Dica de Leitura: “A estúpida estratégia de dublagem do Canal Sony”, por Bruno Carvalho

O Bruno Carvalho, do querido Ligado em Série, publicou o texto A estúpida estratégia de dublagem do Canal Sony, que faço questão de recomendar por aqui.

Retirado do post do Ligado em Série
Retirado do post do Ligado em Série

Essa não é a primeira vez que me posiciono contra a decisão de canais de TV, como vocês podem ver aqui e aqui.

Não tenho o menor problema que a dublagem seja uma opção.

Começo a ter um problema quando ela passa a ser a primeira opção. Mas, ainda assim, se o áudio original e a legenda estiverem ali de fácil acesso, ok.

Entretanto, agora que estão colocando a dublagem como primeira e, o pior, única opção para assistirmos séries e filmes, aí eu passo a ter problemas demais. Principalmente porque paga-se para ter esses canais.

Não consigo mesmo entender essa estratégia.

Cada vez mais, os canais de TV estão perdendo espaço. Tanto para a Netflix, por exemplo, quanto para os downloads ilegais.

Aí, como decidem encarar a questão? Afastando ainda mais o público!

Um dia, liguei a TV no Sony e passava uma propaganda de Grey’s Anatomy, dublada, que doía na alma assistir.

Em outro momento, passava Revenge, também dublada. Ao tentar mudar, só tinha o áudio original, mas sem legendas.

Se a exibição estivesse acontecendo apenas para mim, não teria problema. Mas sei muito bem que essa minha condição, de ser apta a ver um programa em inglês, sem legendas, é algo restrito a uma parcela muito pequena da população brasileira.

E, como falei acima, essa população que quer ver TV com o áudio original e legendas está pagando pelo serviço.

Um absurdo!

Sempre gostei demais do Sony. Sem contar que quem acompanha o words of leisure sabe muito bem o tanto que gosto de ver séries de TV.

Mas assim, fica difícil.

Leiam o texto do Ligado em Série. Basta clicar na figura lá em cima, ou aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Nina Persson – The Grand Destruction Game |

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Café & TV: Séries, “The Voice” – 7ª Temporada

Para começar esse texto, aviso: a 7ª temporada do The Voice americano foi a primeira que assisti na vida.

The Voice

Não tenho as outras temporadas como base de comparação.

Não tenho as versões brasileiras, britânicas, como base de comparação.

Não tenho outros programas de caça talento, do tipo musical, como base de comparação.

Quem acompanha o words of leisure já deve imaginar qual o motivo que me fez assistir a essa temporada, especificamente.

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