Música: Planeta Terra – O Festival e o Travis

Como falei em outras ocasiões aqui no words of leisure que mesmo sendo alucinada com música e shows, nunca fui ligada a festivais.
Mas isso teve que ser deixado de lado quando o Planeta Terra anunciou uma das bandas mais importantes da minha vida como atração principal: o Blur.
Só que esse foi um momento tão especial, tão marcante, que receberá um post a parte.

Fonte: Planeta Terra
Fonte: Planeta Terra

Este será dividido em duas partes.

Sobre a organização:

  • Como não tenho nenhum histórico com o festival, não posso comparar como era antes, no Playcenter. Mas gostei demais do Campo de Marte. Com um público de 27 mil pessoas, o aeroporto comportou a todos de uma forma muito agradável. A distância entre os palcos estava ótima para aqueles que queriam transitar entre eles (não era o meu caso) e tinha um bom espaço para aqueles que queriam fazer outras coisas enquanto esperavam as bandas que queriam ver (o meu caso). Sem contar que o som estava excelente.
  • Foi a primeira vez na vida que eu comprei ingresso para fazer retirada no local. Estava meio tensa em relação a isso, pensando em confusões com filas e horários. De fato, ocorreu problema: o sistema caiu e os ingressos não estavam sendo impressos. Não sei como foi na hora que aconteceu (se foi antes da bilheteria abrir ou não), só sei que quando cheguei o problema “tinha sido resolvido”, já que o protocolo de compra foi suficiente para entrar. Poderia ter sido um caos. Não foi.
  • As filas para comprar comes e bebes estavam grandes. Talvez possam colocar mais caixas? Mas nada que tenha atrapalhado o meu humor.
  • Show/Festival sem ter que usar banheiro químico foi tudo de bom.
  • A pontualidade deve ser exaltada. Impecável. Poder chegar e ir embora de metrô, também!

Sobre os shows: não vi nada que tocou antes do Travis. Já os outros…

  1. O pouco que ouvi do The Roots, gostei demais! Os caras são excelentes, mesmo não sendo o hip hop algo que eu entenda muito. Música de muita qualidade.
  2. Juro que cheguei ao Terra sem saber quem era a Lana Del Rey. Conclusão pós show? A moça é linda. E continuarei sem saber quem ela é. Voz fraca de dar dó. (Fãs da moça, não me matem. É só a minha opinião…)
  3. O Beck é daqueles músicos incríveis, né? Do tipo “genial”. Banda excelente, músicas idem. Mas eu vi pouco, porque estava na pilha para o Blur. Só que do pouco que vi: sensacional!

Agora, o Travis! Ah, o Travis!

(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)
(Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)

Eu iria ao Planeta Terra somente pelo Blur. Ver o Travis foi daqueles brindes mais que incríveis, sabe? Quase tão bom quanto o produto principal.
A banda tem uma energia maravilhosa nos seus álbuns, que fica ainda mais intensa ao vivo. A combinação de um incrível pôr do sol com aquelas músicas deliciosas que eles escrevem tornou toda a atmosfera deliciosa.
Uma das coisas mais legais era olhar para o palco e ver que os caras estavam felizes, sorridentes, curtindo aquele momento.
Não posso reclamar de nada do setlist, mesmo eles não tocando algumas músicas que eu gosto demais.
Driftwood deixou meus olhos cheios de água.
Flowers in the Window foi fofíssima, com os quatro tocando juntos, em versão acústica.
Where We Stand, com o Fran Healy junto ao pessoal, foi sensacional!

Foto: Renan Facciolo.
Foto: Renan Facciolo.

Show lindo, lindo, lindo!
Saí ainda mais fã do que era!

Quem não conhece o Travis, favor clicar no nome deles na lista de Tags (marcações) abaixo, para ver todos os posts que já fiz dos escoceses. Vale a pena demais!

Abaixo, o setlist lindão.

Fonte: Página do Planeta Terra no Facebook
Fonte: Página do Planeta Terra no Facebook

 

Volto mais tarde.
Com a parte 2, dedicada ao Blur.

Volto mais tarde | Ao som de Travis – Where You Stand |

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7 comentários em “Música: Planeta Terra – O Festival e o Travis

  1. “A combinação de um incrível pôr do sol com aquelas músicas deliciosas que eles escrevem tornou toda a atmosfera deliciosa.”

    essa combinação foi coisa de outro mundo. Sabe-se lá como não caiu um toró no dia, provavelmente São Pedro curtiu as bandas do festival

    Curtido por 1 pessoa

  2. Concordo com vc, o show realmente foi lindo. Mas discordo do romantismo do pôr-do-sol, hauhauaua, eu estava bem perto da grade e posso te afirmar que estava insuportavelmente quente e o sol queimava o rosto de todo mundo! Mas a banda fez um show empolgante e delicado ao mesmo tempo, inesquecível, de fato. Ouço Travis e Blur, coincidentemente, há 13 anos, e foi uma honra vê-los no mesmo dia. “Driftwood” foi um absurdo, mesmo, e “Blue Flashing Light” foi uma grata surpresa para mim. E ver o guitarrista do Travis todo maluco bebendo cerveja e tocando freneticamente também foi bastante engraçado. Foi um bom festival, porém, graças aos ótimos shows, enfim, estávamos lá por isso! :-)

    Curtido por 1 pessoa

    1. Realmente, o sol estava muito forte, mas na hora do show o pôr-do-sol estava tão bonito…Acho que faz parte da minha memória seletiva, mesmo, esquecer que estava quente pra caramba hehehehe

      O guitarrista foi um caso à parte! Como a coluna dele aguenta tocar daquela forma? Muito legal!

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