Humor: Português para estrangeiros

Realmente, não deve ser muito lógico para eles não….

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Muito bom rs.

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Música do Dia: Cazuza – Vida Louca Vida

Lobão sensacional ao compor essa música. Um de seus melhores momentos.

E com esse rapaz cantando? Putz…

Cazuza

Increíble!

Tô cansado de tanta babaquice, tanta caretice
Desta eterna falta do que falar

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Dica de Leitura: Até Que Ponto Vale a Pena Fazer Um Doutorado?

Quando li o texto da Economist The disposable academic, pensei:

“O pessoal só pode ter entrado na minha cabeça antes de ter colocado a questão em pauta”.

Mesmo sendo um texto de 2010.

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Antes que venham com “mas Viviane, no Brasil….”.

Não, o texto não é sobre o Brasil.

In most countries a PhD is a basic requirement for a career in academia. It is an introduction to the world of independent research—a kind of intellectual masterpiece, created by an apprentice in close collaboration with a supervisor. The requirements to complete one vary enormously between countries, universities and even subjects. Some students will first have to spend two years working on a master’s degree or diploma. Some will receive a stipend; others will pay their own way. Some PhDs involve only research, some require classes and examinations and some require the student to teach undergraduates. A thesis can be dozens of pages in mathematics, or many hundreds in history. As a result, newly minted PhDs can be as young as their early 20s or world-weary forty-somethings.

One thing many PhD students have in common is dissatisfaction. Some describe their work as “slave labour”. Seven-day weeks, ten-hour days, low pay and uncertain prospects are widespread. You know you are a graduate student, goes one quip, when your office is better decorated than your home and you have a favourite flavour of instant noodle. “It isn’t graduate school itself that is discouraging,” says one student, who confesses to rather enjoying the hunt for free pizza. “What’s discouraging is realising the end point has been yanked out of reach.”

Vale a leitura.

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Música do Dia: Barão Vermelho & Cazuza – Codinome Beija-Flor

Essa versão dueto é espetacular, né?

Legal demais ver os marmanjos chorando…

barao

Eu chorei também, na sexta, mas eu não sou marmanjo.

Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou

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Música do Dia: Cazuza – O Tempo Não Pára

Música de 1988.

Tão atual…

O+Tempo+No+Pra+Cazuza+Ao+Vivo+Capa

Eu não tenho data pra comemorar
Às vezes os meus dias são de par em par
Procurando agulha num palheiro

Nas noites de frio é melhor nem nascer
Nas de calor, se escolhe: é matar ou morrer
E assim nos tornamos brasileiros
Te chamam de ladrão, de bicha, maconheiro
Transformam o país inteiro num puteiro
Pois assim se ganha mais dinheiro

A tua piscina tá cheia de ratos
Tuas ideias não correspondem aos fatos
O tempo não para…

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Review – Shows: Barão Vermelho

Uma das coisas que acalmou as minhas angústias enquanto adolescente, alguns poucos (#soquenao) anos atrás, foi a compreensão de que o verbo que melhor acompanha a palavra “felicidade” não é o “ser” e sim o “estar”.

Por qual motivo falo isso, ao escrever sobre o show do Barão Vermelho?

Pelo fato de que ontem, 22.02.2013, entre as 22:00 e 00:30 (mais ou menos), eu estava muito, muito feliz.

Acervo Pessoal
Acervo Pessoal

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