Música do Dia: Coldplay – Magic

Viram a nova do Coldplay?

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Não amei, mas não detestei. O que é um avanço, em relação ao último álbum, que foi comentado aqui no words of leisure.

Call it magic
Cut me into two
And with all your magic
I disappear from view
And I can’t get over
Can’t get over you
Still I call it magic
It’s such a precious truth

Volto mais tarde | Ao som de Coldplay – Magic |

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Coluna da Primogênita: Miami – Considerações Iniciais

A minha série de posts e dicas de Miami começa agora!
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal

 

E estou diante de um novo desafio ao escrever para essa Coluna. Pela primeira vez, falarei sobre um local que eu não amei. Gostei, mas não amei. Se voltarei, não sei. Não é uma prioridade, mas dependendo da situação, volto. Na verdade, não planejei essa viagem por uma vontade enorme de voltar lá (já tinha ido a Miami aos 15 anos por poucos dias, depois de ir à Disney, mas não lembrava de quase nada). Voltei para conciliar uma questão pessoal com o torneio de tênis que ocorre por lá nessa época do ano.
Confesso que tinha até mesmo um certo preconceito, sempre ouvia amigos falando sobre vários dias inteiros passados dentro de shoppings e  outlets e as compras frenéticas. Quem me acompanha aqui, sabe que essa não é muito a minha praia, quando viajo.
A noite animadíssima da cidade é também bastante conhecida e atrai muitos turistas. Boates, festas, clubes exclusivos, são inúmeras as opções. Se você adora uma balada, curtirá muito, já eu sou uma pessoa mais diurna…
Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal
Mas pesquisando sobre a cidade, lendo sobre o renascimento cultural recente que vem ocorrendo por lá, comecei a me animar, vi que Miami poderia me oferecer algo mais!
Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal
Ao voltar, posso até afirmar que essa questão das compras foi melhor que pensei. Não que o consumo não seja exagerado mas os preços de tudo aqui no Brasil são tão absurdos que acabamos por considerar uma barganha comprar em uma moeda 2,5 vezes mais cara que o Real! Realmente uma insanidade! E planejando bem, é possível conciliar boas compras, passeios e descanso. Falarei melhor em outro post sobre como me organizei para não ser engolida pelo shopping instinct e ainda assim tirar proveito dos ótimos preços!
Miami não foi uma cidade apaixonante para mim, mas com certeza foi divertida! Fui durante o Spring Break, feriado americano no qual um número enorme de yankees se dirige à Flórida. Nesta época, há também um grande fluxo de europeus e outros turistas, claro, brasileiros incluídos, devido ao festival de música eletrônica Ultra e  ao Sony Open de tênis. Ou seja, a cidade estava fervilhando, lotada, animadíssima!!
Eu me diverti horrores passeando pelas ruas de South Beach, observando os excessos, as extravagâncias,  os carros, as roupas, a sensualidade explícita 24 horas!  Tenho a impressão que Miami é a união da exuberância latino americana com a megalomania dos Estados Unidos. Em vários passeios, a sensação era de estar em um típico clipe de rap: homens de calças caídas, com correntes enormes, dirigindo super carros, muitas vezes tunados (descobri essa expressão por lá, kkkk), acompanhados de várias mulheres coloridas, decotadas, com a auto-estima lá nas alturas, em um verdadeiro desfile pela cidade!

O festival de carros potentes pelas ruas de Miami. Foto: Arquivo Pessoal
O festival de carros potentes pelas ruas de Miami.
Foto: Arquivo Pessoal
Tenho que ainda ressaltar que alguns passeios que eu tinha planejado e queria muito ter feito, como ir à Downtown, ao Pérez Museaum of Art e a Coral Gables não foram possíveis. Tive uma intoxicação alimentar monstra, com direito a uma manhã no hospital (para quem é médica isso pode ser até mesmo uma atração turística, kkk, #tentandoserotimista). E acho que com isso, uma visão mais global do momento atual da cidade ficou comprometida, já que são para esses lados que a cidade tem mais se desenvolvido.
Mas viajar é isso aí: descobrir novas realidades, se colocar diante do diferente, evitar julgamentos, questionar os seus próprios valores e crescer, além de lidar com a imprevisibilidade. Cabeça aberta é fundamental e tirar o melhor possível de todas as experiências é fantástico! E aqui, vou tentar compartilhar com vocês o que eu achei de melhor da ensolarada e festiva Miami!