Música do Dia: Paul McCartney – Maybe I’m Amazed

Ainda não acredito que vi ao vivo.

Que declaração de amor, Jisuis.

Maybe I’m amazed at the way you love me all the time
Maybe I’m afraid of the way I love you
Maybe I’m amazed at the way you pulled me out of time
You hung me on a line
Maybe I’m amazed at the way I really need ya
Maybe I’m a man
Maybe I’m a lonely man who’s in the middle of something
That he dosen’t really understand
Maybe I’m a man, maybe you’re the only woman
Who could ever help me
Baby would you help me to understand
Maybe I’m a man
Maybe I’m a lonely man who’s in the middle of something
That he dosen’t really understand
Maybe I’m a man, and you’re the only woman
Who could ever help me
Baby would you help me to understand
Maybe I’m amazed at the way you’re with me all the time
Maybe I’m afraid of the way I need ya
Maybe I’m amazed at the way you help me sing my song
You right me when I’m wrong
Maybe I’m amazed at the way I really need ya
Won’t you help me to understand
Maybe I’m a man
Maybe I’m a lonely man who’s in the middle of something
That he dosen’t really understand
Maybe I’m a man, and you’re the only woman
Who could ever help me
Won’t you help me to understand
Oh baby I’m amazed
Oh baby I’m amazed
Yeah baby I’m amazed
Yeah yeah…, I’m amazed
I’m amazed with you

Volto mais tarde.

Ao som de Paul McCartney – Maybe I’m Amazed

Coluna da Primogênita: Images of Leisure – Campos do Jordão no Outono (e no Hipstamatic)

Essa semana estive em Campos do Jordão para um congresso da minha especialidade. Como durante a maior parte do dia eu estava envolvida com as aulas, aproveitei menos do que queria da cidade. Mas no final das contas, deu para separar umas coisinhas para publicar aqui!

Esta não foi a minha primeira viagem a esta cidadezinha tão linda do interior de São Paulo. Mas sempre fui no inverno, estação em que a cidade tem um apelo turístico mais forte. E posso dizer que, simplesmente, a amei ter ido em maio, no outono! Sim, Campos do Jordão tem outono típico, o que não ocorre em grande parte do Brasil!! Há folhas no chão, árvores amarelas, vermelhas, aquele tom alaranjado geral…muito, muito lindo! Durante o dia, as temperaturas são bem agradáveis e à noite o frio já fica mais intenso! Então, os casacos não são dispensados!

E como a minha sister, autora do words of leisure, é uma total entusiasta do aplicativo Hipstamatic, (como pode-se ver aqui, aqui e aqui), resolvi testá-lo por lá e deixo aqui algumas imagens que eu fiz! Quem sabe vocês se inspirem para uma viagem nesta época do ano? Eu, com certeza, já troquei o inverno lotado de turistas pelo lindo e colorido outono!


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Esse passeio até me distraiu, no momento, daquele desejo previamente publicado aqui!

Dica de Leitura: Até Que Ponto Vale a Pena Fazer Um Doutorado?

Quando li o texto da Economist The disposable academic, pensei:

“O pessoal só pode ter entrado na minha cabeça antes de ter colocado a questão em pauta”.

Mesmo sendo um texto de 2010.

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Antes que venham com “mas Viviane, no Brasil….”.

Não, o texto não é sobre o Brasil.

In most countries a PhD is a basic requirement for a career in academia. It is an introduction to the world of independent research—a kind of intellectual masterpiece, created by an apprentice in close collaboration with a supervisor. The requirements to complete one vary enormously between countries, universities and even subjects. Some students will first have to spend two years working on a master’s degree or diploma. Some will receive a stipend; others will pay their own way. Some PhDs involve only research, some require classes and examinations and some require the student to teach undergraduates. A thesis can be dozens of pages in mathematics, or many hundreds in history. As a result, newly minted PhDs can be as young as their early 20s or world-weary forty-somethings.

One thing many PhD students have in common is dissatisfaction. Some describe their work as “slave labour”. Seven-day weeks, ten-hour days, low pay and uncertain prospects are widespread. You know you are a graduate student, goes one quip, when your office is better decorated than your home and you have a favourite flavour of instant noodle. “It isn’t graduate school itself that is discouraging,” says one student, who confesses to rather enjoying the hunt for free pizza. “What’s discouraging is realising the end point has been yanked out of reach.”

Vale a leitura.

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Dica de Viagem: Da Receita Federal

Estava passeando pelo Conexão Paris, quando vi o post: Conselhos da Receita Federal para turistas.

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O bom é que reuniu em um mesmo lugar questões como:

. o que o viajante não pode trazer do exterior na bagagem – clique aqui.

. o que o viajante não pode trazer do exterior – clique aqui.

. o que o viajante pode comprar no duty free – clique aqui.

. o que o viajante deve obrigatoriamente declarar – clique aqui.

. o que fazer em caso de bagagem extraviada – clique aqui.

Para ver outras dicas, clique no título do post do Conexão, lá em cima.

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Séries de TV: Curiosidades Sobre o Eterno “Seu Madruga”

Muito tempo que não falo do Chaves por aqui, né?

Um verdadeiro absurdo.

Mas o site da Revista Quem (isso mesmo, fazer o quê?) publicou curiosidades sobre o Ramón Valdés, o ator que fazia o “Seu Madruga”, que eu não conhecia.

Aí, terei que colocar aqui.

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Bom, na realidade, quem publicou foi o jornal mexicano El Instransigente, mas como o da Revista já está em português…

3 – Apesar de em Chaves o Sr. Madruga ser chamado de feio o tempo todo, ele era considerado um eterno galã. Tanto é que, ele mesmo dizia que, depois do cigarro, seu vício eram as mulheres. Ramón foi casado três vezes e teve dez filhos.

5 – Sr. Madruga era o único personagem de ‘Chaves’ que não precisava de maquiagem ou figurino especial. O próprio ator chegava com uma camiseta e jeans velhos. Da produção, só o chapéuzinho.

10 – Durante seu funeral, Angelines Fernández, a Bruxa do 71, se recusou a sair do lado do caixão e passou horas de pé.

Para ler as outras curiosidades, clique aqui.

Volto mais tarde.

Ao som de John Mayer – The Heart of Life