Música: 10 Canções Fundamentais do Rock Brasileiro nos Últimos 50 Anos

Quem acompanha o words of leisure já percebeu que eu não escrevo sobre música brasileira com o mesmo conforto que faço ao discorrer sobre aquela feita na Inglaterra, Irlanda, EUA, etc…

Por isso mesmo, não me sinto à vontade para comentar muito sobre a lista postada na Revista Bula, com as 10 canções fundamentais do rock brasileiro nos últimos 50 anos.

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Só sei que uma lista com um propósito deste não poderia deixar de ter Os Mutantes.

Tem.

Então, ok.

Ficaria melhor colocado se a lista fosse minha? Sim. Mas ainda assim, ok.

Adoro horrores a que ficou em primeiro lugar. Não sei se teria o mesmo posto em uma lista minha (ficaria, sim, muito bem posicionada), mas não me traz desconforto. Muito pelo contrário.

Sem mais delongas, cliquem no Raul para ver quais são as 10.

Volto mais tarde | Ao som de Chico Buarque – Apesar de Você |

No Meu iPod: Uma Música Por Álbum – Blur

Finalmente, mais um post da sequência Uma Música Por Álbum.

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Não tinha como não começar com o The Corrs, mas desde o início o Blur estava no radar. Queria ter escrito antes do Planeta Terra, mas não consegui. Então, vamos lá. Escrever por essa banda que tanto mudou no decorrer dos anos. Positivamente.

Leisure, 1991.

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O álbum de estreia da banda veio na onda do Madchester e com influência do shoegaze. Ele tem She’s So High, BangThere’s No Other Way (a minha mais querida), mas como a ideia do  Uma Música Por Álbum é ir para além das músicas famosas, fico com Come Together.

Modern Life Is Rubbish, 1993.

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Pode não ser o melhor, tecnicamente, mas o Modern Life Is Rubbish é o meu álbum favorito do Blur. O mais querido. Sem dúvida alguma.

Disco que marca o início do meu movimento musical favorito, o Britpop, que tem entre as famosas: For Tomorrow, Chemical World e Sunday, Sunday. Eu coloco aquela que dá vontade de apertar a banda inteira: Star Shaped. Fofíssima.

I feel so unecessary
(we don’t think so, you seem starshaped)

Parklife, 1994.

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Disco que crava a banda no topo das paradas britânicas, que esquenta a rivalidade com o Oasis, mas acima de tudo: colocou a banda na história da música.

As quatro canções de trabalho ajudaram bem: Girls & Boys, End of a Century, Parklife e To the End.

O Parklife é sensacional, fica difícil escolher uma só. Mas já que me propus a esse desafio, fico com This is a Low.

The Great Escape, 1995.

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Sucesso mais que consolidado, muitas drogas, solidão e hits: Country House, The Universal, Stereotypes e Charmless Man. Disco pra lá de especial pra mim, pois foi nessa época que conheci a banda.

Fico com a tristona Best Days….linda, linda.

Blur, 1997.

Blur

O álbum que leva o nome da banda e que tem a música que os levou a ter sucesso em locais ainda não conquistados é, na minha opinião (como tudo aqui no words of leisure), o melhor de todos.

Incrível do início ao fim, muito mais cru que os anteriores, mais rock. Tem a perfeita Beetlebum, além de On Your Own, M.O.R. e, claro, Song 2.

Como dica, a belíssima You’re So Great, composta e cantada pelo Graham. De uma simplicidade única.

 

13, 1999.

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13 é um retrato do fim do relacionamento do Damon com a Justine Frischmann, do Elastica. Que gerou frutos musicais maravilhosos, como a antológica Tender e a tristíssima No Distance Left To Run. Além de Coffee & TV e seu memorável videoclipe.

Eu escolho, como apresentação aos que não conhecem o disco, Trimm Trabb. Que ficou ainda mais querida após o Planeta Terra, já que pouquíssimas pessoas conheciam. Não era o meu caso com os meus amigos…

Think Tank, 2003.

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O último álbum de estúdio da banda (que siso mude logo), veio a conturbada e triste saída do Graham e, consequentemente, com o domínio do Damon em todo o processo de composição/gravação. Quem conhece a banda sabe da exata importância do guitarrista e o efeito que sua saída teve.

Coincidência ou não, a minha canção favorita teve a presença do Graham. Battery In Your Leg é esplendorosa.

Banda linda. Conseguiu me fazer ainda mais fã após vê-los ao vivo.

O que acharam?

Volto mais tarde / Ao som de Blur / 

No iPod: Os 10 Melhores Sites de Música do Brasil, pelo Floga-se

Eu gosto muito do Floga-se, que já foi citado aqui no blog.

Ainda assim, só hoje eu vi um post que eles fizeram em janeiro, com uma lista dos 10 melhores sites de música do Brasil.

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Como eram poucos os que eu conhecia, achei que valeria a pena colocar aqui.

É sempre muito bom ter novas fontes de informação.

Entre os que eu conhecia, eles colocaram o Scream & Yell, que eu ADORO.

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Cito:

SCREAM & YELL
Site: http://www.screamyell.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/screamyell
Twitter: @screamyell

Normalmente considerado o “melhor site de cultura pop do Brasil”. Sim, é isso mesmo. Entrevistonas, textos longos (resenhas de discos, shows, discografias comentadas), discussões relevantes, cinema, música, livros… A rede de colaboradores é formada por grandes jornalistas e isso faz a diferença. Marcelo Costa é o editor, o dono da casa. Ele tem também um blogue anexo, o Calmantes Com Champange, com downloads, trechos de livros, fotografia, arquitetura, cervejas, shows, dicas de viagem e muito mais. O mundo pop está aqui – falando português e de maneira inteligente.

Vale um adendo. Entre os colaboradores, alguns têm sites muito bons também. Um deles é o sensacional Na Mira Do Groove, com ótimas resenhas de discos de todos os estilos, nacionais e gringos. Outro bom é o Pergunte Ao Pop: cinema, música, livros e… hambúrgueres! Valem também o Coisa Pop, o Urbanaque e outros. Fique atento às assinaturas das matérias do Scream & Yell, que sempre indicam onde mais o colaborador escreve.

Muito bom mesmo.

Para ver a lista completa de sites, basta clicar em quaisquer das figuras acima.

Volto mais tarde | Ao som de Justin Timberlake – Not a Bad Thing |

 

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 Anos do Acústico MTV do Nirvana

O evento aconteceu ontem há 20 anos atrás. Eu li ontem. Mas só consegui fazer o post hoje, fazer o quê?

O Nirvana gravou seu acústico MTV há exatos 4×5 anos atrás. Cacilda.

Show este que deu origem a um dos discos mais marcantes da banda, ao menos pra mim.

Sem contar que foi o primeiro a ser lançado após o suicídio do Kurt.

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Nirvana não é a minha banda de grunge favorita. Este lugar é ocupado pelo Pearl Jam.

Mas nem tenho o que dizer sobre o quanto eles são fundamentais para a história do Rock e o tanto que esse show é sensacional.

Simplesmente, sensacional. Do início ao fim. Mesmo não sendo 100% acústico.

20 anos atrás. Eu me lembro. Velhice é tenso.

Volto mais tarde.

Ao som de Nirvana – About A Girl

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 anos do “(What’s The Story) Morning Glory?”

Coisa mais linda pensar que um dos álbuns mais importantes da década de 90 completa 18 anos hoje!

Um dos mais importantes na história da música….e da minha vida.

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Música do Dia: Dido – Don’t Leave Home

Minha música favorita, do álbum aniversariante do dia.

Música forte, sobre vício.

Dido - Don't Leave Home

Como um fantasma não precisa de uma chave
Sua melhor amiga eu vim a ser
Por favor não pense em se levantar para mim
Você não precisa nem mesmo falar
ou
Eu cheguei quando você estava fraco
Eu te farei mais fraco, como uma criança
Agora todo seu amor você dá para mim
Quando seu coração é tudo que preciso
E se você estiver com frio, eu vou te manter quente
E se você estiver para baixo, apenas aguente
Pois eu serei sua segurança
Mas que tem gente que vê o título (Não deixe o lar), acha bonito e usa em casamento.
#burricedosinfernos
Volto mais tarde | Ao som de Dido – Don’t Leave Home |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 Anos do “Life for Rent”, da Dido

A Dido já foi Música do Dia algumas vezes aqui no words of leisure.

Sendo que nas poucas vezes em 2013 que eu escrevi Resenha de Álbuns, uma foi sobre o Girl Who Got Away.

Em um mundo em que várias pessoas deixaram de ouvir a moça, eu continuo firme e forte. Não somente por gostar da voz dela e suas músicas, mas por tudo o que os seus primeiros álbuns foram.

O segundo, Life for Rent, completa 10 anos hoje.

Dido - 2003 - Life For Rent - Frontal

O primeirão, No Angel, estorou no mundo inteiro com músicas como Thank You, Hunter e Here With Me.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 Anos do The Great Escape, do Blur

Se hoje é comemorada a maioridade do The Great Escape, isso significa que eu celebro a minha maioridade musical…

Afinal, esse disco, juntamente com o (What’s The Story) Morning Glory, do Oasis, representa, pra mim, a época em que eu passei a gostar de bandas “por conta própria” e não mais exclusivamente por influência dos meus pais ou da primogênita.

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Um dos álbuns mais importantes de um dos movimentos musicais mais sensacionais de todos os tempos, o Britpop. Também simboliza uma das rivalidades mais insanas da época, entre o Blur e os irmãos Gallagher.

Pessoalmente?

Eu me lembro horrores de ver Country House e achar aquilo simplesmente sensacional. E de ter a certeza que casaria com o Damon :-)

The Great Escape tem uma das minhas músicas favoritas na vida, The Universal, e eu mal posso acreditar que verei essas pessoas daqui alguns meses.

Amo o álbum do início ao fim e não poderia deixar essa data tão importante para mim passar em branco…

18 anos! Cacilda…

PS: Post dedicado às pessoas maravilhosas que conheci graças a essa banda…

Volto mais tarde | Ao som de Blur – The Universal |

No Meu iPod: Julieta Venegas, “Los Momentos”

Em 2013, eu tenho falhado sistematicamente ao falar sobre os discos lançados nesse ano, né?

Foram pouquíssimos posts, enquanto a pilha do que poderia ter sido escrito só aumenta.

(Sem contar que não fiz, neste ano, a lista com os meus favoritos de 2012. Shame on me!)

Espero, nesses quatro meses que faltam, que eu consiga me redimir um pouco.

E começarei com aquele que tem sido o meu queridinho até agora.

Julieta-Venegas-Los-Momentos

Não, eu não estou falando que em um ano que teve, por exemplo, David Bowie e seu The Next Day, o Los Momentos seja o melhor disco, tecnicamente.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: A Maioridade do Foo Fighters

Eu me lembro tão bem como o primeiro disco do Foo Fighters (que leva o nome da banda) chegou nas minhas mãos.

Arquivo Pessoal
Arquivo Pessoal

Um colega de inglês tinha comprado um e depois ganhou outro dos pais. Como o nosso assunto fora da sala de aula era só música, ele me deu uma das cópias dele.

18 anos atrás…

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Hoje…Algum Tempo Atrás: 30 Anos Sem Karen Carpenter

Hoje, eu estava ouvindo The Carpenters e me perguntei: “Quanto tempo tem que a Karen Carpenter morreu?”

Wikipedia, claro, tirou a minha dúvida: 4 de fevereiro de 1983! 30 anos! O que me mostrou que deixei passar esse triste dia aqui no words of leisure.

Mas nunca é tarde para honrar essa cantora maravilhosa que faleceu pouco antes do meu nascimento.

E um pouco mais velha que a minha idade, hoje. Ela tinha 32.

Isso me deixou um pouco impressionada.

Karen+Carpenter+Karen+2

Eu adoro Carpenters (influência de mamãe).

Karen tinha uma voz lindíssima, uma das mais bonitas ever! Linda, linda….

Sem contar que tocava bateria e cantava? Ao mesmo tempo! Muito mito!

Abaixo, documentário da BBC sobre a moça. Uma história de vida que a levou a uma morte por uma das doenças mais tristes que existe, a anorexia.

Sem legendas.

Que conta com a presença de uma das minhas bateristas favoritas na vida: Caroline Corr, logo no início.

Vale a pena ver.

Antes tarde do que nunca, minha homenagem a essa bela mulher.

Abaixo, uma das minhas músicas favoritas, Only Yesterday. De chorar de tão linda.

Post em homenagem a mamãe, que me ensinou a gostar dessa dupla…

Volto mais tarde.

Ao som de The Carpenters – Only Yesterday

Hoje…Algum Tempo Atrás: A Maioridade do Jagged Little Pill

Um dos álbuns mais marcantes da década de 90 chega a maioridade hoje.

Teve um grande impacto na minha pessoa. Minha e em um bocado de gente.

Alanis_Morissette_Jagged_Little_Pill-Front-www.FreeCovers.net_

Jagged Little Pill é, sem nenhuma dúvida, uma das maiores provas que um chifre pode se revertido em algo muito bom.

Entre os seus momentos de raiva, frustração, tristeza, a Alanis Morissette nos brindou com esse que é um dos melhores discos da década de 90. Sem a menor dúvida.

Maravilhoso do início ao fim.

Um dos meus favoritos para ouvir quando eu estou com raiva.

Ano passado, consegui ver a moça ao vivo. Mais calma, casada e com filho. Mas o vigor continua lá.

Muito legal pensar que 18 anos atrás ele chegava ao mundo.

Para ficar e nunca mais sair…

Volto mais tarde | Ao som de Alanis Morissette – You Learn |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 10 Anos Do You Gotta Go There To Come Back

Um dos meus álbuns favoritos do Stereophonics, o You Gotta Go There To Come Back, não foi lançado há exatos 10 anos atrás.

Isso ocorreu no dia 02 de Junho, mas como eu enrolei para escrever…

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…Ainda assim, não poderia deixar passar, afinal, esse álbum tem algumas das minhas músicas favoritas dessa querida banda.

Sem contar que foi o último disco com a participação do saudoso Stuart Cable.

Maybe Tomorrow, Nothing Precious at All, Since I Told You It’s Over… lindas, lindas.

You Gotta Go There To Come Back: um excelente álbum que completa 10 anos de vida e que merece ser escutado muitas e muitas vezes.

E eu, cada vez mais, exponho a minha velhice…

Volto mais tarde | Ao som de Stereophonics – Since I Told You It’s Over |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 25 Anos do Stay on These Roads

Há exatos 25 anos atrás, o lindo do a-ha lançava o seu terceiro álbum de estúdio, o Stay on These Roads.

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Eu adoro a música dos anos 80 e o a-ha é, com certeza, uma das minhas bandas favoritas.

E de todos os álbuns lançados pela banda, o Stay on These Roads é o que tem o maior número de músicas que eu gosto muito.

The Blood That Moves the Body, Touchy!, You Are the One, Stay on These Roads, The Living Daylightse por aí vai…

O tracklisting é excelente:

  • Stay on These Roads
  • The Blood That Moves the Body
  • Touchy!
  • This Alone Is Love
  • Hurry Home
  • The Living Daylights
  • There’s Never a Forever Thing
  • Out of Blue Comes Green
  • You Are the One
  • You’ll End up Crying

Muito bom.

Parabéns à banda.

Volto mais tarde | Ao som de a-ha – Stay on These Roads  |

No Meu iPod: Suede, “Bloodsports”

No dia 17.02.2011, em um dos primeiros Música do Dia, eu escrevi sobre The Wild Ones, do Suede.

Lá, mencionei o retorno da banda e o tanto que torcia por um disco novo deles.

Que alegria ter a vontade realizada, com o Bloodsports.

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