Esportes: Quadro de Medalhas, Dia 02

Dia sem medalhas para o Brasil, o que significa queda no quadro de medalhas. Acontece.

Amanhã tem mais.

Boa semana a todos!

Volto mais tarde.

Ao som de U2 – Discotheque

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Esportes: Quadro de Medalhas, Dia 01

Para começar, aproveito esse espaço para dar meu braço a torcer. Nunca fui fã do Thiago Pereira (#KaioMarcioéRei), mas hoje torci absurdo por ele e vibrei demais com essa maravilhosa prata. Lindo, lindo, lindo.

Parabéns, Thiago!

Não, eu não postarei só sobre as Olimpíadas no tempo em que ela estiver acontecendo.

Mas, hoje, meu dia foi dedicado basicamente a ela. Não teve como. Lindo demais e histórico esse 28.julho.2012.

Brilhante, brilhante, brilhante!

Volto mais tarde.

Ao som de John Mayer – Belief

Imagem do Dia: Londres 2012 e Absolutely Fabulous

Eu já comentei antes que só mesmo uma Olimpíada em Londres, capital do país que tem a melhor música do mundo, para colocar o Muse como trilha sonora oficial.

E somente os Jogos lá para nos dar uma cena como essa! (Sim, a imagem é de ontem, mas mesmo com atraso eu não poderia deixar passar em branco).

Joanna Lumley e Jennifer Saunders! Sou muito fã! Fonte: The Guardian

 Volto mais tarde.

Ao som de No Doubt – Stand and Deliver

Infográfico: As Mulheres Nos Jogos

4 dias!

Muito, muito interessante o infográfico feito pela BBC Brasil, que mostra a evolução da participação das mulheres no Jogos Olímpicos.

Fonte: BBC Brasil

Em Atenas, 1896, o único papel representado por elas era o de coroar os vencedores.

Em Londres, 2012, a expectativa é que os três únicos países que nunca enviaram mulheres aos Jogos, finalmente o façam – Arábia Saudita, Catar e Brunei. O COI ameaçou suspendê-los, por não cumprirem a exigência de igualdade entre os gêneros.

Para ver os dados e as curiosidades, clique aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Athlete – Half Light |

Esportes: Brasil Tem Que Ser Realista, Mas Também Ambicioso

5 dias para os Jogos!

Alguns dias atrás, li uma entrevista em que o superintendente de esportes do COB, Marcus Vinicius Freire, falava que a expectativa para Londres 2012 é ter o mesmo número de medalhas que em Pequim 2008: 15.

Infelizmente, não vai rolar de lutar pelo ouro, né Fabiana? Situação compreensível.

Não gostei nem um pouco. É óbvio que ser realista é fundamental, mas o mesmo número? Sério?

O toque de realismo é necessário, por exemplo, no caso da Fabiana Beltrame que, mesmo campeã mundial, espera estar entre o sétimo e décimo-segundo lugar. E por que isso? Porque ela não competirá na classe que a levou ao título inédito para o Brasil, já que essa não é uma categoria olímpica. Então, é bem simples entender que ela não lutará pelo ouro, como gostaríamos, e consequentemente, não cobrar dela resultados impossíveis.

Mas um pouco de ambição não mata, muito pelo contrário. Só que com os investimentos feitos, fica difícil mesmo.

Meu colega de escola, Daniel Ottoni, escreveu a respeito disso no blog dele:

Presente, mas com as aspirações estagnadas

“Apoiar a trajetória e as dificuldades de um ciclo olímpico nem passam pela mente e vontade de muitos empresários e governantes, que mostram algum reconhecimento em períodos que vão de acordo com seus interesses pessoais.

Desta forma, dificilmente seremos uma potência olímpica. O governo também insiste em não dar ao esporte a valorização para produzir cidadãos e atletas de destaque e respeito. Se a base não funciona, o esporte nunca terá a função que lhe cabe. Estamos desperdiçados, em talentos humanos, assim como acontece com nossos recursos naturais, amplos e ao mesmo tempo escassos em sua produtividade e potencial.

A expectativa do COB é ter resultados de investimentos feitos no Rio 2016, como o dobro de medalhas além de estar entre os 10 primeiros no quadro de medalhas.

Veremos.

Volto mais tarde.

Ao som de Fiona Apple – Werewolf