Tirinha do Dia: Um ano novo mafaldiano

Veremos, hein, 2015!

by Quino
by Quino

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 anos do início de Desperate Housewives

2014: o ano em que quase nenhum dos Hoje…Algum Tempo Atrás foi postado no dia certo.

Impressionante.

Ontem…10 anos atrás…foi ao ar o episódio piloto de Desperate Housewives, uma das minhas séries favoritas na vida.

TERI HATCHER, MARCIA CROSS, FELICITY HUFFMAN, EVA LONGORIA, NICOLLETTE SHERIDAN

Tudo o que eu pensava sobre ela, ainda na época que era transmitida, foi escrito aquit: Séries de TV: Desperate Housewives.

Basicamente, nada mudou.

Esse post rendeu um convite para escrever sobre a última temporada dela, no Canal de Séries, algo que me fez muito feliz naquele momento (tirando o fato que acabei não escrevendo sobre o derradeiro episódio por conta de uma viagem, algo que lamento até hoje). Os posts podem ser visto aqui.

Desperate Housewives marcou época! As atrizes, os textos, a mistura de drama/suspense/humor. Aquilo ali foi brilhante, brilhante.

Claro que teve seus altos e baixos. Algumas temporadas não foram tão boas quanto as outras (tipo a segunda, a sexta…). Mas outras foram históricas, principalmente a primeira. O que foi feito ali, uma série protagonizada por atrizes acima dos seus 40 anos de idade, seus índices de audiência. Tudo sensacional.

Também a quarta e a última foram incríveis! As três são as minhas favoritas.

Eu não fui a única, obviamente, que achou que a série merecia destaque nessa data tão significativa:

10 Years Later, The First Season Of ‘Desperate Housewives’ Is Still A Television Touchstone

Desperate Housewives: Who was nearly cast in Wisteria Lane?

Happy 10th Anniversary, Desperate Housewives

Desperate Housewives: What do the cast look like 10 years on?

Abaixo, a promo do primeiro episódio.

E, abaixo, o do último.

E, como não poderia deixar de ser, a saudosa abertura:

Saudades demais.

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Música do Dia: Fernanda Takai – Descansa Coração

<3

Música-do-Dia-Fernanda-Takai-Descansa-Coração-01

Cansei de tanto procurar
Cansei de não achar
Cansei de tanto encontrar
Cansei de me perder

Hoje eu quero somente esquecer
Quero o corpo sem qualquer querer
Tenhos os olhos tão cansados de te ver
Na memória, no sonho e em vão

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Música do Dia: Fernanda Takai – Pra Curar Essa Dor (Heal The Pain) (feat. e Samuel Rosa)

Fofa demais!!!

Viram o post de ontem?

No Meu iPod: Fernanda Takai, “Na Medida do Impossível”

fernanda-takai-e-samuel-rosa-musica

Você diz que frio que sente
É maior que esse mundo
Onde não há lugar
Pra quem tem coração
Cuide bem de você
E procure entender
Que você é capaz de ser feliz

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Música do Dia: Fernanda Takai – Doce Companhia

Fernanda Takai = <3 <3

Julieta Venegas = <3 <3 <3 <3

Fernanda Takai fazendo versão da Julieta Venegas = <3 <3 <3 <3 <3

julieta-venegas-e-fernanda-takai

Hoje só quero silêncio
Não quero nada mudar
Quero ficar bem tranquila
E saborear esta paz

Tenho um momento de calma
Eu sinto o peso ceder
O emaranhado da vida
Já desfiz, sei por que

Fernanda Takai tocando com a Julieta Venegas, em uma mistura de Dulce Compañía com Doce Companhia??

<3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3 <3

A foto acima eu vi na reportagem do Tenho Mais Discos Que Amigos, que falou da participação da Fernanda no show da Julieta e que pode ser lida aqui.

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No Meu iPod: Fernanda Takai, “Na Medida do Impossível”

Nunca me esqueci da primeira vez que tive contato com o trabalho da Fernanda Takai.

Eu tinha uns 10 ou 11 anos e fui ao Minas Tênis Clube ver um show do Lulu Santos. A banda de abertura era um trio que eu nunca tinha visto, mas que me chamou atenção demais por usarem um martelinho igual ao do Chapolin Colorado.

Pouco tempo depois, o Pato Fu assumiu, para nunca mais perder, o posto de uma das minhas bandas nacionais favoritas. E o mesmo serve para a Fernanda como uma das minhas cantoras favoritas.

fernanda-takai

Justamente por isso, busco acompanhar a carreira solo dela.

E qual foi a minha alegria ao ver que, ao lançar o Na Medida do Impossível, ela escolheu como música de abertura uma versão para uma música da Julieta Venegas? Quem acompanha o words of leisure sabe que eu amo essa mexicana de paixão, então meu coração ficou muito cheio de alegria com isso.

No meu post sobre o show da Julieta aqui em BH, escrevi:

Chamou ao palco a linda da Fernanda Takai, para cantar a belíssima Dulce Compañia, que eu jamais imaginei ver ao vivo. Ainda mais em uma versão só ao piano, que apenas ressaltou a beleza da letra.

Apesar de ainda preferir a original, que é muito amada, Doce Companhia ficou muito boa, muito gostosa de ouvir! Ocupa o posto de canção favorita do álbum, por enquanto. Isso sempre muda…

Dentre as 13 faixas do álbum, têm-se músicas inéditas e regravações. Nas do segundo grupo, gostei demais de Como Dizia o MestreA Pobreza e Pra Curar Essa Dor (esta, com participação do Samuel Rosa e que adorei).

Tenho que admitir que fiquei absurdamente de pé atrás quando vi que teria música gravada com o Padre Fábio de Melo. Podem me chamar de preconceituosa, porque fui. Mas não é que gostei? Então, beleza.

Honestamente, gostei do Na Medida do Impossível do início ao fim. E isso não tem sido muito comum de acontecer comigo, com álbuns nacionais.

Absurdamente bem produzido, como era de se esperar quando se tem a Fernanda e o John Ulhoa trabalhando juntos. Dupla sensacional.

Tenho colocado muito para tocar no caminho do trabalho e o álbum flui incrivelmente bem, fácil e gostoso de ouvir.

Fernanda Takai está de parabéns, como sempre!

Abaixo, Para Curar Essa Dor.

Na Medida do Impossível é muito recomendado pelo words of leisure.

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Dica de Site: Motif

Há um tempo atrás, conheci o Motif, cujo uma das criadoras é irmã de uma das pessoas mais especiais que conheço nesse mundo. Mas não é por isso que o coloco como dica. É porque é muito bom, mesmo.

O site entrevista personalidades nacionais e internacionais tendo um maravilhoso tema como foco: música.

motif2

Uma das coisas que mais me impressionou nele, de cara, é a qualidade estética: é daquele tipo de site que dá muita vontade de navegar, de ver o que tem dentro.

São lindas as fotos.

Depois, claro, vem a conteúdo.

Muito legal ver a gama, a diversidade de pessoas ali entrevistadas.

Obviamente, fui direto naquelas de pessoas que eu gosto, como Ronaldo Fraga, Cris Guerra, Fernanda Takai. Mas li também daqueles que nem acompanho.

Dessa última, cito um pequeno trecho:

Que disco da sua coleção ganha destaque, um cantinho especial?
Tem um disco que chama The Warrior. Quando meu pai trabalhou na África do Sul, foi uma época em que quase toda a família se mudou pra lá. Ele praticamente pediu demissão, porque não aguentava ficar longe da família e minha mãe não queria ir. Eu tinha quatro anos, e meu irmão do meio tinha um. Aí a firma falou pra ele voltar, ele voltou e trouxe uma fita que era um espetáculo. Era na época do Apartheid, talvez em 1975. Era um musical com cantores zulus que contava a história de um casal separado, porque eles saem da tribo e vão morar na cidade. Tem esse questionamento todo, de você ter que abandonar suas raízes e buscar outra história. E é tão melodioso, tão harmonioso. Eu tenho até hoje. De vez em quando, eu copio pras pessoas, porque ninguém conhece, ninguém nunca ouviu falar. Só quem foi à África do Sul como turista ou trabalhou lá. Foi um musical que ficou em cartaz durante muitos anos. E a cantora original tem uma história triste: ela sofreu um derrame quando era muito nova, com menos de 40 anos, em pleno palco, e a vida artística dela praticamente acabou. Ela só sobreviveu porque o marido dela, que era baixista, se desdobrou pra sustentar a família. Ela passou os últimos anos em cadeira de rodas. É uma história de amor muito bonita! Como eu sou casada há praticamente 20 anos, eu me inspiro nesse tipo de coisa.

Meu único “porém” é que não tem como acompanhar as atualizações por RSS, mesmo tendo pelo Facebook, twitter, G+, Pinterest, Instagram e Newsletter. Mas não tem o meu amado RSS….

Ideia muito legal, site lindo e com excelente conteúdo. Um ótimo entretenimento.

Fica a dica.

Para acessar, basta clicar na figura acima.

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Meu Ingresso: Julieta Venegas, A Minha Segunda Professora Favorita De Espanhol

Quando eu paro e penso no meu gosto musical, acho que ele segue uma certa linha de coerência entre o Rock e o Pop, com algumas incursões em outros gêneros.

Entre os meus artistas favoritos na vida, a Julieta Venegas é quase como um ponto fora da curva. É bem diferente do que eu costumo ouvir e, também, do que as pessoas esperam que eu vá escutar e gostar. Mas ela está lá, sempre perto do topo, como vocês podem ver no meu last.fm. (Atualmente, está em primeiro lugar).

Isso porque, alguns anos atrás, ela entrou na minha vida como uma segunda professora de Espanhol. E nunca mais saiu, visto que tocou a minha alma de forma que poucos conseguiram.

Na última sexta-feira, eu tive a honra de vê-la ao vivo. Em um dos shows mais lindos que já vi na vida.

julietaconexao

A minha relação com a língua espanhola começou de forma relutante e, ao mesmo tempo, prática. Eu precisava tirar o certificado de proficiência para poder formar na faculdade de Relações Internacionais, entretanto, não queria estudar de jeito nenhum, visto que o meu sonho era aprender o alemão, após concluir os estudos da língua inglesa.

Mas a situação me colocava frente à língua de Cervantes e a vida me levou a conhecer o homem que me fez apaixonar pelo Espanhol de forma que jamais poderia imaginar. E, no intuito de tentar aprender cada vez mais, fiz uso do recurso sempre utilizado no caso do inglês: a música.

Assim, fui apresentada à Julieta Venegas. A sintonia com aquilo que essa artista extremamente talentosa escrevia foi automática. Irremediável.

Já são seis discos de estúdio: os dois primeiros, mais “raivosos”, digamos assim. Os dois seguintes, mais felizes e os últimos, mais tristes.

Foi justamente a turnê do Los Momentos (o mais recente e maravilhoso) que a trouxe para BH City, no último dia 31. Que alegria foi ver essa pessoa que já me fez chorar com a beleza e simplicidade das suas músicas logo ali, na minha frente.

Exemplos de músicas que me levaram às lágrimas? Lento, Andar Conmigo, Oleada, Me Voy, Esta Vez, El Presente…. 

Linda, simpática, educada e falando um português muito fofo, ela encantou aos que ali estavam ao apresentar suas novas músicas, além dos clássicos, que há mais de uma década encantam toda a América Latina.

Chamou ao palco a linda da Fernanda Takai, para cantar a belíssima Dulce Compañia, que eu jamais imaginei ver ao vivo. Ainda mais em uma versão só ao piano, que apenas ressaltou a beleza da letra.

Depois, Tulipa Ruiz se juntou às duas para cantar a minha música favorita da Julieta: Andar Conmigo.

E ainda tivemos direito a ter o Otto no palco, para cantar a bela Saudade.

Julieta veio e já se foi, deixando um gosto de “quero muito mais” e aumentando na milésima potência a minha admiração por ela.

Abaixo, o vídeo feito por uma pessoa que não era eu.

Eu?

Estava quase na grade! Cantando todas as músicas, para a tristeza dos ouvidos ao meu lado.

Ah, querem treinar o espanhol?  Entender o sotaque mexicano não é moleza não…

Até agora não creio que uma das artistas mais brilhantes da América Latina estava aqui no Parque Municipal. Coisa mais linda.

A alegria de ter um sonho realizado é isso aí.

PS: Aos que não entenderam, ela só é a minha segunda professora favorita de Espanhol porque o primeiro é o amado Xiol.

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Dica de BH: Treze Belo-Horizontinos Revelam Os Lugares e Histórias Que Marcaram Suas Vidas

A Veja BH (e o words of leisure perde alguns leitores) fez uma reportagem que é bem legal para os que não conhecem a capital das Minas Gerais.

Aos que conhecem pouco.

Aos que aqui moram e pouco conhecem a cidade.

Fonte: Veja BH
Fonte: Veja BH

O relato da Fernanda Takai sobre o Parque Guanabara é bem bacana.

“Meu pai era geólogo e vivia viajando. Nasci em Serra do Navio, no Amapá, e aos 2 anos de idade fomos morar na Bahia. Aos 8, vim para BH e me encantei com o Parque Guanabara. Tenho uma foto aqui, ao lado dos meus irmãos Vitor e Rafael, de maria-chiquinha no cabelo. Vínhamos com frequência. Aos domingos, andávamos de bicicleta pela orla da Lagoa, tomávamos picolé e depois brincávamos aqui. Eu adorava o trem fantasma e a lagarta. Para o meu primeiro disco-solo, Onde Brilhem os Olhos Seus, as fotos foram feitas dentro do camarim da Monga, tamanha a minha intimidade com o local. Todos os funcionários me conhecem. Hoje, venho com a minha filha, Nina, e sempre que recebo um amigo de fora com criança faço questão de trazê-los. Os adultos também adoram porque é um parque bem vintage. Do alto da roda-gigante se tem uma das vistas mais lindas da Pampulha. Sou emocionalmente ligada ao bairro, pois, além de ter passado parte da infância aqui, é o lugar que escolhi para viver. Belo Horizonte é a cidade perfeita para criar uma família, e acho que daqui eu não saio nunca mais.”

Fernanda Takai, 41 anos,
cantora

Para ver os outros, clique aqui.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 35 Anos da Morte de Elvis

Mas…será mesmo?

Aos que acreditam que Elvis não morreu, esse post é incrivelmente irrelevante, certo?

Vivo ou morto, o fato é que esse rapaz acima continua a ser um ícone fundamental do bom e velho Rock n’ Roll!

Elvis Presley, o morto que lucra R$ 110 milhões por ano

Viaje ao local onde nasceu a música do mito Elvis Presley 

Volto mais tarde.

Ao som de Fernanda Takai – Diz Que Fui Por Aí

TED Talks: Susan Cain, “O Poder dos Introvertidos”

Durante a minha adolescência, eu costumava falar que era uma pessoa tímida. Com o passar do tempo, vi que não era timidez, e sim, introversão.

Não, não são sinônimos.

Adoro ficar sozinha, ou em ambientes menores, com os amigos/família, ao invés de lugares cheios de gente, por exemplo.

Então, exatamente por isso, por razões bem pessoais, gostei muito do TED da Susan Cain,  “O poder dos introvertidos”.

Do site do TED: “Em uma cultura onde ser sociável e extrovertido é valorizado como nunca, pode ser difícil, até vergonhoso, ser introvertido. Mas, como Susan Cain argumenta nesta apaixonante palestra, introvertidos trazem ao mundo habilidades e talentos extraordinários e devem ser encorajados e reconhecidos.”

Volto mais tarde.

Ao som de Fernanda Takai – Estrada do Sol

 

Áudio do dia: Diz a lenda: Queen e Bohemian Rhapsody

Bohemian Rhapsody já teve seu espaço aqui no blog. E sempre terá, já que é uma das minhas músicas favoritas. Pois bem, ela foi tema do “Diz a Lenda”, com a Fernanda Takai, na Rádio Band News BH. É um áudio curtinho que conta algumas curiosidades da música. Eu gostei de ouvir. Link aqui.

Diz a lenda..

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