Música do Dia: The Corrs – No Frontiers

Faltava tão pouco…

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In your eyes faint As the singing of a lark,
That somehow this black night,
Feels warmer for the spark,
Warmer for the spark,
To hold us ‘til the day,
When fear will lose its grip,
And heaven has its ways,
Heaven knows no frontiers,
And I’ve seen heaven in your eyes

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No Meu iPod: Sharon Corr, “The Same Sun”

Recentemente, fiz dois posts em homenagem ao Corrs e a importância da banda na minha vida:

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 1

Música: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 2 

Neles, eu disse como dentre os quatro irmãos, o meu favorito sempre foi o segundo na linha de sucessão dos senhores Gerry e Jean Corr, a mais velha entre as moças: Sharon Corr.

Sempre achei a mais talentosa de todos, com o maior tino musical.

Ela tocará hoje, em São Paulo, com ingressos esgotados. E eu não verei. Nem no dia 20, com direito a gravação de DVD. Este, acho que ainda tem ingressos disponíveis, mas posso estar errada.

Só não fico deprimida porque meu motivo de não ir é muito bom!

Espero que ela entenda esse sucesso de vendas aqui, além do carinho dos fãs, como sinal para voltar, logo!

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Dentro do grupo, ficava como vocal de apoio à irmã caçula e eu gostava disso, que sua voz mais grave era um perfeito apoio a mais aguda, da Andrea. Sem contar que isso a permitia focar naqueles momentos em que ela é absolutamente incrível: o violino. Tipo aqui, de olhos fechados…

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Dica de Site: Motif

Há um tempo atrás, conheci o Motif, cujo uma das criadoras é irmã de uma das pessoas mais especiais que conheço nesse mundo. Mas não é por isso que o coloco como dica. É porque é muito bom, mesmo.

O site entrevista personalidades nacionais e internacionais tendo um maravilhoso tema como foco: música.

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Uma das coisas que mais me impressionou nele, de cara, é a qualidade estética: é daquele tipo de site que dá muita vontade de navegar, de ver o que tem dentro.

São lindas as fotos.

Depois, claro, vem a conteúdo.

Muito legal ver a gama, a diversidade de pessoas ali entrevistadas.

Obviamente, fui direto naquelas de pessoas que eu gosto, como Ronaldo Fraga, Cris Guerra, Fernanda Takai. Mas li também daqueles que nem acompanho.

Dessa última, cito um pequeno trecho:

Que disco da sua coleção ganha destaque, um cantinho especial?
Tem um disco que chama The Warrior. Quando meu pai trabalhou na África do Sul, foi uma época em que quase toda a família se mudou pra lá. Ele praticamente pediu demissão, porque não aguentava ficar longe da família e minha mãe não queria ir. Eu tinha quatro anos, e meu irmão do meio tinha um. Aí a firma falou pra ele voltar, ele voltou e trouxe uma fita que era um espetáculo. Era na época do Apartheid, talvez em 1975. Era um musical com cantores zulus que contava a história de um casal separado, porque eles saem da tribo e vão morar na cidade. Tem esse questionamento todo, de você ter que abandonar suas raízes e buscar outra história. E é tão melodioso, tão harmonioso. Eu tenho até hoje. De vez em quando, eu copio pras pessoas, porque ninguém conhece, ninguém nunca ouviu falar. Só quem foi à África do Sul como turista ou trabalhou lá. Foi um musical que ficou em cartaz durante muitos anos. E a cantora original tem uma história triste: ela sofreu um derrame quando era muito nova, com menos de 40 anos, em pleno palco, e a vida artística dela praticamente acabou. Ela só sobreviveu porque o marido dela, que era baixista, se desdobrou pra sustentar a família. Ela passou os últimos anos em cadeira de rodas. É uma história de amor muito bonita! Como eu sou casada há praticamente 20 anos, eu me inspiro nesse tipo de coisa.

Meu único “porém” é que não tem como acompanhar as atualizações por RSS, mesmo tendo pelo Facebook, twitter, G+, Pinterest, Instagram e Newsletter. Mas não tem o meu amado RSS….

Ideia muito legal, site lindo e com excelente conteúdo. Um ótimo entretenimento.

Fica a dica.

Para acessar, basta clicar na figura acima.

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Dica de Leitura: Mais Um Pouco Sobre o Antes da Meia-Noite

Eu já discordei veementemente do Pablo Villaça quando o assunto é política, no Facebook.

Como cansei, optei por ficar apenas com suas críticas de cinema.

Fiz bem, porque o texto que ele escreveu sobre o amado Antes da Meia-Noite ficou muito, muito bom!

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Construído a partir de longos planos que permitem que os diálogos fluam com uma naturalidade que nos aproxima de seus personagens (uma abordagem já presente nos filmes anteriores), Antes da Meia-Noite se beneficia do envelhecimento/amadurecimento do casal de atores: agora um homem com abundantes linhas de expressão e a voz enrouquecida pela idade e pelo cigarro, Ethan Hawke surge como um homem que ainda exibe a jovialidade do passado, mas contrabalançada agora pelo peso do tempo, ao passo que Julie Delpy, com rugas e alguns quilos a mais (que ela exibe com o conforto que a autoconfiança proporciona), parece ainda mais linda como mulher do que era como garota. Assim, se antes discutiam sobre o futuro, suas ambições, receios e sonhos, Jesse e Celine passam a se concentrar nos equívocos do passado e nos problemas do presente, referindo-se ao futuro apenas como um hipotético cenário no qual se encontrariam no velório do parceiro.

E aí reside a genialidade de Antes da Meia-Noite: seria fácil construir um terceiro capítulo romantizado que atuasse como clímax dos encontros anteriormente adiados, mas optar por trazer Jesse e Celine já num contexto de casal amadurecido é algo que oferece um olhar adequado e natural sobre a experiência de um amor consumado. Ora, se antes os jovens se conheciam e reconheciam, desta vez se possuem com uma familiaridade que apenas a convivência traz, substituindo a idealização do passado por um conforto óbvio diante um do outro – e também por uma irritação subjacente perfeitamente compreensível. Por outro lado, se antes podiam apenas tentar adivinhar o que se passava na mente um do outro, agora Jesse e Celine possuem PhD em Celine e Jesse, respectivamente, conhecendo-se bem o bastante para se tornarem fatais em uma discussão por saberem exatamente onde acertar, que ferida espremer e que memória azeda do passado recuperar no momento propício.

Para ler o texto completo, clique na figura.

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