Dica de Leitura: “Queijo Minas Artesanal e sua nomenclatura errada”

Sou da área das Relações Internacionais e amo aprender sobre outras culturas, tradições, etc. Talvez, justamente por isso, sou extremamente bairrista em relação à cultura mineira, em todos os seus aspectos. Acho linda demais.

Culinária, então, nem se fala.

Amo queijos com todas as minhas forças e os produzidos em Minas Gerais são rotineiramente devorados na minha casa.

Por isso, fui muito surpreendida com o texto do Bruno Camargos no Notas de SaborQueijo Minas Artesanal e sua nomenclatura errada.

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Fonte: Notas de Sabor

Concordo com a defesa dos produtos locais e acho que é de extrema importância a criação de uma identidade Made In Minas. Mas confesso minha plena ignorância frente às informações ali tratadas.

Cito:

Tenho visto mercados, supermercados, bancas em Mercados Centrais pelo Brasil e até delikatesens especializadas em queijo vendendo produtos com nomenclaturas bastante equivocadas.

Esse post visa contribuir para que a informação seja passada de forma correta. (…) Quando você vir um queijo sendo vendido como sendo Queijo Canastra de Araxá, procure o vendedor, oriente-o a passar a informação correta.

Logo após lê-lo, fui direto à geladeira e vi que o queijo ali localizado era um “Queijo Canastra de Araxá”. Absolutamente delicioso, mas…

Então, para ler o texto completo do Bruno, ver o esforço dele em torno dessa conscientização (que funcionou comigo), basta clicar na figura acima. Ou aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Coldplay – Another’s Arms |

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Café & TV: 10 filmes franceses para ver na Netflix

O words of leisure é intrínsecamente ligado às Relações Internacionais, em todas as suas formas.

Já coloquei dicas de filmes mexicanos a serem vistos na Netflix e agora está na hora dos franceses.

A lista veio do Catraca Livre. Dentre eles, já vi e recomendo horrores, pois amo: PiafOs Intocáveis e o muito amado O pequeno Nicolau.

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Para ver quais são os outros filmes, basta clicar na figura acima.

Ou aqui.

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Vídeo do Dia: O drone da BBC sobre Auschwitz

No dia 27 de janeiro comemora-se o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto.

Inicialmente, eu deixei passar, visto a minha decisão de não mais falar sobre política e afins aqui no words of leisure.

Mas a minha profunda repulsa ao antissemitismo e o aumento dele, nos últimos tempos, não me deixou ficar quieta.

Foto: BBC
Foto: BBC

Deixo aqui o belo e  tocante vídeo da BBC, que sobrevoou Auschwitz com drones, 70 anos após sua abertura.

Aos que não sabem, no dia 27 de janeiro de 1945, o campo de concentração foi tomado pelos soviéticos e os presos que ali estavam foram libertados.

É de dar taquicardia, principalmente ao pensar o que vem acontecendo, atualmente, pelo mundo.

Deixo aqui a mais sincera solidariedade e um profundo agradecimento ao povo judeu por todo o avanço que foi possível, graças a ele, em todas as áreas de atuação humana: medicina, física, matemática, filosofia, psicologia, artes, cinema, esportes e por aí vai.

PS: qualquer comentário antissemita, que porventura aparecer por aqui, será sumariamente bloqueado.

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Vídeo do Dia: “Não É Porque Não Está Acontecendo Aqui Que Significa Que Não Está Acontecendo”.

O vídeo abaixo, produzido pela ONG Save The Children, é simplesmente sensacional.

Com o tema “Não é porque não está acontecendo aqui que significa que não está acontecendo”, a ONG alerta para a situação das crianças no conflito da Síria.

Deixo bem claro que não há nenhuma cena repulsiva de violência, o que significa que todo mundo pode ver.

A ideia é mostrar, em um minuto e meio, como a vida de uma menina inglesa muda ao começar um conflito em seu país.

Muito, muito bom.

E triste.

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Infográfico: 11 Palavras Intraduzíveis De Outras Culturas

Muito bonito, e interessante, este poster que vi no 9GAG, que mostra 11 palavras estrangeiras que não são traduzíveis e que falam muito sobre as respectivas culturas.

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No site, é possível ler comentários, críticas e pessoas apontando outras palavras. Para ver, clique aqui.

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Dica de Leitura: Afinal, o Líbano é Mais “Ocidental” Do Que o Brasil?

Adoro quando o Guga Chacra vai ao Líbano e escreve sobre o País.

Estadão
Estadão

No seu último texto, Afinal, o Líbano é mais “ocidental” do que o Brasil?, ele traz questões sobre a terra dos meus bisavós que eu, simplesmente, gosto de saber.

Cito:

Na verdade, os libaneses não são apenas ocidentais. São uma mistura impressionante do Ocidente com o Oriente, por mais clichê que isso possa parecer. Mas são, o que posso fazer? Hoje não fui atrás de refugiados sírios, bombas em Trípoli ou da fronteira com Israel. Andei, com meus pais, pelas áreas cristãs de Beirute. Tomamos café no Paul, em Gemeizah, e depois assistimos à missa em francês na Igreja de St. Joseph – mais tarde haveria em inglês, e há horários em italiano e árabe.

O texto é curtinho e vale a pena ser lido. Para tanto, clique na figura acima.

Volto mais tarde.

Ao som de Blur – Bank Holiday

TED Talks: Trita Parsi, “Irã e Israel: A Paz é Possível”

Esse TED Talk chegou até a minha pessoa como uma mega recomendação do Gustavo Chacra. E como o rapaz entende daquele lado de lá, tive que ver.

Muito bom para tentar romper alguns preconceitos.

Irã e Israel: duas nações com tensas relações e que parecem existencialmente opostas. Mas por toda a retórica antagonista entre ambas, há uma história recente de colaboração, até mesmo de amizade. Em uma palestra informativa, Trista Parsi mostra como uma aliança estratégica improvável do passado pode significar paz no futuro para esses dois países em disputa.

Volto mais tarde | Ao som de No Doubt – Settle Down |

Infográfico: As Cidades Mais Honestas Do Mundo

O experimento feito pela Reader’s Digest saiu há algumas semanas e se consistiu no seguinte: 192 carteiras foram “perdidas”, com dinheiro, nome, telefone, fotos de família, etc. O objetivo era ver quantas retornariam (12 carteiras por cidade).

Aí está o resultado:

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Alguma surpresa em ver Helsinki em primeiro lugar?

Não, nenhuma!

O Rio empatado com Zurich? Aí sim…

Volto mais tarde | Ao som de Ride – Decay |

No Meu iPod: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 1

Post absurdamente dedicado ao Stefan (maior comentarista do blog), Karla e Giandro.

No dia 27 de agosto eu propus algo novo ao words of leisure: o tópico Uma Música Por Álbum. Inspirado no “Uma música de cada disco”, do Tenho Mais Discos Que Amigos. Aos que não viram, cliquem aqui.

Pois bem, desde que comecei a pensar no words of leisure, mais de dois anos atrás, eu tinha como certo escrever um post sobre aquela que é, sem dúvidas, a banda mais importante da minha vida: o The Corrs.

Não, esse título não pertence aos Beatles, nem Blur, nem Oasis.

Afinal, este é o grupo que me ajudou a definir meu futuro. Explico.

Os posts do Uma Música Por Álbum não terão introduções como essa que farei.
Esse foi um benefício exclusivo que eu dei aos irlandeses do Corrs.
Por isso, o “parte 1” e “2”. 

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Certo dia, acho que lá no ano 2000, primogênita dirigia o carro (eu, muuuuuitos anos mais nova, ainda não tinha carteira), quando o estacionou e pediu para que eu fosse na nossa locadora de CDs (sim, sim) e pegasse o acústico do The Corrs. Eu perguntei: Quem????

Com a minha habitual arrogância, achei que se eu não conhecia a banda, claro que não teria na locadora. Óbvio que tinha. Ao entrar no carro e começar a ouvir, adorei imediatamente. Afinal, fui apresentada logo com essa música, né? Como não apaixonar?

Assim começou a minha história com os irmãos (por ordem de nascimento): Jim, Sharon, Caroline e Andrea Corr.

Por ordem de preferência: Sharon, Caroline, Andrea/Jim.

Pois bem, voltando: os anos se passaram, o vício se tornou absurdo, amizades foram feitas e primogênita se amargava profundamente da existência do dia supracitado.

Mas por que a banda mais importante da minha vida?

Vamos somar:

Todo o lado celta da banda, com violino, Tin Winstle + o terrorismo que por décadas assolou a Irlanda + a minha paixão pelo estudo de conflitos = escolha pelo curso de Relações Internacionais, TCC na graduação e dissertação de mestrado envolvendo o IRA, terrorismo, etc.

Sério, nenhuma outra banda me levou, ao final das contas, a decidir meu futuro profissional. Só o Corrs.

Como não dar a eles o título de banda mais importante da minha vida?

Mesmo hoje eles não sendo a minha banda favorita, não tem como ser de outra forma, né?

A inspiração para finalmente escrever esse post veio do coração partido de não ver a Sharon Corr, que desde o primeiro segundo do fanatismo sempre foi a minha favorita na banda, que fará dois shows aqui no Brasil, daqui duas semanas.

O que me consola?

Ter visto o Corrs completo na Irlanda, antes do fim da banda, lá em 2004.

Foi fodástico!! Sonho mais que realizado!

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal

Pois bem, como falei lá em cima, não farei textos assim para todas as bandas no Uma Música Por Álbum.

Mas este post, para o Corrs, é pagamento de dívida que eu tinha comigo mesma.

E uma singela homenagem a todos os amigos feitos graças a banda.

Volto mais tarde.

Daqui a pouco. Com a parte II.

Volto mais tarde | Ao som de The Corrs |

R.I.: O Meu Mundo em 2015

A ONU tem feito uma pesquisa global chamada O Meu Mundo em 2015.

pesquisa global onu 2015

Nela você pode votar em quais são as suas seis prioridades, para um mundo melhor.

As minhas?

myworld2005Já que não tinha “liberdades civis” optei por “liberdades políticas”, mesmo acreditando ser a primeira de maior importância.

Governo honesto e que responde às demandas da população deveria ser o básico, mas passa longe disso.

Do mais, votei naquelas que eu acho que são as competências de um Estado:

  • Segurança (como competência exclusiva);
  • Educação;
  • Saúde;
  • Infra estrutura (longe de ser exclusiva), principalmente o foco em saneamento básico.

Quais são as suas prioridades?

Não que votar lá vá mudar algum coisa (não vai), mas é interessante ver os resultados, como as pessoas no mundo colocam as suas demandas.

Para acessar, clique em My World 2015.

Volto mais tarde.

Ao som de Fiona Apple – Pale September.

Dica de Leitura: “O Segredo Libanês”, Por Lucas Mendes

Eu sempre falei em alto e bom som do orgulho que sinto pela minha origem libanesa.

Inclusive, demonstrei esse meu amor ontem, no Instagram, com essa maravilha feita pela minha genitora.

Arquivo Pessoal
Que culinária absurda. Arquivo Pessoal

Por coincidência ou não, o texto feito pelo Lucas Mendes na BBC Brasil fala do sucesso da imigração libanesa no mundo.

Cito:

Um argumento mais forte do sucesso libanês é adversidade. Houve duas grandes ondas imigratórias libanesas, uma de 1870 até 1920 e outra a partir de 1975, na guerra civil. Os principais destinos foram Estados Unidos, Brasil, Canadá, Argentina, Austrália e África do Sul. Onde foram deram certo.

O libanês Nassim Taleb, no seu último livro, Antifragile: Things that Gain from Disorder (Antifrágil, coisas que ganham com a desordem), sustenta, entre tantas coisas que ganharam com a desordem, está o vigor libanês não só fora, mas também dentro do Líbano.

“Parece caótico, mas é mais estável do que o Egito que parecia tão sólido. A estabilidade saudita também é falsa”, afirma.

A minha família veio na primeira onda…

Adorei o texto, as explicações dadas.

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Para ler, clique em O segredo libanês.

Volto mais tarde | Ao som de Dido – Grafton Street |

R.I.: 30 Fotos Fascinantes do Afeganistão, na Década de 60

É uma mistura gigantesca de emoções ver fotos do Afeganistão na década de 60, como mostrou o post 30 Fascinating Photos Of 1960s Afghanistan.

Lindo.

Interessante.

E deprimente, ao pensar no que se tornou.

Não que fosse um paraíso naquela época, mas…

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Para ver as outras, basta clicar no nome do post em inglês, lá em cima.

Volto mais tarde | Ao som de The Beatles – Yellow Submarine |

Dicas de Apps: Quais são os aplicativos mais populares do mundo?

A GlobalWebIndex, empresa especializada no monitoramento de aplicativos, fez um levantamento sobre quais seriam os mais populares em todo o mundo e a Veja publicou.

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Honestamente? Os que apareceram não me surpreenderam por estar ali, mas sim algumas posições ocupadas.

Como o WhatsApp, que eu pensava estar melhor colocado.

Para ver a lista completa, clique na figura.

Volto mais tarde | Ao som de The Cardigans – You’re The Storm |

Dicas de BH: Exposição “Cervejas do Mundo”

Nessa semana, eu fui convidada para ir ao lançamento da exposição “Cervejas do Mundo”, que está acontecendo lá no DiamondMall.

Exposição essa que conseguiu reunir coisas que eu gosto bastante: história, mundo e cerveja.

Soa meio alcoólatra escrever isso, eu sei, mas é verdade. Adoro experimentar cervejas diferentes, de outros países. Conhecer suas histórias, então, nem se fala.

Acervo pessoal
Acervo pessoal

Os textos vistos na foto acima contam curiosidades sobre a bebida, sua história, a relação com a Igreja e são bem interessantes.

Além disso, rótulos, tampinhas, garrafas e copos também estão expostos. Impressiona pensar a produção da cerveja em locais que, por simples e pura ignorância, nem imaginava que poderia acontecer.

Tipo aqui:

Acervo pessoal
Acervo pessoal

Outro ponto interessante é que os organizadores estão oferecendo oficinas gratuitas sobre três grandes escolas: a inglesa, belga e holandesa, além de dar dicas de harmonização. Aos que interessarem: liguem no (31) 3330-8633 e vejam se ainda há vagas.

Não é grande a exposição e acho que vale a visita, principalmente aos que já estiverem no shopping.

Oficinas:

03/08 (sábado) – Escola Alemã / horários: 16h, 18h, 20h

04/08 (domingo) – Escola Inglesa / horários: 16h e 18h

08/08 (quinta) – Escola Belga / horários: 18h30 e 20h

09/08 (sexta) – Escola Alemã / horários: 18h30 e 20h

10/08 (sábado) – Escola Inglesa / horários: 16h, 18h, 20h

11/08 (domingo) – Escola Belga / horários: 16h e 18h

Exposição:

Entre 01 a 11 de agosto, piso L3 , das 10h às 22h.

Volto mais tarde | Ao som de Andrea Corr – Ten Feet High |

TED Talks: David R. Dow, Lições Dos Presos No Corredor Da Morte.

O TED do David Dow fala sobre pena de morte. No Texas, particularmente.

ted_talks

Mas o ponto principal que ele quer apontar pode ser aplicado para todos os lugares do mundo. E me fez pensar em várias coisas.

Como pode o Estado agir antes daquela pessoa, que cometerá um assassinato que a levará ao corredor da morte, de fato tome essa ação? Nos anos anteriores a isso?

Gosto de coisas que me fazem pensar, independente do grau de acordo que esteja com elas.

Interessante.

Volto mais tarde | Ao som de Gomez – Miles End |

Infográfico: Os Cartazes Brasileiros, Pelo NYT

Bacana o infográfico interativo feito pelo The New York Times, que traduz vários dos cartazes mostrados nos protestos aqui no Brasil.

info-nyt

Tem que entrar lá pra ver, tá?

The Signs of the Brazilian Protests

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