No Meu iPod: Noel Gallagher’s High Flying Birds, “Chasing Yesterday”

Não, não há um pingo de imparcialidade por parte da minha pessoa, quando se trata de Noel Gallagher.

Jamais.

O cara lança qualquer coisa e eu já vou muito pré disposta a amar.

Com Chasing Yesterday não foi diferente.

Chasing Yesterday noel gallagher

Continuar lendo “No Meu iPod: Noel Gallagher’s High Flying Birds, “Chasing Yesterday””

Anúncios

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do “Elastica”, do Elastica

Quando prometi, aqui, ser mais atenciosa com os álbuns que completam 20 anos em 2015, eu tinha vários discos em mente, que queria homenagear.

Sendo o Elastica, do Elastica, um dos mais importantes da minha adolescência, fica desnecessário dizer que ele estava muito bem posicionado nessa minha lista mental.

20 anos dessa belezura…Ontem!

Elastica

Sei que várias pessoas não conhecem o Elastica. A mim resta sentir muitíssimo por elas.

Continuar lendo “Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 anos do “Elastica”, do Elastica”

No Meu iPod: Uma Música Por Álbum – Blur

Finalmente, mais um post da sequência Uma Música Por Álbum.

Blur276

Não tinha como não começar com o The Corrs, mas desde o início o Blur estava no radar. Queria ter escrito antes do Planeta Terra, mas não consegui. Então, vamos lá. Escrever por essa banda que tanto mudou no decorrer dos anos. Positivamente.

Leisure, 1991.

blur-leisure

O álbum de estreia da banda veio na onda do Madchester e com influência do shoegaze. Ele tem She’s So High, BangThere’s No Other Way (a minha mais querida), mas como a ideia do  Uma Música Por Álbum é ir para além das músicas famosas, fico com Come Together.

Modern Life Is Rubbish, 1993.

blur modern-life-is-rubbish

Pode não ser o melhor, tecnicamente, mas o Modern Life Is Rubbish é o meu álbum favorito do Blur. O mais querido. Sem dúvida alguma.

Disco que marca o início do meu movimento musical favorito, o Britpop, que tem entre as famosas: For Tomorrow, Chemical World e Sunday, Sunday. Eu coloco aquela que dá vontade de apertar a banda inteira: Star Shaped. Fofíssima.

I feel so unecessary
(we don’t think so, you seem starshaped)

Parklife, 1994.

blur parklife

Disco que crava a banda no topo das paradas britânicas, que esquenta a rivalidade com o Oasis, mas acima de tudo: colocou a banda na história da música.

As quatro canções de trabalho ajudaram bem: Girls & Boys, End of a Century, Parklife e To the End.

O Parklife é sensacional, fica difícil escolher uma só. Mas já que me propus a esse desafio, fico com This is a Low.

The Great Escape, 1995.

blur-thegreatescape

Sucesso mais que consolidado, muitas drogas, solidão e hits: Country House, The Universal, Stereotypes e Charmless Man. Disco pra lá de especial pra mim, pois foi nessa época que conheci a banda.

Fico com a tristona Best Days….linda, linda.

Blur, 1997.

Blur

O álbum que leva o nome da banda e que tem a música que os levou a ter sucesso em locais ainda não conquistados é, na minha opinião (como tudo aqui no words of leisure), o melhor de todos.

Incrível do início ao fim, muito mais cru que os anteriores, mais rock. Tem a perfeita Beetlebum, além de On Your Own, M.O.R. e, claro, Song 2.

Como dica, a belíssima You’re So Great, composta e cantada pelo Graham. De uma simplicidade única.

 

13, 1999.

blur 13

13 é um retrato do fim do relacionamento do Damon com a Justine Frischmann, do Elastica. Que gerou frutos musicais maravilhosos, como a antológica Tender e a tristíssima No Distance Left To Run. Além de Coffee & TV e seu memorável videoclipe.

Eu escolho, como apresentação aos que não conhecem o disco, Trimm Trabb. Que ficou ainda mais querida após o Planeta Terra, já que pouquíssimas pessoas conheciam. Não era o meu caso com os meus amigos…

Think Tank, 2003.

blur think tank

O último álbum de estúdio da banda (que siso mude logo), veio a conturbada e triste saída do Graham e, consequentemente, com o domínio do Damon em todo o processo de composição/gravação. Quem conhece a banda sabe da exata importância do guitarrista e o efeito que sua saída teve.

Coincidência ou não, a minha canção favorita teve a presença do Graham. Battery In Your Leg é esplendorosa.

Banda linda. Conseguiu me fazer ainda mais fã após vê-los ao vivo.

O que acharam?

Volto mais tarde / Ao som de Blur / 

No iPod: As 20 melhores músicas do Blur, entre outros

Está difícil fazer qualquer coisa nessa semana, a não ser pensar que daqui alguns poucos dias eu verei uma das minhas bandas mais queridas, ao vivo. Quando a realização de um sonho está prestes a acontecer, é difícil ter foco.

Vários sites estão postando entrevistas com o Blur, especiais, demonstrando o valor do grupo, muitas vezes não reconhecido aqui no Brasil.

blur-2_1

Uma das coisas mais bacanas que vi foi o ESPECIAL: As 20 melhores músicas do Blur feito pelo Pergunte ao Pop.

Algumas críticas são postas que são aceitáveis, mesmo que não concorde totalmente com elas. Sem contar que é uma lista feita a partir de votação. Sempre poderá ser contestada.

Exemplos?

Uma das músicas que ficou em 20º lugar está fácil no meu Top 5: This is a Low.

For Tomorrow também estaria muito melhor posicionada.

The Universal,  com seu perfeito “When the days they seem to fall through you / Just let them go” não fica no lugar mais baixo, no meu pódio.

Mas, ainda assim, muito legal o post. Concordo totalmente com a descrição de You’re So Great.

Clique aqui para acessar a lista completa.
Clique aqui para acessar a lista completa.

E Charmless Man, feita pelo meu amigo Tomaz.

Clique
Pode clicar aqui também

O site do Terra também está com links bem legais:

“Blur foi a mais inglesa das bandas do Britpop”, diz crítico

Blur foi a primeira banda a ser procurada para Planeta Terra 2013

“Toco em todos os shows como se fosse o último”, diz baixista do Blur

Planeta Terra: entenda “briga” entre Oasis e Blur

 

Haja coração para aguentar a ansiedade…

Volto mais tarde | Ao som de Blur – End of a Century |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 anos do “(What’s The Story) Morning Glory?”

Coisa mais linda pensar que um dos álbuns mais importantes da década de 90 completa 18 anos hoje!

Um dos mais importantes na história da música….e da minha vida.

Whats+The+Story+Morning+Glory+B000002BBY01LZZZZZZZ

Continuar lendo “Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 anos do “(What’s The Story) Morning Glory?””

Música do Dia: Elastica – Connection

Desde a confirmação do show do Blur em novembro, o meu movimento musical mais amado “voltou” com tudo ao meu iTunes.

Não necessariamente “voltou”, afinal o Britpop jamais saiu. Só que, agora, está incontrolável….

 

Adoro a cara de tédio de todo mundo.

Volto mais tarde.

Ao som de Elastica – Connection

No iPod: Qual é a melhor música do Britpop, ever?

A NME – New Music Express – pergunta:

melhormusicabritpop

Para dar a sua opinião, tem que fazer login na revista (seja preenchendo um cadastro ou usando o login do Facebook).

Muita coisa boa!

Oh, momento lindo da música mundial!!

Para votar, clique aqui.

PS: A última edição da revista tem esse tema, além de perguntar: quem matou o Britpop? Fui quente para comprar a versão digital, mas é só para residentes do Reino Unido! Oh raiva!

Volto mais tarde | Ao som de Joseph Arthur – Honey and the Moon |

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 Anos do Modern Life is Rubbish

Semana passada, eu escrevi sobre os 10 anos do Think Tank, último álbum de estúdio do Blur.

Lá, falei:

Eu acho que é belíssimo, mesmo não estando entre os meus favoritos.

Não é o caso do Modern Life is Rubbish.

Blur-Modern-Life-Is-Rubbish-Del-1993-Delantera

Continuar lendo “Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 20 Anos do Modern Life is Rubbish”

Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 18 Anos do Definitely Maybe

Hoje, um dos mais importantes álbuns da minha vida atinge a maioridade!!

Amo muito eternamente!

Is it my imagination
Or have I finally found something worth living for?
I was looking for some action
But all I found was cigarettes and alcohol

Até Oasis e Blur, o meu gosto musical era fortemente influenciado pelo da primogênita. Isso é normal para caçulas, como eu, e não reclamo. Afinal a moça tem um ótimo gosto.

Mas quando eu penso no Definitely, lembro muito bem de ouvir Supersonic e pensar: “Mas, o que é isso??

Se hoje muitas das pessoas que visitam o words of leisure comentam o tanto que eu posto e amo música, esse disco tem um incrível peso nisso.

Amo profundamente, até mesmo as músicas que não gosto tanto.

Mora eternamente no meu coração, este que tem espaço para poucos.

Claro que fico um pouco besta ao pensar que algo tão significativo na minha vida completa 18 anos, mas fazer o quê? Os 25 cada vez mais se distanciam de mim, né?

Amo. Amo. Amo.

Desnecessário dizer que recomendo ao extremo!

E deixo aqui um abraço a todos os amigos que fiz por conta dessa banda e outras do Britpop!

Volto mais tarde | Ao som de Oasis – Live Forever |

No Meu iPod: Damon Albarn, “Dr. Dee”

Quando eu penso nos talentos que surgiram no Reino Unido na época do Britpop, dois sempre saltaram e saltarão na minha frente: Noel Gallagher e Damon Albarn.

O primeiro como o “talento do tipo trabalhador”, enquanto o segundo é o “talento do tipo genial”.

Damon Albarn pra mim significa todo o brilhantismo e inovação do Blur (ao lado do Graham, claro) e seu álbum solo “Dr. Dee” é uma belíssima personificação disso.

Pra começar, o Damon é o cara que, quando eu tinha 12 anos, pensava que seria meu marido! Mesmo com sonhos não realizados, meu carinho por ele é para o resto da vida.

Carinho este que superou o momento de grande birra quando o Gorillaz lançou seu primeiro álbum, ou de tristeza quando o Graham saiu do Blur e o fim da banda.

Eventualmente o amor sempre voltava.

Simplesmente, porque o talento dele fala mais alto. No Blur, no Gorillaz, no The Good, The Bad & The Queen e, agora, com o álbum “Dr. Dee”

Que é, nada mais nada menos, baseado em uma ópera, a “Dr. Dee”, encenada ano passado na Inglaterra e que é inspirada na vida de John Dee, matemático conselheiro da rainha Elizabeth I. A trilha completa foi assinada pelo Sr. Albarn.

Lindo, lindo, lindo!

O disco e o compositor!

Abaixo, Apple Carts.

Recomendaderésimo!

Volto mais tarde | Ao som de Damon Albarn – Dr. Dee |