Dica de Leitura: “Bye-bye, Brasil”, por Suzana Herculano-Houzel

Suzana Herculano-Houzel é uma das cientistas mais brilhantes que o Brasil tem.

De verdade.

De ser reconhecida internacionalmente como uma das pessoas que pode mudar o rumo de sua área de atuação.

E ela foi embora. Foi para os Estados Unidos, para ter condições de desenvolver sua pesquisa.

O texto que escreveu para a Revista piauí é sensacional.

E, ao mesmo tempo, triste.

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Fonte: Revista piaui. Ilustracao: Roberto Negreiros_2016

Enquanto o Brasil continuar acreditando que não há espaço para a meritocracia, o País jamais irá pra frente.

Cito:

No Brasil, contudo, como pesquisadores são tipicamente contratados como professores universitários, valem as leis do funcionalismo público e seu esquema rígido de remuneração. Não importa o quanto um cientista produza, o quanto se esforce, quanto financiamento ou reconhecimento público traga para a universidade – o salário será sempre o mesmo dos colegas que fazem o mínimo necessário para não chamar a atenção. Ou seja, o sistema na academia brasileira de salários prefixados, garantidos por toda a carreira, com promoções por tempo de serviço, e não por mérito, é o pior possível quando se reconhece a importância da recompensa proporcional ao esforço para manter trabalhadores motivados. A associação de docentes da minha universidade luta ferrenhamente para manter tal isonomia; “meritocracia”, nesses círculos, é palavrão.

Que ela seja verdadeiramente feliz por lá. Poderá, assim, contribuir muito mais para o Brasil.

Para ler o texto completo, clique na figura ali em cima.

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Infográfico: O Índice Veuve Clicquot, da Vivino

Vocês já ouviram falar do índice Big Mac, né? É aquele feito pela Economist, que calcula o preço do sanduíche em mais de 90 países, tendo o dólar como referência. Assim, pode-se saber qual é o grau de valorização (ou subvalorização) de uma moeda.

Pois bem, o querido aplicativo Vivino lançou o Índice Veuve Clicquot, com o mesmo propósito.

A especifidade da escolha está explicada aqui:

This wine is a great candidate to measure how much it costs for a good bottle of wine: It’s a classic Champagne, so it is widely available and likely always will be. The brand is ancient, time-tested, and well-respected, and that likely won’t change anytime soon. In fact, this Veuve Clicquot Champagne Brut is one of the 25 most rated wines in Vivino. And lastly, this Champagne is non-vintage, meaning we’ll never have to worry about year-to-year vintage inconsistencies and how that might affect pricing.

Basicamente, fala da tradição e respeitabilidade da Veuve Clicquot e como que, com ele, pode-se ter uma referência do quanto se paga por uma boa garrafa.

Dessa forma, pode-se ver, por exemplo, quantas garrafas podem ser compradas com 500 doletas.

Fonte: Vivino

Fonte: Vivino

Ou, então, quantas horas de trabalho são necessárias para se comprar uma garrafa.

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Fonte: Vivino

A referência foi essa aqui:

Fonte: Vivino

Fonte: Vivino

Conclusão: orgulho dos números do Brasil, né?

#SQN

Para ler mais sobre o índice, clique aqui.

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Dica de Leitura: Por que saí do Brasil – e por que não vou voltar

Tema bastante em voga, nos últimos tempos, é a saída de muitos brasileiros do País.

Achei bem interessante o texto escrito pelo Roberto Maxwell, no Projeto Draft.

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Cito:

Diante desse quadro, não houve calor nem praia nem colo de mãe ou ombro de amigo capaz de me consolar ou de me segurar. Tóquio é o avesso da cultura em que nasci – mas aqui me sinto em casa. Ao contrário, me sinto um estrangeiro no lugar onde falam a minha língua, onde produzem a música que eu gosto de ouvir, onde cozinham os sabores que me fazem salivar…

A vida é feita de escolhas, né?

Para ler o restante, basta clicar na figura acima.

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Infográfico: Quando as crianças vão para a escola de bike

criancas-escolas

Muito interessante ver isso aí e pensar em obesidade infantil, entre outros.

Realmente, gostaria de saber qual seria o dado do Brasil. Alguém??

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Dica de Tecnologia: Como adicionar o calendário da Copa no iPhone

Eu não irei a nenhum jogo da Copa.
Mas quem me conhece sabe o tanto que não dou conta de não acompanhar o campeonato.
Então, já adicionei o calendário elaborado pela equipe do Blog do iPhone no meu.

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Fonte: Blog do iPhone

É incrivelmente fácil e prático.
Tanto que tenho fé que meu genitor conseguirá fazer o mesmo, sozinho!
Para adicionar também, clique na figura acima.
Fica a dica.

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Literatura: Os 20 Livros Mais Vendidos Em 2012, No Brasil

Só vi hoje o post Os 20 livros mais vendidos de 2012 feito pelo blog Livros e Afins.

Não surpreende nem um pouco ver os Tons de Cinza dominando, né?

A lista conta com alguns que me dão tristeza mas, ao mesmo tempo, ver o Pequeno Príncipe me enche o coração de esperanças.

livros e afins

Os 7 primeiros são esses aqui:

1º – Cinquenta tons de cinza
E. L. James
Editora: Intrínseca
Ficção
Vendidos: 583.768

2º – Cinquenta tons mais escuros
E. L. James
Editora: Intrínseca
Ficção
Vendidos: 294.875

3º – Nada a perder
Edir Macedo
Editora: Planeta do Brasil
Não-ficção
Vendidos: 293.898

4º – Cinquenta tons de liberdade
E. L. James
Editora: Intrínseca
Ficção
Vendidos: 223.226

5º – Agapinho
Padre Marcelo
Editora: Globo Livros
Infanto-juvenil
Vendidos: 140.058

6º – O x da questão
Eike Batista
Editora: Primeira Pessoa
Não-ficção
Vendidos: 109.213

7º – A guerra dos tronos
George R. R. Martin
Editora: LeYa
Ficção
Vendidos: 85.106

Para ver o restante, clique na figura lá em cima.

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Ao som de R.E.M. – Bang and Blame

co ver os

Vídeo do Dia: Maneiras Estúpidas De Morrer no Rio

O vídeo abaixo é uma paródia ao “Dumb Ways to Die”, que foi criado por McCann Melbourne para o metrô de Melbourne. Para promover a segurança, no caso.

Sobre a versão do Rio, só falo uma coisa:

#euri

#politicamenteincorretorocks

Volto mais tarde.

Ao som de Justin Timberlake – Don’t Hold The Wall

Infográfico: Os Cartazes Brasileiros, Pelo NYT

Bacana o infográfico interativo feito pelo The New York Times, que traduz vários dos cartazes mostrados nos protestos aqui no Brasil.

info-nyt

Tem que entrar lá pra ver, tá?

The Signs of the Brazilian Protests

Volto mais tarde.

Ao som de Adele – My Same

Dica de Leitura: Português Para Os Perplexos

Inspirado em alguns textos como o guia Understanding the British e com direito a citação ao francês que listou curiosidades sobre o Brasil, o Johnson (blog da Economist) fez o post Portuguese for the perplexed.

economistlogo

A ideia é simples:

O que o brasileiro fala/ o que o estrangeiro escuta/ o que realmente significa.

What Brazilians say: Yes (Sim)
What foreigners hear: Yes
What Brazilians mean: Anything from yes through perhaps to no

What Brazilians say: I’m going to tell you something/ Let me tell you something/ It’s the following/ Just look and you’ll see (Vou te falar uma coisa/ Deixa te falar uma coisa/ É o seguinte/ Olha só pra você ver)
What foreigners hear (especially after many repetitions): He thinks I’m totally inattentive or perhaps mentally deficient
What Brazilians mean: Ahem (it’s just a verbal throat-clear)

Muito bom!

Para ver as outras, clique no nome do post lá em cima.

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Esportes: A Entrevista do Arthur Zanetti no Esporte Espetacular

Cenário em 2016: Se o Arthur Zanetti não “render bem” na Olimpíada do Rio, aparecerão os cornetas que nada acompanham e o chamarão de pipoqueiro, amarelão, etc.

Então, já deixo aqui registrado o meu repúdio à terrível situação em que o Zanetti, campeão olímpico, tem que passar para treinar.

Revoltante.

Vergonhoso.

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Para assistir à entrevista que ele deu ao Esporte Espetacular, clique aqui.

E olhem que ele é, repito, campeão olímpico!

Então, o que está acontecendo com os outros, que não são?

Acho que nunca conseguirei entender como o Brasil consegue ter campeões….é muito capital humano mesmo, né?

PS: Ele tem todo o meu apoio se vier a competir por outro país que o trate com mais respeito.

#prontofalei

Estou revoltada.

Volto mais tarde | Ao som de Barão Vermelho – Tente Outra Vez|

Música: Blur no Coachella

O amado do Blur tocou no Coachella desse ano.

blur

O show já está disponível para ser visto, na íntegra, no Youtube (clique aqui).

Ao assistir, só consigo pensar em uma coisa:

É óbvio que algum festival brasileiro já está se armando para que eles toquem por aqui, né?

Óbvio.

Óbvio.

Óbvio.

Óbvio que sim.

Óbvio.

Óbvio.

Volto mais tarde.

Ao som de Blur – There’s No Other Way

TED Talks: Fábio Barbosa, “Reforma de Valores”

Muito legal esse TED comandado pelo Fábio Barbosa sobre a necessidade de uma reforma de valores. Sobre a importância das nossas ações no dia a dia visando um Brasil melhor.

Apenas alguns pontos:

  • Curioso ouvir sobre o ambiente no Brasil em 2009: inflação baixa, alto crescimento, entre outros…
  • O que você faz no seu dia a dia agrega valor para um Brasil melhor?;
  • Necessidade de maior transparência;
  • Baixa tolerância que temos com os que pensam diferente de nós e quão inteligentes são aqueles que pensam como nós;
  • Necessidade de olhar menos para o governo quando se fala de/espera uma reforma de valores.
  • Futuro do país não pode ser tercerizado para o governo. 

Vale a pena ver.

Volto mais tarde.

Ao som de Travis – Eyes Wide Open

Esportes: Messi x Neymar, A Grande Diferença

O vídeo abaixo, que tem gerado polêmica na internet, mostra qual seria a grande diferença entre o Messi e o Neymar.

Se é “a” grande, aí é opinião de cada um. Mas, coincidência ou não, o que é mostrado ali é uma das características que mais me faz ser fã do argentino.

E, de longe, é a que mais me faz não gostar nem um pouco do brasileiro.

Volto mais tarde.

Ao som de A Camp – Stronger than Jesus

Esportes: A Morte do Barão

Quando li, ontem pela manhã, que o Barão faleceu, tinha certeza que o Flavio Gomes escreveria um bom texto a respeito.

flaviogomes

Não me decepcionou.

Barão.

“Não sejamos menos do que sinceros nessa hora. Não fosse Wilson Fittipaldi, o Barão, o Brasil não seria coisa alguma no automobilismo.” (…)

“E foi ele o pai de Emerson, o mais importante piloto da história do Brasil, o Rato, que saiu da cinquentinha para o Gordini, e para o Malzoni, e para o Fitti-Porsche, e para a F-Ford, e para a F-1, e para o bi mundial, e para a Indy, e para o bi nas 500 Milhas.”(…)

“Wilson Fittipaldi, o Barão, morreu num ano simbólico. O primeiro ano sem Jacarepaguá, o primeiro ano em que o Brasil tem apenas um piloto no grid da F-1 desde 1971 (em 1978 só Emerson começou, mas depois chegou Piquet). Talvez, Barão, o automobilismo que você criou esteja morrendo, também.”

Entrem no link acima para, além de ler o texto, ouvir o áudio do Barão narrando seu filho, Emerson, sendo campeão do mundo.

Emocionante.

Volto mais tarde | Ao som de Queen – Love of My Life |

Infográfico: As Redes Sociais no Brasil

Ri demais da do Orkut!

#sacanagemmodeon

redessociaisnobrasil

Vi no Assuntos Criativos.

Volto mais tarde.

Ao som de Maroon 5 – Story