Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do primeiro título do Schumacher

Como bem lembrou o Gabriel Curty, do Grande Prêmio, muitos dos fãs da F1, nós brasileiros especialmente, lembramos de 94 como o ano da morte do Senna (e do Ratzenberger).

Mas ele também foi o ano do primeiro título mundial do Michael Schumacher.

Não, eu nunca fui a maior fã dele. Mas é difícil rebater sua grandeza para o esporte.

Brilhante.

Schumacher

Como não sentir uma tristeza ao escrever sobre ele e pensar como se encontra agora?!

Essa vida é muito esquista, viu?

Fica aqui a homenagem.

Bacana ver que o site dele foi relançado pela família, para que as pessoas possam homanegeá-lo nesse dia especial.

Schumacher site

Seus desejos nos dão forças.

Diz a família.

Bonito isso.

Schumacher family

Para ler sobre o primeiro título, no Grande Prêmio, clique aqui.

Para entrar no site oficial dele, clique aqui.

#ForzaSchummy.

#KeepFightingMichael

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Esportes: R.I.P. María de Villota, por Flavio Gomes

Ontem, eu expressei todo o meu choque e minha tristeza pelo falecimento dessa forte mulher chamada María de Villota, no post Esportes: R.I.P. María de Villota.

Laudo preliminar já teria indicado que sequelas do seu fortíssimo acidente teriam acarretado na sua morte.

Faz parte, né?

maria_villota_piloto_marussia_2012-2

Ontem, o Flavio Gomes escreveu uma carta aberta à moça, que vale a pena ser lida não apenas por aqueles que acompanharam a luta dela, ou que gostam de automobilismo, mas sim por todos.

Sobre a vida. Sobre enfrentar a vida.

Muito bela.

Cito:

E correr da vida a pé não é para todo mundo, María. Não quando a gente passou o tempo todo dentro de um carro, fugindo dela, olhando só para a frente, esperando a hora de receber uma bandeirada para olhar para trás e, então, dar uma banana para a vida. Até a próxima, vida. Você não me alcançou hoje. Tente de novo. Te aviso o dia e a hora. Tente de novo.

E é para isso que os automóveis correm, para que a gente fuja dessa vida que insiste em nos perseguir despejando perguntas que a gente não sabe responder. A gente tem medo da vida, María. Um carro é um bom meio para escapar dela. Somos crianças, lembra? O mundo é muito assustador. Por favor, nos deem alguma coisa que ande bem rápido para que nada nos alcance.

Para ler o texto completo, clique em Coluna Warm Up, por Flavio Gomes: María.

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Esportes: R.I.P. María de Villota

María de Villota sofreu um dos acidentes mais pavorosos dos últimos tempos, na Fórmula 1, que levou, entre outras coisas, à perda do seu olho direito e várias cirurgias na cabeça.

maria_villota_piloto_marussia_2012

Superou (só ela poderia dizer) e estava para lançar sua autobiografia.

Foi encontrada morta hoje, aparentemente, por causas naturais.

Cito o Grande Prêmio:

A mulher se tornou exemplo de superação ao dar a volta por cima após um gravíssimo acidente sofrido em julho de 2012 durante um teste aerodinâmico na base aérea de Duxford, no Reino Unido. Na ocasião, o carro que ela conduzia acelerou subitamente enquanto ela parava e se chocou contra a rampa de carregamento de um caminhão que estava estacionado à beira da pista.

De Villota foi internada em estado gravíssimo e fez diversas cirurgias no crânio, além de ter perdido o olho direito, o olfato e o paladar, mas conseguiu se recuperar. A pilota lançaria, na próxima segunda-feira, o livro “A vida é um presente”.

A minha reação ao ler essa triste notícia? “Que b…a!”.

Tem coisas que não cabem a nós entender, mesmo.

Passar por um acidente tão grave, lutar pela vida tão bravamente, enfrentar toda essa inimaginável dor…e ir.

Vai entender.

Muito triste.

Descanse em paz.

maria_villota_piloto_marussia_2012-2

Muita paz.
Pilotos, equipes e dirigentes do esporte a motor lamentam morte precoce de María de Villota

Outras reportagens sobre ela:

Em primeira aparição após acidente, De Villota revela ter perdido olho direito, olfato e paladar

Em recuperação após grave acidente, De Villota afirma, emocionada: “Venci a corrida da minha vida”

Muita paz.

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Esportes: A Bacanuda Homenagem Da Honda Ao Senna

Muito bacana a homenagem feita pela Honda – que volta a F-1 após alguns anos fora – ao Ayrton Senna.

Para entender, texto do Grande Prêmio:

Aproveitando a repercussão do retorno da fabricante à F1 em nova parceria com a McLaren, que se inicia em 2015, a marca espalhou amplificadores pelo traçado do circuito no qual o brasileiro definiu seus três títulos mundiais.

No áudio, nos raios de luz e nos ouvidos do público nas arquibancadas, o som que se ouve é o do McLaren-Honda MP4/5 “tocado” por Senna.

Muito bacana.

Volto mais tarde.

Ao som de Blur – Chemical World

Esportes: F1 e a polêmica na Malásia

podio-malasia

Eu pensei em escrever um texto sobre a polêmica ultrapassagem do Sebastian Vettel sobre o Mark Webber na corrida da Malásia.

Mas aí li o post do Ivan Capelli (que não é o piloto) no seu blog e pensei: “Ah, ele escreveu exatamente o que eu penso…”

E aí vem a mais contraditória das situações: os espectadores e fãs, em geral, detestam jogo de equipe. Querem ver briga na pista, e ela houve. Mas ninguém gostou da atitude do tricampeão e houve uma espécie de compaixão por Webber, por mais que normalmente todo mundo queira mesmo que um piloto mande ordens de equipe às favas. Que vença o melhor, não é isso? Vettel não foi o melhor?

Não. Simplesmente porque ambos estavam em condições desiguais. Webber obedeceu ordens, reduziu a potência, diminuiu o ritmo. Vettel ligou o foda-se, passou e não deu ao companheiro a chance de brigar em igualdade. Foi traíra. E de traíra ninguém gosta.

Tipo isso. Para ler o restante, clique em Azedou de vez.

Tem também o post do Fabio Seixas: Sobre o duelo Vettel x Webber.

Vettel foi desleal quando colocou um carro com força total para duelar com outro meia-bomba. Foi uma disputa desequilibrada, sem igualdade de condições. Ele se aproveitou de uma informação interna, de uma ordem, desobedeceu-a e tirou vantagem. Fez uso da tão famigerada “lei de Gerson”. Webber mandou um dedo médio para ele após a ultrapassagem. Acho que, de cabeça quente, eu faria pior;

(…)

Por fim: a decisão de Vettel de ignorar a ordem é compreensível. O alemão tem aquele mesmo instinto de pilotos como Senna, Prost, Piquet, Schumacher, Alonso. Aquilo que, nas quebradas por aí, chamam de “sangue nos óio”. Aquilo que tanto faltou em pilotos brasileiros, gerando críticas e mais críticas. No calor da corrida, o sujeito simplesmente desliga o cérebro. Quer vencer e mais nada, mesmo que isso jogue pro ralo a corrida de sua equipe inteira. Acho que é isso que Vettel tenta explicar ao falar que “não foi de propósito”. Claro que foi. Mas foi quase inconsciente, foi puro instinto, tal a adrenalina do momento.

Vettel hoje entrou para a turma dos pilotos que citei. Em termos de talento, dos melhores. Mas cheios de atitudes controversas e anti-esportivas no currículo.

Do Flavio Gomes: Sepânguicas(4)

Aí, um dos dois não acata a instrução. No caso, Vettel. E coloca o outro numa situação de desigualdade, sem que ele saiba. Exagerando, seria algo como ter um motor com dois cilindros a mais. O que está na frente, Webber, acredita que o que está atrás, Vettel, fez o mesmo e “desligou” dois cilindros. Mas o que está atrás não fez o mesmo.

Aí é sacanagem. O que é combinado não é caro, diz o ditado. Se Webber soubesse que Vettel não tinha colocado seu motor para baixo, que não tinha entrado em “modo Multi 21″, não colocaria o seu, também. E teria chances iguais de ganhar a corrida. Aí aparece Vettel babando e acontece a briga — linda — na pista. Uma briga desigual, porém.

Finalmente, Victor Martins em Negaraku, 3:

As situações são bem diferentes. Webber andou tão rápido quanto Vettel durante a corrida toda e só baixou o ritmo porque veio uma ordem do rádio pedindo para tal. Havia ali uma combinação prévia entre as partes, certa e sabida pelos dois que deveriam saber, de que daquela forma deveriam terminar a corrida. Sebastian desobedeceu. Aos que já o comparam com Senna, que ele teria feito o mesmo, Schumacher, essa coisa toda, sim, é até válido comparar. Porque Vettel foi tão sujo e desonesto e sacana quanto todos estes que se tornaram ícones do esporte. E todo mundo teria de se pôr na situação, ou mesmo no seu trampo, se gostaria de ser passado para trás diante de uma palavra honrada de um colega de trabalho ou de sua empresa. Certamente haverão de achar que quem lhe passou a perna é um filho da puta inescrupuloso.

(…e o melhor):

E olha que isso não aconteceu com a Ferrari. Porque se tivesse ocorrido, putaquemepariu, a grita que se estaria fazendo agora chegaria a Brasília com uma série de liminares para que Dilma interviesse na F1. Todos os que estão achando lindo e maravilhoso o que Vettel fez certamente haveriam de ficar putitos se fosse Stefano Domenicali pedindo para que Massa deixasse Alonso passar porque Fernando está mais rápido que ele, ou ainda pedindo que Felipe segurasse a peruca e visse o espanhol deitar e rolar. “Ah, mas essa Ferrari é ridícula, que absurdo, como fazer isso com Massa, é ridícula”, mas como foi com Vettel, e ninguém deve abrir mão das vitórias, pode. Além de caráter, gente, critério é bom.

Mas depois disso tudo, ressalto:

Por mais que eu acha que o Vettel tenha errado, sou 1 milhão de vezes mais ele que o Webber e outros que não têm “sangue nos óio”.  Mas que não foi legal, não foi.

E o excelente Pilotoons, do Bruno Mantovani.

pilotoons

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Na Estante: A F1 e a Revista Warm Up

Final de semana com retorno da F1!

O Grande Prêmio, site do “muitas-vezes-citado-aqui” Flavio Gomes, já produz há um tempo a Revista Warm Up, que se encontra na edição 36.

Ela é especial, sobre a temporada 2013 e está maravilhosa!

warmup

Para fã algum botar defeito.

Para ler os editoriais, reportagens, perfis dos pilotos e equipes, clique aqui.

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Esportes: A Primeira Mulher Chefe de Equipe na F1

Ok, eu já sei que o Matizes Escondidos me chamará de esportista feminista mais uma vez, mas é desnecessário dizer o tanto que eu achei absurdamente legal a chegada da primeira mulher como chefe de equipe da F1.

Trata-se da Monisha Kaltenborn, que assume hoje a Sauber, com a aposentadoria do seu fundador, o Peter.

Fonte: Equipe Sauber

De acordo com o Grande Prêmio:

“Foi no mês de abril que Peter Sauber anunciou que sua carreira como chefe da equipe que leva seu nome estava chegando ao fim. “Sempre disse que não estarei no pit-wall quando tiver 70 anos”. Um ano e dois dias antes de virar septuagenário, o lendário dirigente suíço convocou a cúpula da Sauber na manhã desta quinta-feira (11), em Yeongam — palco do GP da Coreia do Sul — para confirmar que, de agora em diante, Monisha Kaltenborn, de 41 anos, será a nova comandante do time. Nascida em Dehardun, na Índia, mas dona de cidadania austríaca, Monisha faz história ao ser a primeira mulher chefe de equipe da F1, a principal categoria do esporte a motor.”

Para ler o texto completo, com a história da moça, clique aqui.

Para ler o que o Flavio Gomes comentou, clique aqui.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Primeiro Título Mundial do Piquet

Há exatos 30 anos atrás, Nelson Piquet ganhava seu primeiro título mundial de Fórmula 1.

Eu não o vi correr, então o que sei dele será baseado, sempre, em informações de terceiros (vídeos, imagens, reportagens)….

piquetvegas81
Piquet em Las Vegas, 1981. Fonte: grandepremio.com.br

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