No iPod: “A década perdida do Kinks”, por André Barcinski

Quando penso que há pessoas no mundo que vivem suas vidas sem ouvir Kinks, a mim só resta lamentar muito por elas.

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Por isso, recomendo a leitura do texto publicado pelo André Barcinski, A década perdida do Kinks.

Aos que conhecem, mas principalmente aos que não (!!!) conhecem!

Cito:

Enquanto seus contemporâneos, os Rolling Stones, ganhavam fama de bad boys, os Kinks eram os verdadeiros delinquentes daquela geração. Num show, o guitarrista Dave Davies xingou o baterista Mick Avory, que respondeu arrebentando a cabeça de Dave com um pedestal de prato. Avory fugiu do teatro acreditando que tinha matado o colega. Logo depois, Ray deu entrevistas esculhambando Frank Sinatra (“Eu canto ‘You Really Got Me’ melhor que ele”) e dizendo que qualquer um – “até Hitler” – era capaz de lotar um teatro de fãs. Numa turnê pelos Estados Unidos, Ray saiu no braço com um diretor de uma emissora de TV durante a gravação de um programa. O homem era poderoso, e os Kinks foram proibidos de excursionar na América por quatro anos.

E ouçam, claro!

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Retrospectiva 2014: Os melhores álbuns do ano, por vários blogs

2014 não foi um ano que me inspirou muito, em relação aos álbuns ali lançados.

Até que muito pouco comentei sobre eles por aqui. Na realidade, foi o ano que menos escrevi sobre música no words of leisure.

Espero que 2015 seja diferente.

Por isso mesmo, juntei aqui no blog várias listas brasileiras, com os melhores (será?) discos nacionais e internacionais.

Várias, mesmo.

Pílula Pop, Na Mira do Groove, Pergunte ao Pop, entre outros…

Vamos a elas.

Do Tenho Mais Discos Que Amigos:

discos internationais

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Música: Sobre o Novo Álbum do Michael Jackson

Engraçado….

No início da semana eu conversava com um dos meus grandes amigos sobre os tais discos póstumos.

Há casos e casos, né? A Janis Joplin já tinha gravado o Pearl quase todo quando faleceu. Aí vai.

Mas em muitos casos, eu penso exatamente como o André Barcinski, quando escreveu:

André Barcinski

Se um músico escolheu não lançar determinadas músicas durante sua carreira, não é absurdo supor que ele não gostava delas e preferiu deixá-las inéditas. Mas a indústria da música não liga para esses detalhes, e costuma raspar o fundo do barril em busca de qualquer sobra que possa gerar uns trocados.

Esse trecho foi tirado do texto MICHAEL JACKSON: MORTO E FATURANDO, e fala sobre o novo disco póstumo do Rei do Pop, Xscape.

Eu ainda não o ouvi e pelo que ele escreveu, fiquei até bem curiosa. E concordo com o final:

É um disco caça-níqueis? Claro que sim. Mas se é para cometer necrofilia musical, que seja a melhor que o dinheiro pode comprar.

Mas ainda assim, pra mim há algo muito bizarro nisso.

Bom, para ler o texto completo, basta clicar no moço ali em cima.

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