sua lista com os 35 melhores discos internacionais de 2012.

Fonte: tmdqa
Fonte: tmdqa

A única conclusão que eu consigo chegar é que mesmo me esforçando ao máximo para ficar atualizada, pra mim é impossível ouvir tudo.

Mas várias das descrições me animaram a ir atrás.

Vale muito a pena dar uma olhada!

Para tanto, clique aqui ou na figura acima.

Logo, a minha lista de favoritos.

Volto mais tarde | Ao som de Metronomy – Trouble |