Café & TV: Séries de TV, “Downton Abbey”

Hoje, Downton Abbey retorna, já na sua quinta temporada.

Exatamente ontem, eu consegui ficar em dia. Finalmente!

Downton-Abbey-

A melhor descrição que vi dela?

“A melhor Abbey, desde Abbey Road” (Entertainment Weekly)

Desde que tomei conhecimento da existência da série, fiquei de começar a assistir.

Mas devido ao grande número de séries que já assisto (como vocês puderam ver aqui), e como procrastinar é a minha vida, só consegui começar a ver há pouco tempo atrás.

Acontece que ela é tão incrível, tão absurdamente bem feita e bem escrita, que fiquei em dia em dois segundos.

O fato de serem quatro temporadas com uma média de 9 episódios facilita, apesar deles serem mais longos que o normal.

Aos que não sabem, a série começa em 1912, com a tragédia do Titanic.

Conta a história da aristocrática família Crawley, no início do século XX durante o reinado do Rei Jorge V, o dia a dia de seus criados, a vida na propriedade localizada em Yorkshire…

Tudo que está por ali impressiona:

Para começar, claro, é uma aula de História. É óbvio que sei que é uma série de televisão, então eu não me apego se tudo que está ali é 100% fiel à ela, assim como faço com as minhas séries médicas.

Mas é muito legal ser levada a um mundo tão impressionante e instigante. De valetes, lacaios, mordomos, damas de companhia. Pensar o impacto da Primeira Guerra Mundial de forma que não tinha passado pela minha cabeça até então.

Pontos que sempre me chamam muito a atenção está na questão de gênero, a falta de direitos das mulheres, as relações de sucessão.

A política sempre vem à tona, o que é muito legal também.

Sem contar que a minha amada Irlanda entra em pauta e é bem interessante pensar no caso sob o ponto de vista da nobreza inglesa.

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O elenco é incrível. Todos são muito bons! Nos dois grupos: família e criados.

Mas é impossível não dar destaque à magnitude da Dama Maggie Smith, como a sensacional Condessa Viúva de Grantham, Violet Crawley. A atuação dela é algo a parte naquele mundo. Os trejeitos, os olhares. É uma verdadeira aula e olhem que eu tenho zero intenção de atuar na vida.

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O texto também merece muito destaque.

Os diálogos são muito bem feitos e é muito interessante ver a diferença dos usos das palavras entre as diferentes classes sociais ali representadas.

E a riqueza (ou falta dela) sendo representada nos diferentes sotaques? Amo esses “detalhes”.

Sem contar que já chorei muito com Downton Abbey. Muito.

Mesmo.

Mas também há muito humor, com o melhor do detalhe: humor inglês, né?

Irretocável.

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O cenário, com o absoluto destaque ao Highclere Castle, não poderia nunca ser deixado de lado. Tanto por dentro quanto por fora, eu não me canso de suspirar por ele.

Downton-Abbey

E o figurino? Os vestidos? Jisuis!

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E a abertura?

É uma série irretocável, irretocável.

Absurdamente recomendada!

Assistam!

Abaixo, o trailer da primeira temporada:

Ou vocês já assistem? O que acham, então? Concordam comigo?

Volto mais tarde | Ao som de Dido – Here With Me |

Publicado por

Viviane Gomide

Mestre e Bacharel em Relações Internacionais pela PUC Minas, Mestre em Administração Pública pela Cornell University e Especialista em Direito Internacional. Esse é apenas mais um espaço para se falar de música, literatura, tecnologia, esportes....de preferência, sem o politicamente correto.

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