Música do Dia: Blur – Beetlebum

A música que me levou às lágrimas no último sábado.

Post sobre o show, soon.

Fonte: Planeta Terra no Facebook
Fonte: Planeta Terra no Facebook

Beetlebum, because you’re young
She’s a gun, now what you done, Beetlebum
She’ll suck your thumb, she’ll make you come
Cos she’s your gun, now what you done, Beetlebum

Volto mais tarde | Ao som de Blur – Beetlebum  |

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Dica de Leitura: Guga Chacra, “Entenda o Líbano Em Um Post de Blog”

Repito o que falei semana passada: adoro os posts do Gustavo Chacra sobre a terra dos meus antepassados.

Estadão
Estadão

Como ele mesmo disse, é um post de blog para explicar o Líbano. Então, para bom entendedor, meia palavra basta, né?

Deveria.

Cito:

No dia a dia, há sinais fáceis para identificar a religião de alguém. Por exemplo, o nome, a vila de onde veio ou  qual região de Beirute mora. Mesmo assim, há nomes como Fuad ou Samir que podem ser associados a qualquer religião, diferentemente de Antoine (provavelmente cristão) ou Mohammad (certamente muçulmano). Vilas algumas vezes são mistas. E nada impede um cristão de morar em uma área sunita.

As vestimentas, mesmo de mulheres, nem sempre entregam a religião. Sem dívida, uma mulher de hijab é muçulmana. Mas seria sunita e xiita? Uma com crucifixo, cristã. Mas e se estiver de jeans, camiseta e All Star, como é extremamente comum entre as jovens libanesas? Não dá para saber. Pode ser cristã, sunita, xiita ou drusa. Aliás, não caiam na bobagem de achar que xiitas são mais religiosas. Há famílias na qual uma irmã é religiosa e a outra usa biquíni e enche a cara na balada.

Normalmente, esqueci de dizer, cristãos, especialmente da classe média alta, falam francês. Entre os muçulmanos, há uma proximidade maior com o inglês. Mas isso é meio genérico e não dá para cravar nada nos dias de hoje. Normalmente, a elite é fluente nas duas línguas, enquanto as camadas mais pobres falam apenas árabe.

Belo país, cheio de particularidades. Adoro.

Para ler o texto completo (leia!), clique na figura acima.

Volto mais tarde.

Ao som de Ride – Howard Hughes