No Meu iPod: Interpol, “El Pintor”

Eu fiquei animada quando soube do lançamento do disco do Interpol mas, ao mesmo tempo, com um pé um pouco atrás.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 15 anos do Return of Saturn, do No Doubt

Ontem, o Return of Saturn do No Doubt completou 15 anos de vida!

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O primeiro disco da banda como quarteto, após a saída do Eric Stefani.

Mas, mais que isso: o disco que viria como sucessor do perfeito Tragic Kingdom, aquele que deu sucesso mundial à banda.

Demorou mais de dois anos para ficar pronto, graças a brigas entre os membros da banda e da banda com a gravadora.

Gostei do que o Tom Dumont escreveu a respeito, na sua página no Facebook.

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Eu me lembro que, na época que ele saiu, achei mais lento que o TK. Não me animei, inicialmente, e demorou um tempo para que eu o escutasse direito.

Que tempo perdido….

Hoje, amo.

Adoro a introspecção que a Gwen Stefani trouxe, debatendo seu desejo de uma vida em casa, que contrastava com a vida de turnê e shows.

Algumas das belezuras do álbum são Magic’s in the MakeupSimple Kind of LifeBathwaterSix Feet Under, Marry Me, New.

Não é pouca coisa não.

 Abaixo, uma das melhores deles, na minha opinião. Bathwater.

Fica a lembrança.

Volto mais tarde | Ao som de No Doubt – Bathwater |

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No Meu iPod: Noel Gallagher’s High Flying Birds, “Chasing Yesterday”

Não, não há um pingo de imparcialidade por parte da minha pessoa, quando se trata de Noel Gallagher.

Jamais.

O cara lança qualquer coisa e eu já vou muito pré disposta a amar.

Com Chasing Yesterday não foi diferente.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do “The Beacon Street Collection”, do No Doubt

Ao contrário dos últimos álbuns postados aqui no words of leisure, o The Beacon Street Collection não marcou a minha vida, à época do seu lançamento. Fui conhecer anos depois…

Na realidade, marcou a vida de “poucos”, pois ali o No Doubt ainda não tinha explodido.

De produção toalmente independente, feito todo pela banda, vendeu 100.000 cópias. Isso garantiu a produção do seu terceiro álbum. Aí, tudo mudou.

Visto que o terceiro é o Tragic Kingdom.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do “Elastica”, do Elastica

Quando prometi, aqui, ser mais atenciosa com os álbuns que completam 20 anos em 2015, eu tinha vários discos em mente, que queria homenagear.

Sendo o Elastica, do Elastica, um dos mais importantes da minha adolescência, fica desnecessário dizer que ele estava muito bem posicionado nessa minha lista mental.

20 anos dessa belezura…Ontem!

Elastica

Sei que várias pessoas não conhecem o Elastica. A mim resta sentir muitíssimo por elas.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do “Pieces of You”, da Jewel

No último domingo, eu escrevi o post No iPod: Músicas que completam 21 anos em 2015.

Nele, lamentei por não ter conseguido escrever os Hoje…Algum Tempo Atrás referente aos álbuns que completaram 20 anos em 2014.

Aí, deixei a expectativa de tratar 2015, e consequentemente 1995, com mais carinho.

Algo que começa a ser cumprido agora, com os 20 anos do Pieces of You, da Jewel.

Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal

Sim, ele foi lançado no dia 28 de fevereiro de 1995. Impressionante.

Quando eu olho a página dela no Wikipedia, vejo vários trabalhos que nunca ouvi. Tenho conhecimento apenas dos dois primeiros, o Pieces of You  e o Spirit, que gosto muito.

Ouvi outras músicas em canais de televisão e vi que em algum momento ela foi para uma pegada mais pop, fazendo clipes na chuva e uso de sua bela imagem. Sim, ela é uma mulher bonita.

Mas me pareceu uma perda muito grande, visto que nos dois primeiros ela se mostrou uma pessoa muito talentosa e com algum conteúdo a passar.

Como não sei bem o que aconteceu, me aterei ao Pieces mesmo.

Que é um baita álbum. Tanto que entrou para a lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame. Isso não é pouca coisa.

Compositora de todas as músicas, Jewel mostra uma sensibilidade única. Foolish Games é uma das minhas músicas favoritas na vida, amo mesmo.

Outras como You Were Meant For Me, Near You Always, Who Will Save Your Soul são muito especiais.

Primogênita a viu ao vivo. Depois, bem que poderia colocar nos comentários o que achou, né?

Abaixo, You Were Meant For Me.

Quem não conhece, recomendo. Bastante.

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No Meu iPod: Low Country Hill, “Low Country Hill”

A forma em que o Low Country Hill entrou na minha vida é um grande exemplo, de um daqueles momentos em que eu fico muito feliz em ter decidido criar o words of leisure, alguns anos atrás.

LowCountry Hill
Fonte: lowcountryhill.com

Recebi um e-mail de divulgação do álbum, o que vira e mexe acontece, mesmo. Mas um ponto chamou mais a minha atenção.

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No iPod: Os melhores álbuns da Madonna

Gostei muito dessa lista feita pela Swide Magazine, que faz um ranking dos melhores álbuns da rainha do pop.

Sim, eu sou muito fã dela, mesmo não curtindo tudo que ela tem feito nos últimos anos.

A mulher é muito phueda.

O meu favorito ficou em segundo lugar, como podem ver abaixo:

madonna Like a Prayer

Phuedástico…

Para ver a lista completa, qual ficou em primeiro, basta clicar na figura acima.

In English…

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Retrospectiva 2014 wol: Os posts mais acessados

2014 foi um ano que não consegui fazer tantos posts quanto gostaria, por motivos diversos. Poucos comentários sobre álbuns, poucos TED Talks, poucos Hoje…Algum Tempo Atrás e por aí vai.

C’est la vie.

Com isso, as Tirinhas do Dia, Frases do Dia, Músicas do Dia acabaram ficando mais em evidência. Veremos como será 2015.

Pois bem, deixando o lamento de lado, coloco abaixo os posts mais acessados em 2014, que foram escritos neste ano.

5. Frase do Dia: Robin Williams e a Pior Coisa da Vida

5Robbie-Vida

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 Anos Do Extraordinário “Grace”

Há exatos 20 anos atrás*, vinha ao mundo um dos álbuns mais impressionantes, maravilhosos de todos os tempos.

Grace.

O brilhante Grace.

O maravilhoso Grace.

O desconhecido por muitos Grace.

JeffBuckley_Grace

Disco este que eu vim a conhecer nos anos 2000.

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No Meu iPod: Fernanda Takai, “Na Medida do Impossível”

Nunca me esqueci da primeira vez que tive contato com o trabalho da Fernanda Takai.

Eu tinha uns 10 ou 11 anos e fui ao Minas Tênis Clube ver um show do Lulu Santos. A banda de abertura era um trio que eu nunca tinha visto, mas que me chamou atenção demais por usarem um martelinho igual ao do Chapolin Colorado.

Pouco tempo depois, o Pato Fu assumiu, para nunca mais perder, o posto de uma das minhas bandas nacionais favoritas. E o mesmo serve para a Fernanda como uma das minhas cantoras favoritas.

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Justamente por isso, busco acompanhar a carreira solo dela.

E qual foi a minha alegria ao ver que, ao lançar o Na Medida do Impossível, ela escolheu como música de abertura uma versão para uma música da Julieta Venegas? Quem acompanha o words of leisure sabe que eu amo essa mexicana de paixão, então meu coração ficou muito cheio de alegria com isso.

No meu post sobre o show da Julieta aqui em BH, escrevi:

Chamou ao palco a linda da Fernanda Takai, para cantar a belíssima Dulce Compañia, que eu jamais imaginei ver ao vivo. Ainda mais em uma versão só ao piano, que apenas ressaltou a beleza da letra.

Apesar de ainda preferir a original, que é muito amada, Doce Companhia ficou muito boa, muito gostosa de ouvir! Ocupa o posto de canção favorita do álbum, por enquanto. Isso sempre muda…

Dentre as 13 faixas do álbum, têm-se músicas inéditas e regravações. Nas do segundo grupo, gostei demais de Como Dizia o MestreA Pobreza e Pra Curar Essa Dor (esta, com participação do Samuel Rosa e que adorei).

Tenho que admitir que fiquei absurdamente de pé atrás quando vi que teria música gravada com o Padre Fábio de Melo. Podem me chamar de preconceituosa, porque fui. Mas não é que gostei? Então, beleza.

Honestamente, gostei do Na Medida do Impossível do início ao fim. E isso não tem sido muito comum de acontecer comigo, com álbuns nacionais.

Absurdamente bem produzido, como era de se esperar quando se tem a Fernanda e o John Ulhoa trabalhando juntos. Dupla sensacional.

Tenho colocado muito para tocar no caminho do trabalho e o álbum flui incrivelmente bem, fácil e gostoso de ouvir.

Fernanda Takai está de parabéns, como sempre!

Abaixo, Para Curar Essa Dor.

Na Medida do Impossível é muito recomendado pelo words of leisure.

Volto mais tarde | Ao som de Fernanda Takai – Doce Companhia |

No Meu iPod: Damon Albarn, “Everyday Robots”

O Sr. Damon Albarn já apareceu umas trocentas vezes aqui no words of leisure.

Seja com os seus projetos solos

…Ou com a seu projeto principal, que nada mais é que uma das bandas mais importantes da minha vida, o mais que amado do Blur.

O primeiro disco solo, Dr Dee,  dele foi comentado aqui no blog há uns anos atrás. Apesar de ser um disco muito belo, eu não o escuto com frequência.

Não tem sido o caso do Everyday Robots.

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Antes dele ser anunciado, eu (e outros fãs) queria que saísse um novo – e aguardado – disco do Blur.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 Anos Do Hopes and Fears

Estou quase mudando essa seção do words of leisure para “Ontem…Antes de Ontem…Algum Tempo Atrás”.

Isso porque não hoje, mas antes de ontem, o primeiro álbum dos amados do Keane veio ao mundo. Há 10 anos.

10 de maio de 2004.

KeaneHopesAndFears

Hopes and Fears é muito especial para mim, pois foi uma das “trilhas sonoras” de uma das mais importantes viagens que fiz na minha vida. Ele tocava no rádio o tempo todo e eu amei de cara. Por isso, mesmo com atraso, não poderia deixar de comentar aqui.

Sem contar que é um baita disco!

Eu, literalmente, gosto de todas as músicas. Claro que algumas mais que as outras.

Acho um excelente cartão de visitas dado pelos rapazes, viu?

Volto mais tarde | Ao som de Keane – Bend & Break |

 

No Meu iPod: Nina Persson, “Animal Heart”

Este costuma ser o diálogo, quando falo sobre o tanto que eu gosto da Nina Persson:

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– Quem?

– A cantora do Cardigans!

– De quem?

– A de Lovefool.

– Ahn?

– “Love Me“! “Love Me“!

– Viviane, por favor, não cante…

– Essa aqui, “ó” (como boa mineira):

E aí, tem-se a reação:

– Ahhhhh, claro!

Só não se tem essa reação quem não estava vivo na década de 90.

Bom, claro que existem cantoras por aí que tecnicamente podem ser melhores que ela. Mas o fato é que é uma das minhas favoritas, queridona mesmo. Tanto no The Cardigans quanto no A Camp, o outro projeto da moça.

Aí, no ano passado, quando foi anunciado que ela lançaria um disco só dela, eu não sabia ao certo o que esperar. Mas aguardei com grande ansiedade aquele que viria a ser o Animal Heart.

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Minha Retro 2013: Meus 10 Discos Mais Queridos de 2013

Como é sofrido fazer um post com retrospectiva de discos!!

Um dos maiores arrependimentos que tive com o words of leisure, no ano passado, foi não ter feito a minha lista com os meus álbuns favoritos de 2012.

2013 não foi um ano com vários discos que me viciaram horrores, como aconteceu no ano anterior, com o Push and Shove, do No Doubt, o Battle Born, do The Killers, ou o Strangeland, do Keane.

PS: pronto, acabei de resumir o que teria sido o post jamais escrito :-)

Tampouco foi um ano que escrevi tantas Review de Álbuns quanto gostaria, mas é a vida.

Então, aqui está a minha lista de 2013, com os meus 10 mais queridos. Com muito atraso, mas saiu.

E por que mais queridos? Não seriam eles os melhores? Não sei, talvez não. Mas foram os que mais gostei.

Sei que muitos discordarão de tudo, mas, who cares?

10: Franz Ferdinand – Right Thoughts, Right Words, Right Action

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O Franz continua sendo uma das minhas bandas do coração. Sem contar que os caras sabem fazer vídeos como poucos!

Eu gostei do Right Thoughts, Right Words, Right Action, mas não grudou tanto quanto os anteriores.

Ainda assim, entrou na minha lista.

09: Justin Timberlake – The 20/20 Experience (1 e 2)

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É! O Justin Timberlake me surpreendeu bastante com seus discos ano passado. Eu gostava de uma ou outra música dos álbuns anteriores, mas o 20/20 Experience realmente ganhou muitos pontos comigo. Muito, muito bem feito. Os dois.

O menino é muito bom. E pronto.

Ah, gostei mais do primeiro que do segundo.

08: Billie Joe Armstrong and Norah Jones – Foreverly 

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Esse disco me surpreendeu muito mais pela presença do Billie Joe que pela Norah Jones, obviamente. Jamais poderia imaginar o líder do Green Day fazendo algo do tipo.

Mas como são boas as surpresas positivas, né? O disco é uma delícia só, do início ao fim.

07: Suede – Bloodsports (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Os fãs do Suede em muito esperaram material novo da banda. Ele veio de forma a não deixar ninguém triste.

Bom, ao menos eu não consigo pensar que alguém possa ter ficado insatisfeito com o Bloodsports, que é excelente!

It Starts And Ends With You é ótima!

06: Sharon Corr – The Same Sun (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Esse é um dos discos que mais justifica o motivo do post considerar os “discos mais queridos”. Não apareceu em nenhuma lista que eu tenha visto, mas foi muito bem recebido pela minha pessoa. Já falei aqui e aqui sobre a importância que o The Corrs tem na minha vida e como a Sharon Corr sempre foi a minha favorita na banda. Seu segundo disco solo ficou muito gostoso de ouvir.

Talvez, se tivesse sido feito por outra pessoa, uma que não me importasse tanto, não teria entrado na minha lista. Mas não é o caso. O carinho que sinto pela cantora + um ótimo disco colocou o The Same Sun aqui.

05: Arcade Fire – Reflektor

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Eu gosto bem de Arcade Fire, mas não me considero uma fã de carteirinha.

Ainda assim, o Reflektor é bem legal, fluiu super fácil.

04: Stereophonics – Graffiti On The Train (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Graffiti On The Train foi um alento no meu amor pelo Stereophonics. Sou muito fã dos primeiros discos deles, mas os três anteriores ao Graffiti não me encantaram tanto. Então, o lançado ano passado me fez voltar a ficar encantada pela banda do País de Gales. Muito, muito bom, mesmo.

03: Arctic Monkeys – AM

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AM é, na minha opinião, o melhor disco do Arctic Monkeys, disparado. Excelente, maravilhoso. Talvez, de fato, o melhor do ano!

Mas como ficou só na terceira posição aqui no words of leisure? Porque só tive acesso a ele no dia 30 de dezembro de 2013. Simples assim.

Incrível, incrível.

Do I Wanna Know é perfeita.

Discásso.

02: Travis – Where You Stand (para ver o post relacionado, clique aqui)

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Sim, eu acho o AM um melhor álbum que o Where You Stand. Mas como já falei algumas vezes, essa não é uma lista de melhores discos, e sim, dos meus mais queridos.

E o WYS remete a um momento absolutamente especial na minha vida: ter visto o Travis e o Blur no Planeta Terra. Momento que foi relatado aqui e aqui.

O significado que ele ganhou o colocou tão bem colocado no meu ranking.

01: Julieta Venegas – Los Momentos (para ver o post relacionado, clique aqui)

Julieta-Venegas-Los-Momentos

Aí está a prova mais clara que esse é um post de discos queridos. Eu só vi o Los Momentos bem classificado, em 2013, em listas voltadas ao mercado latino.

Eu já era muito fã dessa mexicana antes do lançamento dele. Quando saiu, eu tive um pequeno estranhamento inicial, porque ele tem um toque eletrônico inesperado.

Mas foi só ouvir mais, ir ao show dela aqui em BH, que o amor virou absoluto. Algumas músicas têm letras tão tristes que chegam a doer, como Los Momentos e Verte Otra Vez.

Muito, muito belo! Indubitavelmente, meu disco favorito de 2013. Disparado.

Linda demais essa mexicana!

Bom é isso.

Volto mais tarde | Ao som de tudo isso que vocês leram acima. |

Retro 2013: As 60 Melhores e Piores Capas De Discos, Pelo TMDQA

Como falei ontem, a partir de agora serão vários posts, com as listas de melhores e piores do ano.

Duas bem legais foram feitos pelo mais-legal-ainda Tenho Mais Discos que Amigos.

As 60 melhores capas de discos de 2013

Tem coisa bem bacana ali, como essa do The National. Linda, né?

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Ou então, a do Travis e seu Where You Stand, comentado aqui no words of leisure.

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Para acessar o post, basta clicar nas capas.

Em compensação, uma lista de horrores vem com As 50 piores capas de discos de 2013. E olhem que tem artistas que eu gosto muito, ali. Mas mandaram mal, mesmo. Cliquem aqui para ver.

Volto mais tarde | Ao som de Franz Ferdinand – No You Girls |

No Meu iPod: Coletâneas do Keane, The Killers e Dido

Três bandas/artistas que eu gosto muito lançaram coletâneas nesse final de ano.

Dido – Greatest Hits

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Em 2013, a Dido lançou não somente o Greatest Hits, mas também o Girl Who Got Away, que foi comentado aqui no words of leisure.

Não tem como discordar com as músicas selecionadas, porque são elas as mais famosas mesmo. Mas como conheço a carreira dela toda, não tenho como não pensar nas que não entraram, como Isobel.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 Anos do Forgiven Not Forgotten

Vejam a lerdeza da garota: quando pensei que o Forgiven Not Forgotten completaria 18 anos em 2013, fui atrás da data de lançamento do mesmo e anotei que teria sido em dezembro de 1995.

Pois bem, foi em 26 de setembro. Perdi a data de um dos meus álbuns favoritos na vida, como mostrei nos posts:

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 1

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 2 

Triste.

Mas como me recuso a deixar passar, aqui está, quase com um mês de atraso.

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Como escrevi na “Parte 2”, esse é o meu disco favorito do The Corrs, mesmo não sendo aquele que considero o melhor (isso fica a cargo do Talk On Corners).

Como acontece com várias bandas, o de estreia é mais cru, com menos firulas. E isso me encanta.

A abertura com Erin Shore seguida de Forgiven Not Forgotten é incrível, seguida de Heaven Knows, que sempre esteve entre as minhas favoritas da banda, principalmente pelo solo de bateria no início. Someday e Secret Life têm essas mesmas características, de serem mais viscerais.

Não tenho como não ressaltar que o Forgiven Not Forgotten é fortemente marcado pelas instrumentais, que tanto caracterizam a banda. Nesses momentos, eles mostram como certamente não são apenas rostos bonitos.

Deixo Toss The Feathers como amostra e como homenagem à primogênita, que ama.

Outro ponto lindo do disco é que duas das baladas mais lindas deles estão ali: Runaway e Closer.

O lado ruim é que duas músicas que eu não gosto nem um pouco estão nele: Leave Me Alone e The Right Time.

Mas não tem problema: ele ainda continua como meu amorzão.

That’s it.

Parabéns ao Corrs pela maioridade do primogênito.

Volto mais tarde.

Ao som de The Corrs – Forgiven Not Forgotten.