Esportes: R.I.P. María de Villota, por Flavio Gomes

Ontem, eu expressei todo o meu choque e minha tristeza pelo falecimento dessa forte mulher chamada María de Villota, no post Esportes: R.I.P. María de Villota.

Laudo preliminar já teria indicado que sequelas do seu fortíssimo acidente teriam acarretado na sua morte.

Faz parte, né?

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Ontem, o Flavio Gomes escreveu uma carta aberta à moça, que vale a pena ser lida não apenas por aqueles que acompanharam a luta dela, ou que gostam de automobilismo, mas sim por todos.

Sobre a vida. Sobre enfrentar a vida.

Muito bela.

Cito:

E correr da vida a pé não é para todo mundo, María. Não quando a gente passou o tempo todo dentro de um carro, fugindo dela, olhando só para a frente, esperando a hora de receber uma bandeirada para olhar para trás e, então, dar uma banana para a vida. Até a próxima, vida. Você não me alcançou hoje. Tente de novo. Te aviso o dia e a hora. Tente de novo.

E é para isso que os automóveis correm, para que a gente fuja dessa vida que insiste em nos perseguir despejando perguntas que a gente não sabe responder. A gente tem medo da vida, María. Um carro é um bom meio para escapar dela. Somos crianças, lembra? O mundo é muito assustador. Por favor, nos deem alguma coisa que ande bem rápido para que nada nos alcance.

Para ler o texto completo, clique em Coluna Warm Up, por Flavio Gomes: María.

Volto mais tarde | Ao som de Nina Simone – Don’t Explain |

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Dica de Leitura: Sobre Amizade

O muito competente Fábio Seixas, jornalista e comentarista de F1, foi mandado embora da Folha de São Paulo, após 18 anos de casa, como pode ser visto no post Novos Tempos.

Por mais que seja triste, bom, faz parte da vida. Como ele mesmo disse:

O que vem pela frente? Não sei. E esse “desconhecido” é um grande barato.

Nova fase, novos tempos.

O que me tocou muito foi o texto escrito pelo seu melhor amigo, o também jornalista Flavio Gomes, CARO SEICHELLES.

flaviogomes

Foram anos viajando pelo mundo rachando quartos, carros, contas, equipamento, matérias, fui seu padrinho de casamento, enchemos a cara mais vezes do que recomenda a boa educação, andamos de avião, ônibus, metrô, barco, nos metemos em algumas encrencas, gastamos dinheiro com o que não precisávamos, viramos madrugadas escrevendo furiosamente, destruímos tomadas de telefone, fizemos milhares de boletins de telefones públicos em todos os cantos do mundo, fechamos bares e restaurantes, perdemos voos, brigamos com pilotos, ganhamos amigos do peito, todos os italianos, alguns ingleses, outros alemães, portugas, japas, uns franceses, todos os caras da FIA que ainda hoje abrem um largo sorriso quando nos veem em Interlagos, nos divertimos, vivemos a vida, enfim.

Uma bela declaração de amizade. Muito bacana mesmo.

Que o Fábio, depois, veio a agradecer.

Te devo uma caipirinha.

Nada me deixa mais orgulhoso do que as amizades conquistadas ao longo de vida.

E o animal do Flavio Gomes me fez chorar em plena madrugada quando li isso aqui.

Vale a pena ler os três posts.

Para pensar nos nossos amigos e refletir como estamos os tratando.

Volto mais tarde.

Ao som de R.E.M. – Leaving New York

Esportes: F1 e a polêmica na Malásia

podio-malasia

Eu pensei em escrever um texto sobre a polêmica ultrapassagem do Sebastian Vettel sobre o Mark Webber na corrida da Malásia.

Mas aí li o post do Ivan Capelli (que não é o piloto) no seu blog e pensei: “Ah, ele escreveu exatamente o que eu penso…”

E aí vem a mais contraditória das situações: os espectadores e fãs, em geral, detestam jogo de equipe. Querem ver briga na pista, e ela houve. Mas ninguém gostou da atitude do tricampeão e houve uma espécie de compaixão por Webber, por mais que normalmente todo mundo queira mesmo que um piloto mande ordens de equipe às favas. Que vença o melhor, não é isso? Vettel não foi o melhor?

Não. Simplesmente porque ambos estavam em condições desiguais. Webber obedeceu ordens, reduziu a potência, diminuiu o ritmo. Vettel ligou o foda-se, passou e não deu ao companheiro a chance de brigar em igualdade. Foi traíra. E de traíra ninguém gosta.

Tipo isso. Para ler o restante, clique em Azedou de vez.

Tem também o post do Fabio Seixas: Sobre o duelo Vettel x Webber.

Vettel foi desleal quando colocou um carro com força total para duelar com outro meia-bomba. Foi uma disputa desequilibrada, sem igualdade de condições. Ele se aproveitou de uma informação interna, de uma ordem, desobedeceu-a e tirou vantagem. Fez uso da tão famigerada “lei de Gerson”. Webber mandou um dedo médio para ele após a ultrapassagem. Acho que, de cabeça quente, eu faria pior;

(…)

Por fim: a decisão de Vettel de ignorar a ordem é compreensível. O alemão tem aquele mesmo instinto de pilotos como Senna, Prost, Piquet, Schumacher, Alonso. Aquilo que, nas quebradas por aí, chamam de “sangue nos óio”. Aquilo que tanto faltou em pilotos brasileiros, gerando críticas e mais críticas. No calor da corrida, o sujeito simplesmente desliga o cérebro. Quer vencer e mais nada, mesmo que isso jogue pro ralo a corrida de sua equipe inteira. Acho que é isso que Vettel tenta explicar ao falar que “não foi de propósito”. Claro que foi. Mas foi quase inconsciente, foi puro instinto, tal a adrenalina do momento.

Vettel hoje entrou para a turma dos pilotos que citei. Em termos de talento, dos melhores. Mas cheios de atitudes controversas e anti-esportivas no currículo.

Do Flavio Gomes: Sepânguicas(4)

Aí, um dos dois não acata a instrução. No caso, Vettel. E coloca o outro numa situação de desigualdade, sem que ele saiba. Exagerando, seria algo como ter um motor com dois cilindros a mais. O que está na frente, Webber, acredita que o que está atrás, Vettel, fez o mesmo e “desligou” dois cilindros. Mas o que está atrás não fez o mesmo.

Aí é sacanagem. O que é combinado não é caro, diz o ditado. Se Webber soubesse que Vettel não tinha colocado seu motor para baixo, que não tinha entrado em “modo Multi 21″, não colocaria o seu, também. E teria chances iguais de ganhar a corrida. Aí aparece Vettel babando e acontece a briga — linda — na pista. Uma briga desigual, porém.

Finalmente, Victor Martins em Negaraku, 3:

As situações são bem diferentes. Webber andou tão rápido quanto Vettel durante a corrida toda e só baixou o ritmo porque veio uma ordem do rádio pedindo para tal. Havia ali uma combinação prévia entre as partes, certa e sabida pelos dois que deveriam saber, de que daquela forma deveriam terminar a corrida. Sebastian desobedeceu. Aos que já o comparam com Senna, que ele teria feito o mesmo, Schumacher, essa coisa toda, sim, é até válido comparar. Porque Vettel foi tão sujo e desonesto e sacana quanto todos estes que se tornaram ícones do esporte. E todo mundo teria de se pôr na situação, ou mesmo no seu trampo, se gostaria de ser passado para trás diante de uma palavra honrada de um colega de trabalho ou de sua empresa. Certamente haverão de achar que quem lhe passou a perna é um filho da puta inescrupuloso.

(…e o melhor):

E olha que isso não aconteceu com a Ferrari. Porque se tivesse ocorrido, putaquemepariu, a grita que se estaria fazendo agora chegaria a Brasília com uma série de liminares para que Dilma interviesse na F1. Todos os que estão achando lindo e maravilhoso o que Vettel fez certamente haveriam de ficar putitos se fosse Stefano Domenicali pedindo para que Massa deixasse Alonso passar porque Fernando está mais rápido que ele, ou ainda pedindo que Felipe segurasse a peruca e visse o espanhol deitar e rolar. “Ah, mas essa Ferrari é ridícula, que absurdo, como fazer isso com Massa, é ridícula”, mas como foi com Vettel, e ninguém deve abrir mão das vitórias, pode. Além de caráter, gente, critério é bom.

Mas depois disso tudo, ressalto:

Por mais que eu acha que o Vettel tenha errado, sou 1 milhão de vezes mais ele que o Webber e outros que não têm “sangue nos óio”.  Mas que não foi legal, não foi.

E o excelente Pilotoons, do Bruno Mantovani.

pilotoons

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Na Estante: A F1 e a Revista Warm Up

Final de semana com retorno da F1!

O Grande Prêmio, site do “muitas-vezes-citado-aqui” Flavio Gomes, já produz há um tempo a Revista Warm Up, que se encontra na edição 36.

Ela é especial, sobre a temporada 2013 e está maravilhosa!

warmup

Para fã algum botar defeito.

Para ler os editoriais, reportagens, perfis dos pilotos e equipes, clique aqui.

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Esportes: A Morte do Barão

Quando li, ontem pela manhã, que o Barão faleceu, tinha certeza que o Flavio Gomes escreveria um bom texto a respeito.

flaviogomes

Não me decepcionou.

Barão.

“Não sejamos menos do que sinceros nessa hora. Não fosse Wilson Fittipaldi, o Barão, o Brasil não seria coisa alguma no automobilismo.” (…)

“E foi ele o pai de Emerson, o mais importante piloto da história do Brasil, o Rato, que saiu da cinquentinha para o Gordini, e para o Malzoni, e para o Fitti-Porsche, e para a F-Ford, e para a F-1, e para o bi mundial, e para a Indy, e para o bi nas 500 Milhas.”(…)

“Wilson Fittipaldi, o Barão, morreu num ano simbólico. O primeiro ano sem Jacarepaguá, o primeiro ano em que o Brasil tem apenas um piloto no grid da F-1 desde 1971 (em 1978 só Emerson começou, mas depois chegou Piquet). Talvez, Barão, o automobilismo que você criou esteja morrendo, também.”

Entrem no link acima para, além de ler o texto, ouvir o áudio do Barão narrando seu filho, Emerson, sendo campeão do mundo.

Emocionante.

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Esportes: A Primeira Mulher Chefe de Equipe na F1

Ok, eu já sei que o Matizes Escondidos me chamará de esportista feminista mais uma vez, mas é desnecessário dizer o tanto que eu achei absurdamente legal a chegada da primeira mulher como chefe de equipe da F1.

Trata-se da Monisha Kaltenborn, que assume hoje a Sauber, com a aposentadoria do seu fundador, o Peter.

Fonte: Equipe Sauber

De acordo com o Grande Prêmio:

“Foi no mês de abril que Peter Sauber anunciou que sua carreira como chefe da equipe que leva seu nome estava chegando ao fim. “Sempre disse que não estarei no pit-wall quando tiver 70 anos”. Um ano e dois dias antes de virar septuagenário, o lendário dirigente suíço convocou a cúpula da Sauber na manhã desta quinta-feira (11), em Yeongam — palco do GP da Coreia do Sul — para confirmar que, de agora em diante, Monisha Kaltenborn, de 41 anos, será a nova comandante do time. Nascida em Dehardun, na Índia, mas dona de cidadania austríaca, Monisha faz história ao ser a primeira mulher chefe de equipe da F1, a principal categoria do esporte a motor.”

Para ler o texto completo, com a história da moça, clique aqui.

Para ler o que o Flavio Gomes comentou, clique aqui.

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Esportes: Os 40 Anos de Rubens Barrichello

Excelente texto do Flavio Gomes sobre os 40 anos do Barrichello.

Cito:

“A equação para entender a fama de “frouxo” e perdedor que Barrichello tem junto à maior parte dos torcedores brasileiros, que não entendem picas de nada, é simples: a TV oficial trata o esporte como palco para brasileiros vencerem (nunca vou entender essa lógica cretina), vende os atletas como potenciais vencedores, promete que eles vão vencer, cria uma expectativa falsa, os torcedores acreditam e acordam cedo para vê-los vencendo, eles não vencem, o torcedor fica puto e transfere sua raiva para os atletas, porque se eles não atenderam às suas expectativas, é porque são uns derrotados de merda.

É assim, e é uma pena, porque é graças a essa visão distorcida do esporte — e não nos enganemos, a imensa maioria das pessoas absorve a visão que um veículo de massa como a Globo propaga — que tantos atletas têm suas carreiras avaliadas de forma equivocada, por conta dessas falsas esperanças vendidas no atacado.”

As Olimpíadas de Londres estão chegando e lá vem esse mesmo papo de novo?

Afinal, quem não se lembra da Daiane “Ouro” dos Santos?

Já falei 500.000 vezes: tirando o futebol masculino, todo atleta que vai a Olimpíada tinha que ganhar uma placa, pelo menos, de agradecimento. A falta de apoio é horrorosa e a cobrança, quando tem algum resultado bom, é cretina.

Para ler o texto completo, clique aqui.

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Esportes: Felipe Nasr e a GP2

Acabo de ler um post sobre O primeiro treino de Felipe Nasr na GP2, do blog World of Motorsport.

Não sabe quem é Felipe Nasr?

Ele é, nada mais, nada menos, que a única esperança do automobilismo brasileiro no curto e médio prazo.

Afundada em corrupção e má gestão, eu credito na conta da Confederação Brasileira de Automobilismo a falta de pilotos para seguir honrando o nome do Brasil no topo do automobilismo mundial, construído por monstros como Fittipaldi, Piquet, Senna.

E já que o Massa parece que não vai fazer mais nada e ainda não podemos afirmar muito sobre o Senna sobrinho, a perspectiva é absolutamente deprimente, visto não há mais categorias de bases por aqui. Aonde os talentos serão revelados?

O Nasr é bom, muito bom. Mas o problema é sempre o mesmo, que eu cito do blog do Flávio Gomes:

“Nasr mostrou muita competência na F-BMW e na F-3 Inglesa. E passou a ser, agora, a única aposta brasileira para o futuro na F-1.

Esse é o problema.

Quando se fala em aposta ufano-nacionalista, se fala em TV Globo, sempre ela. Todos devem ter notado que o acerto de Nasr com a Dams recebeu destaque incomum no “Jornal Nacional”. Nem é preciso conhecer demais o telejornal global para saber que piloto brasileiro acertando com uma equipe de GP2 não é notícia. Nenhum dos que passaram pela categoria no passado recente teve tal privilégio. O “JN” é apertado de tempo, normalmente só entram coisas muito importantes, ou que seus editores julgam importantes, e GP2 nunca esteve entre elas. Aí aparece o Felipe em horário nobilíssimo para ter o acordo anunciado em primeira mão. Pela Globo, claro.

É evidente que tem algum acordo comercial aí, mas tudo bem. E me parece claro que, de novo, neguinho começa tudo errado. Dá-se exclusividade à Globo em troca de espaço em telejornal e sabe-se lá quanto pelo “merchandising”. Foi assim com Senninha também. A Globo foi informada antes do anúncio da Williams, mas sonegou essa informação de seus telespectadores em troca do direito de fazer as primeiras imagens do piloto na fábrica e tal.

Que Nasr não se deixe seduzir por esse canto desafinado de sereia platinada. Preocupe-se em pilotar e crescer na profissão, não em fazer parte do “casting” da emissora. A Globo agiu assim por anos com Barrichello, doida para criar um ídolo-herói-com-muito-orgulho-com-muito-amor. Deu no que deu.”

Link para o post do Gomes aqui.

Quem viver, verá.

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Esportes: E a Williams Volta a Ter Um Senna

Saiu na imprensa ontem: após 18 anos, a Williams volta a ter um Senna no seu staff, aparentemente levando uma bagatela de R$30 milhões (cacilda) para Grove.

Bom, e após 19 anos, parece que teremos uma F1 sem Rubens Barichello. Não sou a maior fã dele, mas que será esquisito será. É um cara que fez mais pela categoria que muitos serão capazes de reconhecer. Uma pena. Mas a vida continua…..

Comentário do Flávio Gomes, aqui, e do Victor Martins, aqui.

ATUALIZADO:

Coloco, também, o excelente texto do Flávio Gomes, sobre a saída do Rubens. Sorry for Rubens 

“Rubens tuitou que estava fora da Williams pouco antes do anúncio oficial da equipe. E disse que seu futuro está aberto. Claro que o futuro está aberto. Sempre está. Ninguém sabe o que vai acontecer no próximo minuto. A questão é saber o que fazer com o futuro. É com isso que Barrichello tem de se preocupar agora. E, sinceramente, ninguém precisa ficar sorry for Rubens. O cara é jovem, tem grana, saúde, família, casa, comida e roupa lavada. Ninguém fica a vida toda correndo de F-1. E se a paixão pela velocidade é tamanha, está cheio de coisa legal para fazer ainda em carros de corrida pelo mundo afora.”

Volto mais tarde.

Ao som de Ocean Colour Scene – The Circle

Esportes: A Sova do Barcelona

Eu até queria escrever sobre a sova que o Barcelona aplicou sobre o Santos.

Flávio Gomes

Mas depois de ler o texto do Flávio Gomes, me recuso.

A LIÇÃO DO JAPÃO  

“Foi a vitória sobre a soberba brasileira. Brasileira do Brasil que se acha melhor que os outros e que não reconhece a superioridade estrangeira. Estou falando de esporte, só, e por enquanto. A vitória sobre a soberba dessa gente que ganha muito mais do que merece, que vende um peixe que não tem, que se autopromove o tempo todo e que conta com a colaboração dos veículos de comunicação de massa para iludir o público, aliados e sócios que são.

O que se viu hoje foi um choque de realidade. Não que todos os times europeus sejam melhores que os brasileiros. Claro que não é disso que estou falando. Mas uma demonstração de como é, de verdade, ter filosofia, princípios, linha de pensamento, conduta, projeto. Jogar o jogo, jogar bonito. “Joga bonito”, aliás, me parece ser algo que a Nike escreve nas camisas da seleção brasileira. Que não joga bonito faz 30 anos. Puro marketing. É isso o que está acontecendo com o esporte no Brasil: está virando puro marketing, produto para vender cota de TV.

O presidente do Santos faz aquela pirotecnia toda para não vender o Neymar e o resto do time é uma merda. Marketing. O tal de Ganso parece um dândi aborrecido, mas é tratado como uma espécie de Zico dos novos tempos. Marketing. O Corinthians contrata um gordo descompromissado como Adriano, o cara nem joga, mas vende camisa. Marketing. O São Paulo traz de volta o centroavante bichado, coloca 40 mil pessoas no Morumbi e ele só joga seis meses depois. Marketing. O Flamengo paga (ou não paga, sei lá) os tubos para ter o dentuço, o dentuço não joga nada, mas se comporta como se fosse algum tipo de deus sobrenatural. Marketing.”

Perfeito. Vale toda a leitura.

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Esportes: O Futuro do Brasil na Fórmula 1

Com a eminente aposentadoria de Rubens Barrichello, a péssima fase vivida pelo Felipe Massa e os investimentos ridículos em novos pilotos, as perspectivas de futuro do Brasil na Fórmula 1 são pra lá de desanimadoras.

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É o que demonstra o Flavio Gomes, na sua coluna “3, 2, 1“. Vale a pena ler, para quem gosta do esporte.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Primeiro Título Mundial do Piquet

Há exatos 30 anos atrás, Nelson Piquet ganhava seu primeiro título mundial de Fórmula 1.

Eu não o vi correr, então o que sei dele será baseado, sempre, em informações de terceiros (vídeos, imagens, reportagens)….

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Piquet em Las Vegas, 1981. Fonte: grandepremio.com.br

Continuar lendo “Hoje…Algum Tempo Atrás: Primeiro Título Mundial do Piquet”

Infográfico: Os 700 GPs da McLaren

A McLaren completará 700 GPs de Fórmula 1, no próximo final de semana, quando será realizado o da Coreia.

Eu gosto muito da equipe e achei bacana demais o wallpaper acima, postado no blog do Flávio Gomes. Vocês podem clicar no link para terem acesso a outros tamanhos.

E que o lindo do Button vença a corrida, para tornar a comemoração ainda mais especial!

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Esportes: O Futuro De Rubens Barrichello

Quem gosta de Fórmula 1 tem acompanhado, com tensão, a crise que envolve a equipe Williams, e como esta tem levado a sérios questionamentos envolvendo o futuro do Rubinho Barrichello, na categoria.

Barrichello na Brawn GP

Eu nunca fui a maior crítica dele. Não acho que ele é péssimo (não mesmo!), lento, ou o pior piloto de todos os tempos.

Tampouco sou sua maior fã. Acho que o Barrichello é um piloto muito bom, que sabe acertar um carro como poucos. Mas que não soube aproveitar boas oportunidades que lhe foram dadas, principalmente na Brawn GP.

O Flávio Gomes (este sim, eu sou muito fã) publicou uma ótima coluna sobre o rapaz no Grande Prêmio. Sem ufanismo ou crítica ferrenha. Link aqui.

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Áudio do Dia: A Rivalidade Entre Barcelona e Real Madri

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Fonte: http://pabloortiz75.glogster.com/false/

 Creio que, como eu, todo fã de futebol tem estado bem animado com as pelejas entre Barcelona e Real Madri nas últimas semanas.

Pois bem, a Rádio Estadão/ESPN divulgou um pequeno áudio que analisa a rivalidade quase política entre as duas equipes. Interessante. Link aqui.

Ps: Acho muito triste a rádio não pegar aqui em Belo Horizonte, então, só dá para ouvir via internet. Como eles transmitem as corridas de F1, fica a dica de deixar a TV no mudo e ouvir a narração do Everaldo Marques e comentários do Flavio Gomes. Com as imagens da TV de sempre.

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