Dica de Helsinki: Finlândia, a Terra do Sol da Meia Noite

Tremi ao ver esse vídeo.

Logo hoje!

Há exato 1 ano atrás, eu chegava lá…

Acervo Pessoal
Eu no meu lugar favorito de Helsinki. Eu e o anfitrião. Acervo Pessoal

Cacilda, que saudade que deu.

Posts foram feitos, outros não saíram dos planos.

Quem sabe ainda os escrevo?

Para ver os que entraram no words of leisure, clique aqui.

Tipo, deixo um beijo grande na bochecha da anfitriã e um chute “lá” no anfitrião.

Volto mais tarde | Ao som de The Cardigans – Been It | 

Esportes: Kimi Räikkönen, a Lenda

O bom dessas últimas temporadas da F1 é que tem tantos pilotos que eu acho que são bacanas, poucos que não gosto, que dá para divertir bastante. Sem contar que a temporada foi excelente…

Os meus favoritos são, certamente, Alonso, Button, Räikkönen, Vettel e o Koba. Este, mito, por sinal.

E o tom “não dou a mínima para vocês” do Kimi fez sucesso esse ano, né? Vejam o vídeo abaixo, com as sensacionais falas, respostas, do finlandês.

Lenda.

Se alguém achar versão legendada, me passe, por favor.

Volto mais tarde.

Ao som de Adele – Someone Like You

Dica de Helsinki: Helsinki, o Design e Eu

Nunca, nunca, nunca, desde que criei o words of leisure, pensei em escrever um post sobre design. Em fazer recomendações sobre esse tópico.

Helsinki me forçou a isso.

Acervo pessoal

Eu já sabia da força do design escandinavo antes da minha viagem. Além disso, tive o prazer de estar lá no ano em que Helsinki é a “Capital Mundial do Design”. Mas ainda assim, o que vi lá me deixou abismada.

A cidade fez reformas em vários pontos, prédios, para ser em 2012 a “Capital Mundial”. Eventos estão sendo realizados, durante todo o ano, em torno disso.

Acervo pessoal

Uma das coisas que mais me impressionou lá foi ver que em uma cidade de aproximadamente 560 mil habitantes existe um bairro com mais de 200 estabelecimentos ligados ao design. Museus, galerias, agências, cafés, restaurantes, etc. É um absurdo, mas que dá noção do peso que isto tem para a cidade e para o país.

Fonte: http://designdistrict.fi

E aí, eu, com a minha leiguice, decidi ir ao Design Museum junto com a anfitriã, para chegar a seguinte conclusão, que me deixou maravilhada:

O design é uma parte intrínseca da história finlandesa. Mesmo em momentos difíceis, como guerras, ele nunca deixou de acompanhar o desenvolvimento do país. E é um design utilitário. Então, mesmo em circunstâncias adversas, o ideia é que o produto que esteja sendo desenvolvido para a população tenha um conceito por trás. E isso não significa ser luxuoso ou belíssimo. Pelo contrário. O produto deve ser útil, prático, simples…e com um conceito. AMEI! Simplicidade, praticidade e conceito.

O tanto que eu fiquei abismada com aquilo só me fez pensar qual deve ser a reação de alguém que é especialista na área. Já que eu não entendo bulhufas!

Mapa do Design District. Acervo Pessoal.

Saiu uma matéria no Guardian que diz: “Design is to Helsinki as literature is to Dublin and samba is to Rio.” (ou, Design é para Helsinki o que a literatura é para Dublin e o samba é para o Rio).

Link: Walking tour of Helsinki’s architecture

Pois bem, concordo plenamente.

E recomendo muito, aos que são leigos como eu, conhecer e tentar entender o design de lá, quando tiverem a chance de ir, pois acho que falar isso aos especialistas é desnecessário né?

 Ah, visitem o site do Design District! É bem legal. O de Helsinki como capital mundial do design também!

Pois bem, ficam as dicas!

Volto mais tarde | Ao som de U2 – Mofo | 

Dica de Helsinki: A Finlândia, os Livros de Geografia e o Nuuksio National Park

Ainda no avião, eu tentava ver Helsinki pelas frestas que os dois finlandeses gigantes ao meu lado me permitiam. Afinal, a minha claustrofobia só me permite viajar no corredor, óbvio!

Do pouco que eu vi, e depois, já no ônibus para a cidade, o meu pensamento era unânime: entrei em um livro de Geografia! E no melhor sentido possível!

Nuuksio National Park. Coisa mais linda. Acervo Pessoal.

Afinal, quando estamos na escola, o que aprendemos sobre a vegetação do norte da Europa?

A Taiga, também conhecida por floresta de coníferas, ou ainda floresta boreal, é um bioma comumente encontrado no norte do Alasca, Canadá, sul da Groelândia, parte da Noruega, Suécia, Finlândia, Sibéria e Japão. (…) Nela, os abetos e os pinheiros formam uma densa cobertura, impedindo o solo de receber luz intensa. A vegetação rasteira é pouco representada. (…) Trata-se da zona mais setentrional em que as árvores e as espécies que delas necessitam podem sobreviver. É uma região biogeográfica subártica setentrional e seca, na qual as formas de vida vegetal principais são larícios, abetos, pinheiros e espruces, que estão adaptadas ao clima frio. (Tirei do Wikipedia mesmo)

Pois bem, ainda na janela, o que eu mais via eram árvores. Árvores e mais árvores, com casas e, inevitavelmente, cidades. E isso me deixou incrivelmente maravilhada, antes mesmo de pisar naquela terra.

Inclusive, achei em um site:

A Finlândia é o país com a mais elevada percentagem de áreas florestais na Europa, 23 milhões de hectares são cobertos pelas florestas. Além disso, há cerca de três milhões de hectares de áreas florestais pedrosas e com alguma vegetação arbustiva, o que faz com que a percentagem das áreas florestais seja 86 % do terreno.

Ao longo dos dias, fica notória a relação que os finlandeses tem com a natureza. A floresta está logo ali….ali mesmo…ao lado. Que seja para servir de base para o incrível enriquecimento do país, ou para que seus habitantes façam uso delas para passeios e moradia (de verão ou inverno). Isso faz de Helsinki uma cidade extremamente arborizada, de belíssimas paisagens. Mesmo na época que fui, que algumas estavam nuas, sem uma folha sequer.

Helsinki. Acervo Pessoal

Com esse espírito, anfitrião e anfitriã me levaram para um dos passeios mais bonitos que fiz em toda a minha vida. Ao Nuuksio National Park, na vizinha cidade de Espoo.

Não estava nevando, mas ainda havia neve em alguns pontos, o que me fez feliz como uma criança. Mas o mais incrível foi estar tão perto de uma natureza que eu só via nos livros. Pinheiros e afins (óbvio que não sei os diferentes tipos. Pra mim, todos eram “pinheiros”) que, várias vezes não me permitiam ver o céu, de tão altos e densos. Um silêncio que, em vários momentos nos faziam parar para simplesmente observar tudo aquilo ao nosso redor. E óbvio que a minha curiosidade me fez experimentar a temperatura da água.

Aí está a prova. Acervo Pessoal.

Vegetação impecável, passeio incrível e extremamente recomendado para todos que estiverem por aquelas bandas. Mapas são distribuídos, trilhas são muito bem orientadas. Nós cumprimos a nossa em umas 3 ou 4 horas. De lavar a alma.

Acervo Pessoal.

Ainda mais se, ao final, um típico churrasco finlandês for feito: salsicha (com mostarda, claro), milho e queijo. Delicioso. Ainda mais com a anfitriã que eu tive, no comando. Aí não tem erro! Mas tem que cortar a própria lenha, como eu fiz!

#fingimentopuro. Acervo Pessoal.
Churras pro lado de lá é assim. Acervo Pessoal.

O vídeo abaixo eu fiz no meu último dia, no caminho para o aeroporto. Eu me despedindo da floresta que tão bem me recebeu.

Outro momento “livro de Geografia” que se vive na Finlândia?

Amplitude térmica!! Sentir a tal na pele.

Wikipedia de novo: Amplitude térmica é a diferença entre a temperatura máxima e a temperatura mínima registradas num determinado período de tempo.

Afinal, como sair de casa preparado, quando a previsão é: mínima 1o e a máxima de 18o? Osso, né? Lindo demais!

Volto mais tarde | Ao som de Oasis – Talk Tonight |