Na Minha Estante: “Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã”

Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã foi mais um dos livros lidos no ano passado e que eu procrastinei para escrever o post a respeito.

malala

Sem mais delongas, vamos lá.

Continuar lendo “Na Minha Estante: “Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã””

Anúncios

Coluna da Primogênita: Sobre o livro “Cartas Amarelas”, do Gui Poulain

Quem acompanha a sessão Prato do Dia, do words of leisure, sabe o tanto que nós gostamos da culinária do super talentoso Gui Poulain. Já postamos duas receitas dele, o Bolo Fofinho de Chocolate com Café e a Salada Cretan .
Mas o Moldando Afeto, blog do qual ele é autor, vai além das receitas, contando também com dicas de restaurantes, filmes, músicas, livros. Ou seja, todo o universo cultural que o words of leisure adora!
Uma das sessões mais interessantes são as Cartas Amarelas, que trazem textos de caráter confessional, nos quais ele partilha seus sentimentos,  impressões, frustrações, tudo de uma forma genuína e delicada. As Cartas Amarelas que estarão no livro são prioritariamente aquelas dos tempos que ele morou em Paris, com seus relatos do dia a dia de um estrangeiro na Cidade Luz.
livro_01
E foi da reunião das sessões de receitas e das Cartas que surgiu o projeto de um livro, que além de textos e pratos deliciosos, tem um trabalho gráfico, com ilustrações e caligrafias lindas!
No entanto, entre a elaboração do livro e a sua publicação há um longo caminho,  e o Gui Poulain optou pela opção do crowdfunding, ou financiamento coletivo. Trata-se de uma iniciativa onde os interessados patrocinam o projeto para que ele tenha condições de ser executado. Há várias opções de valores com o qual se pode contribuir e para cada valor se ganha uma recompensa, que será entregue caso o valor necessário para que o livro seja publicado seja alcançado. Caso contrário, o dinheiro é devolvido.
Como eu acho toda a idéia desse livro muito legal, resolvi compartilhar com vocês! Eu já garanti a minha recompensa  e estou torcendo para que em breve,  ela chegue para mim.
Abaixo, o vídeo de divulgação.
Para participar, basta clicar na foto lá em cima.

Prato do Dia: Torradas com tomate, presunto parma e queijo brie, by Jamie Oliver

Semana corrida, muito trabalho e falta de tempo para cozinhar receitas mais elaboradas. Em um desses dias, lembramos imediatamente de um sanduíche do Jamie Oliver que há muitos anos faz sucesso aqui em casa. Ele está em um dos primeiros livros que compramos dele e desde a primeira tentativa virou queridinho!

sanduiche2

Continuar lendo “Prato do Dia: Torradas com tomate, presunto parma e queijo brie, by Jamie Oliver”

Na Minha Estante: Diogo Mainardi, “A Queda – As memórias de um pai em 424 passos”

Eu li o livro do Diogo Mainardi ano passado. Esse é mais um dos posts que fui procrastinando, até mandar bater.

Provavelmente, entre o título e essa frase, eu já perdi alguns leitores, simplesmente porque vou falar sobre o Diogo Mainardi, né?

IMG_0419_2

Bom, sendo muito honesta, não dou a mínima.

Apenas adianto: quem deixar de ler o A Queda, por discordar das posições políticas do autor, será o grande perdedor na história.

Afinal, estará deixando de ler uma belíssima e tocante declaração de amor de um pai para seu filho.

Continuar lendo “Na Minha Estante: Diogo Mainardi, “A Queda – As memórias de um pai em 424 passos””

Na Minha Estante: Mathieu Lindon, “O que amar quer dizer”

IMG_0294

Um amigo leu o post que fiz sobre o “Só Garotos” e me emprestou o O que amar quer dizer, com a ideia de que se tinha gostado tanto daquele, gostaria desse também.

Sim, ele acertou. Adorei. Mas…*

Continuar lendo “Na Minha Estante: Mathieu Lindon, “O que amar quer dizer””

Na Minha Estante: Helen Fielding, “Bridget Jones, Louca Pelo Garoto”

Quando eu acabei de ler o A Cidade, O Inquisidor e os Ordinários, sabia exatamente qual seria meu próximo livro.

O que eu não contava era com uma viagem a trabalho…

Uma passada pela livraria do aeroporto…

E um livro que gritava pela minha atenção (livro esse já mencionado aqui no words of leisure)…

Assim, saí com Bridget Jones, Louca pelo Garoto (da Companhia das Letras) direto para a sala de embarque e mais de trinta páginas lidas até chegar ao meu destino final.

Foi então que me dei conta:

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal
  • eu li o primeiro livro e vi o filme;
  • mas apenas vi o filme do segundo.

Como poderia eu ler o terceiro livro da saga sem ter lido o segundo?

Sendo eu uma pessoa que não assiste a um filme que já tenha começado, mesmo que apenas 05 minutos antes, isso beirava o impossível. Mas eis que um pensamento libertador me veio a mente:

Nada mais honroso à figura da Bridget do que fazer as coisas de forma errada…

E como esse espírito de fazer jus a uma das mais importantes figuras da década de 90, eu devorei o livro rapidamente.

Sim, o TOC foi superado, mesmo que momentaneamente. Para breve alegria da Primogênita.

Desnecessário dizer que a leitura é super fácil, né? Excelente companhia para relaxar.

Ler as peripécias da moça, em um mundo com twitter, é pra lá de engraçado.

Mas tem algo de muito diferente nesse livro: não somente ele não é tão absurdamente engraçado como o primeiro, mas ele trouxe lágrimas aos meus olhos. E não de chorar de rir, como aconteceu inúmeras vezes no anterior.

Há momentos no livro que a vontade é de pegar a moça e dar colo. Carinho. Juro.

Não vou falar o motivo, para não perder a graça para os que ainda não leram. Só falo que ao mesmo tempo que a decisão da autora me deixou triste, aplaudo a sua coragem.

Quem já leu sabe do que estou falando… se concordam ou não, aí é outra história.

Helen Fielding continua a manter viva aquela personagem capaz de nos gerar todos os tipos de emoções possíveis.

A Bridget permanece apaixonante, como sempre.

O primeiro livro continua como o grande favorito, mas esse é super digno na saga.

A única tristeza foi saber que a Helen Fielding e Renee Zellweger não dançam mais no mesmo compasso, o que torna a possibilidade de um filme deste livro bem difícil.

Espero que elas se resolvam, honestamente. Porque não há Bridget Jones sem Renee. Não há.

Um bom livro para quem quiser espairecer. Fica a dica.

Volto mais tarde | Ao som de The Who – Who Are You |

Na Minha Estante: Paula Lobo, “Quando Eles Dançam”

Se tem uma coisa na vida que eu amo é ver quando uma pessoa sabe qual é o seu talento e o explora.

Quem visita o words of leisure sabe que eu morro de vontade de aprender a fotografar. Já sobre dança, eu nada sei: não entendo, não sei dançar, mas acho incrivelmente belo quando vejo quem sabe.

A Paula Lobo junta as duas coisas.

Meu Livro e Minha Mão
Meu Livro e Minha Mão

Conheci seu trabalho no ano passado, em novembro, quando vi alguns dos episódios do programa que ela fez e que foi transmitido pelo Multishow, o Mundo em Movimento***.

A moça é carioca, mora em NY e é fotógrafa de dança. Nele, ela viajou o mundo clicando este universo e as mais diversas manifestações culturais de lugares como Turquia, Japão, EUA, entre outros.

E aí, o negócio é o seguinte: desde novembro eu estou totalmente embasbacada pelo talento dela! Não, não há palavra melhor para descrever o sentimento.

A sensibilidade, a beleza, a sutileza, das fotos que ela tira é algo inacreditável. Não somente floreceu a minha vontade de saber fotografar de verdade, mas até tive vontade de aprender um pouco de dança e deixar de ser o robô que sou. Quem me conhece sabe que isso é bem inacreditável.

Meu Livro, minha mão e duas das minhas fotografias favoritas
Meu Livro, minha mão e duas das minhas fotografias favoritas

***Eu não consegui assistir a todos os episódios do programa e, desde então, enviei e-mails, tweets, mensagens no Facebook, para o Multishow, para a NET, para o NOW, pedindo para que sejam disponibilizados neste último. Nenhuma resposta até hoje, mas continuarei tentando.

Então, o meu alento veio quando descobri, no site da Paula, que ela estava para lançar um livro com suas fotos, o Quando Eles Dançam. Não tive a menor dúvida que teria que me dar de presente!

Ele fez jus a toda minha expectativa. A sensibilidade continua presente, assim como a beleza e a sutileza, tão presentes na televisão.

O poder da dança está ali e o olhar dela para colocá-lo em “um pedaço de papel” é digno de todos os elogios possíveis. Não é a toa que ela faz fotos para o New York Times: a moça sabe o que faz.

Só para vocês terem uma ideia:

Foto: Paula Lobo. Fonte: paulalobo.com
Foto: Paula Lobo.
Fonte: paulalobo.com
Foto: Paula Lobo. Fonte: paulalobo.com
Foto: Paula Lobo.
Fonte: paulalobo.com

Aos que interessaram, entrem no site dela para ver seu trabalho. Basta clicar aqui.

Vale a pena demais!

Finalizo não somente deixando os meus parabéns a ela por todo seu talento, mas também a agradecendo por revelá-lo ao mundo. Sensibilidade assim faz bem a alma…

Post atualizado, em 13/03/14:

Abaixo, vídeo feito na sessão de autógrafos na Livraria Travessa. Entrevista com a Paula Lobo, que conta mais sobre o processo de elaboração do livro.

Volto mais tarde | Ao som de The Cardigans – The Road |

Na Minha Estante: Carlos de Brito e Mello, “A Cidade, O Inquisidor e os Ordinários”

Alguns dias atrás, eu postei um infográfico que mostrava As razões dos livros serem ótimos presentes.

Lembrei dele porque o último livro que li, A Cidade, o Inquisidor e os Ordinários, foi um presente de uma tia muito amada que sabe o tanto que sou louca por livros. Mesmo sem saber ao certo se gostaria deste, seguiu a sugestão do vendedor da livraria e me deu a obra do Carlos de Brito e Mello.

Que bom que o fez, porque ele é excelente.

O meu livro. Acervo Pessoal
O meu livro.
Acervo Pessoal

A chamada da Companhia das Letras captou, de cara, a minha atenção.

Um auto moralizante de classe média no Brasil dos dias atuais.

Não somente isso, mas também a forma do autor de escrever.
Diálogos fora do padrão e personagens com nomes para além do habitual fizeram com que eu demorasse um pouco para emplacar a leitura.

Mas, uma vez acostumada, o devorei, como vocês podem ver na figura abaixo, tirada do meu GoodReads.

PS: Não sabe o que é isso? Clique aqui, então.

goodreads

É só ver a quantidade de páginas lidas entre as datas para ver que estava gostando horrores daquilo que passava pelos meus olhos.

O livro é uma deliciosa sátira sobre os costumes. Em que o Decoroso busca fazer sua Inquisição sobre os Bobos.

Isso mesmo, os bobos.

Muito bom.

Certamente, um dos livros mais interessantes que li nos últimos tempos.

Recomendo demais. Fica a dica.

Volto mais tarde | Ao som de Suede – What Are You Not Telling Me? |

Na Minha Estante: Fernanda Torres, “Fim”

Antes de qualquer coisa, gostaria de deixar um recado à Revista Piauí: se for uma estratégia, a de colocar capítulo de livros na seção de Ficção para atrair as pessoas a comprarem os benditos, afirmo que ela funciona!

E muito!

Em dezembro do ano passado, fiz o post Dica de Leitura: Fernanda Torres, “Álvaro” porque realmente gostei muito do texto. Inicialmente, não tinha planos imediatos de comprar o livro “Fim“, porque ganhei alguns no meu aniversário (amo ser presenteada com livros). Mas um dia, estava em uma livraria, avistei o dito cujo e não deu outra:

Cá estou eu, a comentá-lo.

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal

Por ser um livro escrito pela Fernanda Torres, inicialmente, eu tinha impressão que a narradora ali era a Vani.

Continuar lendo “Na Minha Estante: Fernanda Torres, “Fim””

Dicas de Leituras: Os Melhores Livros de 2013

O blog da Companhia das Letras (que se chama Blog da Companhia) fez uma lista de listas:

Pegou rankings de vários jornais e sites e colocou tudo em um lugar só.

Dando destaque, obviamente, aos livros publicados pela Editora.

blogdacompanhia

Eu só não sei se isso é bom de ver ou não, porque ao mesmo tempo em que dá vontade de ler quase todos os livros ali mostrados, me dá desespero de pensar que não conseguirei ler todos os livros ali mostrados.

Ainda assim, continuo achando que vale a pena.

Clique na figura acima para acessar.

Volto mais tarde | Ao som de Los Hermanos – Primeiro Andar |

Cinema: “A Menina que Roubava Livros”, Agora Legendado

Eu já fiz um post sobre o filme baseado no lindo livro “A Menina que Roubava Livros””.

A-Menina-que-Roubava-Livros-poster

Lá, o trailer estava sem legendas, então, aqui está a atualização.

Eu realmente espero não procrastinar, como sempre faço. Quero ver no cinema, mas se eu for me basear no meu passado…

PS: Ele realmente parece não ter a narração do livro, o que é triste. Mas ainda assim, verei. Acho.

Volto mais tarde | Ao som de The Pretenders – I’ll Stand By You |

Coluna da Primogênita: Livros e Viagens de Natal

Acho surreal pensar que já estamos a uma semana do Natal! Como o ano passou rápido! E sinceramente, apesar de adorar a ceia de Natal e todos os seus preparativos, da importância espiritual deste momento, não dá para ignorar o estresse que a maioria fica essa época. Um dos principais motivos são as compras, os presentes. Pensando nisto e na minha coluna aqui no words of leisure, resolvi fazer uma lista de sugestões de livros nos quais o tema de viagem esteja, de alguma forma, associado. Ou pelo menos em que a locação da narrativa, exerça um papel importante. Afinal de contas, livros e viagens estão entre os meus assuntos favoritos na vida!

 

1- Minha vida na França – Julia Child.

Este é um livro que eu adorei ler. Trata-se da biografia de uma das mais importantes apresentadoras de programas de receitas culinárias da TV americana, Julia Child. Neste livro, ela conta como descobriu o prazer de cozinhar, após viajar para a França para acompanhar seu marido diplomata. E onde foi a primeira refeição maravilhosa que ela fez por lá? Rouen, cidade onde morei durante 3 meses e sobre a qual já escrevi neste post. Ou seja, não tive como não me envolver emocionalmente com a história! Para quem gosta do tema gastronomia, esse livro é um prato cheio (trocadilho infame)! E para quem não liga muito para leitura (?), ele inspirou o bom filme Julie and Julia, com as excelentes Meryl Streep e Amy Adams. O DVD também é um presente bacana!

2- Sangue, ossos e manteiga – Gabrielle Hamilton.
Continuando na linha de leituras associadas ao universo culinário, trata-se de uma auto-biografia de uma chef premiada de Nova York. Diferentemente da Julia Child que descobriu a gastronomia de uma forma, digamos, mais glamourosa (associada ao mundo da diplomacia e viajando pelos lugares mais lindos da França) essa não foi tão elegante para Gabrielle. Lavando pratos ou trabalhando em buffets, ela viveu o mundo underground da concrete jungle.  E tudo isso está relatado no livro, como também suas lembranças de infância até se tornar chef e proprietária do Prune, restaurante do East Village. As descrições das viagens à Itália, para visitar a família do marido, são de dar água na boca! Autêntico, triste, alegre, charmoso, sujo, tudo ao mesmo tempo. Gostei tanto que na minha última viagem à NYC, carreguei o meu livro para ver se conseguia uma assinatura da autora, enquanto experimentava suas refeições. Infelizmente, dei de cara com a porta, o restaurante não abre para almoço e não consegui reservar o jantar! :(
Mais um motivo para voltar à Big Apple!
3- A Viúva Clicquot. Tilar J. Mazzeo.
Somente quando eu comecei a escrever esse post é que me dei conta da quantidade de biografias que estou indicando! Essa história é realmente sensacional! Contada no século XVIII, é sobre uma mulher, Barbe-Nicole Clicquot, que após a morte do marido, se viu com a responsabilidade de tocar o negócio do esposo falecido. E ela se tornou responsável, nada mais, nada menos, que pela Veuve Clicquot, uma das maiores e mais sofisticadas champagnes do mundo. Rompendo barreiras e preconceitos, sendo empreendedora por acidente, a viúva fez  história, que é linda de conhecer e que se confunde com a da própria região de Champagne, na França. Muito, muito legal!
4- A Parisiense, Inès de la Frassange.
Livro sobre o estilo das mulheres parisienses, fala sobre aquele je ne sais quoi que encanta todo o mundo. A icônica modelo francesa não só escreve, como também ilustra e dá dicas de decoração, beleza, moda, além de indicar lojas legais na cidade. Ou seja, um guia de Paris, de um ponto de vista bem feminino. Ótimo presente para amiga, namorada, mãe…
5- A Minha Nova York, Didi Wagner
Continuando no tema guias, este para mim, é indispensável para quem planeja uma viagem para Nova York . Claro, que junto com a leitura dos posts da Coluna da Primogênita! Modesta, né!:)
Mas sério, muitos dos passeios que fiz na cidade surgiram a partir das “didicas”! Eu faço parte de uma geração que cresceu assistindo MTV e, desde aqueles tempos já gostava muito da moça. O seu programa no canal a cabo Multishow, Lugar Incomum, durante alguns anos, dedicou-se exclusivamente à cidade, já que ela morava por lá. As pesquisas para o programa e a experiência do dia a dia a levaram a escrever esse guia, super completo e descolado! Se você tiver um amigo com passagens compradas, fica a dica de um presente super bacana!
A novidade sobre livros de NY que eu ainda não li, pois acabou de ser lançada, mas que tenho a maior fé de que será excelente é o livro do Pedro Andrade. Que também tem aplicativo, como pode ser visto aqui.
Ao invés de eu ficar falando a respeito, prefiro deixar o bonitão expert na cidade te convidar para lê-lo!:)
Mal posso esperar para ler, ou melhor, para testar, in loco, suas dicas!

6- Paris vs. New York – Vahram Muratyan.

Esse livro dispensa maiores apresentações, já tendo sido até mesmo tema de postdesta coluna, há mais de um ano. De qualquer maneira, ainda é um presente fofo, atual e divertido!

Na minha lista to-read está o livro Spain, a Culinary Road Trip, do Mario Batali e Gwyneth Paltrow.

Ela dispensa apresentações e ele é um super, talvez über chef nova-iorquino, que entre outros restaurantes, é o proprietário do Eataly, espaço maravilhoso, que está entre os meus clássicos de Nova York.

Eu assisti a série Spain on the Road Again,que inspirou o livro, e é uma delícia. Quatro amigos incríveis, Mário Batali, Gwyneth Paltrow, a atriz catalã Claudia Bassols e o crítico de gastronomia do New York Times, Mark Bittman, partem em uma viagem pela Espanha, que por vezes conta com a presença de amigos não menos ilustres, entre eles, Michael Stipe do R.E.M e o arquiteto Frank Ghery. Desbravando a arquitetura, a culinária e a cultura deste que é o país mais sensacional que já tive o privilégio de conhecer! Ainda não foi tema de post, pois já faz um tempo que estive por lá então não tenho dicas fresquinhas, mas já estou com vontade de escrever sobre as minhas impressões gerais. Bem, de volta ao livro, além de narrar a viagem, é repleto de receitas e fotos! Acho que não tem como decepcionar!

Bem, espero que este post inspire algum presente ou alguma leitura! E vocês, tem alguma dica para me dar?
PS. Dedico esse post as amigas/irmãs Vivi, Tati, Nanda, Flávia, Cida, Marcelle e a querida tia Vaninha, que após uma conversa deliciosa sobre livros, em um domingo a noite, me inspiraram a escrevê-lo!

Cinema: O Trailer De “A Menina que Roubava Livros”

Confesso que não sabia que o livro ganharia sua versão nas telonas, apesar de não me surpreender nem um pouco.

Chorei litros quando o li, o que me faz querer assistir o filme (mesmo sabendo que o livro é sempre melhor).

Abaixo, o trailer.

PS1: Não achei com legenda.

PS2: “A Menina que Roubava Livros” sem narração? Uhn? Espero que não…

Volto mais tarde | Ao som de The Beatles – Revolution |

Dica de Leitura: 6 Livros Para Ler No Avião

Adoro listas com dicas de livros, independente se é para ler no avião, no metrô, no banheiro, no busão….

livroaviao

Achei bem interessante a descrição de todos citados pelo Ando Experimentando.

E não li nenhum, então…..#ficaadica.

A Vida Privada das Árvores, Alejandro Zambra Apesar de curto, é de uma profundida e poesia impressionantes. É a história de Julián, o homem que espera a volta de Verónica, mas talvez ela não volte e ele começa a imaginar um futuro em que ela não existirá.

Para ver os outros, clique na figura.

Volto mais tarde | Ao som de Keane – Nothing in My Way |

Na Minha Estante: Muriel Barbery, “A Elegância do Ouriço”

A Elegância do Ouriço chegou a minha casa como um presente dado a minha genitora. Aí, Primogênita também leu e adorou.

Assim, acabou nas minhas mãos.

Sugiro, honestamente, que logo esteja na de vocês.

Arquivo pessoal
Arquivo pessoal

O livro de Muriel Barbery é de uma delicadeza maravilhosa.

De acordo com a Companhia das Letras:

À primeira vista, não se nota grande movimento no número 7 da Rue de Grenelle: o endereço é chique, e os moradores são gente rica e tradicional. Para ingressar no prédio e poder conhecer seus personagens, com suas manias e segredos, será preciso infiltrar um agente ou uma agente ou – por que não? – duas agentes. É justamente o que faz Muriel Barbery em A elegância do ouriço, seu segundo romance.

Em outro momento:

As vozes da garota e da zeladora, primeiro paralelas, depois entrelaçadas, vão desenhando uma espiral em que se misturam argumentos filosóficos, instantes de revelação estética, birras de classe e maldades adolescentes, poemas orientais e filmes blockbuster. As duas filósofas, Renée e Paloma, estão inteiramente entregues a esse ímpeto satírico e devastador, quando chega de mudança o bem-humorado Kakuro Ozu, senhor japonês com nome de cineasta que, sem alarde, saberá salvá-las tanto da mediocridade geral como dos próprios espinhos.

Um história de amizades improváveis, fala sobre arte, literatura e cinema com uma inteligência adorável e um humor ácido maravilhoso, que super recomendo a todos vocês.

Entrou tranquilamente na minha lista de favoritos!

Ótimo, ótimo, ótimo!

Volto mais tarde | Ao som de Pato Fu – Me Explica |

Na Minha Estante: Ricardo Lísias, “O Céu Dos Suicidas”

O Ricardo Lísias já foi “alvo” de quatro posts aqui no words of leisure:

Dicas de Leituras: Divórcio (o meu favorito, entre esses)

Dicas de Leitura: A Corrida

Dicas de Leituras: Carta ao Governador

Review – Livros: Granta e “Os Melhores Jovens Escritores Brasileiros”

Foi justamente a leitura de todos esses que me fez, na minha última visita à São Paulo, sair da incrível Livraria Cultura com O Céu dos Suicidas nas mãos. Afinal, já era fã do cara por conta da Revista piauí.

ricardo-lisias

Continuar lendo “Na Minha Estante: Ricardo Lísias, “O Céu Dos Suicidas””

Na Minha Estante: Daniel Galera, “Barba Ensopada de Sangue”

Quando postei sobre a Revista Granta, comentei que o texto do Daniel Galera, Apneia, foi um dos que mais gostei.

Eu e a minha barba.....
Eu e a minha barba…..

Tanto que não pestanejei e comprei o livro do qual este era seu primeiro capítulo, que tem o assustador título de “Barba Ensopada de Sangue”.

Continuar lendo “Na Minha Estante: Daniel Galera, “Barba Ensopada de Sangue””

Na Minha Estante: Leandro Narloch, “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil”

Minha atenção foi fisgada por esse livro desde que fiquei sabendo dele, no ano passado. Duas palavras me atraíam fortemente: politicamente incorreto. Adoro.

Mas foi neste ano, em um happy hour com colegas de trabalho, após uma discussão visceral entre alguns dos participantes que a decisão da compra ficou inadiável.

Minha mão e meu livro…

Sim, eu sou mais uma das pessoas que acham que o mundo é infinitamente mais interessante pelas perguntas que nos faz do que pelas respostas que nos apresenta.

E o Leandro Narloch conseguiu me trazer questionamentos em todos os capítulos do livros (alguns mais que outros, óbvio), e já virei fã do rapaz simplesmente por isso.

Ao ler o Guia eu tinha ânsias de estudar a História do meu País toda de novo.

Aliás, essa era uma das únicas disciplinas que eu gostava na escola, mas ainda assim, me incomodava o fato de que antes mesmo de entrar na faculdade de Relações Internacionais, eu sabia muito mais da História mundial que a do Brasil.

Esta é mal dada, né? E olha que eu frequentei um dos melhores colégios de Belo Horizonte.

De todos, o capítulo que mais me impressionou foi, sem dúvidas, o relacionado à Guerra do Paraguai.

Leandro afirma: “Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles  estudiosos, e sim uma provocação“.

Ele me provocou por completo, pois, se tudo aquilo que afirma for o mais próximo do que verdadeiramente aconteceu, deveremos todos queimar os livros que nos deram para estudar, afinal, a discrepância é gigante.

Outros capítulos que eu gostei muito foram EscritoresSambaImpério.

Leandro Narloch conseguiu me deixar nervosa, aflita, instigada.

Devorei o livro rapidinho.

Recomendo.

Aos que gostam de ser provocados, claro.

Volto mais tarde | Ao som de The National – Racing Like Pro |

Na Minha Estante: J.P.Cuenca, “A Última Madrugada”

Neste final de semana, eu acabei de ler “A Última Madrugada”, do João Paulo Cuenca.

Não é a primeira vez que falo do Cuenca aqui no words of leisure. Mas ao contrário do estranho e ótimo O único final feliz para uma história de amor é um acidente, A Última Madrugada é um livro de crônicas, de belas crônicas. E eu amo esse gênero narrativo.

Publicadas entre 2003 e 2010 na Tribuna da Imprensa, Jornal do Brasil e O Globo, elas foram editadas e devo dizer:

O Cuenca entra para a minha lista de autores que tem uma bela forma de “vender” o Rio de Janeiro para quem o lê. E Paris. Sensação que dá é aquela de querer ir para o Leblon e ir aos bares, ruas, boates mencionadas.

Acho que é necessário ter cabeça para aceitar novos autores da literatura brasileira. Não, esse não é um post que pede a todos a largarem Machado, Clarice, Graciliano. Mas, aceitar o que vem de novo, faz parte da vida. Ou deveria fazer.   

Algumas crônicas eu, simplesmente, gostei.

Outras, adorei.

E outras, mexeram muito comigo, principalmente a que dá nome ao livro. Belíssima.

“É que a única medida do tempo só poderia ser esta: não um segundo, mas o instante que demoramos para esquecer um sonho.” (Trecho de A Medida do Tempo)

A espera mais solitária é aquela que não tem nenhuma reciprocidade.” (Trecho de A Espera)

São crônicas curtas e fáceis de ler. Um livro delicioso.

De um interessantíssimo autor.

Foto que tirei do belo Cuenca aqui em Belo Horizonte, no dia 08/05, graças ao Sempre um Papo.

Recomendo bem.

Volto mais tarde | Ao som de Fiona Apple – Every Single Night |

Na Minha Estante: Leila Ferreira, “A Arte de Ser Leve”

No início de janeiro eu fiz um post sobre os 6 livros para chacoalhar sua carreira em 2012.

Lá escrevi: “Quem quiser me dar os 5, exceto o da Viúva Clicquot (que a primogênita tem), eu aceito.”

Não é que funcionou? Já tem algumas semanas que acabei de ler o A Arte de Ser Leve, da Leila Ferreira, mas só agora consegui sentar e escrever a respeito.

Continuar lendo “Na Minha Estante: Leila Ferreira, “A Arte de Ser Leve””