Dica de Viagem: Napoli’s Art Station

Vi no site do Pedro Andrade, que já foi tema de post aqui no blog, e não acreditei.

As figuras abaixo são  de estações de metrô no mundo!

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Fonte: pedroandradetv.com

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Para ver outras fotos, além da explicação do projeto da Oscar Tusquets Blanca, clique aqui.

Incríveis.

Volto mais tarde.

Ao som de Eric Clapton – Layla

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Meu Ingresso: Eric Clapton: Seres paranormais existem. É a única explicação.

Quando escrevi sobre o (excelente) show do Tears For Fears, contei que fiz a contagem regressiva para o mesmo porque estava em estado de semi-depressão por não ir ao show do Eric Clapton. Mas aos 40 minutos do segundo tempo, tudo mudou e lá fui eu, acompanhada pela primogênita….

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(Marcos Hermes/VEJA)

A minha história de verdadeira adoração ao Sr. Clapton, (a.k.a. Deus), é relativamente recente. Por mais que eu gostasse demais das músicas dele, desde que me entendo por gente, não conhecia muito.

Mas tudo mudou depois que li a sua autobiografia, que foi tema do meu primeiro post, de fato, aqui no words of leisure. A partir dali, a admiração deixou de ser apenas relacionado a um dos melhores guitarristas da história para ser uma que diz respeito ao HOMEM. Sim, um que cometeu erros absurdos mas que deu algumas voltas por cima que o tornam um dos meus maiores ídolos, hoje.

Com esse espírito, fui para o Morumbi com a minha irmã e o pessoal da Oikos Tour Operator*, aonde fomos agraciados pelo incrível show de abertura feito pelo Gary Clark Jr! Eu, normalmente, odeio a ideia de ter que assistir esses shows e esperar pelo artista principal. Mas o rapaz me provou o contrário e fez uma performance que me deixou de queixo caído. Um incrível guitarrista, muito visceral. Já fui atrás e super recomendo o The Bright Lights EP. Abaixo, o vídeo da música Bright Lights.

Quando Eric Clapton entrou no palco e começou a tocar Key To The Highway eu entendi que estava pra viver um dos momentos que contarei para filhos, netos, bisnetos….

O apelido de “Deus” não foi dado por mim, mas o que tenho a dizer é que eu não discordo dele. O que o Slowhand faz com a guitarra não é humano. Não pode ser. Um talento daquele não é normal.

Em Old Love, vivi algo único na minha vida. Estava lá, babando ao ver o homem tocar quando, de repente, vi que estava chorando. Não senti a emoção vindo tampouco tentei controlar. Simplesmente chorei, por conta de uma das coisas mais bonitas que vi em toda a minha vida.

O meu único pesar foi ter visto Layla sendo tocada acústica. Sim, ela continua maravilhosa, uma das minhas músicas favoritas na vida. Saber que seria tocada assim, previamente, diminuiu a tristeza, mas não tem como: queria a versão Derek and the Dominos. O riff inicial é antológico! Fica pro próximo. Farei o “esforço” de ir a shows do Eric Clapton, enquanto for possível, só para ver a versão abaixo. Uma das coisas mais lindas da história da música.

 

Ps: Olha o baterista do Paul ali! :-)

Um set list que durou 1:40, de um artista tímido, que pouco conversa com o público, mas não tem problema. Não precisa. A guitarra fala por ele…

Que ano incrível esse de 2011, que eu vi dois mitos da música e estou para ver o terceiro. Agradecimentos ad eternum.

Demorei para escrever esse texto porque não queria escrever com pressa, queria fazer jus a um show que entrou para o Top 3 da minha vida. Não acho que fiz, mas tentei.

Set List

“Key To The Highway”

“Tell The Truth”

“Hoochie Coochie Man”

“Old Love”

“Tearing Us Apart”

“Driftin’ Blues”

“Nobody Knows You When You’re Down and Out”

“Lay Down Sally”

“When Somebody Thinks You’re Wonderful”

“Layla”

“Badge”

“Wonderful Tonight”

“Before You Accuse Me”

“Little Queen of Spades”

“Cocaine”

Bis

“Crossroads”

* Momento “propaganda voluntária” mesmo, afinal, a excursão foi muito boa! Recomendo!

Volto mais tarde | Ao som de Derek And The Dominos: “Layla And Other Assorted Love Songs” |

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O uso das redes sociais por empresas

Uma interessante pesquisa feita pela Harvard Business Review Analytic Services mostrou como as empresas erram ao fazer uso das redes sociais. Muitas delas usam apenas para ouvir a opinião dos consumidores mas não para interagir, de fato, com eles.

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Fonte: http://www.hsm.com.br

Os números podem ser vistos aqui.

Essas empresas têm que entender que as redes sociais já são uma realidade e que podem perder milhares, ou mesmo milhões, de dólares (reais, euros, etc) ao ficarem fora ou ao fazerem mal uso delas.

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Na Minha Estante: Eric Clapton, “A Autobiografia”

Passei a minha virada de ano na companhia de um homem incrível: Eric.

Mr. Eric Clapton. Ou Slowhand. Ou Deus.

Ps: antes de ser uma demonstração de carência, isso nada mais significa que eu gosto de ler quando estou na praia descansando.

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“Clapton: the autobiography” foi publicado por aqui pela Editora Planeta do Brasil e recebeu a sensacional tradução “Eric Clapton: a Autobiografia”. Apesar de ser de 2007, só coloquei minhas mãos nele no finalzinho de 2010. Quando o fiz, o vendedor falou: “Esse livro deveria vir com todos os álbuns que ele cita…. e com uma guitarra, acoplados”. A mais pura verdade.

O tempo em que demorei para comprar foi inversamente proporcional ao que me tomou para ler. O fato dele ser muito bem escrito não é surpreendente, visto que quem o fez é o cidadão que compôs, nada mais nada menos, “Tears in Heaven”, “Circus”, “Wonderful Tonight”, “Layla”, etc.

Uma das coisas que mais me cativou na história foi a impressionante forma em que o Slowhand relatou seus vícios em heroína e álcool, seus amargos relacionamentos amorosos, o seu ponto de vista sobre os maravilhosos Yardbirds, Cream, Blind Faith, Derek and the Dominos e, claro, sua carreira solo. Sua sinceridade para “confessar” seus momentos de arrogância, de medo só o tornou, pra mim, mais ídolo que já era.

Antes de começar a ler, eu esperava com ansiedade chegar em certos pontos, como: os relacionamentos com Carla Bruni e, principalmente, Pattie Boyd; a amizade com Jimi Hendrix e George Harrison e, como não poderia deixar de ser, a morte de seu filho Conor Clapton. O capítulo dedicado ao menino, inclusive, me levou a chorar rios no meio da Praia de João Fernandes.

Ao acabar de ler tive uma vontade absurda de conhecer mais profundamente ídolos do Eric, como Robert Johnson, Buddy Holly, Jerry Lee Lewis, Little Richard. E mais do que isso, o Sr. Clapton me fez, em poucos dias, querer algo que eu nunca realmente quis nos meus 27 anos ouvindo o bom e velho rock n’ roll: querer aprender a tocar guitarra! Nem que fosse só para começar a compreender o intenso caso de amor entre esse homem, apelidado de Deus, e aquela que ele cita como a sua maior companheira de vida, nos altos e baixos.

Uma verdadeira aula de blues, de rock…de sinceridade…..de vida.

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