Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do Pulp Fiction

Foi na semana passada, dia 10 de setembro, mas eu só vi ontem, então…

Há 20 anos atrás, era lançado Pulp Fiction.

Um dos primeiros do Quentin Tarantino e um dos únicos que eu assisti inteiro.

1994-pulp-fiction-poster2

Sim, personas, eu não tenho estômago para ver os filmes dele.

Um tanto de gente fala que eu sou besta por isso, mas é a verdade….pressão cai horrores!

E ainda bem que vi o Pulp Fiction! Não somente por ser excelente, mas a trilha sonora é inacreditável! Amo demais!

O que dizer do Urge Overkill, com a sua: Girl…..tan dan tan tan….You’ll Be A Woman….. Soon!

Sensacional!!

Eu não sou cinéfila, então me sinto totalmente incapaz de escrever algo mais aprofundado sobre o filme.

Só falo que ele é incrível, incrível, incrível…E que a Uma Thurman tava phodona.

Para ler resenha, veja a do Move That Jukebox, aqui.

Parabéns ao filme, vindo daquele monstruoso 1994.

Volto mais tarde | Ao som de Urge Overkill – Girl, You’ll Be A Woman Soon |

Música do Dia: Urge Overkill – Girl, You’ll Be A Woman Soon

Um dos poucos do Tarantino que meu coração conseguiu aguentar…

urgeoverkill001

Trilha sonora boa pra caramba…para não falar outra coisa.

I love you so much, can’t count all the ways
I’ve died for you girl and all they can say is
“He’s not your kind”
They never get tired of putting me down
And I’ll never know when I come around
What I’m gonna find
Don’t let them make up your mind.
Don’t you know…

Girl, you’ll be a woman soon,
Please, come take my hand
Girl, you’ll be a woman soon,
Soon, you’ll need a man

Volto mais tarde | Ao som de Urge Overkill – Girl, You’ll Be A Woman Soon | 

Cinema: Todas As Referências Da Cultura Pop Nos Filmes Do Tarantino

Eu sou uma pessoa que tem proibição médica de ver os filmes do Tarantino.

De verdade. Só vi o Pulp Fiction.

Mas mesmo sem ter visto 99% das cenas, achei legal demais o vídeo Every Pop Culture Reference from Tarantino Movies

poptarantino

Só que eu não consegui colocar aqui, então clique ali no link acima pra assistir ao vídeo.

Volto mais tarde.

Ao som de The Prentenders – All My Dreams

Coluna da Primogênita: Review – Django Livre

Sei que o tema da minha coluna aqui é viagens e dicas de lugares, porém como a nossa querida autora do blog tem contra-indicações médicas (decretadas por mim! Rá!) de assistir filmes com excesso de violência, ela é privada do deleite de assistir um Tarantino! E como o words of leisure sempre teve o compromisso com um conteúdo atual e interessante, eu me senti na obrigação de fazer um post sobre Django Livre (Django Unchained). Confesso que estou um pouco tensa, já que passo longe de ser uma expert em cinema, portanto, falarei apenas as minhas impressões.


Há um grupo de diretores que, independentemente da fase ou do tipo de filme que estão fazendo, me levam ao cinema logo na primeira semana da estreia. Dentre eles, cito Woody Allen, Almodóvar e Quentin Tarantino. Esses caras, mesmo quando fazem um filme considerado fraco na sua filmografia, na minha opinião, são, em geral, muito superiores ao que se vê por aí!

E quando o Tarantino lança um filme, que a crítica especializada diz ser o seu auge, aí, eu estou no cinema na sexta-feira de estreia. Já começo dizendo que, não concordo, não acho Django melhor que seus outros filmes! É ótimo, com todos os elementos que fazem o Quentin o gênio que é! Mas, Django não me deixou completamente extasiada como quando assisti a Pulp Fiction. Tudo bem, tenho que dar um desconto, Pulp Fiction foi o primeiro Tarantino que vi, então não tem como comparar essa sensação de quando algo fantástico ocorre pela primeira vez! A beleza, a violência quase surreal de tão estética de Kill Bill, com toda sua energia, não são tão intensas em Django. Mas ainda assim, as imagens do interior americano e o clima western desta última produção são de tirar o fôlego! A releitura da história, a partir da imaginação do diretor, também não é uma novidade. Em Bastardos Inglórios, a caça aos nazistas por um grupo de judeus foi um delírio vingativo e controverso criado por Tarantino. Agora, o tema é a escravidão e o herói é um negro, libertado da condição de escravo e que se torna um caçador de recompensas. Mais uma vez, um tema doloroso, abordado de forma imaginativa e por vezes, hilária, o que dá a típica polêmica aos seus filmes! E o delírio é tanto que achei o filme um pouco longo!

Dito isso, Django Livre é excelente! Interpretações inspiradas, com destaque para Leonardo di Caprio, Samuel L. Jackson e claro, Cristopher Waltz! Apesar deste último merecer todos os prêmios, visto o ator sensacional que é, acho que o Di Caprio tem que ser homenageado de alguma forma (#prontofalei!), sua atuação está muito boa! Os diálogos impagáveis,o humor negro característico, a trilha sonora sempre muito bem selecionada fazem com que este seja um ótimo motivo para sair de casa e ir ao cinema! Vale assistir na telona!!

Elenco Django Livre. Faltou o ótimo Samuel L. Jackson!

E se mesmo com tudo isso, você ainda precise de um incentivo adicional, segue o trailer abaixo e a informação que Django Livre já ganhou 19 prêmios dentre eles, 2 Globos de Ouro – melhor ator coadjuvante para Cristopher Waltz e melhor roteiro. Concorre ao Oscar nas mesmas categorias, além de melhor filme e outras categorias técnicas!

Ou seja, caso você não tenha nenhuma contra-indicação para filmes com nível de violência maior, sugiro muito assistir!