Música do Dia: Tears for Fears – Advice For The Young At Heart

tears-for-fears-advice-for-the-young-at-heart

Advice for the young at heart
Soon we will be older
When we gonna make it work ?

Volto mais tarde | Ao som de Tears for Fears – Advice For The Young At Heart |

Anúncios

Coluna da Primogênita: Review – Django Livre

Sei que o tema da minha coluna aqui é viagens e dicas de lugares, porém como a nossa querida autora do blog tem contra-indicações médicas (decretadas por mim! Rá!) de assistir filmes com excesso de violência, ela é privada do deleite de assistir um Tarantino! E como o words of leisure sempre teve o compromisso com um conteúdo atual e interessante, eu me senti na obrigação de fazer um post sobre Django Livre (Django Unchained). Confesso que estou um pouco tensa, já que passo longe de ser uma expert em cinema, portanto, falarei apenas as minhas impressões.


Há um grupo de diretores que, independentemente da fase ou do tipo de filme que estão fazendo, me levam ao cinema logo na primeira semana da estreia. Dentre eles, cito Woody Allen, Almodóvar e Quentin Tarantino. Esses caras, mesmo quando fazem um filme considerado fraco na sua filmografia, na minha opinião, são, em geral, muito superiores ao que se vê por aí!

E quando o Tarantino lança um filme, que a crítica especializada diz ser o seu auge, aí, eu estou no cinema na sexta-feira de estreia. Já começo dizendo que, não concordo, não acho Django melhor que seus outros filmes! É ótimo, com todos os elementos que fazem o Quentin o gênio que é! Mas, Django não me deixou completamente extasiada como quando assisti a Pulp Fiction. Tudo bem, tenho que dar um desconto, Pulp Fiction foi o primeiro Tarantino que vi, então não tem como comparar essa sensação de quando algo fantástico ocorre pela primeira vez! A beleza, a violência quase surreal de tão estética de Kill Bill, com toda sua energia, não são tão intensas em Django. Mas ainda assim, as imagens do interior americano e o clima western desta última produção são de tirar o fôlego! A releitura da história, a partir da imaginação do diretor, também não é uma novidade. Em Bastardos Inglórios, a caça aos nazistas por um grupo de judeus foi um delírio vingativo e controverso criado por Tarantino. Agora, o tema é a escravidão e o herói é um negro, libertado da condição de escravo e que se torna um caçador de recompensas. Mais uma vez, um tema doloroso, abordado de forma imaginativa e por vezes, hilária, o que dá a típica polêmica aos seus filmes! E o delírio é tanto que achei o filme um pouco longo!

Dito isso, Django Livre é excelente! Interpretações inspiradas, com destaque para Leonardo di Caprio, Samuel L. Jackson e claro, Cristopher Waltz! Apesar deste último merecer todos os prêmios, visto o ator sensacional que é, acho que o Di Caprio tem que ser homenageado de alguma forma (#prontofalei!), sua atuação está muito boa! Os diálogos impagáveis,o humor negro característico, a trilha sonora sempre muito bem selecionada fazem com que este seja um ótimo motivo para sair de casa e ir ao cinema! Vale assistir na telona!!

Elenco Django Livre. Faltou o ótimo Samuel L. Jackson!

E se mesmo com tudo isso, você ainda precise de um incentivo adicional, segue o trailer abaixo e a informação que Django Livre já ganhou 19 prêmios dentre eles, 2 Globos de Ouro – melhor ator coadjuvante para Cristopher Waltz e melhor roteiro. Concorre ao Oscar nas mesmas categorias, além de melhor filme e outras categorias técnicas!

Ou seja, caso você não tenha nenhuma contra-indicação para filmes com nível de violência maior, sugiro muito assistir!

Dica de Leitura: O Impassível Sr. Darcy e a Companhia das Letras

Como falei ontem, uma das grandes obras literárias do mundo completou 200 anos: Orgulho e Preconceito.

Também comentei que várias homenagens estavam sendo feitas, principalmente na Inglaterra.

Por aqui, a Companhia das Letras deu show.

colinfirth

Continuar lendo “Dica de Leitura: O Impassível Sr. Darcy e a Companhia das Letras”

Música: Entrevista com Yekaterina Samutsevich

Só ontem consegui ler a entrevista que a Yekaterina Samutsevich, do Pussy Riot e que foi libertada ano passado, deu à Rolling Stone americana.

pussy-riot-picture-

Então, óbvio, em inglês.

Q&A: Pussy Riot’s Yekaterina Samutsevich on Their Fight for Freedom

Faltam as outras duas.

Volto mais tarde.

Ao som de Rancid – Ruby Soho