Dica de Livro: “O Menino Que Foi Morar Dentro da Televisão”, por Flávia Vilhena

Que coisa boa, poder escrever sobre um livro que não somente é super bacana, mas que é de uma amiga???
E não que seja um “jabá”, que escrevo por ter sido escrito por alguém que conheço, mas por ele ser bem legal, de verdade??

Acervo pessoal


Conheço a Flávia Vilhena há uns bons anos e, dentre as várias coisas que temos em comum, sempre esteve o gostar de escrever. Ela sempre foi de postar textos e fotos sobre viagens, seus filhos, maternidade, família e sempre torci por pessoas que insistem na luta por textos com mais de dois parágrafos, nos dias de hoje. 

Aí, quando ela anunciou que ia publicar seu primeiro livro, não tinha como não entrar na pré-venda e garantir o meu!
O Menino Que Foi Morar Dentro da Televisão é sobre a batalha travada por várias famílias, no Brasil e no mundo: como lidar com o consumo de telas pelas crianças? 

Acervo pessoal

Como dito, logo no início:

“Essa é a história do Caetano, um menino contente e brincalhão, que adora passear e correr, ler livros e assistir televisão”.

Particularmente, acho que a Flávia lidou com a questão com muita parcimônia, sem o radicalismo de “zero tela” ou de “100% tela”. Além de tratar com muita leveza….Aristóteles. Sim, o próprio.

Acervo pessoal

Vale destacar também as ilustrações da Luiza Hickmann, que são um caso a parte no livro, já que trouxeram muitas cores e alegria, em um tema tão importante. 

Acervo pessoal


Acho uma ótima opção de presente para criançada, pena que escrevi muito em cima do Natal! 

Deixo aqui o Instagram da Flávia e da Luiza, para que vocês acompanhem os respectivos trabalhos e vejam as formas de comprar o livro.

 
E, claro, parabéns, Flávia! Como te falei, que sonho poder escrever um livro!
PS: em tempo, Feliz Natal à todos que chegaram até aqui! 

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Dica Para Se Manter Atualizado: thenews, thebizness & thestories

Uma pergunta que escuto há anos é “Viviane, como você consegue me manter tão atualizada?”

De fato, eu sempre gostei muito de ver e ler jornais. Inclusive, uma lembrança de infância super gostosa que eu tenho é de estar na praia e ver meu pai comprando o “Estado de Minas”. Ele pegava os primeiros cadernos, passava o resto para mim e para a Primogênita (aquela da coluna, vocês se lembram?) e eu ficava lá, me achando, lendo jornal igual a ele.

Fonte: print/ acervo pessoal

Admito que a pandemia teve um efeito muito deletério em mim, principalmente naqueles piores momentos aqui no Brasil. Nunca antes eu tinha passado por momentos em que simplesmente desligava a tv e não entrava em sites por dias, por estar totalmente exausta por tudo que estava acontecendo. Claro que, eventualmente, isso tudo foi passando e hoje já voltei ao meu normal.

E, uma forma que eu tenho gostado demais de ler notícias é pelo thenews.cc, que me foi recomendada pela Primogênita, inclusive. Newsletter diária, recebida às 06:06, que é descrita assim:

Fonte: print/ acervo pessoal

Acho o tom super fluido, agradável de ler, mesmo quando os temas são espinhosos.

E estão se expandindo. Todas terças e quintas, às 13:13, também recebemos o thebizness.cc, com informações de negócios, comércio, análises de empresas, com direitos a muitos gráficos e infográficos, amados por essa que vos escreve.

Fonte: print/ acervo pessoal

E, finalmente, a proposta mais romântica de todas.

Fonte: print/ acervo pessoal

O thestories.cc é enviado aos domingos, 08:08, com “histórias de quem realmente sentiu algo sincero”. Histórias de amor, de amizade, com finais felizes ou não. Eu me emocionei, de verdade, com essa aqui, por exemplo:

Não vou postar toda, né? Fonte: print/ acervo pessoal

Então, para receber, basta clicar nesse link aqui e depois confirmar pelo email que enviarão.

Peço, encarecidamente, que usem esse meu link aqui, já que eles têm um programa de indicação e eu quero ganhar a minha caneca hehehe.

CLIQUEM NESSE LINK AQUI.

ok?

Então, é isso.

Ficam as dicas.

Que, antes que me esqueça, podem ser acessadas ao clicar aqui.

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Dica de Livro: The Five, da Hallie Rubenhold

Era com esse post que eu queria ter retomado o blog.

Acervo Pessoal

Fiquei sabendo da existência do The Five pela Magê Santos, que já apareceu no wol, nesse post aqui. Ela divulgava em suas redes, no ano passado, o crowdfunding feito pela bela Editora Wish.

O que mais chamou a minha atenção foi uma frase que era mais ou menos assim: “o livro que busca dar dignidade às vítimas do Jack, o Estripador”.

Até então, o meu conhecimento era que ele tinha matado prostitutas, afinal, isso que sempre foi dito por aí, né?

Aí, entrei no financiamento e aguardei que meu livro chegasse para conhecer a história dessas mulheres, cujos assassinatos foram tão crueis. Mesmo com o receio de como os momentos finais seriam retratados.

Estou aí no meio dos agradecimentos. Acervo Pessoal.

Ao recebê-lo, era impossível não ficar encantada pela execução da Wish. O livro é primoroso em sua edição.

Acervo Pessoal

Mas, indubitavelmente, as histórias falam mais alto que tudo.

A forma em que a autora pesquisou a história de cada uma é louvável, ainda mais quando se pensa no acesso à informação da época e, para piorar, de mulheres que viviam na pobreza.

Pelas histórias de Mary Ann Polly Nichols, Annie Chapman, Elizabeth Stride, Catherine Eddowes e Mary Jane Kelly somos apresentados a um outro lado daquela Inglaterra rica e poderosa que estudamos em nossas aulas de História. Um que é paupérrimo, em que as pessoas viviam em condições subumanas de higiene e de precariedade habitacional absurda.

Por todo o tempo, eu me perguntava: “o que essas mulheres viveram, fizeram, falaram, o que as levaram a estar naqueles dias específicos, horários e locais, para um fim tão cruel?”. Particularmente, a história da Annie Chapman foi a que mais me tocou, mas são todas muito tristes.

The Five é um livro de 400 páginas, que eu li em menos de uma semana. Desnecessário dizer que tem uma forte carga emocional.

Mas, a autora é extremamente bem-sucedida no seu propósito de dar dignidade a essas mulheres, sendo muito respeitosa a elas. Tanto ao retratar suas vidas, quanto seus momentos finais.

Super recomendo a leitura.

Fica a dica.

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Dica de Leitura: “Bye-bye, Brasil”, por Suzana Herculano-Houzel

Suzana Herculano-Houzel é uma das cientistas mais brilhantes que o Brasil tem.

De verdade.

De ser reconhecida internacionalmente como uma das pessoas que pode mudar o rumo de sua área de atuação.

E ela foi embora. Foi para os Estados Unidos, para ter condições de desenvolver sua pesquisa.

O texto que escreveu para a Revista piauí é sensacional.

E, ao mesmo tempo, triste.

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Fonte: Revista piaui. Ilustracao: Roberto Negreiros_2016

Enquanto o Brasil continuar acreditando que não há espaço para a meritocracia, o País jamais irá pra frente.

Cito:

No Brasil, contudo, como pesquisadores são tipicamente contratados como professores universitários, valem as leis do funcionalismo público e seu esquema rígido de remuneração. Não importa o quanto um cientista produza, o quanto se esforce, quanto financiamento ou reconhecimento público traga para a universidade – o salário será sempre o mesmo dos colegas que fazem o mínimo necessário para não chamar a atenção. Ou seja, o sistema na academia brasileira de salários prefixados, garantidos por toda a carreira, com promoções por tempo de serviço, e não por mérito, é o pior possível quando se reconhece a importância da recompensa proporcional ao esforço para manter trabalhadores motivados. A associação de docentes da minha universidade luta ferrenhamente para manter tal isonomia; “meritocracia”, nesses círculos, é palavrão.

Que ela seja verdadeiramente feliz por lá. Poderá, assim, contribuir muito mais para o Brasil.

Para ler o texto completo, clique na figura ali em cima.

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Dica de Leitura: Por que saí do Brasil – e por que não vou voltar

Tema bastante em voga, nos últimos tempos, é a saída de muitos brasileiros do País.

Achei bem interessante o texto escrito pelo Roberto Maxwell, no Projeto Draft.

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Cito:

Diante desse quadro, não houve calor nem praia nem colo de mãe ou ombro de amigo capaz de me consolar ou de me segurar. Tóquio é o avesso da cultura em que nasci – mas aqui me sinto em casa. Ao contrário, me sinto um estrangeiro no lugar onde falam a minha língua, onde produzem a música que eu gosto de ouvir, onde cozinham os sabores que me fazem salivar…

A vida é feita de escolhas, né?

Para ler o restante, basta clicar na figura acima.

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Dica de Leitura: O relato da Sheryl Sandberg para seu marido Dave Goldberg

Aos que não conhecem, Sheryl Sandberg é a chefe de operações do Facebook. Tida como uma das mulheres mais poderosas do mundo, ela infelizmente tomou a internet, no último mês, por conta do falecimento do seu marido, Dave Goldberg.

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Na última semana, completou-se um mês da morte dele e ela escreveu um texto, em seu perfil na rede social, que foi amplamente divulgado.

Eu fiz questão de colocar aqui, por sua beleza. Pela lição de gratidão. De amor.

Profundamente tocante.

Cito uma das passagens que mais me emocionou:

Eu envelheci trinta anos nestes trinta dias. Eu estou trinta anos mais triste. Eu me sinto como se fosse trinta anos mais sábia.

Eu ganhei um entendimento bem mais profundo de o que é ser uma mãe, com a agonia que eu senti quando meus filhos gritaram e choraram, e com a conexão que minha mãe teve ao sentir meu sofrimento. Ela tem tentado preencher o vazio na minha cama, me abraçando firme toda noite enquanto eu choro até dormir.

Ela tem lutado para segurar suas próprias lágrimas para dar lugar às minhas. Ela tem me explicado que a angústia que eu estou sentindo é ao mesmo tempo minha e dos meus filhos, e eu entendi que ela estava certa quando eu vi a dor nos olhos dela.

A vida pode mudar totalmente, de uma hora pra outra. Vale muito a pena ler.

Para tanto, basta clicar na figura acima. O texto foi traduzido pela Revista Exame.

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Dica de Leitura: “Decidi não fazer o que eu amava. E foda-se.” by Cleiton Souza

Um professor compartilhou o texto Decidi não fazer o que eu amava. E foda-se. do Cleiton Souza e eu fui ler.

Gostei bastante, por uma relativa identificação, mesmo.

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O que as pessoas mais gostam de falar, hoje em dia, é que se fizermos o que amamos teremos sucesso.

Ok.

Eu adoraria viver por conta do words of leisure. É possível? Poderia até ser, mas não é a minha realidade. Então, uso a paixão pela escrita como hobbie.

Há problemas nisso? Não. E gosto eu do meu ganha pão? Sim, bastante.

O autor escreveu.

Aprendi a amar uma profissão que eu odiava e isso me trouxe ótimas consequências. Eu escolhi deixar algumas das coisas que amo de lado, mas não existe arrependimento nenhum nisso. Desde que esses conflitos começaram, eu já descobri inúmeras novas paixões. Em nenhuma delas eu evoluí tanto a ponto de pensar em dedicar minha vida a isso.

Acho que o debate que ele coloca é bem interessante.

Para ler o texto completo, basta clicar na figura lá em cima.

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Dica de Leitura: “Queijo Minas Artesanal e sua nomenclatura errada”

Sou da área das Relações Internacionais e amo aprender sobre outras culturas, tradições, etc. Talvez, justamente por isso, sou extremamente bairrista em relação à cultura mineira, em todos os seus aspectos. Acho linda demais.

Culinária, então, nem se fala.

Amo queijos com todas as minhas forças e os produzidos em Minas Gerais são rotineiramente devorados na minha casa.

Por isso, fui muito surpreendida com o texto do Bruno Camargos no Notas de SaborQueijo Minas Artesanal e sua nomenclatura errada.

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Fonte: Notas de Sabor

Concordo com a defesa dos produtos locais e acho que é de extrema importância a criação de uma identidade Made In Minas. Mas confesso minha plena ignorância frente às informações ali tratadas.

Cito:

Tenho visto mercados, supermercados, bancas em Mercados Centrais pelo Brasil e até delikatesens especializadas em queijo vendendo produtos com nomenclaturas bastante equivocadas.

Esse post visa contribuir para que a informação seja passada de forma correta. (…) Quando você vir um queijo sendo vendido como sendo Queijo Canastra de Araxá, procure o vendedor, oriente-o a passar a informação correta.

Logo após lê-lo, fui direto à geladeira e vi que o queijo ali localizado era um “Queijo Canastra de Araxá”. Absolutamente delicioso, mas…

Então, para ler o texto completo do Bruno, ver o esforço dele em torno dessa conscientização (que funcionou comigo), basta clicar na figura acima. Ou aqui.

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Dica de Leitura: “Ela bebia, fumava e brigava por liberdade. E virou uma lenda do tênis”

Roland Garros já começou. Visto que comecei a acompanhar e gostar de tênis na época do Guga, claro que é dos campeonatos mais queridos.

Pois bem, o UOL publicou um pequeno texto sobre a Suzanne Lenglen, tenista que hoje dá nome à segunda quadra mais importante do complexo do Grand Slam francês.

Suzanne Lenglen
Suzanne Lenglen

Eu, particularmente, gosto muito de ler história de mulheres que vivem muito à frente de suas épocas.

Cito:

Nessa época, a fama de Suzanne se espalhou da França para o mundo. E não foi só o lado tenista. As saias mais curtas e a faixa no cabelo viraram sua marca registrada. Beber conhaque em quadra, fumar e namorar sem ceder aos rígidos costumes daquele tempo fizeram dela um ícone social.

Sua relação com os organizadores dos eventos era de amor e ódio. Amor porque ela atraía milhares de espectadores e era garantia de espetáculo. E ódio porque suas exigências eram incomuns na época. Uma delas, talvez a mais famosa, era a de não jogar antes das 12h. A francesa queria descansar depois de ir dormir tarde.

Bem legal.

Para ler o restante, clique aqui ou na figura acima.

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Na Minha Estante: “Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã”

Eu Sou Malala – A história da garota que defendeu o direito à educação e foi baleada pelo Talibã foi mais um dos livros lidos no ano passado e que eu procrastinei para escrever o post a respeito.

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Sem mais delongas, vamos lá.

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Dica de Leitura: “Um tour pela cartografia mafaldiana”, por Ariel Palacios

Quem acompanha o words of leisure sabe o tanto que amo a Mafalda e acho o Quino genial.

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Pois bem, o Ariel Palacios fez um post super bacana no blog dele, o Os Hermanos, chamado Um tour pela cartografia mafaldiana.

Uma gostosa leitura para quem também é fã da “inconformista menina-filósofa de humor ferino, que disseca a conjuntura mundial e é apaixonada pelos Beatles (e odeia a sopa que sua mãe prepara)” (PALACIOS, Ariel) e aos que têm alguma viagem programada para Buenos Aires.

Para ler o post, clique aqui.

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Dica de Leitura: Entrevista da Julia Petit para a Revista Donna

De todas as blogueiras do Brasil, a Julia Petit é certamente a minha favorita.

O Petiscos é sensacional, a mulher parece ser super gente boa além de muito talentosa.

Sem contar que ela assinou uma linha da MAC, a segunda brasileira na história a fazer isso. Incrível.

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Gostei bastante da entrevista que ela deu para a Revista Donna. Entre vários momentos legais, destaco a interpretação que ela a esse momento, em que surge blogs de moda em cada esquina, nos bombardeando com produtos e mais produtos.

O objetivo também é fugir do estereótipo da maioria dos blogs – e de alguns veículos tradicionais -, que incentivam o consumo desenfreado sob o mantra do “tem que ter”:

— Ninguém tem que ter nada. Faço uma patrulha absurda sobre isso. Nada é it, nada é fundamental. A gente começa a dar velocidade para uma roda que já está muito veloz. Dá para mostrar a novidade e deixar a pessoa ter livre arbítrio, sem imperativos.

 Bem legal, mesmo.

Para ler tudo, basta clicar na figura acima.

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Dica de Leitura: “Velocidade Máxima”, por Helena Gayer

Li recentemente o texto Velocidade Máxima, publicado na edição de dezembro da Piauí e escrito pela Helena Gayer.

Por Anton Marrast. Fonte: Revista Piauí
Por Anton Marrast. Fonte: Revista Piauí

A chamada me atraiu: “Os surtos e as sucessivas internações de uma jovem bipolar”.

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Coluna da Primogênita: Sobre o livro “Cartas Amarelas”, do Gui Poulain

Quem acompanha a sessão Prato do Dia, do words of leisure, sabe o tanto que nós gostamos da culinária do super talentoso Gui Poulain. Já postamos duas receitas dele, o Bolo Fofinho de Chocolate com Café e a Salada Cretan .
Mas o Moldando Afeto, blog do qual ele é autor, vai além das receitas, contando também com dicas de restaurantes, filmes, músicas, livros. Ou seja, todo o universo cultural que o words of leisure adora!
Uma das sessões mais interessantes são as Cartas Amarelas, que trazem textos de caráter confessional, nos quais ele partilha seus sentimentos,  impressões, frustrações, tudo de uma forma genuína e delicada. As Cartas Amarelas que estarão no livro são prioritariamente aquelas dos tempos que ele morou em Paris, com seus relatos do dia a dia de um estrangeiro na Cidade Luz.
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E foi da reunião das sessões de receitas e das Cartas que surgiu o projeto de um livro, que além de textos e pratos deliciosos, tem um trabalho gráfico, com ilustrações e caligrafias lindas!
No entanto, entre a elaboração do livro e a sua publicação há um longo caminho,  e o Gui Poulain optou pela opção do crowdfunding, ou financiamento coletivo. Trata-se de uma iniciativa onde os interessados patrocinam o projeto para que ele tenha condições de ser executado. Há várias opções de valores com o qual se pode contribuir e para cada valor se ganha uma recompensa, que será entregue caso o valor necessário para que o livro seja publicado seja alcançado. Caso contrário, o dinheiro é devolvido.
Como eu acho toda a idéia desse livro muito legal, resolvi compartilhar com vocês! Eu já garanti a minha recompensa  e estou torcendo para que em breve,  ela chegue para mim.
Abaixo, o vídeo de divulgação.
Para participar, basta clicar na foto lá em cima.

No iPod: “A década perdida do Kinks”, por André Barcinski

Quando penso que há pessoas no mundo que vivem suas vidas sem ouvir Kinks, a mim só resta lamentar muito por elas.

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Por isso, recomendo a leitura do texto publicado pelo André Barcinski, A década perdida do Kinks.

Aos que conhecem, mas principalmente aos que não (!!!) conhecem!

Cito:

Enquanto seus contemporâneos, os Rolling Stones, ganhavam fama de bad boys, os Kinks eram os verdadeiros delinquentes daquela geração. Num show, o guitarrista Dave Davies xingou o baterista Mick Avory, que respondeu arrebentando a cabeça de Dave com um pedestal de prato. Avory fugiu do teatro acreditando que tinha matado o colega. Logo depois, Ray deu entrevistas esculhambando Frank Sinatra (“Eu canto ‘You Really Got Me’ melhor que ele”) e dizendo que qualquer um – “até Hitler” – era capaz de lotar um teatro de fãs. Numa turnê pelos Estados Unidos, Ray saiu no braço com um diretor de uma emissora de TV durante a gravação de um programa. O homem era poderoso, e os Kinks foram proibidos de excursionar na América por quatro anos.

E ouçam, claro!

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Dica de Leitura: “A estúpida estratégia de dublagem do Canal Sony”, por Bruno Carvalho

O Bruno Carvalho, do querido Ligado em Série, publicou o texto A estúpida estratégia de dublagem do Canal Sony, que faço questão de recomendar por aqui.

Retirado do post do Ligado em Série
Retirado do post do Ligado em Série

Essa não é a primeira vez que me posiciono contra a decisão de canais de TV, como vocês podem ver aqui e aqui.

Não tenho o menor problema que a dublagem seja uma opção.

Começo a ter um problema quando ela passa a ser a primeira opção. Mas, ainda assim, se o áudio original e a legenda estiverem ali de fácil acesso, ok.

Entretanto, agora que estão colocando a dublagem como primeira e, o pior, única opção para assistirmos séries e filmes, aí eu passo a ter problemas demais. Principalmente porque paga-se para ter esses canais.

Não consigo mesmo entender essa estratégia.

Cada vez mais, os canais de TV estão perdendo espaço. Tanto para a Netflix, por exemplo, quanto para os downloads ilegais.

Aí, como decidem encarar a questão? Afastando ainda mais o público!

Um dia, liguei a TV no Sony e passava uma propaganda de Grey’s Anatomy, dublada, que doía na alma assistir.

Em outro momento, passava Revenge, também dublada. Ao tentar mudar, só tinha o áudio original, mas sem legendas.

Se a exibição estivesse acontecendo apenas para mim, não teria problema. Mas sei muito bem que essa minha condição, de ser apta a ver um programa em inglês, sem legendas, é algo restrito a uma parcela muito pequena da população brasileira.

E, como falei acima, essa população que quer ver TV com o áudio original e legendas está pagando pelo serviço.

Um absurdo!

Sempre gostei demais do Sony. Sem contar que quem acompanha o words of leisure sabe muito bem o tanto que gosto de ver séries de TV.

Mas assim, fica difícil.

Leiam o texto do Ligado em Série. Basta clicar na figura lá em cima, ou aqui.

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Prato do Dia: Torradas com tomate, presunto parma e queijo brie, by Jamie Oliver

Semana corrida, muito trabalho e falta de tempo para cozinhar receitas mais elaboradas. Em um desses dias, lembramos imediatamente de um sanduíche do Jamie Oliver que há muitos anos faz sucesso aqui em casa. Ele está em um dos primeiros livros que compramos dele e desde a primeira tentativa virou queridinho!

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Dica de Leitura: As selfies nos vestiários das academias

Um post recente que fez sucesso aqui no blog foi o Dica de Leitura: “Socorro! Eu não nasci para ser fitness!”

Uma galera se identificou.

Penso que o mesmo acontecerá com o:

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Ele não trata somente das selfies, não. É sobre mau comportamento nas academias, em geral.

Publicado na Folha e escrito pelo Rodolfo Lucena, é uma leitura divertidazinha.

Fica a dica.

Para acessar, clique na figura acima.

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Na Minha Estante: Diogo Mainardi, “A Queda – As memórias de um pai em 424 passos”

Eu li o livro do Diogo Mainardi ano passado. Esse é mais um dos posts que fui procrastinando, até mandar bater.

Provavelmente, entre o título e essa frase, eu já perdi alguns leitores, simplesmente porque vou falar sobre o Diogo Mainardi, né?

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Bom, sendo muito honesta, não dou a mínima.

Apenas adianto: quem deixar de ler o A Queda, por discordar das posições políticas do autor, será o grande perdedor na história.

Afinal, estará deixando de ler uma belíssima e tocante declaração de amor de um pai para seu filho.

Continuar lendo “Na Minha Estante: Diogo Mainardi, “A Queda – As memórias de um pai em 424 passos””

Dica de Leitura: A tirania do sorriso forçado

Li ontem o texto The Tyranny of the Forced Smile, escrito por Paul Jaskunas e publicado no New York Times.

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Fonte: NYT/Kevin Whipple

Parte dessa noção atual de que todos temos que amar o que fazemos, amar o lugar que trabalhamos, se sermos apaixonados por tudo, mas vai além. Vai ao fato de termos que professar todas essas coisas.

Cito um trecho:

When I lived in Eastern Europe more than a decade ago, I found that people had a more moderate approach. People did not seem to feel the need to love their job or even talk much about it. You could become well acquainted with someone without finding out what he did for a living. When the subject did come up, it seemed to be beside the point. The real action of life — the singular life of the mind, soul and body — was elsewhere, wrapped up in private pursuits, away from the workplace.

Sei lá, achei interessante.

Aos que tiverem vontade de ler o texto completo – que é curto – basta clicar aqui ou na figura acima.

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