Na Minha Estante: “Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã”

Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã foi mais um dos livros lidos no ano passado e que eu procrastinei para escrever o post a respeito.

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Sem mais delongas, vamos lá.

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Na Minha Estante: Diogo Mainardi, “A Queda – As memórias de um pai em 424 passos”

Eu li o livro do Diogo Mainardi ano passado. Esse é mais um dos posts que fui procrastinando, até mandar bater.

Provavelmente, entre o título e essa frase, eu já perdi alguns leitores, simplesmente porque vou falar sobre o Diogo Mainardi, né?

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Bom, sendo muito honesta, não dou a mínima.

Apenas adianto: quem deixar de ler o A Queda, por discordar das posições políticas do autor, será o grande perdedor na história.

Afinal, estará deixando de ler uma belíssima e tocante declaração de amor de um pai para seu filho.

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Na Minha Estante: Mathieu Lindon, “O que amar quer dizer”

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Um amigo leu o post que fiz sobre o “Só Garotos” e me emprestou o O que amar quer dizer, com a ideia de que se tinha gostado tanto daquele, gostaria desse também.

Sim, ele acertou. Adorei. Mas…*

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Esportes: Sobre a Espanha. Sobre o Xavi.

Eu não tenho expressado minhas opiniões sobre a Copa aqui no words of leisure.

É óbvio que, em termos dos jogos, ela está sensacional!

A eliminação precoce da Espanha gerou várias coisas na internet: análises, brincadeiras, textos.

Pra mim, o melhor de todos foi esse aqui, do Guilherme Palenzuela, sobre o grande Xavi.

Na minha opinião, um dos grandes dessa época. Que não ganhou o prêmio de Melhor do Mundo pelo acaso, chamado Messi.

A Espanha começou e acabou com Xavi. E nunca mais será a mesma

Muito, muito bom texto.

Xavi

Xavi é daqueles jogadores dos quais só se compreenderá o tamanho daqui a alguns anos. Aquela Hungria do Puskás. Aquela Holanda do Cruyff. Aquela Espanha do Xavi. É só 1,70m em campo. Pouca presença física, sem velocidade, agilidade, força, dribles desconcertantes, mas com uma capacidade de compreensão de jogo única e precisão técnica cirúrgica. E mesmo assim demorou para que ele tivesse os primeiros momentos de glória. A história de Xavi e do tiki-taka se misturam completamente. Xavi é o tiki-taka, e a Copa de 2014 denuncia que o tiki-taka é Xavi. Aquela história da equipe que se torna refém de um jogador…

Vale a leitura. Basta clicar na foto do moço.

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Na Minha Estante: Helen Fielding, “Bridget Jones, Louca Pelo Garoto”

Quando eu acabei de ler o A Cidade, O Inquisidor e os Ordinários, sabia exatamente qual seria meu próximo livro.

O que eu não contava era com uma viagem a trabalho…

Uma passada pela livraria do aeroporto…

E um livro que gritava pela minha atenção (livro esse já mencionado aqui no words of leisure)…

Assim, saí com Bridget Jones, Louca pelo Garoto (da Companhia das Letras) direto para a sala de embarque e mais de trinta páginas lidas até chegar ao meu destino final.

Foi então que me dei conta:

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal
  • eu li o primeiro livro e vi o filme;
  • mas apenas vi o filme do segundo.

Como poderia eu ler o terceiro livro da saga sem ter lido o segundo?

Sendo eu uma pessoa que não assiste a um filme que já tenha começado, mesmo que apenas 05 minutos antes, isso beirava o impossível. Mas eis que um pensamento libertador me veio a mente:

Nada mais honroso à figura da Bridget do que fazer as coisas de forma errada…

E como esse espírito de fazer jus a uma das mais importantes figuras da década de 90, eu devorei o livro rapidamente.

Sim, o TOC foi superado, mesmo que momentaneamente. Para breve alegria da Primogênita.

Desnecessário dizer que a leitura é super fácil, né? Excelente companhia para relaxar.

Ler as peripécias da moça, em um mundo com twitter, é pra lá de engraçado.

Mas tem algo de muito diferente nesse livro: não somente ele não é tão absurdamente engraçado como o primeiro, mas ele trouxe lágrimas aos meus olhos. E não de chorar de rir, como aconteceu inúmeras vezes no anterior.

Há momentos no livro que a vontade é de pegar a moça e dar colo. Carinho. Juro.

Não vou falar o motivo, para não perder a graça para os que ainda não leram. Só falo que ao mesmo tempo que a decisão da autora me deixou triste, aplaudo a sua coragem.

Quem já leu sabe do que estou falando… se concordam ou não, aí é outra história.

Helen Fielding continua a manter viva aquela personagem capaz de nos gerar todos os tipos de emoções possíveis.

A Bridget permanece apaixonante, como sempre.

O primeiro livro continua como o grande favorito, mas esse é super digno na saga.

A única tristeza foi saber que a Helen Fielding e Renee Zellweger não dançam mais no mesmo compasso, o que torna a possibilidade de um filme deste livro bem difícil.

Espero que elas se resolvam, honestamente. Porque não há Bridget Jones sem Renee. Não há.

Um bom livro para quem quiser espairecer. Fica a dica.

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Na Minha Estante: Paula Lobo, “Quando Eles Dançam”

Se tem uma coisa na vida que eu amo é ver quando uma pessoa sabe qual é o seu talento e o explora.

Quem visita o words of leisure sabe que eu morro de vontade de aprender a fotografar. Já sobre dança, eu nada sei: não entendo, não sei dançar, mas acho incrivelmente belo quando vejo quem sabe.

A Paula Lobo junta as duas coisas.

Meu Livro e Minha Mão
Meu Livro e Minha Mão

Conheci seu trabalho no ano passado, em novembro, quando vi alguns dos episódios do programa que ela fez e que foi transmitido pelo Multishow, o Mundo em Movimento***.

A moça é carioca, mora em NY e é fotógrafa de dança. Nele, ela viajou o mundo clicando este universo e as mais diversas manifestações culturais de lugares como Turquia, Japão, EUA, entre outros.

E aí, o negócio é o seguinte: desde novembro eu estou totalmente embasbacada pelo talento dela! Não, não há palavra melhor para descrever o sentimento.

A sensibilidade, a beleza, a sutileza, das fotos que ela tira é algo inacreditável. Não somente floreceu a minha vontade de saber fotografar de verdade, mas até tive vontade de aprender um pouco de dança e deixar de ser o robô que sou. Quem me conhece sabe que isso é bem inacreditável.

Meu Livro, minha mão e duas das minhas fotografias favoritas
Meu Livro, minha mão e duas das minhas fotografias favoritas

***Eu não consegui assistir a todos os episódios do programa e, desde então, enviei e-mails, tweets, mensagens no Facebook, para o Multishow, para a NET, para o NOW, pedindo para que sejam disponibilizados neste último. Nenhuma resposta até hoje, mas continuarei tentando.

Então, o meu alento veio quando descobri, no site da Paula, que ela estava para lançar um livro com suas fotos, o Quando Eles Dançam. Não tive a menor dúvida que teria que me dar de presente!

Ele fez jus a toda minha expectativa. A sensibilidade continua presente, assim como a beleza e a sutileza, tão presentes na televisão.

O poder da dança está ali e o olhar dela para colocá-lo em “um pedaço de papel” é digno de todos os elogios possíveis. Não é a toa que ela faz fotos para o New York Times: a moça sabe o que faz.

Só para vocês terem uma ideia:

Foto: Paula Lobo. Fonte: paulalobo.com
Foto: Paula Lobo.
Fonte: paulalobo.com
Foto: Paula Lobo. Fonte: paulalobo.com
Foto: Paula Lobo.
Fonte: paulalobo.com

Aos que interessaram, entrem no site dela para ver seu trabalho. Basta clicar aqui.

Vale a pena demais!

Finalizo não somente deixando os meus parabéns a ela por todo seu talento, mas também a agradecendo por revelá-lo ao mundo. Sensibilidade assim faz bem a alma…

Post atualizado, em 13/03/14:

Abaixo, vídeo feito na sessão de autógrafos na Livraria Travessa. Entrevista com a Paula Lobo, que conta mais sobre o processo de elaboração do livro.

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Na Minha Estante: Carlos de Brito e Mello, “A Cidade, O Inquisidor e os Ordinários”

Alguns dias atrás, eu postei um infográfico que mostrava As razões dos livros serem ótimos presentes.

Lembrei dele porque o último livro que li, A Cidade, o Inquisidor e os Ordinários, foi um presente de uma tia muito amada que sabe o tanto que sou louca por livros. Mesmo sem saber ao certo se gostaria deste, seguiu a sugestão do vendedor da livraria e me deu a obra do Carlos de Brito e Mello.

Que bom que o fez, porque ele é excelente.

O meu livro. Acervo Pessoal
O meu livro.
Acervo Pessoal

A chamada da Companhia das Letras captou, de cara, a minha atenção.

Um auto moralizante de classe média no Brasil dos dias atuais.

Não somente isso, mas também a forma do autor de escrever.
Diálogos fora do padrão e personagens com nomes para além do habitual fizeram com que eu demorasse um pouco para emplacar a leitura.

Mas, uma vez acostumada, o devorei, como vocês podem ver na figura abaixo, tirada do meu GoodReads.

PS: Não sabe o que é isso? Clique aqui, então.

goodreads

É só ver a quantidade de páginas lidas entre as datas para ver que estava gostando horrores daquilo que passava pelos meus olhos.

O livro é uma deliciosa sátira sobre os costumes. Em que o Decoroso busca fazer sua Inquisição sobre os Bobos.

Isso mesmo, os bobos.

Muito bom.

Certamente, um dos livros mais interessantes que li nos últimos tempos.

Recomendo demais. Fica a dica.

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Infográfico: As Razões Dos Livros Serem Ótimos Presentes

Quão adorável é o infográfico abaixo, compartilhado por um amigo no Pinterest?

Mostra as principais razões pelas quais os livros são ótimos presentes.

Na minha opinião, são os melhores!

Coincidência…..ou não…. o último que li, e próximo que postarei aqui, foi um que ganhei de presente.

Fofo.

livros-presentes

Entre as minhas razões favoritas:

  • Duram mais que bolo;
  • São mais baratos que diamantes;
  • Eles te levam a vários lugares;
  • Estão sempre na moda;
  • Servem para múltiplos propósitos…

Adorei.

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Infográfico: Os Livros Mais Populares da História

Sim, sim.

Este é um dos infográficos mais legais, ever!

Nada menos que os livros mais populares da história, com o número de traduções que eles tiveram, de edições e as milhões de cópias vendidas.

Estão ali, entre outros: Alcorão (Corão), Romeu e Julieta, Don Quixote, a Bíblia, Orgulho e Preconceito, As Aventuras de Huckleberry Finn e O Pequeno Príncipe.

Interessante até mandar matar.

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Vi aqui.

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Dica de Leitura: “Beleza Que Faz o Bem: Naylor Leva Carinho e Autoestima Para Casa de Repouso”

Poucos dias atrás, quando fiz um post sobre a Julia Valle, escrevi: “Eu sinto uma satisfação muito grande em poder falar que conheço pessoas que têm talentos absurdos nas suas áreas de atuação.”

Pois bem, o Naylor é um amigo que conheci graças ao nosso amor comum pelo Cardigans.

E qual foi a minha grata surpresa ao ver que o portal iG fez uma matéria especial com ele, sobre seu maravilhoso trabalho em uma casa de repouso em Santos, aonde corta o cabelo de velhinhos voluntariamente? Eu me lembro bem quando ele começou o projeto e é muito bom ver que tem tocado desde então.

Do arquivo pessoal dele.
Do arquivo pessoal dele.

O cabeleireiro não fez estes amigos por acaso. Ele corta os cabelos dos idosos da casa de repouso há dois anos, sem cobrar nada por isso. Às segundas-feiras, dia de folga do salão em que trabalha, ou aos domingos por volta das 15h30 – horário estratégico para não atrapalhar as refeições dos amigos, Naylor se coloca à disposição dos velhinhos, para todo mundo ficar mais bonito.

Para ler a reportagem completa (leiam!!!), basta clicar na figura.

Parabéns, Naylor. Emocionante o que você faz.

Volto mais tarde | Ao som de The Cardigans – Don’t Blame Your Daughter |

 

Na Minha Estante: Muriel Barbery, “A Elegância do Ouriço”

A Elegância do Ouriço chegou a minha casa como um presente dado a minha genitora. Aí, Primogênita também leu e adorou.

Assim, acabou nas minhas mãos.

Sugiro, honestamente, que logo esteja na de vocês.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal

O livro de Muriel Barbery é de uma delicadeza maravilhosa.

De acordo com a Companhia das Letras:

À primeira vista, não se nota grande movimento no número 7 da Rue de Grenelle: o endereço é chique, e os moradores são gente rica e tradicional. Para ingressar no prédio e poder conhecer seus personagens, com suas manias e segredos, será preciso infiltrar um agente ou uma agente ou – por que não? – duas agentes. É justamente o que faz Muriel Barbery em A elegância do ouriço, seu segundo romance.

Em outro momento:

As vozes da garota e da zeladora, primeiro paralelas, depois entrelaçadas, vão desenhando uma espiral em que se misturam argumentos filosóficos, instantes de revelação estética, birras de classe e maldades adolescentes, poemas orientais e filmes blockbuster. As duas filósofas, Renée e Paloma, estão inteiramente entregues a esse ímpeto satírico e devastador, quando chega de mudança o bem-humorado Kakuro Ozu, senhor japonês com nome de cineasta que, sem alarde, saberá salvá-las tanto da mediocridade geral como dos próprios espinhos.

Um história de amizades improváveis, fala sobre arte, literatura e cinema com uma inteligência adorável e um humor ácido maravilhoso, que super recomendo a todos vocês.

Entrou tranquilamente na minha lista de favoritos!

Ótimo, ótimo, ótimo!

Volto mais tarde | Ao som de Pato Fu – Me Explica |

Dica de Leitura: Português Para Os Perplexos

Inspirado em alguns textos como o guia Understanding the British e com direito a citação ao francês que listou curiosidades sobre o Brasil, o Johnson (blog da Economist) fez o post Portuguese for the perplexed.

economistlogo

A ideia é simples:

O que o brasileiro fala/ o que o estrangeiro escuta/ o que realmente significa.

What Brazilians say: Yes (Sim)
What foreigners hear: Yes
What Brazilians mean: Anything from yes through perhaps to no

What Brazilians say: I’m going to tell you something/ Let me tell you something/ It’s the following/ Just look and you’ll see (Vou te falar uma coisa/ Deixa te falar uma coisa/ É o seguinte/ Olha só pra você ver)
What foreigners hear (especially after many repetitions): He thinks I’m totally inattentive or perhaps mentally deficient
What Brazilians mean: Ahem (it’s just a verbal throat-clear)

Muito bom!

Para ver as outras, clique no nome do post lá em cima.

Volto mais tarde | Ao som de Eminem – Stan | 

Na Minha Estante: Ricardo Lísias, “O Céu Dos Suicidas”

O Ricardo Lísias já foi “alvo” de quatro posts aqui no words of leisure:

Dicas de Leituras: Divórcio (o meu favorito, entre esses)

Dicas de Leitura: A Corrida

Dicas de Leituras: Carta ao Governador

Review – Livros: Granta e “Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros”

Foi justamente a leitura de todos esses que me fez, na minha última visita à São Paulo, sair da incrível Livraria Cultura com O Céu dos Suicidas nas mãos. Afinal, já era fã do cara por conta da Revista piauí.

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Infográfico: Um Perfil da Literatura Brasileira

Extremamente interessante o infográfico abaixo, que traça um perfil dos modelos construídos na literatura brasileira, feito pelo Ponto Eletrônico.

Tem-se, por exemplo, que: – 72,7% dos escritores e 62,1% dos personagens são homens;
– 82,6% das narrativas se passam em grandes cidades e 25,1% das personagens mulheres são donas-de-casa.

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Très intéressant!

Não gostou do que viu? Vá escrever um livro que vá contra a “tendência”.

Volto mais tarde | Ao som de A-ha – Stay On These Roads |

Na Minha Estante: Daniel Galera, “Barba Ensopada de Sangue”

Quando postei sobre a Revista Granta, comentei que o texto do Daniel Galera, Apneia, foi um dos que mais gostei.

Eu e a minha barba.....
Eu e a minha barba…..

Tanto que não pestanejei e comprei o livro do qual este era seu primeiro capítulo, que tem o assustador título de “Barba Ensopada de Sangue”.

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Dica de Leitura: O Impassível Sr. Darcy e a Companhia das Letras

Como falei ontem, uma das grandes obras literárias do mundo completou 200 anos: Orgulho e Preconceito.

Também comentei que várias homenagens estavam sendo feitas, principalmente na Inglaterra.

Por aqui, a Companhia das Letras deu show.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 200 Anos de “Orgulho e Preconceito”

Incrível pensar como um livro, 200 anos após ter sido escrito, consegue permanecer relevante.

Esse é Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Definitivamente, um dos meus favoritos na vida.

Eu, a minha mão e a minha cópia
Eu, a minha mão e a minha cópia

PS: antes de continuar, um detalhe. Sempre deixei claro, aqui no words of leisure, o tanto que meu pai tem impacto no meu gosto musical. Pois bem, esse post eu dedico a minha mãe e avó, por me darem o amor aos livros.

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