Dicas de NYC: Visitar a Instalação da Cornelia Parker, no Metropolitan

Chover no molhado é colocar como dica de Nova Iorque uma visita ao Metropolitan Museum of Art. Museu incrível, impressionante, com um conjunto de obras simplesmente inacreditável.

E o que me faz babar é o fato de que você pode dar a quantia que quiser para entrar. Pode ser 25 centavos e está tudo certo. Afinal, tem muita gente com muita grana dando altas contribuições para a manutenção dele.

Isso é prover acesso ao topo da arte para todos.

Então, ok.

Aproveito para dar como dica a visita à instação da artista britânica Cornelia Parker, no terraço do museu.

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Acervo Pessoal

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Coluna da Primogênita: Exposições no Whitney Museum

O primeiro post desta nova série sobre Nova Iorque é sobre artes. Não que este seja um assunto que eu domine, mas gostei tanto dessas exposições que assisti “por acidente” e como elas têm data para acabar, esse foi o tema escolhido para a “estreia”.

Explico o “por acidente”: uma semana antes de chegarmos a NY, encerrou uma exposição sobre o Edward Hopper, no Whitney Museum, o que gerou uma certa frustração. Mas depois descobrimos que havia uma outra exposição, a qual havia algumas obras do artista. Alteramos os planos para o dia e seguimos rumo à Madison Avenue.

A exposição em questão era “American Legends: from Calder to O’Keeffe ” que retrata a primeira metade do século XX como o momento da história em que a arte norte-americana se tornou mais independente da Europa. Conta com obras de dezoito artistas yankees. Foi muito legal ver alguns quadros do Hopper (mesmo que poucos) e ainda, de quebra, nos encantar com outros artistas que não  conhecíamos bem. No meu caso, especialmente, o Stuart Davis. Amei!

Edward Hopper, New York Interior.
Fonte: whitney.org

Stuart Davis, Owl! in San Paõ. Fonte:whitney.org

Stuart Davis, Owl! in San Paõ.
Fonte:whitney.org

Outra boa surpresa foi a exposição que acontece no andar logo abaixo: “Robert Indiana – Beyond Love”. Mostra a carreira do artista, autor do iconográfico LOVE, que pode ser visto em instalações em várias cidades do mundo e até mesmo em estampas de selo.
Love, at Whitney Museum Foto: Arquivo Pessoal

Love, at Whitney Museum.
Foto: Arquivo Pessoal

O objetivo aqui é mostrar que o artista é muito mais que a famosa imagem. Abusa de cores, tipografias, vocabulários e símbolos comuns nas rodovias americanas para colocar em pauta temas difíceis como direitos humanos, preconceito e homossexualismo.  São imagens lindas, coloridas, para falar de temas pesados. Pop-art total!

Robert Indiana, The Demuth American Dream #5. Fonte: whitney.org

Robert Indiana, The Demuth American Dream #5.
Fonte: whitney.org

Gostei muito, muito mesmo! Em parte, talvez isso se deva ao aspecto da surpresa, pois não sabíamos direito o que esperar! Estávamos indo a um museu, não tão conhecido como outros da cidade, ver apenas alguns quadros de um artista querido e, de repente, fomos surpreendidas por obras incríveis! Talvez eu já esteja retirando esse elemento surpresa de vocês, leitores, mas é porque, apesar de menos óbvio no circuito de museus da cidade, o Whitney vale muito a visita!
A exposição do Robert Indiana vai até o dia 05/01/2014.
Infelizmente, este é o único post de exposições desta viagem! Isto porque sempre ficávamos deixando para ir aos museus no dia que o tempo ficasse pior, mas isso não ocorreu! Não consigo ver um dia lindo e ficar em um ambiente fechado!
Mas se você gosta de artes e quer ficar por dentro do que está rolando na cidade, sugiro, além do já várias  vezes citado aqui, blog do Pedro Andrade, o blog Taxi Amarelo, da Gisele Gueiros. Ela, inclusive, organiza viagens guiadas para os museus e galerias!
Para saber melhor sobre endereço, horários de funcionamento e outras informações, visite o site do museu: whitney.org.
Comentário da Viviane:
PS: Eu e primogênita vamos dividir os nossos posts sobre a nossa viagem, inserindo comentários nos textos alheios, como faço agora.
Sou bem ignorante no que se diz respeito a arte. Conheço o básico, artistas mais famosos e só.
Mas sei o que sinto quando vejo algo que me encanta, como quando me deparei pela primeira vez com Nighthawks, do Hopper.
hopper.nighthawks
Identificação à primeira vista, sem explicação. Essa é minha tela de fundo do meu computador, assim como outras pinturas dele. Claro que fiquei frustrada por não ter visto a exposição completa desse grande pintor, mas só de ver algumas telas, já fiquei muito feliz. Mesmo!
Felicidade essa que aumentou com tudo o que vimos no Whitney, supramencionado pela primogênita.
Como falei, não tenho nenhum conhecimento técnico de arte, então, esta vira emoção. E algumas coisas que vimos me impactaram muito. Não conhecia 99,9% do que vi ali e adorei.
Recomendo demais a visita a quem estiver na cidade.
Vale every dime.
Comentário feito…
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