Música do Dia: Ocean Colour Scene – The Day We Caught The Train

Primeiro post da seção Música do Dia.

Inauguro, em grande estilo, com uma das minhas bandas favoritas.

The day we caught the train, do Ocean Colour Scene.
Música # 2 daquele que é um dos melhores discos da década de 90, o “Moseley Shoals”.

Ocean-Colour-Scene-The-Day-We-Caught-The-Train

I never saw it as the start it’s more a change of heart
Rapping on the windows, whistling down the chimney pot
blowing off the dust in the room where I forgot I laid my plans in solid rock

Stepping through the door like a troubadour whiling just an hour away,
looking at the trees on the roadside feeling it’s a holiday.
You and I should ride the coast and wind up in our favourite coats just miles away.
Roll a number write another song like Jimmy heard the day he caught the train.

Amo de paixão!

Volto mais tarde | Ao som de Ocean Colour Scene – The Day We Caught The Train |

Redes Sociais: Música e o Last.Fm

Uma das coisas que eu mais gosto na vida é música. Certamente farei vários posts em relação a discos, bandas, mas decidi falar, antes, sobre uma das redes sociais que mais teve impacto sobre a minha pessoa, que é justamente ligada a esse tema.

Muito se fala, atualmente, sobre facebook, twitter, linkedin e o quase falecido orkut. Eu já participei, ou ainda participo, de várias delas, o que me leva a ser uma entusiasta dessas formas de comunicação (mesmo ciente de todos os pontos fracos que elas possuem).

Entre todas, a que mais me cativou desde quando conheci foi a “last.fm”.

the social music revolution

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About wol: Agradecimento e RSS

Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a todos os comentários que foram feitos aqui no blog, por e-mail e no Facebook. Eles, certamente, serviram e servirão como um forte estímulo para que eu possa me dedicar cada vez mais a este novo projeto. Não, eu não pretendo postar agradecimentos no formato de post, principalmente porque eu posso responder na área de comentários.

RSS

Mas resolvi fazer isso apenas dessa vez para avisá-los sobre o recurso RSS (que aqui no blog encontra-se no topo da página, à direita). Obviamente, pra quem não conhece, né?

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Na Minha Estante: Eric Clapton, “A Autobiografia”

Passei a minha virada de ano na companhia de um homem incrível: Eric.

Mr. Eric Clapton. Ou Slowhand. Ou Deus.

Ps: antes de ser uma demonstração de carência, isso nada mais significa que eu gosto de ler quando estou na praia descansando.

biografia_eric_clapton

“Clapton: the autobiography” foi publicado por aqui pela Editora Planeta do Brasil e recebeu a sensacional tradução “Eric Clapton: a Autobiografia”. Apesar de ser de 2007, só coloquei minhas mãos nele no finalzinho de 2010. Quando o fiz, o vendedor falou: “Esse livro deveria vir com todos os álbuns que ele cita…. e com uma guitarra, acoplados”. A mais pura verdade.

O tempo em que demorei para comprar foi inversamente proporcional ao que me tomou para ler. O fato dele ser muito bem escrito não é surpreendente, visto que quem o fez é o cidadão que compôs, nada mais nada menos, “Tears in Heaven”, “Circus”, “Wonderful Tonight”, “Layla”, etc.

Uma das coisas que mais me cativou na história foi a impressionante forma em que o Slowhand relatou seus vícios em heroína e álcool, seus amargos relacionamentos amorosos, o seu ponto de vista sobre os maravilhosos Yardbirds, Cream, Blind Faith, Derek and the Dominos e, claro, sua carreira solo. Sua sinceridade para “confessar” seus momentos de arrogância, de medo só o tornou, pra mim, mais ídolo que já era.

Antes de começar a ler, eu esperava com ansiedade chegar em certos pontos, como: os relacionamentos com Carla Bruni e, principalmente, Pattie Boyd; a amizade com Jimi Hendrix e George Harrison e, como não poderia deixar de ser, a morte de seu filho Conor Clapton. O capítulo dedicado ao menino, inclusive, me levou a chorar rios no meio da Praia de João Fernandes.

Ao acabar de ler tive uma vontade absurda de conhecer mais profundamente ídolos do Eric, como Robert Johnson, Buddy Holly, Jerry Lee Lewis, Little Richard. E mais do que isso, o Sr. Clapton me fez, em poucos dias, querer algo que eu nunca realmente quis nos meus 27 anos ouvindo o bom e velho rock n’ roll: querer aprender a tocar guitarra! Nem que fosse só para começar a compreender o intenso caso de amor entre esse homem, apelidado de Deus, e aquela que ele cita como a sua maior companheira de vida, nos altos e baixos.

Uma verdadeira aula de blues, de rock…de sinceridade…..de vida.

Volto mais tarde | Ao som de Eric Clapton – Layla |

wol: Sobre o words of leisure

Já tinha um bom tempo que eu pensava em criar um blog. Alguns amigos me sugeriam fazer isso e sequer sabiam que era algo que eu já considerava.

Então, ao me tornar, cada vez mais, leitora assídua de veículos como a revista piauí, o The Huffington Post, a The New Yorker, essa ideia passou a ganhar forma.

Porém, questões surgiam, como: qual seria o foco do blog? Somente Relações Internacionais? Política? Isso não me agradava muito visto que, apesar de ser Analista Internacional e ser apaixonada por isso, outros temas também me interessam, e muito.

Arte: Bruno Teixeira

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