Música do Dia: Beck – Loser

Oh música excelente.

Moço que me impressionou no Planeta Terra, mesmo eu não tendo aproveitado tanto o show quanto poderia.

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And a maggot on your sleeve
So shave your face
With some mace in the dark
Savin’ all your food stamps
And burnin’ down the trailer park

(Yo. Cut it.)

Soy un perdedor
I’m a loser baby, so why don’t you kill me?

Volto mais tarde | Ao som de Beck – Losers |

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Minha Retro 2013: Um Ano de Grandes Shows

2013 começou como que não quisesse nada.

Terminou com um dos melhores anos da minha vida, em termos de shows assistidos.

6. Barão Vermelho, 22.fevereiro.2013 (clique aqui para ler o relato)

Claro que eu sabia que o show do Barão seria bom. Não quanto foi.

Incrivelmente bom.

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal

5. Elton John, 09.março.2013 (clique aqui para ler o relato)

O show do Elton John colocou Belo Horizonte como mais um local para grandes shows no Brasil, graças a reabertura do Mineirão.

Ver aquele senhor fazer o que bem entende com o piano foi algo, realmente, impressionante.

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04. Paul McCartney, 04.maio.2013

Na época em que Sir. Paul McCartney veio falar Uai, questões particulares me impediram de escrever a respeito.

Mas assistir ao show ao lado do homem que me ensinou a gostar de música, a gostar de Beatles, foi muito além de um sonho realizado.

Mesmo sendo a segunda vez que o vi no palco.

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03. Julieta Venegas (clique aqui para ler o relato)

Não esperava, mesmo, um dia ver essa artista que eu tanto admiro, que tanto me encanta, aqui na minha cidade.

Show delicioso, sensacional, em pleno Parque Municipal.

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02. Travis (clique aqui para ler o relato)

Uma das minhas bandas favoritas, que veio de “brinde” em um momento tão importante na minha vida.

Show lindo, lindo, lindo.

(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)
(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

01. Blur  (clique aqui para ler o relato)

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Enquanto eu não esperava ver a Julieta Venegas em Belo Horizonte, já tinha alguns anos que eu não esperava ver o Blur em lugar algum.

Uma das bandas mais importantes da minha vida.

Show marcante, imbatível, um dos melhores, ever! Que pude assistir ao lado de pessoas muito especiais.

Top, top, top.

Será que 2014 baterá 2013?

Truco, hein?

Volto mais tarde | Ao som de Blur – You’re So Great |

Música: Planeta Terra – O Blur e a Busca Por Um Novo Propósito

Ao sair do Planeta Terra, meu melhor amigo sentenciou:

“Precisamos encontrar um novo sentido para a vida da Viviane. Agora que ela viu o Blur ao vivo, vai fazer o quê?”.

Exageros a parte, claro, a frase demonstra a importância do momento vivido no último sábado.

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Fonte: Planeta Terra

Não foram poucas as vezes que eu relatei a importância da banda na minha vida. Ela representa, juntamente com o Oasis, o momento em que meu gosto musical passou a ser pautado pelas minhas próprias escolhas e não mais por tanta influência dos meus pais ou da primogênita.

A partir do Blur, não somente conheci outras bandas maravilhosas, mas também pessoas, algumas que estavam comigo lá no Festival.

Não fui aos shows que fizeram por aqui em 1999 e o grande recesso dado por eles em 2005 (se não me engano) me fez ter a certeza, e a frustração, que jamais os veria ao vivo.

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Tudo isso somado explica a ansiedade que sentia antes do show começar e que me impediu, inclusive, de acabar de ver o show do Beck que acontecia no palco ao lado. Mas isso foi bom porque me permitiu encontrar os amigos que falei acima e poder passar por aqueles momentos que estavam por vir ao lado de pessoas que estavam tão felizes e empolgadas quanto eu.

Quando o Graham, Damon, Dave e Alex entraram no palco, na inércia eu fui com eles e o público ao cantar Girls & Boys e There’s No Other Way. Mas, foi quando Beetlebum começou e o Damon entoou “And When She Lets Me Slip Away….” que a ficha caiu: eu realmente estava vendo aquelas pessoas logo ali em frente. Aí o choro desceu. Fortemente.

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O que se viu ali foi uma banda que mostrou uma energia e vontade incrível, tocando o fino da música com a precisão e talento que sempre os marcaram. Mais velhinhos, gordinhos e sem dentes, mas ainda os meus queridos! E era muito bom olhar para eles sorrindo, felizes!
A plateia estava totalmente em sincronia, cantando todas as músicas (eu e meus amigos? Literalmente todas!).

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O setlist foi maravilhoso! Claro que, se dependesse de mim, eles tocariam todas as que compuseram na vida, então, não tinha como não sair com a sensação de que faltou alguma coisa (Chemical World!!!). Assim, não posso reclamar, apenas torcer para que eles voltem logo e toquem outras!


Com o Phill Daniels, que foi uma maravilhosa surpresa pra mim!

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Indubitavelmente, um dos melhores shows da minha vida.
Indubitavelmente, um dos momentos mais felizes da minha vida.
Muito obrigada, Planeta Terra, por realizar meu sonho.
Ao Blur, por tornar a realidade algo muito melhor e maior que meu sonho.

Post mais que dedicado ao Alexandre, Cristina, Regina, Persionlino e todos os queridos amigos que fiz por conta dessa maravilhosa banda.

Volto mais tarde | Ao som de Blur, simplesmente. |

Música do Dia: Blur – Chemical World

Como o meu setlist perfeito de um show do Blur os levaria a fazer um show de 20 horas, claro que “algumas” músicas que queria muito ouvir ficaram de fora.

Chemical World foi uma ausência muito sentida…

PS: Muito novinhos nesse vídeo! Que apertáveis!

Volto mais tarde | Ao som de Blur – Chemical World |

Música do Dia: Travis – Flowers In The Window

A execução dessa música, no último sábado, foi um dos momentos mais fofos que já vi em um show.

Mas como não achei a versão acústica, vai a normal mesmo.

Travis - Flowers

Wow look at you now
Flowers in the window
It’s such a lovely day
And I’m glad you feel the same
So just stand up, up in the crowd
You are one in a million
And I love you so
Let’s watch the flowers grow

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Flowers In The Window |

Música: Planeta Terra – O Festival e o Travis

Como falei em outras ocasiões aqui no words of leisure que mesmo sendo alucinada com música e shows, nunca fui ligada a festivais.
Mas isso teve que ser deixado de lado quando o Planeta Terra anunciou uma das bandas mais importantes da minha vida como atração principal: o Blur.
Só que esse foi um momento tão especial, tão marcante, que receberá um post a parte.

Fonte: Planeta Terra
Fonte: Planeta Terra

Este será dividido em duas partes.

Sobre a organização:

  • Como não tenho nenhum histórico com o festival, não posso comparar como era antes, no Playcenter. Mas gostei demais do Campo de Marte. Com um público de 27 mil pessoas, o aeroporto comportou a todos de uma forma muito agradável. A distância entre os palcos estava ótima para aqueles que queriam transitar entre eles (não era o meu caso) e tinha um bom espaço para aqueles que queriam fazer outras coisas enquanto esperavam as bandas que queriam ver (o meu caso). Sem contar que o som estava excelente.
  • Foi a primeira vez na vida que eu comprei ingresso para fazer retirada no local. Estava meio tensa em relação a isso, pensando em confusões com filas e horários. De fato, ocorreu problema: o sistema caiu e os ingressos não estavam sendo impressos. Não sei como foi na hora que aconteceu (se foi antes da bilheteria abrir ou não), só sei que quando cheguei o problema “tinha sido resolvido”, já que o protocolo de compra foi suficiente para entrar. Poderia ter sido um caos. Não foi.
  • As filas para comprar comes e bebes estavam grandes. Talvez possam colocar mais caixas? Mas nada que tenha atrapalhado o meu humor.
  • Show/Festival sem ter que usar banheiro químico foi tudo de bom.
  • A pontualidade deve ser exaltada. Impecável. Poder chegar e ir embora de metrô, também!

Sobre os shows: não vi nada que tocou antes do Travis. Já os outros…

  1. O pouco que ouvi do The Roots, gostei demais! Os caras são excelentes, mesmo não sendo o hip hop algo que eu entenda muito. Música de muita qualidade.
  2. Juro que cheguei ao Terra sem saber quem era a Lana Del Rey. Conclusão pós show? A moça é linda. E continuarei sem saber quem ela é. Voz fraca de dar dó. (Fãs da moça, não me matem. É só a minha opinião…)
  3. O Beck é daqueles músicos incríveis, né? Do tipo “genial”. Banda excelente, músicas idem. Mas eu vi pouco, porque estava na pilha para o Blur. Só que do pouco que vi: sensacional!

Agora, o Travis! Ah, o Travis!

(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)
(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

Eu iria ao Planeta Terra somente pelo Blur. Ver o Travis foi daqueles brindes mais que incríveis, sabe? Quase tão bom quanto o produto principal.
A banda tem uma energia maravilhosa nos seus álbuns, que fica ainda mais intensa ao vivo. A combinação de um incrível pôr do sol com aquelas músicas deliciosas que eles escrevem tornou toda a atmosfera deliciosa.
Uma das coisas mais legais era olhar para o palco e ver que os caras estavam felizes, sorridentes, curtindo aquele momento.
Não posso reclamar de nada do setlist, mesmo eles não tocando algumas músicas que eu gosto demais.
Driftwood deixou meus olhos cheios de água.
Flowers in the Window foi fofíssima, com os quatro tocando juntos, em versão acústica.
Where We Stand, com o Fran Healy junto ao pessoal, foi sensacional!

Foto: Renan Facciolo.
Foto: Renan Facciolo.

Show lindo, lindo, lindo!
Saí ainda mais fã do que era!

Quem não conhece o Travis, favor clicar no nome deles na lista de Tags (marcações) abaixo, para ver todos os posts que já fiz dos escoceses. Vale a pena demais!

Abaixo, o setlist lindão.

Fonte: Página do Planeta Terra no Facebook
Fonte: Página do Planeta Terra no Facebook

 

Volto mais tarde.
Com a parte 2, dedicada ao Blur.

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Where You Stand |

Música: Cinco dicas pra passar um dia incrível em festivais!

Mesmo sendo totalmente obcecada por música e viciada em shows, festivais nunca foram a minha.

Por isso mesmo, achei útil o post feito pela Dani Cruz, Cinco dicas pra passar um dia incrível em festivais!.

Se teve alguma utilidade pra mim, pode ter para outros, né?

5DICAS

Entre elas:

Alguns itens que vão ajudar muito se estiverem na sua mochila: protetor solar, capa de chuva, uma blusa – apesar de ser em novembro, sempre esfria à noite e a pior coisa é passar frio em show -, canga pra sentar no chão sem estragar a roupa e muiiiiiito pique! Também prefiro levar dinheiro em espécie e não só o cartão, isso agiliza na hora de comprar as fichas do bar e garante caso tenha alguma falha de sinal nas máquinas de débito e crédito.

Bacana.

Para ver as outras, clique na figura acima.

Que venham Travis e Blur….e resistência…e pique.

Volto mais tarde.

Ao som de Travis – Eyes Wide Open

No iPod: As 20 melhores músicas do Blur, entre outros

Está difícil fazer qualquer coisa nessa semana, a não ser pensar que daqui alguns poucos dias eu verei uma das minhas bandas mais queridas, ao vivo. Quando a realização de um sonho está prestes a acontecer, é difícil ter foco.

Vários sites estão postando entrevistas com o Blur, especiais, demonstrando o valor do grupo, muitas vezes não reconhecido aqui no Brasil.

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Uma das coisas mais bacanas que vi foi o ESPECIAL: As 20 melhores músicas do Blur feito pelo Pergunte ao Pop.

Algumas críticas são postas que são aceitáveis, mesmo que não concorde totalmente com elas. Sem contar que é uma lista feita a partir de votação. Sempre poderá ser contestada.

Exemplos?

Uma das músicas que ficou em 20º lugar está fácil no meu Top 5: This is a Low.

For Tomorrow também estaria muito melhor posicionada.

The Universal,  com seu perfeito “When the days they seem to fall through you / Just let them go” não fica no lugar mais baixo, no meu pódio.

Mas, ainda assim, muito legal o post. Concordo totalmente com a descrição de You’re So Great.

Clique aqui para acessar a lista completa.
Clique aqui para acessar a lista completa.

E Charmless Man, feita pelo meu amigo Tomaz.

Clique
Pode clicar aqui também

O site do Terra também está com links bem legais:

“Blur foi a mais inglesa das bandas do Britpop”, diz crítico

Blur foi a primeira banda a ser procurada para Planeta Terra 2013

“Toco em todos os shows como se fosse o último”, diz baixista do Blur

Planeta Terra: entenda “briga” entre Oasis e Blur

 

Haja coração para aguentar a ansiedade…

Volto mais tarde | Ao som de Blur – End of a Century |

Música do Dia: Travis – Why Does It Always Rain On Me

Mel Dels, Travis e Blur no mesmo dia???

travis

A minha reação ao anúncio do Blur foi elevada à décima potência com essa!

Não viu qual foi? Clique aqui.

Travis é lindo demais…

Oh where did the blue sky go? oh why is it raining so?

It’s so cold

Why does it always rain on me?

Is it because I lied when I was seventeen?

Why does it always rain on me?

Even when the sun is shining I can’t avoid the lightning

Why does it always rain on me?

Why does it always rain on

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Why Does It Always Rain On Me |

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No iPod: Blur no Brasil!

Desde a criação do words of leisure, mais de dois anos atrás, eu resisti em fazer o que estou prestes a escrever.

Mas é com muito orgulho que coloco a minha primeira sequência de palavrões por aqui.

Afinal, razão mais nobre não há.

Tampouco palavras para substituir…

PS: Puritanos, Vade retro!!

blur

Puta que pariu! Puta que pariu! Puta que pariu! Puta que pariu! Puta que pariu! Puta que pariu! Puta que pariu!

ok….

Morri.

Mas só um pouco.

Objetivo de vida: cuidar da saúde como nunca, para chorar e me acabar em novembro.

Não ter ido ao show que a banda fez no Brasil, em 99, é meu maior arrependimento na vida (no que se diz respeito a shows, claro).

Para ler a reportagem do Omelete, clique aqui.

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