Café & TV: Lições de emprego, por Peggy Olson

Amanhã irá ao ar o primeiro episódio, da última temporada de Mad Men.

Na minha opinião, não há dúvidas que uma das personagens mais interessantes nessa jornada toda é a Peggy Olson, muito bem interpretada pela Elisabeth Moss.

Pensar em como a personagem começou, insegura e querendo agradar a todos, até ser bem sucedida como é “hoje”, é bem legal.

O LA.Times fez uma lista, como 11 lições de trabalho a serem aprendidas com ela.

Entre elas.

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E essa!

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A-DO-RO.

Para ver as outras, basta clicar nas figuras acima. Qualquer uma delas.

Volto mais tarde | Ao som de Os Mutantes – Panis et Circenses |

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 125 Anos do Charles Chaplin

Se estivesse vivo, este rapaz teria completado 125 anos. Ontem, não hoje.

Perdi a data certa, mas não teria como deixar em branco.

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Eu tenho até dificuldades em escrever sobre uma pessoa tão grandiosa, tão genial como ele. Acho que tudo já foi dito, né?

Então, ficam a admiração e o respeito. E as homenagens eternas.

Abaixo, em um de seus momentos mais sensacionais.

Brilhante, brilhante.

Volto mais tarde | Ao som de Os Mutantes – Baby |

Música: 10 Canções Fundamentais do Rock Brasileiro nos Últimos 50 Anos

Quem acompanha o words of leisure já percebeu que eu não escrevo sobre música brasileira com o mesmo conforto que faço ao discorrer sobre aquela feita na Inglaterra, Irlanda, EUA, etc…

Por isso mesmo, não me sinto à vontade para comentar muito sobre a lista postada na Revista Bula, com as 10 canções fundamentais do rock brasileiro nos últimos 50 anos.

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Só sei que uma lista com um propósito deste não poderia deixar de ter Os Mutantes.

Tem.

Então, ok.

Ficaria melhor colocado se a lista fosse minha? Sim. Mas ainda assim, ok.

Adoro horrores a que ficou em primeiro lugar. Não sei se teria o mesmo posto em uma lista minha (ficaria, sim, muito bem posicionada), mas não me traz desconforto. Muito pelo contrário.

Sem mais delongas, cliquem no Raul para ver quais são as 10.

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No iPod: A Rolling Stone e os 40 Discos Mais Chapados

A Rolling Stone lançou uma lista com os álbuns mais drogados/chapados da história.

Lista essa em que o Brasil está incrivelmente bem representado pelo genial/magistral/sensacional Mutantes!

Sim, esse é um momento #orgulhomodeon, porque esse disco é brilhante.

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Os Mutantes were kids when they made this debut: Sergio Dias Baptista was only 17, his brother Arnaldo was 20 and singer Rita Lee just 21. But their irreverent blend of Brazilian pop and Anglo-American rock (like that of their cohorts Gilberto Gil and Caetano Veloso) made for a wild, idea-packed ride where the tunes (“Panis et Circencis,” “Baby”) come as fast as the sonic surprises. It’s one of the late-Sixties’ most mischievous head trips, which is saying something.

Não, não faço apologia às drogas. Mas que tem muita música boa feita sob efeito delas, como tem!

Para ver a lista completa, clique aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Os Mutantes – Baby |