Dicas de Ithaca, NY: Coal Yard Cafe

Opa, post no blog que não seja “R.I.P.”!

words of leisure está de volta? Espero que sim.

Então, demorei tanto pra escrever porque queria fazer um primeiro post sobre a cidade de Ithaca, como informações gerais, em primeiro lugar.

Só que sempre vinham mais e mais dados e o negócio foi me dando muita aflição, principalmente porque eu sentia que não estava fazendo jus à cidade. Aí, desisti daquele post e resolvi vir direto aos específicos.

Destravar o que estava me travando!

E que a série “Dicas de Ithaca, NY” possa ajudar pessoas que irão estudar em Cornell, familiares, turistas, e por aí vai…

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Parte do campus da Cornell University

Mas, só pra constar: Ithaca é uma cidade no interior do estado de Nova Iorque, aonde tenho morado nos últimos quase dois anos. Entre muitas outras coisas, abriga a Cornell University, minha lindona. Para quem quiser saber mais de Cornell, vale o resumão feito pela Fundação Estudar, aqui, e sobre Ithaca, aqui*.

Eu decidi começar escrevendo sobre o Coal Yard Cafe, porque foi um dos primeiros lugares que me apaixonei por aqui. No meu primeiro ano, eu morei em uma residência da Universidade que era ao lado dele. Eu odiei o lugar que vivi e, talvez por isso, me apaixonei pelo Coal Yard. Acho que era como um alívio, sabe? Ia muito quando perdia o ônibus e aproveitava para pegar um café. Ou, para tomar um café da manhã/brunch, aos finais de semana.

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Coal Yard Cafe. Acervo Pessoal.

E, como ele é mais afastado do centro de Ithaca, é quase como um segredo de quem mora/trabalha ali por perto.

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Acervo Pessoal

Ele fica em uma pequena casa e remete à época em que era um lugar de armazenamento de carvão, que atendia ao campus de Cornell, em sua decoração.

Uma das coisas que mais me fez apaixonar por ele é que, logo na primeira vez que fui, eles estavam servindo ovos beneditinos, que é uma das minhas paixões de café da manhã.

Mas, de pouco em pouco, fui experimentando outros pratos de lá e é tudo sempre muito gostoso.

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Acervo Pessoal

O Coal Yard fica na 143 Maple Ave e os ônibus 82 e 92 param na porta, literalmente.

O único porém é que tem que prestar atenção ao horário de funcionamento, que é bem restrito:

Segunda a Sexta: 8:00 às 15:00.

Sábado: 09:00 às 15:00.

Para entrar no Facebook deles, clique aqui.

*PS: Sim, pretendo fazer posts específicos sobre Cornell!

Post atualizado em 24 de abril.

Ao acaso, voltei ao Coal Yard e tirei mais fotos.

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Acervo Pessoal
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Acervo Pessoal

E comi esse taco de peixe que estava maravilhoso!!

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Acervo Pessoal
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Acervo Pessoal

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No Meu iPod: Uma Música Por Álbum – The Corrs, parte 2

Então, recapitulando:

Aos que não sabem, decidi criar uma nova série de posts chamada Uma Música Por Álbum, totalmente inspirado no Tenho Mais Discos Que Amigos. A ideia é passar rapidamente por discografia de bandas que gosto, destacando as músicas que mais gosto.

É pra ser divertido…Veremos.

A primeira que escolhi foi o The Corrs e, exclusivamente para eles, fiz um post introdutório como vocês podem ver aqui.

Este post também é dedicado aos queridos Stefan, Karla e Giandro.

Uma coisa que esses irmãos irlandeses não podem reclamar de mim é de download ilegal. Tudo 100% original. Inclusive, com direito a repetições.
Uma coisa que esses irmãos irlandeses não podem reclamar de mim é de download ilegal. Tudo 100% original. Inclusive, com direito a repetições. Minha coleção, meu acervo.

Forgiven, Not Forgotten, 1995.

Forgiven_Not_Forgotten

Forgiven, Not Forgotten é o álbum de estreia da banda. Será, eternamente, o meu mais querido. Mesmo não sendo o melhor*.

*Desnecessário dizer que é na minha opinião, né?

A mistura da música celta com pop/rock, no qual a Sharon Corr dá shows no violino, é incrível. Alguns clássicos da banda estão ali, como a canção que dá nome ao disco, além da maravilhosa Runaway, The Right Time (que eu não gosto), Love to Love You, além das instrumentais Toss The Feathers e Erin Shore.

Por mais contraditório que possa parecer, mesmo sendo a Sharon a minha favorita na banda, a música que eu mais gosto do disco é aquela na qual a pessoa deixa de demonstrar seu talento no violino para fazê-lo no piano: Closer. Amo horrores, é linda demais!

Talk On Corners, 1997

O segundo disco é o melhor de todos. Absolutamente sensacional desde o primeiro momento até o último. E é o que tem a minha música favorita deles.

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Canções sensacionais estão ali como Queen of Hollywood, a perfeita Only When I Sleep, o maravilhoso cover de Dreams, do Fleetwood Mac e de Little Wing, do Jimi Hendrix.

Mas aquela que é o “amor da minha vida” não foi lançada como single, não ficou famosa e é mais que perfeita: No Good For Me.

In Blue, 2000

A minha relação com esse álbum mudou com o passar dos anos. Pouco antes do lançamento dele que eu conheci a banda e estava totalmente fascinada por todo o lado celta deles. E o In Blue é pop, né? Então, de cara fui muito relutante, principalmente com músicas como Breathless e Irresistible. A Sharon tinha dado uma largada no violino o que não me agradava nem um pouco.

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Mesmo sendo um disco mais pop, ele é triste visto que foi profundamente marcado pela morte da mãe deles. No More Cry e At Your Side são totalmente sobre isso. Ao mesmo tempo, é a época em que eles estão mais bonitos.

Hoje, eu gosto mais dele que antes e acho que tem músicas muito boas. Radio, All In A Day, Say, Rain são algumas das excelentes. Give It All Up é a pior música da história da banda…horrível.

Em compensação, a que a segue é a minha favorita do álbum: Hurt Before. Belíssima!

Borrowed Heaven, 2004.

borrowed heaven

Eu tive uma predisposição imediata a gostar desse disco, já que foi na turnê dele que eu realizei meu sonho e vi a banda ao vivo! Ainda assim, mais pop que os dois primeiros, um pouco menos que o In Blue.
Mesmo tendo músicas que eu não curto, como a Borrowed Heaven, Angel e Time Enough For Tears, ele tem outras que eu adoro, como: Hide Away, Goodbye, Even If e Confidence For Quiet.

Mas a mais lindona de todas é Long Night! A Sharon mandou bem demais, tanto na letra quanto no violino. Muito linda.

E está nele a minha instrumental favorita, a incrível Silver Strand. Maravilhosa até pedir para parar.

Não são só rostinhos bonitos, né?

Home, 2005.

É curioso: passei a gostar da banda principalmente por toda a influência da música celta misturada ao pop/rock. Os dois últimos discos citados eram mais pop que deveriam, para o meu gosto. Aí, quando a banda se volta totalmente para a Irlanda e faz um disco que é quase 100% celta, com covers de músicas tradicionais…..bom, é de todos o que eu menos ouço. Vai entender.

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É um álbum muito belo e o cover deles de My Lagan Love é o mais belo que já ouvi. E olha que tem um bocado de gente grande que também já tocou a música como The Cranberries, Van Morrison, The Chieftains.

Tem outras muito boas como Old Town, Spancill Hill e Dimming of the Day. Sem contar que é no Home que a Andrea finalmente canta em gaélico, nas músicas Buachaill Ón Éirne e Bríd Óg Ní Mháille. Amei.

Não há muito o que dizer, apenas ouço pouco.

Bom, é isso.

A banda está parada, sem perspectiva de voltar.

Os quatro já têm uns 3000000 filhos, a Andrea lançou dois discos solo (um foi comentado aqui no blog). A Sharon também já lançou dois, ela que parece ter desabrochado na sua carreira fora da banda. Seus solos são muito melhores que o da irmã mais nova e famosa.

A moça estará em São Paulo nos dias 17 e 20 de outubro e meu coração está em frangalhos por não poder ir a nenhum deles. Triste, mas é a vida.

PS: Karla, dá um abraço nela por mim!

Espero logo comentar sobre o belo The Same Sun, que é o motivo dos shows por aqui.

Importante ressaltar que só comentei os discos de estúdio, mas a banda tem seus Best Of e excelentes discos ao vivo, entre eles aquele que é um dos melhores acústicos da história da MTV. Increíble!

Abaixo, a belíssima versão de Runaway, com direito ao adorável erro da Caroline e a seguida zuação imposta pelos irmãos. Como não adorar? Tem jeito não!!

Mesmo com a Sharon voando solta, eu realmente espero que um dia eles voltem. Saudade bateu de com força com esses posts.

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