Música do Dia: Rancid – Ruby Soho

Um post de um colega de R.I., no Facebook,  me fez resgatar uma banda que estava pra lá de esquecida. Injustamente.

Rancid - Ruby Soho

Echoes of reggae comin through my bedroom wall
Havin a party up next door but i’m sittin here all alone
Two lovers in the bedroom and the other starts to shout
All i got is this blank stare and that don’t carry no clout atall

Volto mais tarde | Ao som de Rancid – Ruby Soho |

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Dica da Web: Crie Páginas, Não Perfis, no Facebook!

Acho que desde o dia que eu criei o blog, queria fazer esse post.

Se você tem banda/empresa/blog/etc/etc/etc, não crie um perfil no Facebook!! Crie uma página!

facebook.com

Para muitos, isso é nadar no molhado, mas todo o dia que eu recebo convite de amizade de uma banda, por exemplo, dá um nervoso.

Afinal, eu sou amiga de um restaurante? Não, sou amiga dos donos, né? O mesmo serve para toda e qualquer coisa que não seja uma pessoa, obviamente!

Então, procurei e achei essa página que mostra os motivos de se criar uma página, além de ensinar como faz.

Entre eles:

Amigos ou fãs? Os perfis têm limites de 5000 amigos, já as páginas têm número ilimitados de fãs. Com isso você não terá que criar outro perfil caso alcance o número máximo de amigos. As maiores páginas do mundo já têm milhões de fãs.

Estatísticas! O perfil não dá nenhuma informação estatística sobre número de acessos e interação em suas publicações. As páginas têm uma área de dados que dá ao administrador da página um relatório de acessos e informações.

Permite que você tenha informações gerais de crescimento da sua página, quem faz parte do seu grupo de fãs, de onde eles vêm e os posts que apareceram um maior número de vezes no feed de notícias dos usuários e os que tiveram o maior número de interações.”

Assim, se você que está lendo tem uma empresa e um perfil no Facebook, por favor, crie a página e faça melhor proveito dessa rede social!

O link está aqui:

Por que criar uma página e não um perfil para seu projeto

Ps: Antes que alguém questione a forma que eu divulgo o words of leisure, as publicações que faço aqui aparecem na minha página pessoal do Facebook. Dessa forma, os meus amigos podem ver. No dia em que eu julgar que o blog tem um bom número de visitantes diários, criarei a página para ele, lá.

Que tal ajudar? Divulguem o blog, compartilhem os posts e, claro, comentem!

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Esportes: A Sova do Barcelona

Eu até queria escrever sobre a sova que o Barcelona aplicou sobre o Santos.

Flávio Gomes

Mas depois de ler o texto do Flávio Gomes, me recuso.

A LIÇÃO DO JAPÃO  

“Foi a vitória sobre a soberba brasileira. Brasileira do Brasil que se acha melhor que os outros e que não reconhece a superioridade estrangeira. Estou falando de esporte, só, e por enquanto. A vitória sobre a soberba dessa gente que ganha muito mais do que merece, que vende um peixe que não tem, que se autopromove o tempo todo e que conta com a colaboração dos veículos de comunicação de massa para iludir o público, aliados e sócios que são.

O que se viu hoje foi um choque de realidade. Não que todos os times europeus sejam melhores que os brasileiros. Claro que não é disso que estou falando. Mas uma demonstração de como é, de verdade, ter filosofia, princípios, linha de pensamento, conduta, projeto. Jogar o jogo, jogar bonito. “Joga bonito”, aliás, me parece ser algo que a Nike escreve nas camisas da seleção brasileira. Que não joga bonito faz 30 anos. Puro marketing. É isso o que está acontecendo com o esporte no Brasil: está virando puro marketing, produto para vender cota de TV.

O presidente do Santos faz aquela pirotecnia toda para não vender o Neymar e o resto do time é uma merda. Marketing. O tal de Ganso parece um dândi aborrecido, mas é tratado como uma espécie de Zico dos novos tempos. Marketing. O Corinthians contrata um gordo descompromissado como Adriano, o cara nem joga, mas vende camisa. Marketing. O São Paulo traz de volta o centroavante bichado, coloca 40 mil pessoas no Morumbi e ele só joga seis meses depois. Marketing. O Flamengo paga (ou não paga, sei lá) os tubos para ter o dentuço, o dentuço não joga nada, mas se comporta como se fosse algum tipo de deus sobrenatural. Marketing.”

Perfeito. Vale toda a leitura.

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