Na Minha Estante: Helen Fielding, “Bridget Jones, Louca Pelo Garoto”

Quando eu acabei de ler o A Cidade, O Inquisidor e os Ordinários, sabia exatamente qual seria meu próximo livro.

O que eu não contava era com uma viagem a trabalho…

Uma passada pela livraria do aeroporto…

E um livro que gritava pela minha atenção (livro esse já mencionado aqui no words of leisure)…

Assim, saí com Bridget Jones, Louca pelo Garoto (da Companhia das Letras) direto para a sala de embarque e mais de trinta páginas lidas até chegar ao meu destino final.

Foi então que me dei conta:

Acervo Pessoal

Acervo Pessoal

  • eu li o primeiro livro e vi o filme;
  • mas apenas vi o filme do segundo.

Como poderia eu ler o terceiro livro da saga sem ter lido o segundo?

Sendo eu uma pessoa que não assiste a um filme que já tenha começado, mesmo que apenas 05 minutos antes, isso beirava o impossível. Mas eis que um pensamento libertador me veio a mente:

Nada mais honroso à figura da Bridget do que fazer as coisas de forma errada…

E como esse espírito de fazer jus a uma das mais importantes figuras da década de 90, eu devorei o livro rapidamente.

Sim, o TOC foi superado, mesmo que momentaneamente. Para breve alegria da Primogênita.

Desnecessário dizer que a leitura é super fácil, né? Excelente companhia para relaxar.

Ler as peripécias da moça, em um mundo com twitter, é pra lá de engraçado.

Mas tem algo de muito diferente nesse livro: não somente ele não é tão absurdamente engraçado como o primeiro, mas ele trouxe lágrimas aos meus olhos. E não de chorar de rir, como aconteceu inúmeras vezes no anterior.

Há momentos no livro que a vontade é de pegar a moça e dar colo. Carinho. Juro.

Não vou falar o motivo, para não perder a graça para os que ainda não leram. Só falo que ao mesmo tempo que a decisão da autora me deixou triste, aplaudo a sua coragem.

Quem já leu sabe do que estou falando… se concordam ou não, aí é outra história.

Helen Fielding continua a manter viva aquela personagem capaz de nos gerar todos os tipos de emoções possíveis.

A Bridget permanece apaixonante, como sempre.

O primeiro livro continua como o grande favorito, mas esse é super digno na saga.

A única tristeza foi saber que a Helen Fielding e Renee Zellweger não dançam mais no mesmo compasso, o que torna a possibilidade de um filme deste livro bem difícil.

Espero que elas se resolvam, honestamente. Porque não há Bridget Jones sem Renee. Não há.

Um bom livro para quem quiser espairecer. Fica a dica.

Volto mais tarde | Ao som de The Who – Who Are You |

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