Redes Sociais: Música e o Last.Fm

Uma das coisas que eu mais gosto na vida é música. Certamente farei vários posts em relação a discos, bandas, mas decidi falar, antes, sobre uma das redes sociais que mais teve impacto sobre a minha pessoa, que é justamente ligada a esse tema.

Muito se fala, atualmente, sobre facebook, twitter, linkedin e o quase falecido orkut. Eu já participei, ou ainda participo, de várias delas, o que me leva a ser uma entusiasta dessas formas de comunicação (mesmo ciente de todos os pontos fracos que elas possuem).

Entre todas, a que mais me cativou desde quando conheci foi a “last.fm”.

the social music revolution

Por gostar tanto de música, nunca consegui compreender porque muitas pessoas que conheço e que também gostam não curtam essa rede social.

Acho que uma das razões está no fato de que tem gente que não sabe que é necessário fazer o download do ‘Scrobbler’. É esse aplicativo, que se conecta com iTunes, Winamp, Windows media player, que rastreará todas as músicas escutadas. É possível, ainda, programar para que o aplicativo abra automaticamente com os programas supracitados. E assim, a diversão começa.

Aí está o meu last.fm fazendo o scrobble da música Haunted by You, do The Bluetones, junto ao iTunes.

Através desse rastreamento, o site te mostra quantas vezes você ouviu tal banda, tal música, na semana, em 3, 6 meses, 1 ano. Além disso, mostra a sua compatibilidade musical com outros usuários da rede, entre eles, os seus amigos.

Mas, pra mim, o que torna a last.fm a minha rede social favorita está na seção Recomendações. Ao analisar as bandas ouvidas, o programa te recomenda outras que são similares e que não estão registradas no seu perfil. Com isso, eu não somente fui atrás de bandas que não ouvia há séculos, mas principalmente, conheci tantas outras (como o The Bluetones).

Claro que a rede perdeu muito quando passou a cobrar pelo uso de sua rádio em todos os países, exceto EUA, Reino Unido e Alemanha. O valor não é alto mas afastou muita gente.

Eu, como uma pessoa que escuta MUITA música por dia, que gosta de conhecer coisas novas, recomendo profundamente.

Volto mais tarde | Ao som de Wilco – Far, Far Away  |

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6 comentários em “Redes Sociais: Música e o Last.Fm

  1. A ideia do Last é muito boa… mas acho que essa própria mudança de restringir as funções (do rádio ser pago por exemplo) além de criar uma preguiça geral (porque mesmo não sendo muito $$$, é sempre desmotivante quando você tem que pagar por algo que antes não pagava), destrói um pouco o conceito “the social music revolution”.

    Na internet estamos habituados com as revoluções não pagas. Sempre foi assim e ainda mais se tratando de uma rede social. A publicidade e o próprio recurso de se poder comprar as musicas on-line já deveriam garantir o funcionamento e lucro do sistema. “Ah, mas no Brasil e em outros países não temos acesso à iTunes Store como nos EUA, por isso eles bloquearam nosso acesso à rádio, pois damos menos lucro”. Esse argumento enterra de vez pra mim o conceito da rede. Tá, sei que ninguém trabalha de graça e o Last FM não é filantrópico. Mas reconhecer que o negócio só funciona por causa do dinheiro e limitar as pessoas por causa disso causa uma imeeeeeeeensa antipatia. Para quem não usa loucamente, é motivo suficiente para não querer pagar (que é o meu caso).

    O Outro ponto é que o scrobbler é um recurso muito pouco desenvolvido, o que dá nos nervos. Você ter que rodar um aplicativo paralelo ao iTunes (ou seja o outro aplicativo de música que for) tira performance do CPU e complica uma coisa que não precisa. Ele poderia ser um plug-in que fica dentro do programa de música e que a gente simplesmente aciona uma vez pra depois não se preocupar mais. Nunca nem veríamos isso funcionando, a não ser por alguma pequena mensagem no próprio programa. Com isso me pergunto ainda mais por que não integrar a rádio do Last ao programa de música? temos a estrutura toda pronta e centenas de rádios (ou serão milhares?) funcionando perfeitamente. Acho que não haveria problema com o Last.

    Quanto ao recurso da compatibilidade musical, é bem divertido, nem sempre realista, mas válido de qualquer forma.

    Enfim: estou no Last, acho bacana mas não uso. Pouco entusiasmado aliás.

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    1. Bom, depois dessa o “Por gostar tanto de música, nunca consegui compreender porque muitas pessoas que conheço e que também gostam não curtam essa rede social.” começou a cair hehehe.

      Compreendo e concordo com você

      Sobre ser pago, ela passou a ser depois de um tempo de existência da rede (não foi o acesso a rede e sim às rádios que passou a ser pago, né?). Acho que até na época que estava bem no auge. Lembro que muita gente simplesmente saiu da rede. Eu achei péssimo porque ouvia muito as rádios, que eram ótimas.

      Mas mesmo sem ter mais esse acesso, eu continuo achando uma rede válida, principalmente pelas recomendações e bandas similares, como falei no post.

      Já sobre o Scrobbler: ele nunca me incomodou, mas eu já percebi que te incomoda bastante. Eu não tinha pensado sobre ele virar um plug-in e é uma excelente ideia. Uma coisa a se pensar. Vou mandar email pra eles (te dando o crédito) tá? rs

      beijos

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      1. Vamos patentear e vender… heheheh brincadeira, pode mandar, nem precisa de crédito não… na verdade é uma coisa meio obvia, deve ter algum motivo pra eles não desenvolverem… talvez eles digam q no aplicativo tem mais que o scrobbler.. a resposta é: Quem quer as outras funções, baixa o aplicativo.. quem não quer, baixa o plug-in.. e aproveita o plug-in e integra ao iTunes… talvez eu assine se fizerem isso… rsrsrsrrs

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