Música do Dia: Pretenders

Clipe novo do Dead Lover’s Twisted Heart, uma das bandas mais legais de BH.

Adorei!

Parabéns, Pati :-)

Volto mais tarde.

Ao som de Dead Lover’s Twisted Heart – Pretenders

Esportes: Cuba Fora de Londres no Vôlei

Tristíssima notícia para os amantes do vôlei, como eu.

Maior geração do vôlei feminino…

Cuba está fora da modalidade na quadra nas Olimpíadas de Londres, tanto no feminino quanto no masculino.

Eu sempre fui fã, principalmente daquela geração das mulheres que tinha Mireya Luiz, Magali Carvajal, Regla Torres…

Quando escuto as pessoas falarem que a atual geração do feminino brasileiro é a melhor da história, por ter vencido uma Olimpíada, eu discordo com todas as minhas forças.

Elas não chegam perto de Ana Moser, Fernanda Venturini, Márcia Fu, Hilma, etc. O problema é que elas foram concomitantes a essas cubanas, que eram de outro mundo!

Muito triste ver a decadência de um país tão importante para esse esporte.

Mas, infelizmente, condizente com a realidade do país.

Volto mais tarde.

Ao som de U2 – The Playboy Mansion

Dica de Helsinki: Helsinki, o Design e Eu

Nunca, nunca, nunca, desde que criei o words of leisure, pensei em escrever um post sobre design. Em fazer recomendações sobre esse tópico.

Helsinki me forçou a isso.

Acervo pessoal

Eu já sabia da força do design escandinavo antes da minha viagem. Além disso, tive o prazer de estar lá no ano em que Helsinki é a “Capital Mundial do Design”. Mas ainda assim, o que vi lá me deixou abismada.

A cidade fez reformas em vários pontos, prédios, para ser em 2012 a “Capital Mundial”. Eventos estão sendo realizados, durante todo o ano, em torno disso.

Acervo pessoal

Uma das coisas que mais me impressionou lá foi ver que em uma cidade de aproximadamente 560 mil habitantes existe um bairro com mais de 200 estabelecimentos ligados ao design. Museus, galerias, agências, cafés, restaurantes, etc. É um absurdo, mas que dá noção do peso que isto tem para a cidade e para o país.

Fonte: http://designdistrict.fi

E aí, eu, com a minha leiguice, decidi ir ao Design Museum junto com a anfitriã, para chegar a seguinte conclusão, que me deixou maravilhada:

O design é uma parte intrínseca da história finlandesa. Mesmo em momentos difíceis, como guerras, ele nunca deixou de acompanhar o desenvolvimento do país. E é um design utilitário. Então, mesmo em circunstâncias adversas, o ideia é que o produto que esteja sendo desenvolvido para a população tenha um conceito por trás. E isso não significa ser luxuoso ou belíssimo. Pelo contrário. O produto deve ser útil, prático, simples…e com um conceito. AMEI! Simplicidade, praticidade e conceito.

O tanto que eu fiquei abismada com aquilo só me fez pensar qual deve ser a reação de alguém que é especialista na área. Já que eu não entendo bulhufas!

Mapa do Design District. Acervo Pessoal.

Saiu uma matéria no Guardian que diz: “Design is to Helsinki as literature is to Dublin and samba is to Rio.” (ou, Design é para Helsinki o que a literatura é para Dublin e o samba é para o Rio).

Link: Walking tour of Helsinki’s architecture

Pois bem, concordo plenamente.

E recomendo muito, aos que são leigos como eu, conhecer e tentar entender o design de lá, quando tiverem a chance de ir, pois acho que falar isso aos especialistas é desnecessário né?

 Ah, visitem o site do Design District! É bem legal. O de Helsinki como capital mundial do design também!

Pois bem, ficam as dicas!

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Dica de Leitura: Se Eu Fosse Mais Disciplinado, Poderia Ter Sido Músico

O texto “Uma sociedade de perdedores” levou a uma boa discussão, principalmente no Facebook, e a muitos compartilhamentos.

Fonte: Revista piauí

O talentosíssimo Guerrinha colocou, nos comentários, um trecho da entrevista dada pelo Clint Eastwood para a Esquire, que está no mesmo sentido do primeiro texto.

Coloco aqui o link para a Revista piauí, já que ali ele está em português. Inclusive, cito:

“Vivemos numa geração meio mariquinha, todo mundo diz: “Vamos lidar psicologicamente com isso?” Naquela época, você simplesmente sentava o pau e resolvia na porrada. Mesmo que o cara fosse mais velho e fortão, pelo menos você era respeitado por encarar a briga, e te deixavam em paz.

Não sei se dá para dizer exatamente quando começou essa geração mariquinha. Talvez tenha sido quando as pessoas começaram a se perguntar sobre o sentido da vida.”

Para ler Se eu fosse mais disciplinado, poderia ter sido músico, clique aqui.

Valeu, Guerrinha!

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