Música do Dia: U2 & B.B. King – When Love Comes To Town

Parceria sensacional…

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I was there when they crucified my lord 
I held the scabbard when the soldier drew his sword 
I threw the dice when they pierced his side, 
But I’ve seen love conquer the great divide. 

When love comes to town, 
I’m gonna jump that train 
When love comes to town, 
I’m gonna catch that flame. 
Maybe I was wrong to ever let you down, 
But I did what I did before love came to town. 

Yeah, Yeah, Yeah…

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Inovação: Algumas Invenções da Primeira Guerra Mundial

Muitos especiais sobre a Primeira Guerra Mundial já estão sendo feitos, ou ainda serão transmitidos, visto que 2014 marca os 100 anos do seu início, né?

Pois bem, quem estuda o assunto sabe muito bem como as guerras são capazes de gerar muitas inovações que chegam posteriormente à população, apesar de todas as suas óbvias perdas. A BBC Brasil publicou uma matéria muito interessante, que mostra justamente isso.

BBC Brasil-GuerraPrimeira

Cito duas:

Absorventes Íntimos

Antes de estourar a Primeira Guerra, uma pequena empresa americana registrou sob sua marca um material conhecido como Cellucotton. A substância, composta pela polpa da celulose da madeira (usada na fabricação de papel), era cinco vezes mais absorvente do que o algodão e custava a metade do preço.

Em 1917, quando os Estados Unidos entraram na guerra, a empresa – Kimberly-Clark – passou a empregar o material na fabricação, em grande escala, de enchimento para curativos cirúrgicos.

Enfermeiras da Cruz Vermelha trabalhando nos campos de batalha logo se deram conta da utilidade do produto na higiene íntima. Esse uso adicional do produto acabaria, anos mais tarde, alterando o destino da pequena firma americana.

Em 1920, menos de dois anos após o final da guerra, chegou às lojas americanas o primeiro absorvente íntimo da história, batizado de Kotex (junção das palavras inglesas cotton, algodão, e texture, textura).

Horário de Verão

Quando a Primeira Guerra Mundial começou, a ideia de adiantar os relógios na primavera e atrasá-los no outono não era nova. O americano Benjamin Franklin já havia sugerido a medida como forma de economizar energia em uma carta publicada por The Journal of Paris,em 1784.

Velas eram desperdiçadas nas noites de verão porque o sol se punha antes de as pessoas irem dormir, ele explicou. E a luz do Sol era desperdiçada no início do dia porque o Sol nascia enquanto as pessoas dormiam.

Propostas semelhantes foram feitas na Nova Zelândia, em 1895, e na Grã-Bretanha, em 1909 – sem sucesso.

Durante a Primeira Guerra, no entanto, implementar a mudança tornou-se uma questão de sobrevivência. Na Alemanha, devastada pela escassez de carvão, as autoridades decretaram que, às 23 horas do dia 30 de abril de 1916, os relógios deveriam ser adiantados em 1 hora, para meia-noite. Isso geraria uma hora extra de luz diária na manhã seguinte.

A medida foi rapidamente adotada por outros países. A Grã-Bretanha seguiu o exemplo três semanas mais tarde, em 21 de maio de 1916.

Em março de 1918, o Congresso americano estabaleceu vários fusos horários e oficializou horários para economia de luz diurna até o final da guerra.

Quando o conflito terminou, o esquema foi abandonado, mas a ideia tinha se alastrado e, mais tarde, voltou a ser adotada.

Interessante demais.

Para ver quais são as outras, clique na figura lá em cima. Vale a pena, é bem legal.

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