Música do Dia: Eric Clapton – Cocaine

Porque hoje é dia de Eric!

Eric Clapton - Cocaine

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Coluna da Primogênita: BH – Sushi Naka

Nesse post, serei objetiva assim como é a casa sobre a qual vos falo.

Foto: Arquivo Pessoal
Foto: Arquivo Pessoal

 

O restaurante não se localiza em uma rua badalada da cidade.Não tem decoração luxuosa, serviço de manobrista na porta, drinks elaborados ou 1001 invenções de makis, sushis e cia! Os ingredientes para isto são peixes, frutos do mar, arroz e ponto final!

Mas aqui tem comida japonesa pura, tradicional, com produtos super frescos e os peixes derretem na boca, de tão suculentos! Nas entradas, os cogumelos na manteiga são de comer ajoelhada, além de terem o melhor guyosa que eu já comi em BH! Os pratos quentes também são excelentes!

Ou seja, tudo de primeira qualidade!

Porque tem horas que queremos ir direto ao ponto!

PS: Recomendo o almoço executivo também!

Sushi Naka

R. Gonçalves Dias, 92 – Funcionários  Belo Horizonte 

(31) 3287-2714

Dica de App: Runtastic PRO Gratuito Hoje

O meu aplicativo favorito para práticas esportivas – e que ainda será tema de post aqui no words of leisure – está gratuito hoje, na sua versão PRO, para iPhone, e com um belo desconto para Android.

Fonte: runtastic
Fonte: runtastic

Aproveitem.

Ele é ótimo!

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Música: Disco novo do Eric

Ai, ai.

Uma notícia dessas faz qualquer dia ficar melhor.

Disco novo de Eric Clapton em março 

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Cito o TMDQA:

“Composto de 12 canções, sendo duas inéditas,  “Every Little Thing” e  “Gotta Get Over”, o disco é uma seleção de covers que influenciaram o guitarrista ao longo de sua vasta e bem-sucedida carreira. Como sempre, Clapton se rodeou de músicos competentes, como o baterista Steve Gadd, o tecladista Chris Stainton e Willie Weeks, no contra-baixo, além de participações especiais de JJ Cale, em ¨Angel¨Steve Winwood, em “Still Got The Blues” e ninguém menos que Sir. Paul McCartney, tocando baixo e cantando na música “All of Me”. 

Só de lembrar do show dele, em Sampa, fico toda arrepiada. Não viu o relato? Então, clique aqui.

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Coluna da Primogênita: Paris in Motion

Time-lapses de cidades já não são mais novidade! Aqui mesmo no words of leisure, nós já mostramos algumas de Nova Iorque, que gostamos muito! Para ver, clique aqui e aqui.

Mas uma time-lapse de Paris é simplesmente irresistível! E ao som de Massive Attack então!! Demais!!

Profitez-vous!

PS: Amo Vimeo!!!

Coluna da Primogênita: Review – Django Livre

Sei que o tema da minha coluna aqui é viagens e dicas de lugares, porém como a nossa querida autora do blog tem contra-indicações médicas (decretadas por mim! Rá!) de assistir filmes com excesso de violência, ela é privada do deleite de assistir um Tarantino! E como o words of leisure sempre teve o compromisso com um conteúdo atual e interessante, eu me senti na obrigação de fazer um post sobre Django Livre (Django Unchained). Confesso que estou um pouco tensa, já que passo longe de ser uma expert em cinema, portanto, falarei apenas as minhas impressões.


Há um grupo de diretores que, independentemente da fase ou do tipo de filme que estão fazendo, me levam ao cinema logo na primeira semana da estreia. Dentre eles, cito Woody Allen, Almodóvar e Quentin Tarantino. Esses caras, mesmo quando fazem um filme considerado fraco na sua filmografia, na minha opinião, são, em geral, muito superiores ao que se vê por aí!

E quando o Tarantino lança um filme, que a crítica especializada diz ser o seu auge, aí, eu estou no cinema na sexta-feira de estreia. Já começo dizendo que, não concordo, não acho Django melhor que seus outros filmes! É ótimo, com todos os elementos que fazem o Quentin o gênio que é! Mas, Django não me deixou completamente extasiada como quando assisti a Pulp Fiction. Tudo bem, tenho que dar um desconto, Pulp Fiction foi o primeiro Tarantino que vi, então não tem como comparar essa sensação de quando algo fantástico ocorre pela primeira vez! A beleza, a violência quase surreal de tão estética de Kill Bill, com toda sua energia, não são tão intensas em Django. Mas ainda assim, as imagens do interior americano e o clima western desta última produção são de tirar o fôlego! A releitura da história, a partir da imaginação do diretor, também não é uma novidade. Em Bastardos Inglórios, a caça aos nazistas por um grupo de judeus foi um delírio vingativo e controverso criado por Tarantino. Agora, o tema é a escravidão e o herói é um negro, libertado da condição de escravo e que se torna um caçador de recompensas. Mais uma vez, um tema doloroso, abordado de forma imaginativa e por vezes, hilária, o que dá a típica polêmica aos seus filmes! E o delírio é tanto que achei o filme um pouco longo!

Dito isso, Django Livre é excelente! Interpretações inspiradas, com destaque para Leonardo di Caprio, Samuel L. Jackson e claro, Cristopher Waltz! Apesar deste último merecer todos os prêmios, visto o ator sensacional que é, acho que o Di Caprio tem que ser homenageado de alguma forma (#prontofalei!), sua atuação está muito boa! Os diálogos impagáveis,o humor negro característico, a trilha sonora sempre muito bem selecionada fazem com que este seja um ótimo motivo para sair de casa e ir ao cinema! Vale assistir na telona!!

Elenco Django Livre. Faltou o ótimo Samuel L. Jackson!

E se mesmo com tudo isso, você ainda precise de um incentivo adicional, segue o trailer abaixo e a informação que Django Livre já ganhou 19 prêmios dentre eles, 2 Globos de Ouro – melhor ator coadjuvante para Cristopher Waltz e melhor roteiro. Concorre ao Oscar nas mesmas categorias, além de melhor filme e outras categorias técnicas!

Ou seja, caso você não tenha nenhuma contra-indicação para filmes com nível de violência maior, sugiro muito assistir!

Dica de Leitura: O Impassível Sr. Darcy e a Companhia das Letras

Como falei ontem, uma das grandes obras literárias do mundo completou 200 anos: Orgulho e Preconceito.

Também comentei que várias homenagens estavam sendo feitas, principalmente na Inglaterra.

Por aqui, a Companhia das Letras deu show.

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Música: Entrevista com Yekaterina Samutsevich

Só ontem consegui ler a entrevista que a Yekaterina Samutsevich, do Pussy Riot e que foi libertada ano passado, deu à Rolling Stone americana.

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Então, óbvio, em inglês.

Q&A: Pussy Riot’s Yekaterina Samutsevich on Their Fight for Freedom

Faltam as outras duas.

Volto mais tarde.

Ao som de Rancid – Ruby Soho

Música do Dia: Joss Stone – You Got The Love

You Got The Love, versão Joss Stone.

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Sometimes I feel like
Throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying
Lord I just don’t care
You’ve got the love I need
To see me through

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Café & TV: Séries de TV, “Revenge”

Não dei a menor bola para Revenge quando estreou. Não me chamou atenção, mesmo tendo atores que eu conhecia.

Mas em um movimento não muito comum aqui em casa, meu pai começou a assistir sozinho, sem ter a primogênita ou eu juntas dele, como costuma ser.

Aí, ele começou a falar bem, vi outras reviews a respeito. Sem contar o Diários da Dilma, feito pela revista Piauí, que apelidou o programa como a “Avenida Brasil dos Hamptons”. Eu ri.

Em novembro do ano passado eu decidi ver um episódio. E não é que em pouco tempo, já estava em dia e pra lá de viciada?

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Maneiras Para Se Manter Criativo

Um amigo postou no Facebook.

E eu o agradeço por isso.

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Fonte: Arquitêta.

Algumas, eu faço. Outras, tento. Outras? Passo longe.

Mas já vou seguir a dica #1: farei uma lista dos itens que preciso focar.

Bom, né?

Esse amigo, por sinal, tem um blog ótimo, ele escreve super bem.

Ato ou Efeito.

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Hoje…Algum Tempo Atrás: Os 200 Anos de “Orgulho e Preconceito”

Incrível pensar como um livro, 200 anos após ter sido escrito, consegue permanecer relevante.

Esse é Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Definitivamente, um dos meus favoritos na vida.

Eu, a minha mão e a minha cópia
Eu, a minha mão e a minha cópia

PS: antes de continuar, um detalhe. Sempre deixei claro, aqui no words of leisure, o tanto que meu pai tem impacto no meu gosto musical. Pois bem, esse post eu dedico a minha mãe e avó, por me darem o amor aos livros.

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