Dicas de NYC: Russ & Daughters at the Jewish Museum (ou não)

Quando postei sobre o Jewish Museum, escrevi que o restaurante que lá se encontra mereceria um post próprio.

Aqui está.

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Acervo Pessoal

Ao postar essa foto no Instagram, uma amiga me mandou o seguinte comentário:

“Eu poderia morar no Russ & Daughters”

A minha resposta?

“Posso morar com voce?”

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Coluna da Primogênita: Dicas de NYC – Restaurante Gemma

No último post publicado nesta coluna, falei sobre ter sido surpreendida pelo restaurante Top of the Hub, em Boston. Hoje, vou falar sobre o dia em que o Gemma surgiu no nosso caminho em NY e nos proporcionou esse efeito surpresa.


Isso ocorreu no primeiro dia da nossa viagem. Chegamos pela manhã em NY e foram necessárias algumas horas para que nos acomodássemos adequadamente. Ficamos na casa de uns amigos e  nossa idéia para o almoço era conhecer o Prune, na First Street. Este é o restaurante da chef Gabrielle Hamilton, autora do livro Sangue Ossos e Manteiga, inclusive indicado neste post. Com a minha cópia debaixo do braço, para um possível autógrafo tomamos esse rumo, já com um pouquinho de fome. E demos de cara com a porta! Apesar de dizer no site do restaurante que ele ficava aberto para o almoço, o local estava fechado e fomos informadas pela gerente que o site estava errado!! Depois de sugerir a correção do espaço virtual, seguimos meio desorientadas, pois a esta altura, a fome já estava apertando. Sabendo que a Bowery ficava por ali, resolvemos ir por esta avenida que é uma das mais incensadas da cidade e que com certeza, teria alguma boa opção para nosso almoço. E não precisamos andar muito!

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Logo, logo vimos um local repleto de pessoas, com um ar super descolado e que, apesar de cheio, ainda tinha algumas mesas disponíveis. Entramos imediatamente ao constatar que se tratava de um italiano, minimizando com isso, as chances de erro. O restaurante tem uma decoração rústica, aconchegante o que foi ótimo para que pudéssemos relaxar depois de uma noite de viagem. E o que ajudou muito foi o excelente serviço da casa. As garçonetes foram super atenciosas, indicaram os excelentes pratos que comemos e ainda nos contaram um pouco mais sobre o restaurante. E foi aí que eu me dei conta de que eu estava no restaurante do famoso Bowery Hotel, cuja construção ajudou no processo de revitalização do Lower East Side.Se você, como eu, gostar de decoração, sugiro um passeio no lobby deste hotel boutique, com um estilo vintage, inspirado na Nova York do passado e que já foi referência em várias revistas especializadas.

Seguindo as sugestões do staff, eu pedi a Orechiette, uma massa em forma de “fandangos” com salsicha apimentada e brócolis e estava bem gostosa.

Fonte: Arquivo Pessoal

Fonte: Arquivo Pessoal

A Viviane foi mais ousada e pediu o Cappellaci di Zucca, cujos ingredientes o nosso inglês ou a nossa fome não nos permitiu entender. Mas como a maitre o indicou efusivamente, ela resolveu experimentar e realmente estava muito, muito gostoso!

Foto: Arquivo Pessoal

Foto: Arquivo Pessoal

Não foi a melhor comida italiana que comi na vida, inclusive nessa viagem comemos em outro, que achei melhor e que em breve indicarei aqui no words of leisure, mas estava bem gostosa e o ambiente descontraído, repleto de jovens animados e o serviço impecável, fizeram com que eu indicasse o local. Se for passear pela região, fica a dica!

Dica de NYC: Cafe Habana

Quando a Primogênita escreveu sobre os clássicos dela de NYC, isso foi o que disse sobre o Cafe Habana:

Café Habana: aqui se come o melhor milho da vida!!! E aí você me pergunta: milho??? Foi exatamente isso que eu pensei quando uma amiga queridíssima, que morava em NY, disse que me levaria lá. Mas após ir, entendi completamente! Temperado com queijo, o milho é tão gostoso que atrai inclusive, várias celebridades para o local, que tem um clima jovem e descontraído. Localizado a alguns passos do New Museum, a região já é, por si só, bem agitada.

Pois bem, eu jamais questionaria alguém por falar de milho, porque é uma das coisas que mais amo na vida. Desde a barriga da genitora, eu acho. Inclusive, por sempre ter gostado muito mais que a minha irmã (bem mais) velha, fiz questão absoluta de ir lá e ver o que tinha de tão especial nesse lugar. Não me arrependi.

Acervo Pessoal

Acervo Pessoal

O ambiente é pequeno, as mesas ficam bem próximas umas a outras. Mas nada que incomode não, pelo contrário. É bem descontraído, com quadros divertidos de decoração.

O nome é “Habana”, mas o original encontra-se na Cidade do México. Por isso mesmo, encontra-se pratos dos dois países lá. Foi criado por um dominicano e toca (boa) música brasileira o tempo todo. Haja mistura!

Bom, o milho citado pela primogênita é um espetáculo! Sério: esse queijo em cima não tem condição, não!

Acervo Pessoal

Acervo Pessoal

Só que fomos lá para almoço e um milho não era suficiente. E como já tínhamos visto os pratos dos nossos vizinhos, decidimos pedir um prato de Tacos para dividir, afinal, o Cafe Habana segue a tradição americana de servir pratos gigantes! Fizemos bem pela questão de quantidade. Mas deu muita vontade de comer mais, porque estava delicioso!

Acervo Pessoal

Acervo Pessoal

Aprimentado e farto, como deve ser!

A única coisa que não recomendo é pedir a limonada, como a irmã (bem) mais velha fez, porque é demasiado artificial.

Tirando isso: vale demais a visita!

PS: atendimento bem simpático, como outro ponto positivo do lugar.

O site do Cafe é o cafehabana.com

E o endereço do que fomos é (tem em outros lugares também):

17 Prince Street New York, NY

(212) 625-2001

Sim, o lugar para ir comer milho é muito recomendado.

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