News| No Meu iPod: O novo disco do Blur!!

O mundo se tornou um lugar melhor de se viver desde hoje de manhã.

Sim, porque um mundo em que o Blur anuncia, do nada, um disco novo, é um lugar melhor de se viver.

Juro que é.

12 anos sem um disco deles! 16 desde o último como quarteto!

É muita coisa para o meu coraçãozinho…

Essa é a capa do The Magic Whip.

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E essas são as músicas.

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De acordo com a banda, eles só anunciaram o disco hoje porque até ontem eles não tinham um álbum pronto. Amei, amei, amei a surpresa.

Óbvio que já comprei na pré-venda, né? Mesmo com o dólar estando na fase “cacete de agulha” que está…

blur pre venda

Agora, posso arranjar um novo propósito de vida: vê-los ao vivo, em um show só deles.

Não entendeu? Clique aqui, então!

Detalhe: 2015 será ano com novo do Blur e do Noel Gallagher! Quanta alegria de viver!

Volto mais tarde | Ao som de Blur – Go Out |

Música do Dia: Damon Albarn – Mr Tembo

Certamente, uma das minhas favoritas no querido Everyday Robots.

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Injili, Injili
We will sing to you
‘Bout Mr. Tembo
And what he’s going through
Gets up early
While you are still in bed
Mr. Tembo, green blanket by his head

Volto mais tarde | Ao som de Damon Albarn – Mr Tembo |

No Meu iPod: Damon Albarn, “Everyday Robots”

O Sr. Damon Albarn já apareceu umas trocentas vezes aqui no words of leisure.

Seja com os seus projetos solos

…Ou com a seu projeto principal, que nada mais é que uma das bandas mais importantes da minha vida, o mais que amado do Blur.

O primeiro disco solo, Dr Dee,  dele foi comentado aqui no blog há uns anos atrás. Apesar de ser um disco muito belo, eu não o escuto com frequência.

Não tem sido o caso do Everyday Robots.

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Antes dele ser anunciado, eu (e outros fãs) queria que saísse um novo – e aguardado – disco do Blur.

Continuar lendo “No Meu iPod: Damon Albarn, “Everyday Robots””

Música do Dia: Damon Albarn – Lonely Press Play

Já passou da hora de sair a resenha do disco, né?

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Adorei o vídeo.

Arrhythmia
Accepting that you live with uncertainty
If you’re lonely press play
Die lady die
The aspects that you pass on when traveling
When you’re lonely press play
‘Cause you’re not resolved in your heart
You’re waiting for me
To improve
Right here
When I’m lonely I press play

Volto mais tarde | Ao som de Damon Albarn – Lonely Press Play  |

Dica de Discos: Os 12 discos mais aguardados pela Rolling Stone Brasil em 2014

Ontem, eu coloquei aqui no words of leisure, O que esperar para 2014, de acordo com a Rolling Stone, para as salas de cinema.

Pois bem, eles também postaram Os 12 discos mais aguardados pela Rolling Stone Brasil em 2014.

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Essa me deixou um pouco mais animada, principalmente por conta desse moço da foto.

Cito:

Damon Albarn – Damon Albarn (sem previsão)
Muito se falou de um possível novo disco do Blur, mas parece, mesmo, que é Damon Albarn, vocalista da banda inglesa, que mostrará novidades em 2014. Um teaser misterioso foi publicado no YouTube, mostrando músico sozinho, em um teclado. Outro, um pouco maior, mostrou uma retrospectiva da carreira dele, com cenas dele no Gorillaz e no The Good, the Bad and the Queen. Segundo Albarn, Richard Russel, chefe da XL Records, será responsável pela “parte rítmica”, enquanto o vocalista do Blur “cuidará de todo o resto.”

Veremos o que 2014 nos trará.

Para ler as expectativas da Revista basta clicar na foto acima.

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No Meu iPod: Uma Música Por Álbum – Blur

Finalmente, mais um post da sequência Uma Música Por Álbum.

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Não tinha como não começar com o The Corrs, mas desde o início o Blur estava no radar. Queria ter escrito antes do Planeta Terra, mas não consegui. Então, vamos lá. Escrever por essa banda que tanto mudou no decorrer dos anos. Positivamente.

Leisure, 1991.

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O álbum de estreia da banda veio na onda do Madchester e com influência do shoegaze. Ele tem She’s So High, BangThere’s No Other Way (a minha mais querida), mas como a ideia do  Uma Música Por Álbum é ir para além das músicas famosas, fico com Come Together.

Modern Life Is Rubbish, 1993.

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Pode não ser o melhor, tecnicamente, mas o Modern Life Is Rubbish é o meu álbum favorito do Blur. O mais querido. Sem dúvida alguma.

Disco que marca o início do meu movimento musical favorito, o Britpop, que tem entre as famosas: For Tomorrow, Chemical World e Sunday, Sunday. Eu coloco aquela que dá vontade de apertar a banda inteira: Star Shaped. Fofíssima.

I feel so unecessary
(we don’t think so, you seem starshaped)

Parklife, 1994.

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Disco que crava a banda no topo das paradas britânicas, que esquenta a rivalidade com o Oasis, mas acima de tudo: colocou a banda na história da música.

As quatro canções de trabalho ajudaram bem: Girls & Boys, End of a Century, Parklife e To the End.

O Parklife é sensacional, fica difícil escolher uma só. Mas já que me propus a esse desafio, fico com This is a Low.

The Great Escape, 1995.

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Sucesso mais que consolidado, muitas drogas, solidão e hits: Country House, The Universal, Stereotypes e Charmless Man. Disco pra lá de especial pra mim, pois foi nessa época que conheci a banda.

Fico com a tristona Best Days….linda, linda.

Blur, 1997.

Blur

O álbum que leva o nome da banda e que tem a música que os levou a ter sucesso em locais ainda não conquistados é, na minha opinião (como tudo aqui no words of leisure), o melhor de todos.

Incrível do início ao fim, muito mais cru que os anteriores, mais rock. Tem a perfeita Beetlebum, além de On Your Own, M.O.R. e, claro, Song 2.

Como dica, a belíssima You’re So Great, composta e cantada pelo Graham. De uma simplicidade única.

 

13, 1999.

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13 é um retrato do fim do relacionamento do Damon com a Justine Frischmann, do Elastica. Que gerou frutos musicais maravilhosos, como a antológica Tender e a tristíssima No Distance Left To Run. Além de Coffee & TV e seu memorável videoclipe.

Eu escolho, como apresentação aos que não conhecem o disco, Trimm Trabb. Que ficou ainda mais querida após o Planeta Terra, já que pouquíssimas pessoas conheciam. Não era o meu caso com os meus amigos…

Think Tank, 2003.

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O último álbum de estúdio da banda (que siso mude logo), veio a conturbada e triste saída do Graham e, consequentemente, com o domínio do Damon em todo o processo de composição/gravação. Quem conhece a banda sabe da exata importância do guitarrista e o efeito que sua saída teve.

Coincidência ou não, a minha canção favorita teve a presença do Graham. Battery In Your Leg é esplendorosa.

Banda linda. Conseguiu me fazer ainda mais fã após vê-los ao vivo.

O que acharam?

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Música: Planeta Terra – O Blur e a Busca Por Um Novo Propósito

Ao sair do Planeta Terra, meu melhor amigo sentenciou:

“Precisamos encontrar um novo sentido para a vida da Viviane. Agora que ela viu o Blur ao vivo, vai fazer o quê?”.

Exageros a parte, claro, a frase demonstra a importância do momento vivido no último sábado.

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Fonte: Planeta Terra

Não foram poucas as vezes que eu relatei a importância da banda na minha vida. Ela representa, juntamente com o Oasis, o momento em que meu gosto musical passou a ser pautado pelas minhas próprias escolhas e não mais por tanta influência dos meus pais ou da primogênita.

A partir do Blur, não somente conheci outras bandas maravilhosas, mas também pessoas, algumas que estavam comigo lá no Festival.

Não fui aos shows que fizeram por aqui em 1999 e o grande recesso dado por eles em 2005 (se não me engano) me fez ter a certeza, e a frustração, que jamais os veria ao vivo.

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Tudo isso somado explica a ansiedade que sentia antes do show começar e que me impediu, inclusive, de acabar de ver o show do Beck que acontecia no palco ao lado. Mas isso foi bom porque me permitiu encontrar os amigos que falei acima e poder passar por aqueles momentos que estavam por vir ao lado de pessoas que estavam tão felizes e empolgadas quanto eu.

Quando o Graham, Damon, Dave e Alex entraram no palco, na inércia eu fui com eles e o público ao cantar Girls & Boys e There’s No Other Way. Mas, foi quando Beetlebum começou e o Damon entoou “And When She Lets Me Slip Away….” que a ficha caiu: eu realmente estava vendo aquelas pessoas logo ali em frente. Aí o choro desceu. Fortemente.

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O que se viu ali foi uma banda que mostrou uma energia e vontade incrível, tocando o fino da música com a precisão e talento que sempre os marcaram. Mais velhinhos, gordinhos e sem dentes, mas ainda os meus queridos! E era muito bom olhar para eles sorrindo, felizes!
A plateia estava totalmente em sincronia, cantando todas as músicas (eu e meus amigos? Literalmente todas!).

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O setlist foi maravilhoso! Claro que, se dependesse de mim, eles tocariam todas as que compuseram na vida, então, não tinha como não sair com a sensação de que faltou alguma coisa (Chemical World!!!). Assim, não posso reclamar, apenas torcer para que eles voltem logo e toquem outras!


Com o Phill Daniels, que foi uma maravilhosa surpresa pra mim!

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Indubitavelmente, um dos melhores shows da minha vida.
Indubitavelmente, um dos momentos mais felizes da minha vida.
Muito obrigada, Planeta Terra, por realizar meu sonho.
Ao Blur, por tornar a realidade algo muito melhor e maior que meu sonho.

Post mais que dedicado ao Alexandre, Cristina, Regina, Persionlino e todos os queridos amigos que fiz por conta dessa maravilhosa banda.

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No iPod: As 20 melhores músicas do Blur, entre outros

Está difícil fazer qualquer coisa nessa semana, a não ser pensar que daqui alguns poucos dias eu verei uma das minhas bandas mais queridas, ao vivo. Quando a realização de um sonho está prestes a acontecer, é difícil ter foco.

Vários sites estão postando entrevistas com o Blur, especiais, demonstrando o valor do grupo, muitas vezes não reconhecido aqui no Brasil.

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Uma das coisas mais bacanas que vi foi o ESPECIAL: As 20 melhores músicas do Blur feito pelo Pergunte ao Pop.

Algumas críticas são postas que são aceitáveis, mesmo que não concorde totalmente com elas. Sem contar que é uma lista feita a partir de votação. Sempre poderá ser contestada.

Exemplos?

Uma das músicas que ficou em 20º lugar está fácil no meu Top 5: This is a Low.

For Tomorrow também estaria muito melhor posicionada.

The Universal,  com seu perfeito “When the days they seem to fall through you / Just let them go” não fica no lugar mais baixo, no meu pódio.

Mas, ainda assim, muito legal o post. Concordo totalmente com a descrição de You’re So Great.

Clique aqui para acessar a lista completa.
Clique aqui para acessar a lista completa.

E Charmless Man, feita pelo meu amigo Tomaz.

Clique
Pode clicar aqui também

O site do Terra também está com links bem legais:

“Blur foi a mais inglesa das bandas do Britpop”, diz crítico

Blur foi a primeira banda a ser procurada para Planeta Terra 2013

“Toco em todos os shows como se fosse o último”, diz baixista do Blur

Planeta Terra: entenda “briga” entre Oasis e Blur

 

Haja coração para aguentar a ansiedade…

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 Anos do The Great Escape, do Blur

Se hoje é comemorada a maioridade do The Great Escape, isso significa que eu celebro a minha maioridade musical…

Afinal, esse disco, juntamente com o (What’s The Story) Morning Glory, do Oasis, representa, pra mim, a época em que eu passei a gostar de bandas “por conta própria” e não mais exclusivamente por influência dos meus pais ou da primogênita.

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Um dos álbuns mais importantes de um dos movimentos musicais mais sensacionais de todos os tempos, o Britpop. Também simboliza uma das rivalidades mais insanas da época, entre o Blur e os irmãos Gallagher.

Pessoalmente?

Eu me lembro horrores de ver Country House e achar aquilo simplesmente sensacional. E de ter a certeza que casaria com o Damon :-)

The Great Escape tem uma das minhas músicas favoritas na vida, The Universal, e eu mal posso acreditar que verei essas pessoas daqui alguns meses.

Amo o álbum do início ao fim e não poderia deixar essa data tão importante para mim passar em branco…

18 anos! Cacilda…

PS: Post dedicado às pessoas maravilhosas que conheci graças a essa banda…

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Dicas de Apps: Os 50 que não podem faltar no seu iPhone

Adoro quando alguém se dispõe a fazer lista de aplicativos indispensáveis!

Estava vendo a feita pela Revista Exame e:

  • Muitos eu tenho e concordo;
  • Alguns eu já tive e deletei;
  • Outros não conheço;
  • E outros que são indispensáveis pra mim, não são para a Revista. Como o Wunderlist e o Hipstamatic.

revista exame

Ok, listas são assim mesmo.

50 apps que não podem faltar no iPhone

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 Anos do Modern Life is Rubbish

Semana passada, eu escrevi sobre os 10 anos do Think Tank, último álbum de estúdio do Blur.

Lá, falei:

Eu acho que é belíssimo, mesmo não estando entre os meus favoritos.

Não é o caso do Modern Life is Rubbish.

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Continuar lendo “Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 Anos do Modern Life is Rubbish”

Vídeo do Dia: Tender

É, o mundo dá voltas, mesmo!

Quem que acompanhou a maravilha da época do Britpop poderia imaginar esse momento? Ou esse nome, “Blurasis”?

Damon Albarn, Graham Coxon, Noel Gallagher e o não menos maravilhoso Paul Weller tocando Tender!

Muito amor, né?

Volto mais tarde | Ao som de Damon Albarn, Graham Coxon, Noel Gallagher & Paul Weller – Tender |

Esportes: Quadro de Medalhas, Dia 11

Triste pelo handebol feminino, que fez uma campanha linda, maravilhosa, mas que pegou a campeã mundial e olímpica cedo demais!

Enquanto isso, no vôlei de quadra:

Créditos ao Grande Turco!

E o quadro?

Amanhã tem Brasil x Argentina no vôlei e no basquete masculino!

Volto mais tarde | Ao som de Damon Albarn – Saturn |

No Meu iPod: Damon Albarn, “Dr. Dee”

Quando eu penso nos talentos que surgiram no Reino Unido na época do Britpop, dois sempre saltaram e saltarão na minha frente: Noel Gallagher e Damon Albarn.

O primeiro como o “talento do tipo trabalhador”, enquanto o segundo é o “talento do tipo genial”.

Damon Albarn pra mim significa todo o brilhantismo e inovação do Blur (ao lado do Graham, claro) e seu álbum solo “Dr. Dee” é uma belíssima personificação disso.

Pra começar, o Damon é o cara que, quando eu tinha 12 anos, pensava que seria meu marido! Mesmo com sonhos não realizados, meu carinho por ele é para o resto da vida.

Carinho este que superou o momento de grande birra quando o Gorillaz lançou seu primeiro álbum, ou de tristeza quando o Graham saiu do Blur e o fim da banda.

Eventualmente o amor sempre voltava.

Simplesmente, porque o talento dele fala mais alto. No Blur, no Gorillaz, no The Good, The Bad & The Queen e, agora, com o álbum “Dr. Dee”

Que é, nada mais nada menos, baseado em uma ópera, a “Dr. Dee”, encenada ano passado na Inglaterra e que é inspirada na vida de John Dee, matemático conselheiro da rainha Elizabeth I. A trilha completa foi assinada pelo Sr. Albarn.

Lindo, lindo, lindo!

O disco e o compositor!

Abaixo, Apple Carts.

Recomendaderésimo!

Volto mais tarde | Ao som de Damon Albarn – Dr. Dee |