Frase do Dia: Einstein e o mundo, como lugar para se viver

einstein-mundolugar

Volto mais tarde | Ao som de Incubus – Anna Molly |

Frase do Dia: Kevin Spacey e o elevador

IMG_0239

 

Se você tem sorte suficiente para fazer bem,
é sua a responsabilidade de mandar o elevador de volta pra baixo.

I think so too.

Volto mais tarde | Ao som de Incubus – Stellar |

Música do Dia: Incubus – Earth To Bella (Part 1)

Incubus - Earth To Bella

Muito bom.

Earth to Bella, you think you’ve got it all figured in
Earth to Bella, everything you know is wrong
Well, almost

Earth to Bella, I see when you are not listening
I bear the burden of being the voice that let’s you know
We all grow old and before you swim you’ve gotta be ok to sink

Volto mais tarde | Ao som de Incubus – Earth To Bella (Part 1) |

Inovação: Algumas Invenções da Primeira Guerra Mundial

Muitos especiais sobre a Primeira Guerra Mundial já estão sendo feitos, ou ainda serão transmitidos, visto que 2014 marca os 100 anos do seu início, né?

Pois bem, quem estuda o assunto sabe muito bem como as guerras são capazes de gerar muitas inovações que chegam posteriormente à população, apesar de todas as suas óbvias perdas. A BBC Brasil publicou uma matéria muito interessante, que mostra justamente isso.

BBC Brasil-GuerraPrimeira

Cito duas:

Absorventes Íntimos

Antes de estourar a Primeira Guerra, uma pequena empresa americana registrou sob sua marca um material conhecido como Cellucotton. A substância, composta pela polpa da celulose da madeira (usada na fabricação de papel), era cinco vezes mais absorvente do que o algodão e custava a metade do preço.

Em 1917, quando os Estados Unidos entraram na guerra, a empresa – Kimberly-Clark – passou a empregar o material na fabricação, em grande escala, de enchimento para curativos cirúrgicos.

Enfermeiras da Cruz Vermelha trabalhando nos campos de batalha logo se deram conta da utilidade do produto na higiene íntima. Esse uso adicional do produto acabaria, anos mais tarde, alterando o destino da pequena firma americana.

Em 1920, menos de dois anos após o final da guerra, chegou às lojas americanas o primeiro absorvente íntimo da história, batizado de Kotex (junção das palavras inglesas cotton, algodão, e texture, textura).

Horário de Verão

Quando a Primeira Guerra Mundial começou, a ideia de adiantar os relógios na primavera e atrasá-los no outono não era nova. O americano Benjamin Franklin já havia sugerido a medida como forma de economizar energia em uma carta publicada por The Journal of Paris,em 1784.

Velas eram desperdiçadas nas noites de verão porque o sol se punha antes de as pessoas irem dormir, ele explicou. E a luz do Sol era desperdiçada no início do dia porque o Sol nascia enquanto as pessoas dormiam.

Propostas semelhantes foram feitas na Nova Zelândia, em 1895, e na Grã-Bretanha, em 1909 – sem sucesso.

Durante a Primeira Guerra, no entanto, implementar a mudança tornou-se uma questão de sobrevivência. Na Alemanha, devastada pela escassez de carvão, as autoridades decretaram que, às 23 horas do dia 30 de abril de 1916, os relógios deveriam ser adiantados em 1 hora, para meia-noite. Isso geraria uma hora extra de luz diária na manhã seguinte.

A medida foi rapidamente adotada por outros países. A Grã-Bretanha seguiu o exemplo três semanas mais tarde, em 21 de maio de 1916.

Em março de 1918, o Congresso americano estabaleceu vários fusos horários e oficializou horários para economia de luz diurna até o final da guerra.

Quando o conflito terminou, o esquema foi abandonado, mas a ideia tinha se alastrado e, mais tarde, voltou a ser adotada.

Interessante demais.

Para ver quais são as outras, clique na figura lá em cima. Vale a pena, é bem legal.

Volto mais tarde | Ao som de Incubus – Diamonds and Coal |

 

Dica de Leitura: Aprenda a Discordar Usando a Lógica Do Papel Higiênico

O texto Aprenda a discordar usando a lógica do papel-higiênico é daqueles que, durante a leitura, eu só pensava: “E não é que é?”

papel-higienico

Partindo do questionamento acima, ele discorre sobre:

Essa questão bizarra do papel-higiênico serve como dinâmica para colocar o foco na nossa habilidade de argumentação e não para se chegar a uma resposta, já que não tem o certo nem o errado.

Por exemplo, o professor de sociologia Edgar Alan Burns, do Eastern Institute of Technology Sociology, usa esse truque no primeiro dia de aula. Ele pergunta aos seus alunos:

“Como vocês acham que o papel higiêncico deve ser colocado?”

E nos 50 minutos seguintes, os alunos naturalmente começam a avaliar os MOTIVOS para suas respostas e acabam chegando sozinhos a questões sociais muito maiores como:

• diferenças de papéis sociais entre homens e mulheres

• diferenças entre comportamentos públicos e privados

• diferenças entre classes sociais

Muito, muito bom.

O gráfico abaixo, com a “Hierarquia da Discordância”, feito pelo programador Paul Grahan, é primoroso:

hierarquia-argumentos

Eu, por exemplo, que sou Liberal, já fui colocada várias vezes no “Ad Hominem” e “Ataque Puro”, ouvindo pessoas dizer que sou “muito de direita”, “vocês faz parte dos porcos capitalistas” e por aí vai.

Argumento que é bom, quase nunca.

Tenho certeza que muitos se identificam.

Texto de fácil leitura e bem recomendado.

Para acessar, basta clicar em alguma das figuras acima.

Volto mais tarde | Ao som de Incubus – I Miss You |

Esportes: O Futuro do Brasil na Fórmula 1

Com a eminente aposentadoria de Rubens Barrichello, a péssima fase vivida pelo Felipe Massa e os investimentos ridículos em novos pilotos, as perspectivas de futuro do Brasil na Fórmula 1 são pra lá de desanimadoras.

flaviogomes

É o que demonstra o Flavio Gomes, na sua coluna “3, 2, 1“. Vale a pena ler, para quem gosta do esporte.

Volto mais tarde | Ao som de Incubus – Here In My Room  |