Dicas de NYC: Orelha do Van Gogh – Van Gogh’s Ear

Essa dica eu vi no querido Taxi Amarelo – da Gisela Gueiros – e fui lá conferir.

Acervo Pessoal

Cito do blog:

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Infográfico: Como olhar para Arte

Tem gente que reclama de rede social, que acha ruim o conteúdo compartilhado por amigos, etc.

Como eu tiro das minhas vistas quem só usa para bobagens*, acabo tendo acesso a muito material bom.

Um amigo, o mesmo que compartilhou o conteúdo desse post, publicou essa figura no Facebook.

Bem bacana, ainda mais para uma pessoa como eu, que não entende nadica de nada de Arte.

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Ter amigos interessantes é outra história. Muito obrigada, Gustavo!

* – Na minha opinião, claro.

Volto mais tarde | Ao som de Regina Spektor – You’ve Got Time |

R.I.P.: Tomie Ohtake

Já falei algumas vezes aqui, no words of leisure, que eu nada entendo de arte.

O que não me impede de celebrar a vida de Tomie Ohtake.

tomieohtake

Tirado da página da Unesco na Rede.

Vale a pena ver essa reportagem do Portal Vírgula, Tomie Ohtake morre e deixa um legado de arte por todo o Brasil; veja onde encontrar suas obras.

Que descanse em paz.

Volto mais tarde | Ao som de Milton Nascimento – Maria, Maria |

Dica de SP: Ron Mueck, na Pinacoteca

Em uma passagem super ultra mega rápida por São Paulo, tive a oportunidade de ver uma das exibições mais incríveis da minha vida.

Eu não sou de me atrever a escrever sobre Artes, porque delas pouco entendo.

Mas o que sinto eu entendo e, ao visitar a exposição do Ron Mueck na Pinacoteca, não conseguia acreditar que aquilo que via eram esculturas.

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Sério?!

Olhem para a figura acima e me digam como que esse senhor não é uma pessoa? Que não é pele, que não são rugas isso que enxergamos?

Inacreditável!

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Como diz matéria do Hypeness:

Serão expostas 9 obras feitas de fibra de vidro e de silicone, que impressionam por suas proporções e também por seu realismo. Mueck é capaz de captar as mais íntimas expressões do rosto humano, de forma tão fiel que é possível acreditar que se tratam mesmo de pessoas em ações do cotidiano.

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Esse olhar, acima, foi uma das coisas que mais me impressionou na exposição inteira.

Meu único lamento foi não ter pesquisado mais sobre o artista antes de ter ido. Porque saí de lá querendo saber tudo dele.

Virei fã.

Recomendo horrores a todos que passarem por São Paulo, até o dia 22 de Fevereiro 2015.

Não deixem de observar os dentes, a pele, as unhas. Impressiona pensar que o que está ali é resina, fibra de vidro, silicone, acrílico….

O cara é genial. Genial.

Vale a pena entrar no site da Pinacoteca e ver informações de horários e dias que a Pinacoteca ficará aberta ao final do ano.

Fica a dica.

Aproveitem!

Volto mais tarde | Ao som de No Doubt – Easy |

Coluna da Primogênita: Exposições no Whitney Museum

O primeiro post desta nova série sobre Nova Iorque é sobre artes. Não que este seja um assunto que eu domine, mas gostei tanto dessas exposições que assisti “por acidente” e como elas têm data para acabar, esse foi o tema escolhido para a “estreia”.

Explico o “por acidente”: uma semana antes de chegarmos a NY, encerrou uma exposição sobre o Edward Hopper, no Whitney Museum, o que gerou uma certa frustração. Mas depois descobrimos que havia uma outra exposição, a qual havia algumas obras do artista. Alteramos os planos para o dia e seguimos rumo à Madison Avenue.

A exposição em questão era “American Legends: from Calder to O’Keeffe ” que retrata a primeira metade do século XX como o momento da história em que a arte norte-americana se tornou mais independente da Europa. Conta com obras de dezoito artistas yankees. Foi muito legal ver alguns quadros do Hopper (mesmo que poucos) e ainda, de quebra, nos encantar com outros artistas que não  conhecíamos bem. No meu caso, especialmente, o Stuart Davis. Amei!

Edward Hopper, New York Interior.
Fonte: whitney.org
Stuart Davis, Owl! in San Paõ. Fonte:whitney.org
Stuart Davis, Owl! in San Paõ.
Fonte:whitney.org
Outra boa surpresa foi a exposição que acontece no andar logo abaixo: “Robert Indiana – Beyond Love”. Mostra a carreira do artista, autor do iconográfico LOVE, que pode ser visto em instalações em várias cidades do mundo e até mesmo em estampas de selo.
Love, at Whitney Museum Foto: Arquivo Pessoal
Love, at Whitney Museum.
Foto: Arquivo Pessoal

O objetivo aqui é mostrar que o artista é muito mais que a famosa imagem. Abusa de cores, tipografias, vocabulários e símbolos comuns nas rodovias americanas para colocar em pauta temas difíceis como direitos humanos, preconceito e homossexualismo.  São imagens lindas, coloridas, para falar de temas pesados. Pop-art total!

Robert Indiana, The Demuth American Dream #5. Fonte: whitney.org
Robert Indiana, The Demuth American Dream #5.
Fonte: whitney.org
Gostei muito, muito mesmo! Em parte, talvez isso se deva ao aspecto da surpresa, pois não sabíamos direito o que esperar! Estávamos indo a um museu, não tão conhecido como outros da cidade, ver apenas alguns quadros de um artista querido e, de repente, fomos surpreendidas por obras incríveis! Talvez eu já esteja retirando esse elemento surpresa de vocês, leitores, mas é porque, apesar de menos óbvio no circuito de museus da cidade, o Whitney vale muito a visita!
A exposição do Robert Indiana vai até o dia 05/01/2014.
Infelizmente, este é o único post de exposições desta viagem! Isto porque sempre ficávamos deixando para ir aos museus no dia que o tempo ficasse pior, mas isso não ocorreu! Não consigo ver um dia lindo e ficar em um ambiente fechado!
Mas se você gosta de artes e quer ficar por dentro do que está rolando na cidade, sugiro, além do já várias  vezes citado aqui, blog do Pedro Andrade, o blog Taxi Amarelo, da Gisele Gueiros. Ela, inclusive, organiza viagens guiadas para os museus e galerias!
Para saber melhor sobre endereço, horários de funcionamento e outras informações, visite o site do museu: whitney.org.
Comentário da Viviane:
PS: Eu e primogênita vamos dividir os nossos posts sobre a nossa viagem, inserindo comentários nos textos alheios, como faço agora.
Sou bem ignorante no que se diz respeito a arte. Conheço o básico, artistas mais famosos e só.
Mas sei o que sinto quando vejo algo que me encanta, como quando me deparei pela primeira vez com Nighthawks, do Hopper.
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Identificação à primeira vista, sem explicação. Essa é minha tela de fundo do meu computador, assim como outras pinturas dele. Claro que fiquei frustrada por não ter visto a exposição completa desse grande pintor, mas só de ver algumas telas, já fiquei muito feliz. Mesmo!
Felicidade essa que aumentou com tudo o que vimos no Whitney, supramencionado pela primogênita.
Como falei, não tenho nenhum conhecimento técnico de arte, então, esta vira emoção. E algumas coisas que vimos me impactaram muito. Não conhecia 99,9% do que vi ali e adorei.
Recomendo demais a visita a quem estiver na cidade.
Vale every dime.
Comentário feito…
Volto mais tarde | Ao som de Boston – More Than a Feeling |

Download: 25 Mil Obras De Arte Para Download Gratuito

Está na Revista Bula:

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A National Gallery of Art (Galeria de Arte Nacional), localizada em Washington, Estados Unidos, em parceria com a fundação Samuel H. Kress, disponibilizou para download gratuito 25 mil imagens de obras de arte em alta resolução. As imagens estão divididas por categorias ou podem ser consultadas por  meio da busca pelo nome do autor ou título da obra.

Caramba, que sensacional.

Para saber como baixar, clique na figura.

Volto mais tarde.

Ao som de Bon Jovi – Bed of Roses

Vídeo do Dia: Marina Abramovic Reencontra Ulay

Quando estive em NYC, tive a chance de ver a exposição da Marina Abramovic e observar como ela contemplava aqueles estranhos por 1 minuto…por horas….

Muito legal, apesar de bem bizarra para o meu lado leigo em artes.

Desnecessário dizer que me emocionei com o vídeo abaixo. A explicação, eu tirei do blog Criação Criativos.

“Nos anos 70, Marina Abramovic viveu uma intensa história de amor com Ulay. Durante 5 anos viveram num furgão realizando todo tipo de performances. Quando sentiram que a relação já não valia aos dois, decidiram percorrer a Grande Muralha da China; cada um começou a caminhar de um lado, para se encontrarem no meio, dar um último grande abraço um no outro, e nunca mais se ver.

23 anos depois, em 2010, quando Marina já era uma artista consagrada, o MoMa de Nova Iorque dedicou uma retrospectiva a sua obra. Nessa retrospectiva, Marina compartilhava um minuto de silêncio com cada estranho que sentasse a sua frente. Ulay chegou sem que ela soubesse e… Foi assim.”

(Traduzido por Rodrigo Robleño)

Impressionante como ela o reconhece imediatamente, mesmo após tantos anos.

Lindo, lindo!

Volto mais tarde.

Ao som de Blur – Sing

Arte: As Obras de Dran

O Hypeness tem me mostrado tantas coisas legais, nos últimos tempos.

A última foi a apresentação do artista francês Dran “que através da sua arte e humor negro, critica algumas facetas da sociedade contemporânea. Dentre os temas abordamos por ele estão a repressão da criatividade, a desigualdade social, o distanciamento das pessoas na era digital, a fragilidade das uniões, entre outros.”

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Para ver outros, clique aqui.

Volto mais tarde | Ao som de Coldplay – Lost |

Dica de BH: Caravaggio e Seus Seguidores

Essa é sensacional hein?

Fonte: casafiat.com.br

 

Eu não entendo bulhufas de arte, mas acho que isso não é necessário para saber que essa exposição é imperdível, né?

A partir de 22 de maio a Casa Fiat de Cultura apresenta a exposição Caravaggio e seus seguidores. A mostra reúne importantes pinturas de Caravaggio e obras de grandes artistas seguidores do mestre como Orazio Gentileschi, Mattia Preti, Jusepe de Ribera e Giovanni Baglione.

Outras informações:

De 22 de maio a 15 de julho na Casa Fiat de Cultura
Terça a sexta 10h às 21h;
Sábado, domingo, e feriado 14h às 21h
Informações: [31] 3289-8900
ENTRADA E TRANSPORTE GRATUITOS

Site:

casafiat.com.br

Volto mais tarde | Ao som de Blur – Coffee & TV |

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